Brasil

BENEFÍCIO: Bolsonaro deve anunciar 13º do Auxílio Brasil para mulheres

Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou nas redes sociais que o governo federal vai anunciar o pagamento do 13º do Auxílio Brasil para as mulheres.

O mandatário não deu detalhes sobre a ampliação do benefício, por exemplo, quando será anunciado oficialmente e começará a ser pago. Apenas publicou uma imagem em que está dito que o presidente efetuará o anúncio.

Jair Bolsonaro já havia apostado na ampliação do Auxílio Brasil, o valor de R$ 600 para o benefício começou a ser pago em agosto. Em outra medida relacionada ao benefício, o governo regulamentou na semana passada o empréstimo consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil.

Folha

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Brasil

IBGE prorroga a coleta de campo do Censo 2022 até início de dezembro

 

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que prorrogará a coleta em campo do Censo Demográfico até o início de dezembro. O trabalho de levantamento de informações, que teve início em 1º de agosto, estava previsto para se estender apenas até o fim de outubro.

O instituto comunicou que está enfrentando dificuldades para contratar trabalhadores em determinados locais. Em todo o país, o IBGE conta com 95.448 recenseadores em ação no momento, apenas 52,2% do total de vagas disponíveis. O estado com maior déficit de recenseadores é Mato Grosso, com 36,8% do número de vagas ocupadas.

“Praticamente metade do Censo feito nestes dois meses. Ou seja, a operação está atrasada. A gente estava esperando que fosse encerrar a operação agora na primeira semana de outubro”, contou Cimar Azeredo, diretor de Pesquisas do IBGE. Ele acredita que instituto possa precisar de mais recursos para que o processo termine no prazo estimado.

Até 2 de outubro, foram recenseadas 104.445.750 pessoas, em 36.567.808 domicílios, o equivalente a 49% da população estimada no país. No Censo Demográfico de 2010, a essa altura da coleta, já tinha sido recenseada 86,9% da população.

Recenseados por região

Entre os já recenseados em 2022, 42% estavam no Sudeste; 27%, no Nordeste; 14,3%, no Sul; 8,9%, no Norte; e 7,8%, no Centro-Oeste. Até o momento, 48% dos recenseados eram homens e 52% eram mulheres.

Cerca de 2,27% dos domicílios visitados até o momento se recusaram a responder. Em relação ao tipo de questões, 88,2% dos domiciliados responderam ao questionário básico e 11,8%, ao ampliado. A maior parte dos questionários (99,5%) foi respondida de forma presencial, enquanto 81.620 domicílios optaram por responder pela internet e 85.309, pelo telefone.

R7

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Brasil

É muito significativo o que Bolsonaro fez nesta eleição, diz Arthur Lira

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que foi muito significativo o desempenho de Jair Bolsonaro (PL) na eleição deste domingo (2). Na avaliação do deputado, Bolsonaro terá, se reeleito, uma base mais sólida no Senado, com mais “conforto” para tomar decisões e aprovar projetos.

“Foi muito significativo o que Bolsonaro conseguiu. Ele elegeu os senadores que quis. PL fez 99 deputados federais. Existia uma avaliação positiva de vitória em 7 estados, mas o presidente foi bem em 13, com o DF. No caso de governadores também foi excelente. Foi muito significativa a eleição que ele fez”, afirmou à Folha de S.Paulo.

Sobre as eleições no Congresso, nas quais ele deve disputar a reeleição para presidente da Câmara, Lira afirmou que ainda não é momento de tratar o tema e ironizou as especulações políticas que davam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como favorito para vencer no primeiro turno.

“Vamos fazer a eleição que falta, pra depois ver [a Câmara]. Tem segundo turno nacional, tem segundo turno em Alagoas. Até a semana passada, Lula estava elegendo presidente da Câmara, tava indicando ministro da Economia e estava fazendo ministro do Supremo. Agora vai ter que ganhar uma eleição.”

O presidente da Câmara foi reeleito com 219 mil votos. Apesar de não ser tão explícito na defesa de Bolsonaro como outros integrantes do centrão, Lira foi peça chave na campanha, tendo sido o responsável, por exemplo, por conduzir a aprovação no Congresso do pacote de bondades que era acalentado pelo bolsonarismo como essencial na sua tentativa de reeleição.

Folha

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Brasil

Governo Bolsonaro antecipa Auxílio Brasil de outubro; confira calendário

Foto: Adriana Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo

O governo Jair Bolsonaro antecipou em 7 dias o início do pagamento das parcelas do Auxílio Brasil de outubro. Os repasses dos R$ 600 começarão em 11 de outubro e terminarão no dia 25, antes do 2º turno. Antes, os pagamentos iriam de 18 a 31 de outubro. Houve pressão para antecipar o cronograma no mês passado, mas o governo não tinha conseguido.

O Ministério da Cidadania já havia antecipado o calendário em agosto para a população receber mais cedo o dinheiro extra (R$ 200) caindo na conta. O governo ainda incluiu 2,2 milhões de famílias no programa. As parcelas dos outros meses restantes de 2022 (novembro e dezembro) não foram antecipadas. Mas as datas podem ser alteradas.

Poder360

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Política

Bolsonaro ganha fôlego e Lula sai pressionado do primeiro turno

Foto: Reprodução

A prorrogação da eleição presidencial para o 2º turno mostrou a resiliência e a força do bolsonarismo e deu ao presidente Jair Bolsonaro (PL) fôlego para se manter competitivo na disputa. Seu agora único adversário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve recorde de votos, mas ainda assim precisará ampliar movimentos por mais apoio e terá como desafio manter sua militância engajada.

Bolsonaro também melhorou seu desempenho em relação a 2018, quando teve 49.277.010 votos no 1º turno. No domingo (2), chegou a 51.069.907.

O enfrentamento direto entre Lula e Bolsonaro tende também a acirrar os ataques mútuos, que têm como objetivo aumentar a rejeição um do outro. Ambos devem recorrer a suspeitas de corrupção. No caso do petista, as acusações da Lava Jato. No de Bolsonaro, as acusações de rachadinha e negócios envolvendo sua família.

Bolsonaro deve também atacar Lula por sua ligação com regimes de esquerda da América Latina e pela recessão do governo de Dilma Rousseff (PT), sua sucessora.

Uma novidade pode aparecer na campanha do atual presidente: uma suavização do discurso, com um pouco mais de venda de esperança e emoção em seus comerciais. Foi isso o que o Poder360 ouviu ontem entre os aliados de Bolsonaro.

Por fim, o Planalto vai propagar o quanto puder os números positivos deste momento da economia. E Bolsonaro vai pagar os R$ 600 do Auxílio Brasil a 20 milhões de famílias dentro de uma semana. Até agora, esse benefício parece ter tido resultado tímido na aprovação do presidente, mas esse tipo de efeito é cumulativo e pode vir agora em outubro.

O petista, por outro lado, deve usar contra o atual presidente o discurso de que ele foi omisso e cruel na resposta à pandemia da covid-19, deixou a miséria e a fome escalarem e não tem interlocução internacional.

Embora tenha recebido o maior número de votos em 1º turno desde que disputa a Presidência da República, a expectativa de vitória em 1º turno e a derrota em São Paulo frustraram os aliados do petista.

Também é muito importante notar que Bolsonaro terminou na frente de Lula em 4 regiões do Brasil. O petista só ganhou (e muito bem) no Nordeste. Leia abaixo o desempenho dos 2 por unidade da Federação:

Na reta final, muitas pesquisas de intenção de voto com problemas metodológicos indicavam que Lula tinha chances de liquidar a eleição no domingo. Era uma miragem. A campanha do PT incentivou o chamado “voto útil”, sobretudo para arrancar votos de Ciro Gomes, do PDT. Não deu certo. Ciro desidratou nas últimas 72 horas, mas seus votos aparentemente não só não foram para Lula, como podem ter engrossado os apoios a Bolsonaro.

Lula também apelou para que as pessoas comparecessem às urnas. O objetivo era reduzir a abstenção de cerca de 20% que costuma ser registrada em todas as eleições. Dirigentes do PT telefonavam para repórteres para dizer que não havia hipótese de a abstenção neste ano ser igual a de 2018. Seria menor, por causa da polarização extremada da disputa. Essa estratégia também fracassou. Neste ano, a taxa de abstenção foi de 20,9% (um pouco maior do que a de 20,3% de 2018).

Bolsonaro, por sua vez, manteve o discurso de descrença em relação às pesquisas. Repetiu que sairia vencedor da disputa. Cravou, no dia da eleição, que venceria no 1º turno com 60% dos votos. Obviamente era um blefe.

Só que o presidente terá um argumento para esgrimir pelas próximas 4 semanas: a maioria das empresas alimentou a tese propagada em programas de TV a cabo sobre vitória de Lula no 1º turno. A TV Globo, uma espécie de nêmesis de Bolsonaro na mídia, usou em seus telejornais apenas os levantamentos de Datafolha e Ipec, justamente as empresas que mais apontavam para possível vitória de Lula no 1º turno.

O PoderData foi uma das poucas empresas de pesquisa que nunca apontou a possibilidade de vitória do PT no 1º turno.

A decisão por um 2º turno neste domingo frustrou o grupo mais próximo a Lula. Coube ao ex-presidente animar seus companheiros. No discurso feito logo após o resultado eleitoral, ele afirmou que “a luta continua até a vitória final” e conclamou seus aliados a continuarem engajados.

A resposta do público na av. Paulista, onde o PT organizou um ato com a presença de Lula, mostrou que a tarefa será difícil. O clima de derrota tomou conta. O ex-presidente fez um discurso de apenas 4 minutos.

A principal decepção dos petistas foi com o resultado em São Paulo. A expectativa era de disputa acirrada no Estado, mas o atual presidente teve quase 1,8 milhão de votos a mais que o petista.

Com a ida de Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao 2º turno na disputa estadual, Lula pretende intensificar a campanha no Estado para tentar fazer uma dobradinha com seu correligionário.

Também vai se concentrar em São Paulo por ser o maior colégio eleitoral do país, com 34,6 milhões de eleitores. Ele precisa recuperar terreno no Estado.

De novo, em São Paulo e no Sudeste, o erro estratégico do PT foi confiar nas pesquisas tradicionais (feitas presencialmente) e achar que o caminho estava suave. O Datafolha pesquisou São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Apurou na véspera da eleição intenções de votos muito diferentes (com mais de 10 pontos de diferença) em 3 Estados (SP, RJ e BA).

A votação de Lula era esperada pela campanha petista, mas o desempenho de Bolsonaro surpreendeu –de novo por causa da miragem criada por empresas tradicionais de pesquisa. Aliados do ex-presidente não haviam projetado uma vantagem de menos de 5 pontos.

O cálculo dos petistas é que, para ganhar no 2º turno, Bolsonaro precisa conquistar quase todos os votos dados a Simone Tebet (MDB), que teve 4,9 milhões de votos (4,16%) e ficou em 3º lugar, e Ciro Gomes (PDT), que conquistou 3,5 milhões de votos (3,05%) e acabou em 4º.

Somados, os dois obtiveram 8,5 milhões de votos. A vantagem de Lula sobre Bolsonaro foi de 6,1 milhões de votos.

Mas nem tudo é matemático na dinâmica eleitoral e 4 semanas de uma nova fase da campanha podem mudar muita coisa. Aliás, começa a rondar a campanha petista a “síndrome de Alckmin”. O ex-tucano enfrentou Lula na eleição presidencial de 2006. Os 2 foram para o 2º turno e Alckmin teve naquele ano menos votos do que havia conquistado no 1º. Enfim, é possível um candidato ser desidratado de 1 turno para o outro. Já aconteceu com o hoje candidato a vice de Lula.

Lula deve intensificar a busca por mais apoios e demonstrar força política no 2º turno. Desde 2021, ele construiu uma frente ampla que reuniu 10 partidos em sua coligação. Agora deverá avançar sobre o PDT, ainda que Ciro Gomes não deva apoiá-lo, PSD e parte do União Brasil. Também tentará atrair Simone Tebet.

Bolsonaro deve intensificar viagens pelo país e apostar no argumento de que terá maior governabilidade junto ao Congresso do que Lula. E uma coisa é fato: o Legislativo que toma posse em 2023 é muito mais conservador e pró-Bolsonaro do que a Lula.

Poder360

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Brasil

“Nós vencemos a mentira”, diz Bolsonaro sobre pesquisas após confirmação de 2º turno com Lula

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), conversou com a imprensa na noite deste domingo (2) após a confirmação do 2º turno contra o ex-presidente Lula (PT) no dia 30 de outubro.

O presidente afirmou que está confiante para a disputa do 2º turno contra seu rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Nós vencemos as mentiras”, disse ele ao citar pesquisas que colocavam Lula à frente do cargo.

Veja:

 

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Política

“É apenas uma prorrogação”, diz Lula sobre 2º turno

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que sua ida ao 2º turno das eleições presidenciais é “apenas uma prorrogação” e conclamou seus principais aliados a continuar trabalhando “até a vitória final”. Em pronunciamento na noite deste domingo (2), o petista afirmou que terá a “chance” de debater diretamente com seu oponente Jair Bolsonaro (PL) e disse que trabalhará para ampliar suas alianças.

“Durante toda essa campanha, a gente esteve na frente nas pesquisas de opinião pública de todos os institutos, mesmo aqueles que não queriam que a gente ganhasse, colocavam a gente em 1º lugar. E eu sempre achei que a gente ia ganhar essas eleições. Eu quero dizer para vocês que nós vamo ganhar essas eleições. Isso para nós é apenas uma prorrogação”, disse.

O petista teve 57.256.053 votos – 48,43% dos votos válidos (sem considerar brancos, nulos e abstenções) e não conseguiu encerrar o pleito no 1º turno, como planejava. Na tentativa de se reeleger, Bolsonaro teve 51.070.958 votos – 43,20% dos votos válidos.

Poder360

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Brasil

Nove ex-ministros de Bolsonaro são eleitos neste domingo

Foto: Reprodução

Entre os 17 ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL) que disputaram cargos públicos nas eleições, nove foram eleitos nestas eleições.

Em maio, 10 ministros deixaram o governo para se candidatar nas eleições. Antes disso, outros 18 saíram ou foram demitidos de seus cargos. Destes, 7 disputaram o pleito deste domingo (2.out).

Dos 17 ministros que concorreram a cargos eletivos nessas eleições, 12 receberam o apoio oficial de Bolsonaro em suas candidaturas. O ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto (PL) disputa a eleição para o cargo de vice-presidente da chapa de Bolsonaro à reeleição e segue para o 2º turno.

Além de Braga Netto, o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue na disputa por São Paulo contra Fernando Haddad (PT). O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Onyx Lorenzoni (PL) também disputa o 2º turno contra Eduardo Leite (PSDB).

Entre os 4 ex-ministros que não receberam apoio oficial do chefe do Executivo nas candidaturas, 3 romperam com o governo, são eles: Sergio Moro (União), ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), ex-ministro da Saúde; e Abraham Weintraub (PMB), ex-ministro da Educação.

Veja abaixo o desempenho:

Poder360

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Brasil

Erros de pesquisas de intenção de voto mancham credibilidade de institutos, dizem especialistas

Divulgação

Os resultados do primeiro turno das eleições, que ocorreram nesse domingo (2), frustraram as previsões das pesquisas feitas pelos principais institutos que fazem levantamentos sobre a preferência do eleitorado do país.

Na eleição presidencial, por exemplo, Datafolha e Ipec davam menos de 40% dos votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontaram a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar sem a necessidade de segundo turno, mas ambos erraram.

Desde agosto, o Ipec fez sete pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto. Considerando os votos válidos, o petista oscilou de 52% para 51%. Levando em conta a margem de erro de dois pontos percentuais estabelecida pelo instituto, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48% dos votos para Lula.

No entanto, a empresa não chegou nem perto do total de votos obtidos por Bolsonaro. O presidente teve 43%, segundo o TSE. Nos sete levantamentos do Ipec, contudo, o chefe do Executivo começou e terminou com 37% dos votos válidos. Com o Datafolha não foi diferente. Em seis pesquisas feitas desde agosto, Lula iniciou com 51% dos votos válidos e terminou com 50%. Bolsonaro, por sua vez, tinha 35% na primeira amostra e 36% na última.

Perda de credibilidad

Na avaliação de especialistas, a quantidade de erros compromete a credibilidade das empresas. Doutor em ciência política, Leandro Gabiati diz que os institutos de pesquisa fazem parte do processo eleitoral e ajudam o eleitor a entender melhor em qual contexto ele vai votar, mas alerta que a baixa assertividade atrapalha o cenário eleitoral.

“Quando as pesquisas trazem informações erradas, isso confunde o eleitor. E se os institutos passam a ter descrédito na sociedade e com atores políticos, isso é negativo para a democracia como um todo. É fundamental que os institutos façam uma mea culpa e aprimorem a metodologia e as ferramentas de pesquisa para acertar mais”, afirmou.

R7

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Política

ELEIÇÕES 2022: Marília e Raquel disputam segundo turno em PE

Foto: Reprodução

O segundo turno das eleições para governador de Pernambuco será disputado pelas candidatas Marília Arraes (Solidariedade) e Raquel Lyra (PSDB). Esta é a primeira vez na história que uma mulher chega ao segundo turno das eleições estaduais. Com isso, Pernambuco terá, pela primeira vez, uma governadora eleita.

Marília e Raquel disputam pela primeira vez o Executivo estadual, que há 16 anos é governado pelo PSB, nas gestões de Eduardo Campos, por duas vezes, e de Paulo Câmara, por mais duas.

Com 100% das urnas apuradas, Marília Arraes teve 1.175.651 votos, o que equivale a 23,97% dos votos válidos. Raquel Lyra teve 1.009.556 votos, ou 20,58% dos votos válidos. A votação dos candidatos foi a seguinte:

  • Marília Arraes (Solidariedade): 23,97% (1.175.651 votos);
  • Raquel Lyra (PSDB): 20,58% (1.009.556 votos);
  • Anderson Ferreira (PL): 18,15% (890.220 votos);
  • Danilo Cabral (PSB): 18,06% (885.994 votos);
  • Miguel Coelho (União Brasil): 18,04% (884.941 votos);
  • Jones Manoel (PCB): 0,69% (33.931 votos);
  • João Arnaldo (PSOL): 0,26% (12.558 votos);
  • Pastor Wellington (PTB): 0,16% (8.020 votos);
  • Jadilson Bombeiro (PMB): 0,05% (2.435 votos);
  • Claudia Ribeiro (PSTU): 0,04% (1.745 votos).

G1

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