A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária permanecerá amarela durante o mês de setembro. Com isso, os consumidores continuarão pagando um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de energia.
Este será o quinto mês consecutivo com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção ocorre em razão do período seco no Brasil, que reduz a geração de energia pelas hidrelétricas devido aos níveis mais baixos dos reservatórios. Nesse cenário, é necessário acionar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados.
Como funcionam as bandeiras tarifárias
As bandeiras tarifárias são definidas todos os meses conforme a previsão dos custos de geração de energia elétrica. O sistema usa as cores verde, amarela e vermelha para indicar as condições de produção e os valores cobrados dos consumidores.
Na bandeira verde, não há cobrança adicional. Nas bandeiras amarela e vermelha, há um acréscimo no valor da conta, conforme o consumo.
Os valores são:
Bandeira amarela: R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos;
Bandeira vermelha – Patamar 1: R$ 4,46 a cada 100 kWh;
Bandeira vermelha – Patamar 2: R$ 7,87 a cada 100 kWh.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) interrompeu a jornalista Renata Vasconcellos ao menos 11 vezes durante a entrevista concedida à TV Globo na quinta-feira (27). O petista foi entrevistado por Renata e César Tralli, apresentadores do Jornal Nacional.
Durante a sabatina, Lula também reagiu com tom de desdém ao ser questionado sobre a dívida pública e as metas do governo para reduzir sua proporção em relação ao PIB. O presidente afirmou que a pergunta deveria ter sido feita de outra forma e sugeriu que a jornalista deveria estar mais bem preparada para a entrevista.
A depender das situações, as práticas de Lula podem ser compreendidas de duas formas. Manterrupting, quando um homem interrompe uma mulher de forma desnecessária enquanto ela fala, impedindo que conclua seu raciocínio ou termine de expor sua ideia, ou ainda como “Mansplaining” que é o comportamento de um homem que explica algo a uma mulher com um ar de superioridade, partindo do pressuposto de que ela não domina o assunto ou sabe menos do que ele, mesmo quando ela possui conhecimento ou é especialista na área.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou durante sabatina do Jornal Nacional, nesta quinta-feira (27), que não conhece e nunca viu a lobista Roberta Luchsinger, amiga de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. No entanto, há pelo menos 12 fotos publicadas nas redes sociais de Roberta em que ela aparece com Lula.
“Não conheço essa moça. Nunca vi essa moça na minha vida. Nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim”, declarou Lula ao ser questionado sobre a lobista.
Os registros publicados no perfil de Roberta no Instagram vão de 2018 a 2023 e mostram encontros em diferentes ocasiões. Em uma das publicações, de 20 de julho de 2022, ela aparece ao lado de Lula e da primeira-dama Janja Lula da Silva. Na legenda, escreveu: “Quem tem amigos, tem tudo”.
Há também registros feitos durante a campanha eleitoral de 2022 e após a eleição de Lula. Em uma publicação de novembro daquele ano, Roberta aparece novamente com o petista e o chama de “o melhor presidente que esse país já teve e terá novamente”.
Em outro registro, de 2023, Lula aparece entre Roberta e a advogada Daniela Teixeira, posteriormente indicada para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Roberta Luchsinger é investigada pela Polícia Federal por suspeitas relacionadas à atuação junto ao governo federal. Ela também é apontada nas investigações como próxima de Lulinha.
Dayvigo, novo medicamento para insônia, deve chegar às farmácias brasileiras no 2º semestre (Foto: Imagem Ilustrativa/ Personare)
Um novo medicamento para o tratamento da insônia deve chegar às farmácias brasileiras no segundo semestre de 2026. O Dayvigo, à base de lemborexante, é indicado para adultos com dificuldade para iniciar ou manter o sono e tem um mecanismo de ação diferente de remédios tradicionalmente usados contra o distúrbio.
O medicamento foi registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro de 2025. A comercialização no Brasil será feita pela Eurofarma, em parceria com a farmacêutica japonesa Eisai, responsável pelo desenvolvimento do lemborexante. Ainda não há uma data definida para o início das vendas.O lemborexante pertence à classe dos antagonistas duplos dos receptores de orexina, conhecida pela sigla DORA. A substância bloqueia os receptores de orexina, que participam da manutenção do estado de vigília, com o objetivo de facilitar o início e a manutenção do sono.O mecanismo é diferente do de medicamentos como zolpidem, zopiclona e eszopiclona, que atuam sobre o sistema GABA. Essa característica está associada a um menor potencial de dependência em comparação com algumas opções tradicionais, embora o medicamento não seja livre de riscos.
Segundo a Anvisa, estudos de fase 3 avaliaram a eficácia do lemborexante para o início e a manutenção do sono. Os resultados mostraram desempenho superior ao placebo nesses dois aspectos. Uma revisão publicada na revista científica The Lancet, que analisou diferentes medicamentos para insônia, também incluiu o lemborexante entre as opções avaliadas quanto à eficácia, aceitabilidade e tolerabilidade.
A Anvisa aponta sonolência e fadiga entre as reações adversas observadas durante os estudos. A agência também alerta para possíveis interações com outros medicamentos. Por isso, o uso deve ser orientado por um profissional de saúde, que poderá avaliar a causa da insônia e a indicação do tratamento.
Quando começa a ser vendido?
A previsão da Eurofarma é que o Dayvigo chegue às farmácias brasileiras no segundo semestre de 2026. O preço estimado é de cerca de R$ 200, mas a comercialização depende da definição do preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
O registro pela Anvisa não significa incorporação automática ao Sistema Único de Saúde (SUS). Para que isso ocorra, o medicamento precisa passar pelo processo de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (27) o julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas, a chamada “uberização”. A sessão está prevista para começar às 14h.
O julgamento foi suspenso no dia 1° de outubro do ano passado, quando foram ouvidas as sustentações das partes envolvidas no julgamento. Na sessão de hoje, serão proferidos os primeiros votos sobre a questão.
Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.
Durante a tramitação do processo, a Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.
A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.
Antes do início do julgamento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou Supremo parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.
A administração do presidente Lula (PT) é desaprovada pela maioria dos entrevistados na pesquisa realizada pelo Instituto Indexa Pesquisas, encomendada pelo Estadão/Broadcast e divulgada nesta quarta-feira (26).
De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados desaprovam a maneira como Lula administra o país, enquanto 46% aprovam. Outros 4% não souberam ou não quiseram opinar.
Na pesquisa anterior, realizada em julho, Lula tinha 48% de desaprovação e 49% de aprovação. Assim, a reprovação oscilou dois pontos percentuais para cima, enquanto a aprovação recuou três pontos.
A variação da desaprovação está dentro da margem de erro da pesquisa, de 2,2 pontos percentuais.
A pesquisa Indexa/Broadcast foi realizada entre 20 e 23 de agosto, na modalidade quantitativa e amostral. Foram 2.000 entrevistas individuais, por telefone e questionário estruturado. O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,2 pp. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-06366/2026.
Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta terça-feira (25), em uma área de mata na zona rural do município de Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o único tripulante era o piloto da aeronave.
O homem, de 29 anos, conseguiu escapar depois que o avião apresentou uma pane acompanhada de uma pequena explosão, que deu início a um incêndio. Ele utilizou o paraquedas da aeronave para fazer um pouso de emergência.
O piloto foi levado por populares para a UPA de Mateus Leme. Ele estava consciente e orientado e não tinha dores ou escoriações.
Luíz Inácio Lula da Silva revelou ter sugerido à Caixa Econômica Federal um programa para renegociar as dívidas dos clubes do Brasil. Porém, o banco ainda não anunciou nenhum plano sobre a elaboração do programa.
“Vamos pensar em fazer um Desenrola para os clubes de futebol, porque estão todos quebrados”, comentou o presidente da República em entrevista à Record, nesse domingo (23/8).
Durante a entrevista, Lula deixou claro que a ideia para os clubes brasileiros seria semelhante ao Desenrola, programa do Governo Federal que visa à renegociação de dívidas de pessoas físicas dentro do território brasileiro.
Lula também comentou sobre a situação atual das dívidas dos times brasileiros. De acordo com ele, o endividamento ocorre por conta da má administração e do pagamento de salários astronômicos, que, segundo o presidente, não correspondem à realidade econômica do Brasil.
Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou nesta segunda-feira (24) que vai cobrar explicações da Polícia Federal sobre o nome dado à operação que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empresária Roberta Luchsinger.
O advogado disse que pretende questionar formalmente a PF sobre a origem e a justificativa para o nome.
A operação foi batizada de “Elli” e resultou na quebra dos sigilos de Lulinha e Roberta para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. O nome provocou incômodo entre aliados do presidente, que interpretaram a denominação como uma possível referência indireta à expressão “Faz o L”, associada a Lula.
“Vamos pedir explicações sobre o nome, qual a origem e alguma explicação que justifique a alcunha”, afirmou. Segundo ele, caso não haja uma justificativa, a escolha poderia representar uma tentativa de antecipar uma condenação. “Isso é perseguição”, declarou.
A defesa de Lulinha pretende, portanto, obter esclarecimentos da Polícia Federal sobre a denominação utilizada na investigação.
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) anunciou que não irá participar do primeiro debate presidencial momentos antes do encontro, que estava previsto para às 20h deste domingo (23).
O anúncio ocorreu durante live na porta da TV Bandeirantes. “Decidi de última hora [que não vou participar] quando Lula da Silva [PT] está fazendo ume entrevista no mesmo horário do debate. Isso é um teatro, não é democracia”, disse o candidato, referindo-se à entrevista do petista ao Domingo Espetacular, da TV Record, nesta noite.
Cury também criticou as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). “Acho uma irresponsabilidade porque os principais atores para discutir a nação não estão aqui. É uma falta de respeito com os brasileiros”, afirmou.
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