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Frentes Parlamentares Evangélicas lamentam morte de pastor Gean Santos, missionária e jovem em acidente na BR-412

 

Vítimas fatais de acidente na BR-412, no Cariri da Paraíba — Foto: Montagem/g1

Vítimas fatais de acidente na BR-412, no Cariri da Paraíba — Foto: Montagem/g1

O acidente que tirou a vida do pastor Gean Santos, da missionária Alba Simões e da jovem Ruth Gomes, na BR-412, na Paraíba, continua repercutindo em todo o país. Nesta quinta-feira (16), a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional e a Frente Parlamentar Evangélica do Senado divulgaram uma nota oficial de pesar em solidariedade às famílias das vítimas e ao Ministério Verbo da Vida. 

 

No documento, as entidades classificam a tragédia como uma perda para a comunidade cristã e destacam o legado deixado pelos três. O pastor Gean é lembrado pela dedicação ao pastoreio e ao Evangelho. Ruth Gomes, pela disposição em servir a Cristo ainda na juventude. Já Alba Simões é citada pelo trabalho missionário e pelo compromisso com ações de cuidado ao próximo. 

A nota também ressalta a relação construída ao longo dos anos entre as Frentes Parlamentares Evangélicas e o Ministério Verbo da Vida. Segundo o texto, a instituição se consolidou pelo investimento na formação de líderes, na expansão missionária e no compromisso com os princípios cristãos. O reconhecimento é direcionado, de forma especial, ao presidente do ministério, apóstolo Guto Emery, e ao pastor Edilson de Lira, apontados como lideranças de referência dentro da organização. 

Em meio ao luto, a mensagem reforça a esperança cristã na ressurreição e na vida eterna, citando o Salmo 116:15 como forma de consolar familiares, amigos e integrantes da igreja. O documento é assinado pelo senador Carlos Viana, presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Senado, e pelo deputado federal Gilberto Nascimento, presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional. 

 

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PESQUISA GENIAL/QUAEST: Para 43% a economia piorou nos últimos 12 meses; para 20%, houve melhoras

Foto: Michael Melo/Metrópoles

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 43% dos brasileiros avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 20% consideram que melhorou e 33% dizem que permaneceu igual. Outros 4% não responderam.

Em abril, 50% afirmavam que a economia havia piorado, 21% diziam que havia melhorado e 27% avaliavam que estava igual.

Para 66%, alimentos estão mais caros

Sobre o custo dos alimentos, 66% afirmam que os preços subiram no último mês, 23% dizem que permaneceram iguais e 9% avaliam que caíram. Outros 2% não responderam. Em junho, 69% percebiam alta, 22% diziam que os preços estavam estáveis e 7% apontavam queda.

Poder de compra está menor para 68%

A pesquisa também mostra que 68% afirmam ter hoje um poder de compra menor do que há um ano, ante 67% em junho. Para 10%, o poder de compra aumentou (eram 13%) e, para 21%, permaneceu igual (eram 19%). Outros 1% não responderam.

O novo Desenrola é conhecido por 66% dos entrevistados e desconhecido por 34%. A iniciativa é considerada uma boa ideia por 55%, ajuda um pouco para 20%, é vista como uma má ideia por 21% e 4% não responderam.

Entre os entrevistados, 87% disseram não ter sido beneficiados pelo programa e 12% afirmaram que foram. Desses, 35% disseram que a renda aumentou de forma significativa após o Desenrola, 31% relataram aumento, mas não muito, e 33% disseram não ter percebido diferença.

Endividamento

Em relação ao endividamento, 47% afirmaram ter poucas dívidas, 31% disseram não estar endividados, 21% relataram ter muitas dívidas e 1% não respondeu.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026. O instituto realizou 2004 entrevistas entre os dias 10 e 13 de julho.

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Presidente do TSE anuncia proposta de premiação a institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições

Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou nesta terça-feira (14) a intenção de criar um selo de acurácia eleitoral para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições.

A minuta com a proposta de premiação foi apresentada em reunião com 16 institutos de pesquisa no TSE.

Participaram:

  • Instituto Apex Partners
  • Intituto AtlasIntel
  • Instituto DataFolha
  • Intituto Data Povo
  • Instituto Data Tempo
  • Instituto Direto ao Ponto
  • Instituto Ipos-Ipec
  • Instituto Quaest
  • Instituto MDA Pesquisa
  • Instituto Ipespe
  • Instituto Nexus
  • Instito Paraná Pesquisas
  • Instituto de Pesquisas Perfil
  • Instituto Poderdata
  • Insituto Real Time Big Data
  • Instituto Vox Brasil

“É chegado o momento da Justiça Eleitoral laurear as empresas que a cada ciclo dedicam os seus maiores esforços em favor da democracia. Essa iniciativa destina-se ao reconhecimento das entidades cuja estimativas apresentem o maior grau de aderência dos resultados oficiais das eleições”, disse o ministro.

Os institutos de pesquisa terão até sexta-feira (17) para enviar contribuições sobre a proposta. Essas contribuições, de acordo com o presidente do TSE, servirão para a definição dos critérios de escolha dos ganhadores da premiação.

Segundo Kassio Nunes Marques, as pesquisas eleitorais ocupam posição de relevância no debate público. “O eleitorado brasileiro atribui significativo valor às informações por elas produzidas, que se consolidaram como sustentáculo na compreensão da dinâmica eleitoral, possuindo impacto efetivo no engajamento desse processo”, acrescentou o ministro.

“Em um cenário de constante evolução das metodologias de coleta de dados, dos hábitos de comunicação da sociedade e das formas de interação entre os eleitores, o aprimoramento permanente das pesquisas constitui desafio compartilhado por toda a comunidade científica e pelas instituições que atuam no processo democrático”, disse o ministro.

g1

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Justiça da Paraíba determina que PIXBET suspenda plataformas de apostas em território nacional

Justiça da Paraíba manda empresa de bets suspender plataformas de apostas em território nacional — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Justiça da Paraíba manda empresa de bets suspender plataformas de apostas em território nacional — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O juiz João Lucas Souto Gil Messias, da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, mandou a empresa de bets PixBet suspender todas as plataformas de apostas on-line em território nacional, em caráter liminar, por considerar que os mecanismos atuais não impedem o acesso de menores de idade.

De acordo com a decisão, a suspensão deve acontecer em até 48 horas sob pena de multa diária de R$ 100 mil até que a empresa regularize os mecanismos de barrar os sites para menores de idade.

A suspensão é válida para todo o território nacional e também para plataformas que são de propriedade da Pixbet, como a Flabet e a Bet da Sorte

Entre as medidas impostas pela Justiça para a regularização e retomada das plataformas estão:

  • reconhecimento facial com prova de vida a cada acesso e a cada operação financeira;
  • verificação biométrica cruzada com bases oficiais;
  • bloqueio automático de cadastros realizados com CPF de menores.

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Brasil terá um sistema 170 vezes maior que o Pix para cobrar imposto em tempo real

Ministro da Fazenda, Dario Durigan. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Considerado o pilar da reforma tributária, o sistema de “split payment” operará em uma escala 170 vezes superior à do Pix. A tecnologia permitirá o desmembramento automático da carga tributária no ato da compra, destinando os valores devidos diretamente ao erário em tempo real. Dessa forma, os recursos não transitarão pelas contas da empresa, eliminando possibilidades de sonegação fiscal.

Para viabilizar o projeto, o Ministério da Fazenda destinou um investimento de R$ 2 bilhões no desenvolvimento da plataforma para o ano de 2026. A execução do cronograma terá início em 2027, promovendo a substituição gradual de cinco tributos vigentes, com a conclusão da transição estabelecida para 2033.

Sob a perspectiva governamental, a medida representa a erradicação da inadimplência fiscal estrutural. Todavia, para o setor privado, a novidade exigirá adaptações profundas na gestão do fluxo de caixa, nos sistemas operacionais internos e nos processos de emissão de notas fiscais.

A implementação da maior estrutura tributária já concebida no Brasil está prevista para começar em um ano.

Tese Jurídica

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PESQUISA NEXUS: Lula cai até 10 pontos e Flávio sobe até 12 entre beneficiários do Bolsa Família

Foto: Reprodução/Redes sociais

A nova pesquisa Nexus mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu espaço entre os beneficiários do Bolsa Família, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou as intenções de voto nesse segmento do eleitorado.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula caiu de 68% para 58% das intenções de voto entre os beneficiários do programa, uma queda de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento divulgado em 29 de junho. Já Flávio Bolsonaro subiu de 13% para 25%, avanço de 12 pontos.

Na simulação de segundo turno, Lula recuou de 75% para 66% entre os eleitores que recebem ou convivem com beneficiários do Bolsa Família. Flávio Bolsonaro, por sua vez, avançou de 20% para 30%.

Apesar da mudança nesse grupo específico, o cenário geral da pesquisa permaneceu praticamente estável. No primeiro turno, Lula oscilou de 42% para 40%, enquanto Flávio Bolsonaro manteve 34%. Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 47% e Flávio com 44%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

O levantamento BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho, em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-07981/2026.

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Governo Lula tenta última reunião com EUA antes de decisão de Trump sobre tarifas

oto: REUTERS/Dado Ruvic

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta realizar uma última reunião com representantes dos Estados Unidos antes de o presidente Donald Trump decidir, até quarta-feira (15), se aplicará novas tarifas contra produtos brasileiros. As informações são da CNN Brasil.

Segundo a emissora, o Planalto busca um encontro com Jamieson Greer, chefe do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), na expectativa de conhecer antecipadamente a decisão do governo norte-americano. Na última quinta-feira (9), Greer afirmou à Fox Business que as negociações “ainda estão distantes de um acordo”.

Na sexta-feira (10), Lula reuniu ministros para definir a estratégia brasileira. De acordo com a CNN Brasil, o governo trabalha com dois cenários: o mais provável é a aplicação das tarifas, que o Planalto considera injustificadas; o outro é um eventual adiamento da medida por parte dos EUA.

Ainda segundo a CNN Brasil, integrantes do governo avaliam que, caso o adiamento seja atribuído ao pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para que as tarifas sejam aplicadas apenas após as eleições de outubro, isso reforçaria a percepção de que as sanções têm motivação política, e não econômica.

As tarifas propostas pelo USTR incluem 25% sobre produtos brasileiros por supostas práticas comerciais desleais, resultado de uma investigação iniciada em 15 de julho de 2025, e mais 12,5% por alegada falta de restrições à importação de produtos feitos com trabalho análogo à escravidão.

O QUE OS EUA ALEGAM PARA TARIFAR O BRASIL EM 25%*

Pontos criticados:

  • PIX: BC favorece o sistema em detrimento de provedores norte-americanos.
  • Decisões judiciais: Tribunais brasileiros emitiram ordens sigilosas para remoção de conteúdos políticos e suspensão de perfis.
  • Tarifas preferenciais desleais:Audiência pública para debater medidas propostas.
  • Desmatamento ilegal: Brasil historicamente falhou no combate.
  • Acesso ao mercado de etanol: Brasil não oferece tratamento recíproco à exportação do etanol vindo dos EUA.
  • Proteção da propriedade intelectual: Falta de aplicação de leis penais e aduaneiras contra falsificação de serviços.
  • Combate à corrupção: Brasil não adota medidas de combate à corrupção.

*Fonte: Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

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Lula destina 35,5% menos verba que Bolsonaro para combate ao crime organizado nas fronteiras

Foto: ST Sionir (CCOMSEx)

Os valores do governo federal destinados à Operação Ágata, voltada ao combate ao crime organizado nas fronteiras, caíram 35,5% nos três primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação com o mesmo período da gestão Jair Bolsonaro (PL). Segundo dados do Ministério da Defesa, corrigidos pela inflação, o investimento passou de R$ 100,5 milhões para R$ 64,8 milhões.

Criada em 2011, a Operação Ágata reúne as Forças Armadas e órgãos de segurança no combate ao tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e outros crimes na faixa de fronteira. Nos últimos 10 anos, os gastos recuaram 71%, passando de R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025. O maior investimento do período foi registrado em 2022, com R$ 70,3 milhões.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a Operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo superior a R$ 220 milhões ao crime organizado e que a edição de 2026 já provocou impacto econômico superior a R$ 1 bilhão. A pasta também informou que, entre 6 de abril e 13 de maio deste ano, a operação na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru apreendeu mais de 15 toneladas de drogas.

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VÍDEO: Mulher aposta tabaco em jogo do Brasil e caso termina na delegacia

Uma aposta inusitada feita antes da partida entre Brasil e Noruega, pela Copa do Mundo de 2026, acabou parando na delegacia e ganhando grande repercussão nas redes sociais.
O caso aconteceu em Araripina, no Sertão de Pernambuco. Segundo relatos divulgados pela imprensa local, uma mulher registrou um boletim de ocorrência após um homem se recusar a cumprir a parte que lhe cabia em uma aposta feita antes da partida.
De acordo com a versão apresentada pela mulher, o acordo previa que, caso a Seleção Brasileira vencesse, ela cumpriria uma promessa de cunho sexual, popularmente chamada por ela de “apostar o tabaco”. Em contrapartida, se a Noruega derrotasse o Brasil, o homem entregaria uma motocicleta como prêmio.
Com a vitória da equipe norueguesa, a mulher afirma que procurou o apostador para receber a moto, mas ele teria se recusado a cumprir o combinado. Segundo ela, o homem ainda bloqueou seus contatos, o que a levou a procurar uma unidade policial para registrar a ocorrência.
O episódio rapidamente viralizou nas redes sociais, dividindo opiniões entre internautas. Enquanto muitos trataram o caso com humor, outros levantaram discussões sobre a validade jurídica de apostas informais envolvendo bens e promessas de natureza pessoal.
Até o momento, não há informações sobre eventual andamento judicial do caso ou sobre qualquer decisão das autoridades quanto à possibilidade de obrigar o cumprimento da aposta.

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Jovens brasileiros de 16 a 24 anos são os mais infelizes do país, revela pesquisa inédita

Foto: Divulgação/IBGE

Os jovens entre 16 e 24 anos que vão liderar, empreender e conduzir o país nas próximas décadas são, hoje, os mais infelizes entre todas as faixas etárias, inclusive no trabalho e nas redes sociais. Essa é a conclusão do “Mapa da Felicidade Real do Brasil 2026” – primeira pesquisa nacional conduzida sob a metodologia da ciência da felicidade.

O estudo realizado pela pesquisadora Renata Rivetti em parceria com o Instituto Ideia, ouviu 1.500 brasileiros de todas as regiões do país entre 20 de fevereiro e 1º de março de 2026, com nível de confiança de 95%, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e 10 recortes demográficos e sociocultural, incluindo gênero, raça, geração, classe social, região e orientação sexual.

Esse público é menos satisfeito com a própria vida e relata ter menos pessoas com quem contar, demonstrando também uma relação significativamente mais negativa com o trabalho. Ao mesmo tempo, são também os que mais sofrem com a comparação social nas redes sociais.

O cenário contraria a percepção de que a juventude representa a fase de maior entusiasmo, vitalidade e perspectiva de futuro. Na prática, os dados revelam uma geração que enfrenta mais sofrimento emocional do que pessoas muito mais velhas.

“A juventude deveria representar energia, construção de projetos e descoberta de possibilidades. Quando justamente esse grupo relata níveis menores de satisfação com a vida, menos apoio e maior sofrimento cotidiano, estamos diante de um sinal importante sobre a forma como nossa sociedade está funcionando”, afirma Renata Rivetti.

Entre os principais resultados da pesquisa estão:

  • apenas 33% dos jovens dizem estar muito satisfeitos com a vida, contra média de 47,9% entre pessoas acima de 25 anos
  • somente 32,5% afirmam estar satisfeitos com a vida que levam, enquanto entre as demais faixas etárias esse índice chega a 50,5%
  • 79% dizem ter pessoas com quem contar, percentual inferior aos 88,5% observados entre adultos mais velhos
  • 81% se consideram felizes, contra 90,8% nas demais idades
  • 27% se sentem preocupados frequentemente, contra 18% entre os mais velhos

Na avaliação de Renata Rivetti, esse é um debate que ultrapassa a esfera individual. “Muitos deles já participam das decisões políticas do país por meio do voto. Quando uma geração inteira relata menos felicidade, menos conexão humana e mais sofrimento no trabalho, a discussão deixa de ser apenas sobre saúde mental. Passa a ser sobre desenvolvimento social, econômico e sobre o futuro que estamos construindo”, aponta a pesquisadora.

O Tempo

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