Brasil

PESQUISA QUAEST: Flávio Bolsonaro e Lula empatam com 41% das intenções de voto no 2º turno

Fotos: Adriano Machado/Reuters

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) empatados com 41% das intenções de voto no 2º turno da eleição presidencial.

No cenário de primeiro turno a pesquisa mostra Lula na liderança, com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 3% cada. Romeu Zema soma 2% e Pablo Marçal, 1%.

Entre os entrevistados, 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas, enquanto 9% estão indecisos.

Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

[VÍDEO] “O FLÁVIO ELEITO, BOLSONARO ESTARÁ COM A GENTE NO DIA SEGUINTE”: Valdemar da Costa Neto diz que eleição de Flávio é o único jeito de Bolsonaro não ficar preso mais dez anos


Duranto ato na Avenida Paulista reunindo milhares de pessoas neste feriado de 7 de Setembro, o presidente do Partido Liberal (PL), Waldemar Costa Neto afirmou que a eleição de Flávio Bolsonaro é a única maneira de Jair Bolsonaro não ficar preso por mais dez anos.

“Precisamos do Flávio na Presidência para por em ordem esse país. Quero dizer para vocês que só tem um jeito: Jair Bolsonaro vai ficar preso mais dez anos se o Flávio não for eleito. O Flávio eleito, o Jair Bolsonaro estará com a gente no dia seguinte. Então quero pedir para vocês, Volta, Bolsonaro!”, disse Waldemar.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

EDITORIAL ESTADÃO: O Brasil precisa de um novo STF

Imagem: Reprodução

A crise na qual o Supremo mergulhou exige que se apurem responsabilidades e se corrijam abusos. Mas ela impõe uma questão mais radical, que transcende este ou aquele ministro ou decisão: por que a República concentrou tamanho poder em 11 pessoas? Décadas de hipertrofia levaram a Corte para dentro da política e acumularam em suas mãos funções incompatíveis com a distância esperada de um juiz. Tamanho poder tornou a República excessivamente dependente da prudência dos ministros. Essa arquitetura precisa acabar.

O STF guarda a Constituição, arbitra conflitos entre Poderes, julga ações penais e ocupa o topo de uma estrutura recursal. Sob uma Constituição abrangente, tamanha amplitude fez do Supremo protagonista na política. Em questões que a Carta deixou à deliberação democrática, a Corte frequentemente avança da fiscalização das leis à sua construção. Poderes excepcionais, criados para reagir a ataques à instituição, perpetuaram-se e multiplicaram-se numa infraestrutura da exceção.

Uma Corte que recebe dezenas de milhares de processos por ano não consegue deliberar coletivamente sobre tudo. A sobrecarga ajudou a converter poder institucional em poder pessoal: liminares, relatorias, prevenção e controle do tempo permitem que decisões de um ministro governem situações relevantes antes do colegiado. A hipertrofia cobra seu preço do próprio Supremo. Ao entrar continuamente na arena política, a Corte perde a distância necessária para arbitrá-la e degrada a própria autoridade.

Os freios existem, mas rareiam no vértice. Boa parte dos controles ordinários está nas mãos dos próprios ministros; fora, resta apenas o remédio extremo do impeachment. A distorção se agrava quando o tribunal participa de procedimentos investigativos ligados à própria proteção e exerce jurisdição sobre seus desdobramentos. Há um traço absolutista num arranjo que entrega poderes tão extensos e confia seus limites à contenção de quem os exerce. O liberalismo desconfia do poder antes de conhecer quem vai exercê-lo. Não há razão para suspender essa prudência diante de uma toga.

Algumas reformas funcionam. Mudanças regimentais reduziram decisões monocráticas, mostrando que regras melhores alteram o exercício do poder. Mas consertar uma engrenagem deixa intacta a máquina. Mesmo uma Corte genuinamente colegiada continuará hipertrofiada se julgar matérias demais. Reduzir seu raio de ação exige rever competências e separar funções acumuladas, além de devolver à política escolhas que a Constituição nunca retirou dela. A reforma necessária alcança a missão, os poderes e o funcionamento da instituição.

O País precisa discutir uma nova Suprema Corte. Ela pode julgar menos, deliberar melhor e falar com maior autoridade em sua missão precípua: proteger a Constituição, os direitos fundamentais e a divisão de poderes. Uma Corte forte não precisa estender seus domínios por toda a vida pública.

As democracias constitucionais oferecem caminhos distintos. Algumas separam a jurisdição constitucional da Justiça comum; outras mantêm Supremas Cortes generalistas, mas filtram severamente os casos. Elas mostram que uma democracia constitucional não precisa entregar ao mesmo vértice tudo o que o Brasil concentrou no STF.

Uma nova Corte também poderá cometer abusos. Reformas sob o calor da crise podem virar instrumentos de revanche política. A mudança, portanto, deve nascer do processo constitucional e preservar a independência judicial. Antes do projeto, vem o princípio: distribuir o poder, inclusive o poder de controlar quem o exerce.

Crises são dolorosas, mas são também uma oportunidade. Este jornal estava presente quando a República aboliu o Poder Moderador do imperador. Uma corrente do liberalismo republicano, com Ruy Barbosa à frente, depositou no Supremo a esperança de um guardião impessoal da Constituição, capaz de proteger direitos e conter o poder. Mais de um século depois, o árbitro acumulou tantas funções que se tornou protagonista dos conflitos que deveria arbitrar, convertendo-se numa fonte suprema de instabilidade. Enquanto esse desenho institucional se perpetuar, nenhuma instituição estará segura no País. O STF atual precisa acabar para que o Brasil possa construir uma Suprema Corte à altura da República.

Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PESQUISA VERITÁ/1º TURNO: Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula; Augusto Cury cresce

Imagem: Reprodução/Instituto Veritá

Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste domingo (6) aponta que em cenário espontâneo, no 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou Lula (PT) e aparece numericamente à frente do presidente que tenta a reeleição. Eles ainda estão tecnicamente empatados.

Flávio lidera com 38,9% das intenções de voto, enquanto o Lula tem 38,4% no levantameto realizado entre 1º e 4 de setembro. Na pesquisa anterior do instituto Veritá, realizada de 16 a 20 de agosto (BR-04006/2026), Lula aparecia na frente com 41% contra 40,9% de Flávio.

Quem cresceu em relação ao último levantamento do instituto foi o candidato Augusto Cury, que saltou de 2,3% para 12,2%.

Na sequência, aparecem os candidatos Renan Santos (Missão) com 3,7%, Ronaldo Caiado (PSD) com 1,9% e Pablo Marçal (PRTB) com 1,4%.

Hertz Dias (PSTU) soma 0,4% das intenções, seguido de Edmilson Costa (PCB), Romeu Zema (Novo) e Clariana Barão (DC) com 0,3% cada, e Samara Martins (UP) com 0,2%.

Do total de entrevistados 1,1% disseram votar em branco ou nulo, enquanto 0,9% afirmaram não saber ou não responderam.

A pesquisa Veritá entrevistou 3.804 eleitores de todo o país, entre os dias 1º e 4 de setembro. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09426/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Alexandre de Moraes tem mais de 70% de menções negativas nas redes sociais com avanço da crise envolvendo Vorcaro

Foto: Getty Images/Banco Master via BBC

A crise no STF tem deixado mais evidente a rejeição ao ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele acumula mais de 70% de menções negativas nas redes sociais, segundo levantamento da consultoria AP Exata.

A análise considerou cerca de 120 mil publicações no Instagram e no X entre 1º e 4 de setembro, período marcado pelo avanço da crise envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Desde 1º de setembro, as referências negativas ao ministro permanecem acima de 70%, enquanto as positivas não chegam a 5%.

O cenário é diferente do registrado pelo ministro André Mendonça, relator do Caso Master. Embora as menções negativas a Mendonça tenham aumentado, elas variam entre 25% e 30%, enquanto as positivas ficam na faixa de 20% a 25%.

Para Sergio Denicoli, diretor-executivo da AP Exata, os números indicam perda de apoio a Moraes no debate digital. Em entrevista ao WW, apresentado por William Waack na CNN Brasil, na sexta-feira (4), ele afirmou que o ministro está “indefensável” nas redes e que até parte do apoio que recebia de setores da esquerda teria diminuído.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

NO BRASIL DE LULA: Pernambucanas também entra na mira da crise do varejo

Foto: Divulgação

A Pernambucanas, tradicional varejista brasileira fundada em 1908, enfrenta dificuldades financeiras e considera suspender o pagamento de aluguéis por cerca de dois meses para preservar R$ 60 milhões em caixa, embora a empresa negue essa intenção. A situação se agrava após marcas como Casas Bahia e Marabraz também enfrentarem problemas financeiros, com a primeira solicitando recuperação judicial em agosto devido a dívidas de R$ 17,3 bilhões.

A crise que vem atingindo tradicionais empresas do varejo brasileiro nos últimos dois anos pode fazer uma nova vítima. A Pernambucanas, fundada em 1908, enfrenta dificuldades financeiras e avalia suspender por cerca de dois meses o pagamento de aluguéis de diversos imóveis.

A medida teria como objetivo preservar aproximadamente R$ 60 milhões em caixa, segundo cálculos informados pelo site Silla, especializado em mercado imobiliário. A companhia, porém, nega que pretenda postergar os pagamentos.

O movimento ocorre depois de marcas tradicionais, como Casas Bahia e Marabraz, enfrentarem graves problemas financeiros. A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial em agosto, com dívidas de R$ 17,3 bilhões, enquanto o Grupo Marabraz também recorreu à Justiça para tentar reestruturar suas obrigações.

A situação da Pernambucanas chama atenção pelos números. A operação de varejo acumulou prejuízo líquido de R$ 410 milhões em 2025 e outros R$ 206 milhões somente no primeiro trimestre de 2026. Outro sinal de alerta é a redução do valor que efetivamente vai para o bolso dos donos depois de descontadas todas as dívidas e obrigações. O montante caiu 62%, de R$ 1,11 bilhão em dezembro de 2024 para R$ 421 milhões em março de 2026.

A rede tinha aproximadamente 472 lojas em março, sendo 24% em shopping centers e 76% em imóveis de rua. Os gastos com aluguéis chegaram a R$ 337 milhões em 2025 e a R$ 91 milhões apenas no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a cerca de R$ 30 milhões mensais.

Em julho, a empresa promoveu uma mudança na administração. Marcelo Pimentel, ex-CEO do GPA e das Lojas Marisa, assumiu a presidência-executiva, enquanto Ernane Abrahão, ex-diretor financeiro do Grupo Avenida, se tornou CFO. Carlos Henrique Bandeira de Mello, o Caíque, passou a comandar o conselho.

Com informações da Revista Oeste

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Associação de delegados faz duras críticas a Gilmar Mendes e diz que Polícia Federal não é responsável por problemas do STF

Foto: Antônio Augusto/STF

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) criticou duramente a proposta do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de retirar delegados da Polícia Federal que atuam nos gabinetes de ministros da Corte.

Em nota, o presidente da entidade, Edvandir Paiva, classificou a postura do ministro como “lamentável” e afirmou que os policiais não podem ser responsabilizados pelos problemas enfrentados pelo STF.

Segundo a associação, os delegados são mantidos nos gabinetes por sua experiência técnica e auxiliam os ministros na compreensão de questões relacionadas a investigações policiais.

Atualmente, delegados da PF trabalham nos gabinetes de André Mendonça, Alexandre de Moraes e Luiz Fux. O STF afirma que a atuação desses profissionais é de assessoramento e não se confunde com as funções institucionais da Polícia Federal.

A discussão ocorre em meio à crise envolvendo as investigações do Banco Master e ao conflito entre Mendonça e integrantes da cúpula da PF.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

[ÁUDIO] Vorcaro pediu ao pastor Valadão para cobrar ‘de que lado’ Nikolas Ferreira estava

Foto: Montagem

O banqueiro Daniel Vorcaro disse ao líder da Igreja Batista da Lagoinha, pastor André Valadão, que precisava descobrir se o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) estava “do mesmo lado” que ele ou se os dois estavam agora “um contra o outro”.

Em áudio enviado em abril de 2024, quando o deputado criticou um evento financiado pelo banco em Londres e que contou com a presença de ministros do STJ, STF e TSE, Vorcaro afirmou ainda que queria saber se Nikolas pretendia “entrar num embate” sobre o assunto.

A conversa integra o conjunto de mensagens revelado nesta quinta-feira (3) pela colunista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. Como mostrou a jornalista, Vorcaro se irritou com a manifestação pública de Nikolas e mobilizou pessoas próximas ao deputado para tentar compreender e conter a repercussão.

Nas conversas com Valadão, porém, Vorcaro deixa explícita uma preocupação que ia além do conteúdo da publicação: queria entender qual era a posição de Nikolas em relação a ele.

“Só preciso saber se estamos do mesmo lado ou agora estamos um contra o outro”, escreveu o banqueiro.

A mensagem foi enviada depois de um áudio em que Vorcaro explicou por que considerava necessário descobrir a posição do congressista.

“Pra eu entender qual é a visão dele, né?”, afirmou.

Segundo Vorcaro, situações anteriores poderiam ser atribuídas ao desconhecimento de Nikolas sobre seu envolvimento. Naquele episódio, porém, o banqueiro avaliava que a situação era diferente.

“Antes eram coisas que ele não sabia, ele tava sem previsão, mas nessa ele pegou um negócio com meu nome direto”, disse.

Vorcaro então colocou de maneira explícita a possibilidade de um confronto com o deputado.

“Então tem que entender qual é o ponto e se ele vai querer entrar num embate com relação a isso.”

As mensagens indicam, portanto, que o banqueiro esperava esclarecer não apenas uma crítica pontual, mas o tipo de relação que mantinha com Nikolas. Ao procurar Valadão, Vorcaro tratou o episódio em termos de alinhamento: queria saber se estavam “do mesmo lado”.

Valadão intermediou contato entre o deputado e o banqueiro e afirmou que pediu a Nikolas para não atacar o Banco Master.

 

As informações são do ICL Notícias

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

CRISE NO STF: Moraes segurou julgamento de interesse do Master após contrato com Viviane

Foto: Reprodução/Gustavo Moreno/STF

O ministro Alexandre de Moraes pediu vista em um julgamento de grande interesse do Banco Master em novembro de 2024, época em que sua mulher, Viviane Barci de Moraes, já tinha firmado contrato de R$ 131 milhões com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

O magistrado devolveu o caso para análise do plenário em fevereiro deste ano, quando os pagamentos do ex-banqueiro à mulher do magistrado já eram de conhecimento público.

Trata-se de uma disputa bilionária entre a União e empresas sucroalcooleiras, que foram derrotadas em setembro de 2023 com o veto unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) ao pagamento antecipado de R$ 5 bilhões em precatórios a uma empresa específica do setor.

Os advogados apresentaram recurso e, em 8 de novembro de 2024, o então presidente da corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou para manter a decisão do ano anterior. Moraes, então, pediu vista e devolveu o caso para julgamento em fevereiro de 2026, quando todos os ministros se posicionaram a favor da União contra o pagamento antecipado.

A previsão da Fazenda Nacional é que um entendimento em sentido contrário abriria precedente para outras 26 companhias do setor apresentarem o mesmo pleito à Justiça, o que poderia gerar um impacto superior a R$ 100 bilhões aos cofres do governo federal.

Foi justamente sobre este processo, intitulado Suspensão de Tutela Provisória 976, que o ministro André Mendonça afirma ter tratado no encontro que teve com Daniel Vorcaro em março de 2024.

A controvérsia jurídica começou nos anos 1980 e discute se a União deve ressarcir empresas do setor que alegam ter tido prejuízos bilionários por um tabelamento de preços imposto à época pelo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), uma autarquia federal já extinta.

Há processos sobre o tema em curso no Judiciário há mais de 20 anos e o governo federal foi condenado em diversos processos a ressarcir as perdas, que se transformaram em precatórios.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PESQUISA GENIAL/QUAEST: Governo Lula é desaprovado por 48% e aprovado por 45%

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra que 48% dos entrevistados desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45% aprovam.

Na avaliação da gestão, 35% consideram o governo “ótimo” ou “bom”, 25% classificam como “regular” e 37% como “ruim” ou “péssimo”.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-07065/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.