Brasil

Plenário do Senado deve votar hoje a PEC do estouro, que expande o teto de gastos em R$ 145 bi

O plenário do Senado deve votar na tarde desta quarta-feira (6) a proposta de emenda à Constituição (PEC) do estouro. A matéria busca expandir o limite do teto de gastos em R$ 145 bilhões para o governo do presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), arcar com os custos, principalmente, do Auxílio Brasil, que voltará a ser chamado de Bolsa Família.

Na terça-feira (6), a PEC foi analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No colegiado, a proposta sofreu alterações. A redação original previa a ampliação do teto de gastos em R$ 175 bilhões apenas para bancar o Auxílio Brasil, além de outros R$ 22,9 bilhões provenientes de excesso de arrecadação para outras despesas.

O texto substitutivo aprovado na CCJ, no entanto, propõe o aumento do limite do teto de gastos para R$ 145 bilhões. Além disso, a versão inicial da PEC sugeria que a ampliação do teto valesse pelos próximos quatro anos, mas o colegiado definiu que a medida valerá apenas para 2023 e 2024.

R7

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Brasil

Gleisi presta apoio à Cristina Kirchner após condenação por corrupção: “O PT está ao seu lado”

A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) Gleisi Hoffmann prestou apoio a Cristina Kirchner, vice-presidente da Argentina. Kirchner foi condenada, nesta terça-feira (6/12), a seis anos de prisão por corrupção e pode ficar inelegível.

Gleisi afirmou que Kirchner é “vítima de perseguição e politização do judiciário”. “O PT está ao seu lado, força, a verdade vencerá!”, escreveu a petista.

A vice-presidente da Argentina é acusada de liderar um esquema de desvio de verbas públicas. A política argentina é investigada, desde 2019, por associação ilícita e fraude ao Estado, junto a outros 12 réus no caso – todos empresários e ex-funcionários do governo dela (2007-2015) e do marido e antecessor, Néstor Kirchner (2003-2007).

Kirchner não será presa, apesar da condenação, pois tem foro privilegiado. A vice-presidente pode recorrer da decisão da Justiça até que chegue à Corte Suprema de Justiça. Apoiadores de Kirchner tomaram as ruas na Argentina para protestar contra a decisão.

Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro envia ao Congresso texto que abre crédito para a Cultura

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O Presidente da República, Jair Bolsonaro, enviou ao Congresso Nacional projeto de lei que abre ao Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União crédito especial no valor de R$ 3.875.825.000,00 (três bilhões, oitocentos e setenta e cinco milhões, oitocentos e vinte e cinco mil reais), em favor dos Ministérios da Infraestrutura e da Cidadania, e de Transferências a estados, Distrito Federal e municípios.

A proposta prevê a inclusão de nova categoria de programação orçamentária na LOA-2022, viabilizando o apoio financeiro da União aos estados, em ações emergenciais direcionadas ao setor cultural.

O crédito será financiado pela anulação de dotações orçamentárias, cujas programações não sofrerão prejuízo na sua execução.

As alterações decorrentes da abertura do crédito não afetam a obtenção da meta de resultado primário, nem o cumprimento do Teto de Gastos, tendo em vista que não ampliam as dotações orçamentárias sujeitas a esses limites. A modificação orçamentária também não afeta o cumprimento da “Regra de Ouro”.

A abertura do referido crédito especial dependerá da aprovação do Congresso Nacional.

Blog do BG PB com GOV

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Brasil

Senado aprova relatório da PEC da Transição com R$ 145 bi por dois anos

Comissão do Senado aprova ampliação do teto em R$ 145 bi para custear  Auxílio Brasil | Jovem Pan
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (6/12), o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição. O documento prevê redução no prazo sugerido pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quatro para dois anos, e fixou o valor adicional em R$ 198 bilhões.

O texto foi apresentado pelo senador Alexandre Silveira (PSD-MG). No Colegiado, os senadores entraram em consenso para aprovar, por unanimidade, o texto com a redução de R$ 30 bilhões. Dessa forma, o valor final ficará em R$ 145 bilhões.

Antes, a proposta encaminhada pelo governo Lula sugeria que, durante quatro anos, o Bolsa Família fosse excluído da regra que estabelece o teto de gastos. Agora, o relatório prevê ampliação do teto em R$ 175 bilhões — ou seja, exatamente o custo total do programa para pagar benefícios de R$ 600 mensais, com adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos.

“O novo governo pretende implementar manutenção do benefício em R$ 600, mais adicional de R$ 150 por criança até 6 anos, estimado em R$ 175 bilhões para 2023. Optamos por acrescer R$ 175 bilhões por ano, ao limite do teto de gastos referente ao Poder Executivo nos anos de 2023 e 2024, em vez de excetuar o programa do teto”, explicou o relator.

Metrópoles

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Brasil

Nome da Haddad está consolidado para Ministério da Fazenda

Haddad criticou regime soviético em mestrado de Economia
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) deve ocupar o cargo de ministro da Fazenda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O nome do ex-ministro da educação sempre foi um dos favoritos para assumir a pasta.

Haddad chegou a Brasília com Lula no último domingo (27) e está participando dos trabalhos da transição de governo. Sem estar formalmente nomeado para o ministério, o ex-prefeito será mais um na mesa de negociações, já lotada. Por isso, petistas avaliam que a indicação é urgente.

O nome do ex-ministro da educação sempre foi um dos favoritos para assumir a pasta. Além dele, era cotado o nome de Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que também é cogitado para a pasta da Indústria e Comércio.

Poder360

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Brasil

Oposição a Lula aceita votar PEC da transição ainda hoje; saiba quais condições

Governo indica Carlos Portinho como novo líder do Senado | Metrópoles
O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), avalia que a PEC de Lula pode ser votada ainda hoje na CCJ, se houver convergência para reduzir o valor e o prazo.

Portinho apresentou um requerimento de audiência pública para discutir a proposta com especialistas. Contudo, disse que abre mão se houver acordo para uma PEC que valha apenas por um ano, junto a uma revisão do teto de gastos ao longo de 2023.

Segundo o parlamentar, já está certo que as receitas extraordinárias de 2021 já poderão ser aplicadas ainda este ano, por meio da emenda apresentada pela senadora Eliane e Silva Nogueira Lima (PP-PI).

Outros parlamentares, como Alessandro Vieira (PSDB-SE), trabalham para que a elevação do teto de gastos seja entre R$ 145 bilhões e R$ 150 bilhões, R$ 25 bilhões a menos que o apresentado por Alexandre Silveira. Vieira também defende que o PT apresente em seis meses, e não um ano, o novo marco fiscal para substituir a atual regra do teto de gastos.

O antagonista

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Brasil

Petrobras reduz preço do diesel em 8% e da gasolina em 6%

Posto de combustível

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (6), a redução de 8% no preço do óleo diesel e de 6% na gasolina. Os novos valores entram em vigência a partir de quarta-feira (7) nas refinarias da estatal.

As distribuidoras de combustíveis vão comprar diesel A (sem adição de biodiesel) por em média R$ 4,49 por litro –redução de R$ 0,40. Já a gasolina A (sem adição de etanol) passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro.

Segundo a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro à gasolina A, a parcela da estatal no preço ao consumidor será de em média R$ 2,25 por litro de gasolina comum na bomba.

Em nota, a Petrobras afirmou que os cortes “acompanham a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Segundo a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), os preços praticados no mercado interno estavam acima dos valores de importação em 8% para a gasolina e 8% para o diesel. Os dados são desta 3ª feira (6.dez).

Já o CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) indica defasagem média de 10,4% para a gasolina e 12% para o diesel nesta 3ª feira (6.dez).

Desde 2016, a Petrobras adota a PPI (política de paridade de importação), que equipara os preços no mercado interno aos de importação. Dessa forma, o valor dos combustíveis varia de acordo com fatores como câmbio e cotação do barril de petróleo.

Poder360

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Brasil

INSS deve paralisar atividades nesta quarta-feira por falta de recursos

O Instituto Nacional do Seguro Social alertou nesta terça-feira (6) o governo federal que deve paralisar as atividades já essa semana devido aos recentes bloqueios orçamentários.

De acordo com a CNN, em um ofício enviado ao secretário de Orçamento Federal, do Ministério da Economia, Ariosto Antunes Culau, o órgão afirma que a falta dos recursos ocasionará suspensões de contratos a partir da próxima quarta-feira, 07, bem como deslocamentos de servidores, impactando no atendimento à população e na prestação dos serviços.

O resultado disso será o fechamento de agências, suspensão de perícias, atrasos em pagamentos do INSS e interrupção de contratos com terceirizados.

O ofício é assinado pelo presidente do INSS, Guilherme Gastaldello, e foi encaminhado à Secretaria de Orçamento na últtima sexta-feira, 2, com o assunto o “impacto das restrições orçamentárias no âmbito do INSS”.

O INSS tem pedido recomposições orçamentárias há algum tempo, a ponto de alertar para dificuldade de realizar pagamentos de aposentadorias em dezembro. Esses apelos, no entanto, não teriam tido resultado.

ISTOÉ

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Brasil

Estados preparam aumento de ICMS para recompor caixa

Os governadores teriam que elevar em quatro pontos porcentuais, de 17,5% para 21,5%, a alíquota média padrão do ICMS, a partir de 2023, para compensar a perda de arrecadação com a desoneração dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. É o que mostrou resultado de pesquisa feita pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), obtida pelo Estadão. Quatro Estados – Pará, Piauí, Paraná e Sergipe – já encaminharam às assembleias legislativas proposta de aumento dos impostos e devem ser seguidos por outros.

A cobrança do ICMS desses três itens, que correspondiam a cerca de 30% da arrecadação total dos Estados, caiu este ano pelo Congresso para reduzir os preços, e a inflação, antes da eleição. Acabou se transformou numa dor de cabeça para os governadores que já sentem a perda de receitas. O comitê está recomendando aos Estados que façam o ajuste para neutralizar o impacto das medidas que minaram a verba para políticas públicas, como saúde e educação.

“A alteração em curso por alguns Estados já era esperada. Juristas como Heleno Torres e o tributarista Eduardo Fleury já previam a mudança para não haver perdas de recursos no financiamento dos serviços públicos”, diz o diretor institucional do Comsefaz, André Horta.

A pesquisa do Comsefaz foi feita para subsidiar os novos governadores e os reeleitos na decisão sobre a programação financeira a partir de 2023. Hoje, a alíquota padrão, chamada no jargão tributário de modal, varia nos Estados entre 17% e 18%. A alíquota padrão responde por um terço de todo o faturamento dos Estados com o ICMS no ano.

A elevação da alíquota poderia proporcionar R$ 33,5 bilhões e neutralizar a perda de arrecadação no grupo de Estados que responderam à pesquisa do Comsefaz. O Estado de Goiás, por exemplo, teria que elevar a alíquota modal de 17% para 24,2% – o maior movimento de acordo com a pesquisa que avaliou 17 Estados e o Distrito Federal. Dois outros Estados responderam a pesquisa, mas as informações estavam incompletas. O Estado de São Paulo prometeu repassar os dados em breve. Se Paulo Guedes assumir a Fazenda paulista depois da sondagem pode criar embaraço porque o ministro da Economia foi um dos que mais defenderam as medidas para redução do tributo estadual.

Para entrar em vigor no ano que vem, a nova alíquota padrão do ICMS para reequilibrar as contas dos governadores tem que ser proposta ainda em 2022, atendendo ao princípio da anterioridade tributária. “Se as assembleias não aprovarem este ano, não se aplica a mudança em 2023. Só em 2024″, alerta o estudo.

O diretor explica que a elevação das alíquotas seria para manter a mesma carga tributária antes das mudanças aprovadas pelo Congresso. Ele explica que a alíquota modal é cobrada de forma heterogênea entre os Estados. Na sua avaliação, há outras formas de reorganizar as finanças, mas o estudo calculou a mais “intuitiva e célere”. E entre as alternativas ao aumento do imposto, está a reestruturação das receitas via a redução dos benefícios de setores econômicos.

Horta chama atenção para o fato de que dois terços da arrecadação do ICMS Estados não são provenientes da aplicação da alíquota modal. “Os governos estão entrando com as propostas para recuperar o mesmo nível de receita”, disse Horta. Ele lembra que a decisão sobre o acordo que está sendo costurado no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a compensação de perdas com o teto nos serviços e bens “essenciais” foi adiada, na semana passada, por 120 dias.

Estadão

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Brasil

Ciro Nogueira defende Bolsonaro por choro em evento das Forças Armadas

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, defendeu o presidente Jair Bolsonaro (PL) por ter chorado ao participar da cerimônia de cumprimento aos oficiais-generais das Forças Armadas, que ocorreu nesta segunda-feira (5), no Clube Naval, em Brasília.

“Durante quatro anos, tentaram desumanizar o presidente Jair Bolsonaro. Tentaram retirar o que mais tem: sensibilidade, simplicidade, humildade. Conteve as emoções dentro de si. Livre, agora Bolsonaro pode ser como ele é”, escreveu Ciro nas redes sociais.

O evento de que Bolsonaro participou nesta segunda foi o terceiro compromisso público dele desde as eleições. O primeiro ocorreu em Resende, no Rio de Janeiro, em 26 de novembro. Na ocasião, houve uma cerimônia de entrega de espada a aspirantes a oficial do Exército. O segundo ocorreu na última quinta-feira (1º) — uma solenidade de promoção de oficiais-generais do Exército.

R7

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