Brasil

VÍDEO: Datena cumpre promessa e tira calça ao vivo no Brasil Urgente e tira calça ao vivo no Brasil Urgente

O apresentador José Luiz Datena cumpriu uma promessa de tirar a calça ao vivo durante o Brasil Urgente se o Brasil vencesse a Coreia do Sul pela Copa do Mundo no Catar nesta segunda-feira (5).

“Eu prometi e promessa é dívida”, disse. Veja o vídeo abaixo:

Datena também revelou que fez a mesma promessa ao ex-jogador Branco, que atuou nas Copas de 1990 e 1994.

O apresentador ainda lembrou de quando repetiu o feito e exibiu uma bermuda da Alemanha após a vergonhosa derrota da Seleção Brasileira por 7 a 1 na Copa do Mundo de 2014, que foi realizada no Brasil.

Com informações de Band

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Brasil

VÍDEO: Bolsonaro chora durante evento das Forças Armadas

Recluso desde a derrota em 30 de outubro, Jair Bolsonaro chorou hoje, (05) durante evento de apresentação de oficiais das Forças Armadas recém promovidos, realizado nesta segunda-feira em Brasília.

O presidente da República não conteve as lágrimas ao apertar as mãos dos oficiais no Clube Naval de Brasília. Ele estava do lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Essa é a terceira aparição pública de Bolsonaro em eventos militares nos últimos 10 dias. Em todos, o presidente ficou calado.

Aliados do chefe do Poder Executivo têm manifestado preocupação com a forma como ele recebeu a derrota nas urnas. Durante as poucas reuniões realizadas com correligionários, o mandatário tem demonstrado sinais de depressão conforme pessoas próximas.

O antagonista

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Brasil

“DIVERGÊNCIA IDEOLÓGICA”: PSOL não deve integrar governo Lula, diz Sâmia Bomfim:

Apesar do apoio do Psol a candidatura de Lula, a deputada Sâmia Bomfim (foto) afirma que há divergência ideológica com algumas alianças construídas pela federação do petista durante a campanha pela Presidência.

A líder do Psol na Câmara dos Deputados, Sâmia Bomfim (SP), afirmou que a sigla deve se manter independente durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a deputada, a atitude deve assegurar liberdade para liderar o debate de pautas ideológicas defendidas pelo partido.

“A gente quer ter liberdade para se posicionar como o Psol sempre se posicionou, como a ala à esquerda no Congresso Nacional, e vocalizar pautas que a gente sabe que ninguém vai pautar”, disse Sâmia ao jornal Folha de S.Paulo em entrevista divulgada nesta segunda-feira(5).

“Temas relativos a direitos humanos, por exemplo, é muito comum que não sejam pautados em função de acordos feitos com fundamentalistas, com setores mais conservadores. A gente quer manter a independência para seguir pautando. Essa é a nossa vocação no Parlamento”, completou.

O Psol foi um dos primeiros a formalizar o apoio a candidatura de Lula à Presidência. A deputada afirmou que a bancada deve estar na linha de frente para defender as propostas do petista, mas reconhece divergência ideológica com algumas alianças construídas pela federação durante a campanha, em especial no 2º turno.

Nomes importantes do partido estão participando ativamente da transição de governo, são eles: Guilherme Boulos, deputado eleito por São Paulo, e Juliano Medeiros, presidente da sigla.

No entanto, os deputados Glauber Braga (RJ), Talíria Petrone (RJ), Fernanda Melchionna (RS) e a deputada federal eleita Erika Hilton (SP) devem acompanhar a atuação independente adotada pela sigla, conforme afirmou a líder da bancada.

Outro ponto citado pela congressista é sobre a relação com Arthur Lira (PP-AL), que recebeu apoio do PT à sua reeleição na presidência da Câmara. O Psol, por outro lado, será contra um eventual novo mandato do deputado e estuda apresentar uma candidatura própria para o cargo.

“Eu questiono os hiperpoderes que o Arthur Lira vai ter na próxima legislatura. Não se propõe nenhum nome alternativo para disputar? Vai ser o voto da extrema-direita, do centrão e da esquerda no Arthur Lira? Ele pode ter, então, 500 votos?”, questionou a deputada.

“Não ter disputa democrática em torno de um tema tão fundamental que é a presidência da Câmara não é bom para o governo Lula. É legítimo, eu entendo e respeito, mas não dá para contar com que o Psol seja parte disso”, completou.

Poder360

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Brasil

Custo da Transição já equivale a 10% do programa Casa Verde e Amarela

A numerosa equipe montada pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para a transição de governo, da qual participam cerca de setenta petistas com passagens pela polícia, dispõe de orçamento milionário de R$3,22 milhões. Uma generosa verba para menos de 60 dias de trabalho até Lula assumir o Palácio do Planalto. O montante é quase 10% do que está previsto na Lei Orçamentária de 2023 para o principal programa habitacional do Brasil, o Casa Verde e Amarela: R$ 34,1 milhões.

Mais que Bolsonaro

Lula levou mais do que Jair Bolsonaro para fazer a transição de governo em 2018. Eleito, Bolsonaro teve orçamento de R$2,93 milhões.

Boquinha

Compor a equipe também garante uma boquinha para alguns. São 50 cargos remunerados com salários que começam em R$2,7 mil.

Holerite

Do grupão de Lula, que, não custa lembrar, é pago com dinheiro público, o maior salário é o do vice-eleito Geraldo Alckmin: R$ 17,3 mil.

Nobre Instalação

A equipe também não tem do que reclamar do local de trabalho. Está instalada no CCBB, imponente prédio assinado por Oscar Niemeyer.

Diário do Poder

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Brasil

Filha de Pelé fala sobre estado de saúde do pai: ‘Não está dizendo adeus’

 

Pelé está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde a última terça-feira (29), e o estado de saúde do tricampeão mundial gerou uma onda de comoção e apreensão no mundo da bola. Em entrevista ao “Fantástico”, as filhas Kelly e Flávia e o neto Arthur adotaram um tom de tranquilidade para falar sobre a condição do “rei do futebol”.

Flávia afirmou que o pai está em um “quarto normal” e fora de risco. Ela ainda negou que Pelé esteja em estado terminal ou fazendo tratamento paliativo. Já Kelly informou que o ex-jogador teve covid-19 recentemente.

“Eu e a Kelly estamos cansadas de receber ‘meus pêsames’. A gente está cansada. Ele não está em uma UTI, está em um quarto normal. Ele não está em risco, ele está em tratamento”, falou Flávia.

“Não gosto que falem que o tratamento do câncer não deu certo. Claro que deu, está dando. Enquanto ele está aqui, respirando, está dando super certo. De tempos em tempos eles vão ajustando a medicação para ver o [que é] melhor. É muito injusto falar que ele está em estado terminal, tratamento paliativo. Não é isso. Acreditem na gente”, completou.

Kelly afirmou que Pelé foi diagnosticado com uma infecção pulmonar semanas após contrair covid-19 e que, assim que o problema for solucionado, o pai voltará para casa.

“Ele está doente, velhinho, mas no momento ele está lá por causa de uma infecção no pulmão, e quando melhorar ele vai para casa de novo. Ele não está dizendo adeus no hospital. […] Há umas três semanas ele teve covid. Ele está vacinado, só que por causa do medicamento do câncer, ele pegou uma infecção no pulmão e é por isso que ele foi para o hospital”, relatou.

Segundo as filhas, Pelé acompanhou as manifestações de jogadores e técnicos desejando uma pronta recuperação e está assistindo aos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo do Qatar.

“Ele começa a falar de formação tática, que sem Neymar, a gente não consegue criar tanto jogo”, contou o neto Arthur, “Ele vai ficar bem, ele vai ver o hexa, vai ver o Brasil ganhar.”

UOL

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Brasil

Carlos posta foto de perna de Bolsonaro com erisipela; Veja

 

 

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) publicou em seu canal no Telegram neste domingo (4) uma imagem onde mostra a erisipela (infecção bacteriana que causa ferimentos na pele) na perna esquerda do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“A erisipela desenvolvida na perna do meu pai. Foto tirada de poucos dias atrás. Fui informado que nesta fase já estava em processo de recuperação e tudo corre muito bem!”, postou Carlos às 13h30 deste domingo (4.dez).

A imagem mostra uma infecção cicatrizada na perna esquerda de Bolsonaro. Veja:

 

A erisipela é uma doença causada por uma bactéria, que geralmente entra no organismo por meio de ferimentos na pele, como pequenos cortes, picadas de insetos e até micoses. Se não tratada de forma correta, a bactéria pode se disseminar para os vasos linfáticos e atingir o tecido subcutâneo e o gorduroso

Em 17 de novembro, o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), agora senador eleito pelo Rio Grande do Sul, afirmou que Bolsonaro estaria se ausentando de compromissos públicos para tratar do ferimento na perna, que o impossibilitava de utilizar trajes formais, como uma calça.

Poder360

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Saúde precisa de R$ 22 bi a mais que o previsto, diz Alckmin

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), disse neste domingo (4) que os gastos com a área da saúde para 2023 precisam de R$ 22 bilhões a mais que o previsto no Orçamento em tramitação no Congresso.

Depois de se reunir com especialistas da saúde no Hospital Sírio Libanês, o coordenador do grupo de transição conversou com jornalistas. O ex-governador de São Paulo falou sobre a necessidade de financiamento para “zerar a fila” do SUS (Sistema Único de Saúde).

Alckmin afirmou que a “iniciativa privada” pode ajudar com a viabilidade dos programas propostos pelo futuro governo.

Sobre vacinas, defendeu que o cartão de imunização volte a ser incorporado ao Bolsa Família. Também disse ser necessário apresentá-lo para matrículas em escolas.

Quando perguntado sobre programas de incentivo à vacinação, disse ser fundamental “fazer uma grande campanha de conscientização da importância das vacinas”. Segundo ele, o movimento contaria com artistas, jogadores de futebol e teria como objetivo mostrar que “não há nada mais triste do que perder uma criança”.

Poder360

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Brasil

“O medo venceu a esperança”, diz Queiroga sobre eleição de Lula

Queiroga é vaiado em Aracaju e xinga plateia: “covardes”
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lamentou a derrota de Jair Bolsonaro para Lula. Em entrevista à Veja, ele disse acreditar que o presidente da República perdeu as eleições por ser “antiestablishment”.

“Muitas pessoas achavam que ele ia ganhar. Há muitos que acham que ele ganhou mesmo, né? Eu acho que quem perdeu foi o povo brasileiro. Não tenho dúvida. A gente estava numa ambiência de crescimento do Brasil, de esperança, e hoje o que nós vivemos? Não é mais aquela história da ‘esperança venceu o medo’ não. É ‘o medo venceu a esperança’. Era bolsa subindo, dólar caindo, aumento de emprego formal”, disse.

“Quando ele começou a estruturar a equipe, veio a pandemia. Mesmo assim, fez a reforma da Previdência, ia fazer a reforma tributária, a reforma administrativa, não dava para fazer isso no meio da pandemia. É um governo antiestablishment. Pagou o preço por isso.”

O antagonista

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‘Revogaço’ pretendido pela equipe de Lula esbarra em negociação com Congresso

Debatida antes mesmo da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, a lista de revogações de medidas adotadas pelo governo Jair Bolsonaro abrange áreas como desarmamento, educação, saúde, ambiente e economia. São regras editadas ao longo dos últimos quatro anos que, a partir de 2023, podem ser anuladas ou substituídas com uma canetada do presidente eleito. A extensão do “revogaço”, porém, dependerá de negociação com o novo Congresso.

Parlamentares de oposição querem ser chamados para tratativas. Em café da manhã na casa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na quarta-feira passada, integrantes da chamada “bancada da bala” disseram que estão atentos à pretendida mudança na política armamentista de Bolsonaro. Eles ameaçam resistir.

“Não será da maneira como Lula acha que vai (ser). Temos um Congresso conservador e não vai prosperar um revogaço”, afirmou o deputado federal eleito Alberto Fraga (PL-DF), político próximo de Bolsonaro que volta à Câmara na próxima legislatura.

O encontro dos deputados com Lira ocorreu horas antes de o presidente da Câmara se reunir com Lula. O petista passou a semana em Brasília em articulações para construir a base do governo. Lula conversa com líderes do MDB, PSD e União Brasil para tentar atraí-los e anunciou apoio à reeleição de Lira, o que abre diálogo também com o PP.

A dimensão da base será determinante para diminuir a resistência a um revogaço. A bancada da bala, por exemplo, será composta por 44 deputados em 2023 – dos quais sete deles são do União Brasil. Segundo Fraga, os parlamentares estão abertos a negociar, mas, para isso, Lula não deve “atropelar” o Congresso. “Muita coisa pode ser conversada e certamente o governo vai entender”, disse.

Coordenador do grupo, Capitão Augusto (PL-SP) afirmou que a bancada tem tamanho para paralisar os trabalhos na Câmara. “Se não tivermos a maioria, temos número suficiente para pegar o ‘kit obstrução’ e não deixar tramitar nada, nem nas comissões nem no plenário”, disse ele, que passará o comando da bancada para Fraga no próximo ano.

Revogação será ‘gradual’, diz aliado de Lula

De acordo com o advogado Marco Aurélio Carvalho, coordenador do grupo de Justiça e segurança Pública da transição, Lula não fará nenhum revogaço sem ouvir quem milita na área. “A revogação será gradual, escalonada no tempo. Há decretos que vão ser revogados de imediato e outros nos cem primeiros dias do governo”, afirmou ele, sobre as propostas relacionadas à política de desarmamento.

Com informações de Estadão Conteúdo

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Brasil

Lula passa por exame na garganta neste domingo em SP

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é examinado neste domingo (4), em São Paulo, para checar a situação de sua garganta. Depois da avaliação, o petista deve voltar para Brasília.

A assessoria de Lula disse que o exame é considerado “simples”. Em 20 de novembro, ele passou por um procedimento médico no Hospital Sírio Libanês para retirar placas brancas da laringe. No dia seguinte, teve alta.

Na 6ª feira (2.dez), o petista havia dito que se submeteria a exames no fim de semana. “Os médicos pediram para eu ficar mais tempo sem falar, mas sinceramente, por mais que eu faça esforço, não consigo ficar sem falar. Só se colocasse um adesivo na minha boca. […] Eu acho que está boa a garganta”, disse em entrevista a jornalistas no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), em Brasília.

“Falei pelo Zoom com a minha fonoaudióloga e ela disse que a minha garganta está melhorando. Há pessoas que fizeram a mesma cirurgia que ficaram um mês sem falar. Eu não fiquei um dia sem falar. Acho que tenho ajuda divina de estar me curando. Estou comendo de tudo e me engasguei menos do que habitualmente as pessoas se engasgam. […] Eu vou ficar bem. Preciso da minha voz para governar esse país”, acrescentou.

Em 12 de novembro, o presidente eleito esteve no Hospital Sírio Libanês para realizar exames de rotina antes de viajar ao Egito, onde participou da COP27. Na ocasião, o boletim médico apontou que os resultados dos exames estavam “normais e seguem mostrando completa remissão do tumor diagnosticado em 2011”.

Lula, no entanto, apresentou inflamação na garganta “por esforço vocal” e leucoplasia na laringe –que são manchas ou lesões espessas e brancas. “O exame de nasofibroscopia mostra alterações inflamatórias decorrentes do esforço vocal e pequena área de leucoplasia na laringe”, dizia o boletim.

Na época, Lula realizou exames de imagens de ecocardiograma, angiotomografias e PET scan (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons). O petista chegou a adiar compromissos políticos depois do procedimento médico.

Poder360

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