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Exército confirma desmobilização do acampamento em frente ao QG em Brasília: “Espontânea”

Em acordo com GDF, Exército garante remoção de acampamento antes da posse |  Metrópoles
O Exército confirmou que o acampamento montado em frente ao Quartel-General em Brasília está sendo desmobilizado, após quase dois meses de movimento que questiona a eleição de Lula (PT) como presidente da República.

Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército informou à coluna, nesta quarta-feira (28/12), “muitos manifestantes têm deixado o local de forma espontânea”.

Os militares do Comando Militar do Planalto auxiliam na desmontagem das estruturas que foram abandonadas na área do Setor Militar Urbano, segundo o Exército, para melhorar “a circulação e segurança do local”.

“Por fim, ressalta-se que todas as ações têm sido conduzidas em estreita coordenação com os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), com os quais se mantém permanente integração”, disse. O Exército se comprometeu com o GDF a desmontar o acampamento até o dia 1º, quando Lula (PL) tomará posse.
A transição do governo federal quer a desmobilização dos manifestantes nos próximos dias por questão de segurança. O chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, foi elencado como interlocutor do GDF com a transição.
Grande Angular – Metrópoles

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Brasil

Evangélicos cobram escolha de ministro para Esplanada de Lula

Bancada evangélica joga duro por Ministério da Educação
Perto de concluir o desenho da nova Esplanada dos Ministérios, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva tem sido alvo de forte pressão para escolha de um ministro evangélico. Há pedidos para ocupar Turismo e Pesca, por exemplo.

O momento é considerado delicado por lideranças religiosas, com quem a CNN conversou, que ainda não receberam acenos do novo governo de que haverá um evangélico no primeiro escalão e dizem que isso poderá influenciar no relacionamento com Lula.

A comparação com a gestão de Bolsonaro, devido a quantidade de ministros evangélicos, tem sido usada nas articulações para pressionar a equipe de Lula. Algumas lideranças fazem lista de quais áreas ocupavam antes. Durante o atual governo, seis evangélicos presbiterianos e batistas, entre eles pastores, chegaram a ser indicados em diferentes momentos para o comando de ministério. São eles: o atual ministro do STF, André Mendonça, que ocupou as pastas da Advocacia Geral da União e a da Justiça; a ex-ministra de Direitos Humanos, Damares Alves; nas Comunicações, o ex-ministro Fábio Faria; Onix Lorenzoni, que começou o governo Bolsonaro como ministro da Casa Civil; Milton Ribeiro, na Educação e até o nome de Carlos Decotelli, também da Educação, que não chegou a assumir mas é colocado na lista.

Além de ministros, havia evangélicos em cargos de segundo escalão, como o ex-presidente da Capes Benedito Guimarães; Danilo Dupas, presidente do Inep e a coordenadora de materiais didáticos do MEC, Sandra Lima. A avaliação é de que estas posições foram para indicados políticos sem ligação com os evangélicos.

A senadora do Cidadania, Eliziane Gama, tem feito a interlocução de Lula com os movimentos evangélicos. A parlamentar sugeriu que artistas gospéis participassem da festa da posse. Ao menos dois músicos evagélicos, Cleber Lucas e Leonardo Gonçalves, estarão entre as atrações.

CNN Brasil 

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Bolsonaro sanciona lei que regulamenta prática da telessaúde no país

Em fim de mandato, Bolsonaro renova concessão da Globo, Band e Record
O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que autoriza e regulamenta a prática da telessaúde em todo o Brasil. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28).

A medida, segundo o Ministério da Saúde, vai possibilitar a intensificação do acompanhamento remoto de pacientes e a ampliação do atendimento médico.

A prática da telessaúde, que “abrange a prestação remota de serviços relacionados a todas as profissões da área da saúde regulamentadas pelos órgãos competentes do Poder Executivo federal”, havia sido permitida em caráter emergencial no Brasil no contexto da pandemia de covid-19, mas precisava ser regulamentada.

Atendimento

Agora, com a sanção presidencial, ela poderá ser exercida desde que obedeça a algumas determinações como a de ser realizada somente com consentimento do paciente. Caso o paciente recuse o atendimento virtual, o atendimento presencial deverá ser garantido por profissional de saúde.

Para exercer a telessaúde é suficiente a inscrição do profissional no Conselho Regional de Medicina (CRM) de origem. Não será necessária inscrição no CRM do estado em que o paciente for atendido. Também é obrigatório o registro das empresas intermediadoras dos serviços virtuais, bem como o registro de um diretor técnico médico dessas empresas no CRM dos estados em que estão sediadas.

Segundo o Ministério da Saúde, a medida poderá gerar economia de custos em saúde, já que deverá facilitar a triagem de casos. Além disso, ela deverá possibilitar novas estruturas de atendimento remoto e o desenvolvimento de tecnologia nacional, gerando empregos e movimentando a economia.

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Volta do imposto sobre os combustíveis deve aumentar litro da gasolina em R$ 0,69 por litro, aponta levantamento

A volta de tributos federais sobre combustíveis deve elevar o preço para os consumidores nos seguintes valores, de acordo com levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE):

Gasolina: R$ 0,69 por litro
Etanol: R$ 0,26 por litro
Diesel: R$ 0,33 por litro

Na terça-feira (27), o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, não concordou em prorrogar a medida que isenta o pagamento de PIS e Cofins sobre combustíveis, dois tributos federais.

A isenção foi estabelecida pelo governo Jair Bolsonaro no início do ano, para baixar os preços, impactados pela guerra na Ucrânia, e tem validade até o fim deste mês.

Com isso, haverá uma reoneração dos combustíveis, pelo menos até o governo eleito tomar alguma medida para frear os preços.

De acordo com Haddad, Lula não quis que o governo atual prorrogasse a isenção, porque entende que o novo governo deve ter mais tempo para avaliar os impactos da medida.

Contas públicas

Pelo lado do consumidor, a reoneração aumenta o preço nas bombas e, consequentemente, a inflação, já que o valor dos combustíveis causa impacto em uma série de produtos e serviços.

Já pelo lado das contas públicas, a reoneração devolverá cerca de R$ 50 bilhões por ano aos cofres públicos.

Esse valor pode ser bem-vindo no cenário de dificuldade fiscal esperado para o país em 2023. Com a aprovação da PEC da Transição, que permite o pagamento de R$ 600 do Bolsa Família, a previsão de déficit para a União no ano que vem passou de R$ 60 bilhões para R$ 230 bilhões.

G1

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Ministério da Justiça autoriza ação da Força Nacional na posse de Lula

 

O Ministério da Justiça e da Segurança Pública autorizou a atuação da Força Nacional em apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF) na chamada Operação Posse Presidencial 2023, iniciada oficialmente na terça-feira (27). O decreto de autorização foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta (28). A liberação para ação da Força Nacional vale até 2 de janeiro, dia seguinte à posse.

A portaria não determina quantos agentes da Forças serão deslocados, mas afirma que o contingente seguirá “planejamento” definido pela diretoria das tropas.

A Força Nacional não faz parte das Forças Armadas. Ela é composta por policiais militares, bombeiros, policiais civis e peritos dos estados que atuam conforme autorização do Ministério da Justiça e Segurança Pública em ocasiões específicas, como ameaça à ordem pública e em situações de calamidade.

A Operação Posse Presidencial da PRF teve início oficial decretado ontem. Segundo a corporação, a PRF será a responsável pela escolta de “todos os chefes de Estado e dignitários” que irão comparecer à cerimônia.

G1

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Veja quanto será a duração do dia em JP durante o Solstício de Verão

Foto: Brasil em Mapas/Divulgação

A duração de um dia descreve o momento em que o sol aparece acima do horizonte durante o nascer do sol, até o momento em que desaparece no horizonte durante o pôr do sol.

A duração do dia varia ao longo do ano e depende da latitude.

Neste período do solstício de verão (iniciado no dia 21 de dezembro), tem-se os dias mais longos do Hemisfério Sul, além do início do verão, com menor diferença de horas entre o nascer e o pôr do sol.

Os raios solares incidem sobre o Trópico de Capricórnio, tornando o sul mais iluminado. No Hemisfério Norte, por exemplo, ocorre o contrário, com o início do inverno e o dia mais curto do ano.

Em João Pessoa, onde o sol nasce primeiro, o dia deve durar 12h32.

O município com menos horas no dia é Uiramutã em Roraima (12h00) no ponto mais ao extremo norte do Brasil onde fica o Monte Caburaí, parte do Hemisfério Norte.

O município com dias mais longos é Chuí (14h20) no Rio Grande do Sul – o ponto mais extremo sul do país. A variação de mais 4h no dia em média em relação ao solstício de inverno.

Brasil em Mapas

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Moraes suspende trechos da nova Lei de Improbidade Administrativa

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira (27) quatro trechos da nova Lei de Improbidade Administrativa, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no ano passado, que restringiu a possibilidade de punição a políticos.

Na decisão, Moraes tornou inválidos artigos que previam a perda de “função pública” apenas no caso de o réu ainda estar no mesmo cargo e que impedia a punição, por improbidade, de partidos políticos e fundações partidárias acusadas de desvio de recursos.

A medida atende a um pedido feito pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), que questionava flexibilizações feitas no ano passado na responsabilização de agentes públicos por abusos cometidos na administração pública.

Segundo Moraes, ao prever que a perda de função pública atingiria apenas um vínculo “de mesma qualidade e natureza” que aquele mantido pelo agente no momento do crime, a nova Lei de Improbidade traçou uma “severa restrição ao mandamento constitucional de defesa da probidade administrativa”.

“Trata-se, além disso, de previsão desarrazoada, na medida em que sua incidência concreta pode eximir determinados agentes dos efeitos da sanção constitucionalmente devida simplesmente em razão da troca de função ou da eventual demora no julgamento da causa”, disse.

No caso da punição aos partidos políticos, o ministro falou em “tratamento diferenciado” incompatível com a Constituição.

“Ao possibilitar um tratamento diferenciado aos autores de ilícitos de improbidade contra recursos públicos dos partidos políticos, ou de suas fundações, a referida previsão coloca-se em potencial conflito com o princípio da isonomia, pois os tratamentos normativos diferenciados somente são compatíveis com a Constituição Federal quando verificada a existência de uma finalidade razoavelmente proporcional ao fim visado”, afirmou.

O ministro também suspendeu, com a decisão, o artigo que que excluía o ato de improbidade administrativa praticado em decorrência de divergência interpretativa da lei baseada em jurisprudência não pacificada, e a regra que contabilizava o prazo de inelegibilidade da “Lei da Ficha Limpa” no tempo da pena de suspensão dos direitos políticos.

O ministro ainda suspendeu a regra que determinava a oitiva prévia dos tribunais de contas para quantificação de dano, considerando que a medida prejudicaria a autonomia do Ministério Público.

O Globo

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Haddad pede a Lula mais tempo para decidir se renova ‘imposto zero’ sobre combustíveis

O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (27) que o governo eleito precisa de mais tempo para decidir se renova a desoneração dos impostos federais sobre combustíveis.

Nesta terça, ele pediu à equipe econômica do atual governo que não prorrogue a desoneração para os próximos anos.

Os impostos federais foram zerados até o fim deste ano pelo atual governo e pelo Congresso em uma tentativa de conter a inflação, que passou boa parte do ano em dois dígitos no acumulado em 12 meses.

Para que a desoneração continuasse no próximo ano, seria necessária a edição de uma medida provisória (MP).

Segundo Haddad, o atual governo concordou com o pedido, ou seja, de não editar essa MP. Com isso, a pedido do novo governo Lula, os impostos federais sobre os combustíveis vão subir a partir de 1º de janeiro.

Questionado sobre o impacto da decisão na inflação, Haddad afirmou que o governo precisa de mais tempo para analisar diversas variáveis.

Disse, ainda, que a decisão sobre manter a desoneração não pode ser tomada agora, de forma “açodada”, apesar de, na prática, o pedido do novo governo ser uma decisão pela volta dos impostos federais sobre combustíveis.

“Medidas que podem ser tomadas em janeiro, não precisam ser tomadas de forma açodada agora. Vamos aguardar a nomeação da Petrobras, nós temos a expectativa em relação a muitas variáveis que impactam essa decisão: a trajetória do dólar, do preço internacional do petróleo, uma série de coisas que vão acontecer”, afirmou o futuro ministro após passar o dia em reuniões no Centro Cultural Banco do Brasil, onde foi a sede da transição de governo.

“Pra gente não tomar nenhuma decisão açodada, o governo se abstém e a gente com calma vai ver [se mantém a desoneração]”, completou.
Ainda na avaliação de Haddad, o tema pode ser analisado pelo governo eleito daqui 10, 15 dias ou um mês, “sem atropelo”.

“Temas que podem ser decididos daqui 10 dias, 15 dias, daqui um mês, sem atropelo, para que a gente tenha sobriedade de fazer impacto, verificar trajetória do que a gente espera para as contas públicas ainda nos próximos anos”, explicou.

Questionado se o governo eleito pretende criar uma conta de estabilização para os preços dos combustíveis, ele respondeu: “Não, nós não estamos com isso agora”.

O que está em vigor

De acordo com a legislação em vigor, as alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre os combustíveis estão zeradas apenas até 31 de dezembro.

No caso da gasolina, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) também foi reduzida a zero até final do ano.

A proposta para o Orçamento de 2023 já previa a manutenção do “imposto zero” para combustíveis. Para a renovação, no entanto, era preciso ainda que o governo aprovasse uma lei ou editasse uma MP prorrogando a validade das medidas.

Segundo estimativas do Ministério da Economia, a extensão do prazo até dezembro de 2023 reduziria a arrecadação de impostos federais em R$ 52,9 bilhões.

G1

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Bolsonaro nega encontro de despedida e viagem nesta quarta


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) negou nesta terça-feira (27) que irá realizar um evento de despedida com alguns auxiliares no Palácio da Alvorada –residência oficial do presidente da República–, em Brasília, e que viajará para a Flórida nesta quarta-feira (28). A declaração foi dada com exclusividade à CNN.

O presidente não confirmou, porém, se planeja ir aos Estados Unidos ou a outro país em outra data.

“Reunião de despedida? Fake. Também não viajo amanhã. Fake”, afirmou.

Desde a semana passada, alguns aliados do presidente Jair Bolsonaro afirmam que ele viajará aos Estados Unidos para não acompanhar a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no dia 1° de janeiro.

Os mesmos aliados haviam afirmado à CNN que o presidente iria fazer uma reunião de despedida e que o encontro poderia ser no Palácio do Planalto ou no Palácio da Alvorada.

A despedida contaria com as presenças de assessores próximos e do ex-ministro Walter Braga Netto (Defesa) e do presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto.

CNN Brasil

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Bolsonaro nomeia assessores para auxiliá-lo após o mandato; confira lista

Bolsonaro tem recaída na tristeza com saída do Planalto, dizem aliados -  Politica - Estado de Minas
Jair Bolsonaro nomeou nesta terça-feira (27) oito assessores para o acompanharem como ex-presidente da República.

A Constituição Federal garante aos ex-presidentes o direito a oito funcionários, cujas despesas serão custeadas pelo caixa da Presidência da República.

Integram a lista: João Henrique Nascimento de Freitas, advogado e assessor-chefe da Presidência, Sérgio Rocha Cordeiro, capitão da reserva e assessor especial da Presidência, Max Guilherme Machado de Moura, primeiro-sargento da PM do Rio de Janeiro e ex-integrante da equipe de segurança de Bolsonaro.

Foram nomeados também os segundos-tenentes do Exército Osmar Crivelatti e Jossando da Silva, o segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho, o suboficial da Marinha Ricardo Dias dos Santos e o coronel Marcelo Costa Câmara, que também é apontado como chefe do “serviço de inteligência paralelo” do presidente.

Como noticiamos, Bolsonaro deverá se despedir dos aliados amanhã, antes de embarcar para os Estados Unidos, onde passará o Réveillon em Mar-a-Lago, na propriedade de Donald Trump.

O antagonista

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