Brasil

Mega da Virada paga hoje prêmio de R$ 500 milhões; apostas podem ser feitas até as 17h

Resultado da Mega Sena desta terça-feira (21/12) - Portal GCMAIS
O sonho de virar milionário pode se tornar realidade ainda em 2022, com a 14ª edição da Mega da Virada. Neste ano, o sorteio especial promete pagar R$ 500 milhões ao apostador que cravar sozinho as seis dezenas reveladas pela loteria.

O valor estimado pela Caixa Econômica Federal é 32% superior aos R$ 378,1 milhões pagos em 2021 e corresponde ao maior pagamento da história da loteria. Vale lembrar que a bolada não acumula. Caso ninguém acerte os seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina.

O sorteio está marcado para acontecer neste sábado (31), a partir das 20h, em um estúdio de TV aberta. A transmissão ao vivo também será disponibilizada nas redes sociais da Caixa e em diversas emissoras.

Como apostar?

Para concorrer à bolada, basta ir a uma das 13 mil lotéricas ou utilizar o sistema online das loterias até as 17h e marcar de 6 a 20 números no volante. O valor das apostas varia de R$ 4,50 (seis números) a R$ 174.420 (20 dezenas).

R7

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Brasil

2023 terá nove feriados nacionais e cinco pontos facultativos; saiba datas

Feriados de 2022: calendário, datas comemorativas e dicas para faturar | ContaAzul Blog
O Ministério da Economia editou portaria que estabelece os dias de feriados nacionais e de ponto facultativo no ano de 2023. A medida é para cumprimento pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.

O documento informa também que é vedado aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal antecipar ou postergar ponto facultativo em discordância com o que está disposto na portaria que define os dias de feriado e ponto facultativo.

Relação dos feriados e pontos facultativos de 2023:

– 1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);

– 20 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);

– 21 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);

– 22 de fevereiro, quarta-feira de cinzas (ponto facultativo até às 14 horas);

– 7 de abril, Paixão de Cristo (feriado nacional);

– 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);

-1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);

– 8 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo);

– 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);

– 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);

– 28 de outubro, Dia do Servidor Público (ponto facultativo);

– 2 de novembro, Finados (feriado nacional);

– 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional); e

– 25 de dezembro, Natal (feriado nacional). Da Agência Brasil.

Blog do BG PB

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Brasil

Governo libera entrada de Maduro no Brasil

Em reviravolta, posse de Lula pode ter presença de delegação de Maduro - 29/12/2022 - UOL Notícias
O Ministério da Justiça e Ministério das Relações Exteriores revogaram na quinta-feira (29.dez.2022) a portaria Interministerial nº 7, de 19 de agosto de 2019. O decreto impedia a vinda do alto escalão da Venezuela, incluindo o presidente do país, Nicolás Maduro.

Com a revogação da medida, Maduro fica autorizado a entrar no território nacional brasileiro, e assim, comparecer à posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (1º.dez.2023).

A portaria revogada justificava a medida dizendo que “os seus atos [do alto escalão venezuelano] contrariam princípios e objetivos da Constituição Federal, atentando contra a democracia, a dignidade da pessoa humana e a prevalência dos direitos humanos”.

Segundo o embaixador Fernando Igreja, Maduro não foi convidado via Itamaraty para a posse de Lula porque o Brasil havia rompido relações diplomáticas com a Venezuela, mas seria feito de outra forma.

“Evidentemente que esta situação está sendo tratado pela equipe de transição para que possamos transmitir o convite ao presidente Maduro como representante da Venezuela. Estamos tratando internamente para que se encontre uma solução”, disse Igreja durante anúncio em 7 de dezembro com a futura primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, dos chefes de Estado que compareceriam à posse.

Poder360

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Brasil

Dos futuros ministros de Lula, seis indicaram R$ 291 milhões do orçamento secreto

Lula fecha lista dos 37 ministros para o novo governo; veja nomes - Politica - Estado de Minas
Seis futuros ministros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizaram verba do chamado orçamento secreto.

O grupo é composto basicamente por indicados de dois partidos – União Brasil e PSD – que devem fazer parte da base aliada do novo governo no Congresso. São eles os deputados federais André de Paula (PSD-PE), Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ) e Juscelino Filho (União Brasil-MA), os senadores Alexandre Silveira (PSD-MG) e Carlos Fávaro (PSD-MT), e o governador do Amapá, Waldez Góes (União Brasil).

No total, esses aliados apadrinharam R$ 291,7 milhões em emendas de relator. O levantamento foi feito pelo Metrópoles por meio de duas bases de dados – uma entregue pelo Congresso ao Supremo Tribunal Federal (STF) e outra publicada em sistema da Câmara dos Deputados.

Durante a campanha eleitoral, Lula usou o orçamento secreto para atacar seu principal adversário, o presidente Jair Bolsonaro (PL). O petista chegou a classificar o dispositivo como uma forma “extorquir prefeitos e a população”.

Metrópoles

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“Vai ser alterada”, diz Jean Paul Prates sobre política de preços da Petrobras

Petrobras: a indicação de Jean Paul Prates para a estatal em 10 pontos
Anunciado nesta sexta-feira (30) como próximo presidente da Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) disse que a política de preços da Petrobras vai ser alterada, mas não vai traumatizar, nas suas palavras, o investidor. Atualmente, a política da Petrobras atrela o preço nacional ao valor do dólar e do barril de petróleo, o que é criticado pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.

— Vai ser alterada, mas não necessariamente para traumatizar investidor ou retorno dos investimentos. Vai ser alterada porque a política do país vai ser alterada. De novo, para ser claro. A Petrobras faz políticas para os clientes dela. É uma empresa. Faz política de preços de acordo com o contexto do país. A mudança na política de preço, as diretrizes, como se formata o preço nacional, vai ser dada pelo consórcio do governo. Ministério da Fazenda, Minas e Energia, Petrobras também, porque é uma das principais empresas, Conselho Nacional de Política Energética — disse Prates.

Prates já disse que a política de combustíveis é assunto de governo, o que atinge a todas as empresas, não só a Petrobras.

O futuro presidente da Petrobras afirmou ainda que, se houver movimento de preço nos próximos dias, será de redução.

— O viés para um preço de derivados do petróleo é de baixa. Então, se tivesse que acontecer algum movimento da Petrobras em janeiro seria para baixar o preço, e não para subir. Por que? Porque o inverno europeu, no hemisfério norte, em geral, está declinando. Os contratos futuros já projetam um preço do Petróleo para baixo, e não para cima, e você ainda teria uma queda do dólar — disse.

Ele disse que haverá uma “trégua” na cobrança de impostos sobre combustíveis. Os impostos federais foram zerados até o fim deste ano, pelo governo e pelo Congresso, em meio à escalada dos preços em junho de 2022 motivada, entre outros fatores, pela guerra da Ucrânia.

Para que a desoneração continue no próximo ano, é necessária a edição de uma medida provisória.

No início desta semana, contudo, o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu que o atual governo não prorrogue a desoneração. Ele disse que o governo eleito precisa de mais tempo para decidir se renova a desoneração, mas não citou argumentos para já retornar com a cobrança de imposto.

— A própria discussão da política de combustível também vai ganhar um trégua, provavelmente uma trégua de 30, 60 dias para segurar impostos e voltar com fato novo relevante — disse Prates, sem esclarecer a que fato se refere e nem como essa trégua será feita.

Prates classificou a política de preços da Petrobras, chamada de PPI, de “abstração”.

— Quando a gente fala em extinguir o PPI ou parar de usar o PPI como referência, não é que a gente vai desgarrar o preço completamente do mercado internacional, não. O país não é louco, não vamos criar uma economia paralela no Brasil. Você não vai mais se abstrair que para atender 10 mil litros de diesel em Manaus seja a mesma coisa que atender 10 mil litros em Santos. É diferente.

Prates disse ainda estar totalmente tranquilo com a controversa em torno de seu nome por conta da Lei das Estatais. A legislação, replicada no Estatuto da Petrobras, proíbe a indicação para presidência, diretoria ou conselho “de pessoa que atuou, nos últimos 36 meses (três anos), como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral”.

— A lei não onera os candidatos, ela fala de trabalho remunerado em campanha. São três verbos: execução, coordenação e concepção. Isso não aconteceu nem com o ministro Mercadante (Aloísio Mercadante, que será presidente do BNDES) nem comigo. Isso não nos atinge. Nem o fato de ser candidato, nem ter trabalhado em campanha.

Na campanha, o senador buscou se afastar formalmente de cargos e não assumiu a coordenação dos processos. O PT entende que as contribuições intelectuais ao longo da campanha não caracterizam o impedimento da lei. Prates também foi candidato à prefeitura de Natal em 2020, quando acabou derrotado.

O Globo

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Mourão fará o pronunciamento presidencial de fim de ano neste sábado

Mourão assume a Presidência após viagem de Bolsonaro: 'Tudo vai ficar calmo e tranquilo' | Blog do Valdo Cruz | G1
Presidente em exercício do Brasil, com a ida de Jair Bolsonaro (PL) à Flórida, Hamilton Mourão (Republicanos) fará o pronunciamento presidencial de fim de ano no sábado (31).

O pronunciamento está marcado para as 20h e terá duração de sete minutos.

Contrariando os ritos, Bolsonaro escolheu não participar da tradicional transmissão de faixa presidencial ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 1º de janeiro, quando o petista tomará posse.
Mourão, eleito senador pelo Rio Grande do Sul, também não pretende passar a faixa.

O antagonista

 

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VÍDEO: Bolsonaro deixa o Brasil e viaja aos EUA no penúltimo dia do mandato

Decolou às 14h02 desta sexta-feira (30) o avião da FAB (Força Aérea Brasileira de Brasília) levando o presidente Jair Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos.

Ele deixa o país no seu penúltimo dia de mandato. Bolsonaro deve chegar em Orlando pouco antes das 20h.

Bolsonaro não irá cumprir o ritual de passar a faixa presidencial para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva nem participar das solenidades da posse. Quando assumiu o mandato em 1º de janeiro de 2019, ele recebeu a faixa do ex-presidente Michel Temer (MDB).

O penúltimo dia de Bolsonaro na Presidência da República em três atos:

-Pela manhã, uma portaria foi publicada no Diário Oficial liberando uma equipe de segurança para uma missão nos Estados Unidos;

-Às 10h, Bolsonaro fez uma live onde criticou atos terroristas e chorou;

-Às 14h02, foi registrada a decolagem da aeronave da FAB.

Antes de partir, Bolsonaro participou de uma transmissão ao vivo, a primeira desde que perdeu a eleição. Ele criticou “ato terrorista no aeroporto de Brasília”, defendeu seu mandato e, chorando, pediu calma aos apoiadores a partir de 1º de janeiro: “Não tem tudo ou nada”.

Mais cedo ainda, uma portaria publicada no Diário Oficial da União liberou uma equipe de assessoramento e segurança para Bolsonaro para uma “agenda internacional a realizar-se em Miami/Estados Unidos da América, no perídio de 1º a 30 de janeiro de 2023”.

Portal 98FM

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Brasil

Nova presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros é natural de Campina Grande

Saiba quem é Tarciana Medeiros, próxima presidente do Banco do Brasil |  Economia | O Globo
A gerente executiva Tarciana Medeiros (foto) irá comandar o Banco do Brasil e Rita Serrano estará à frente da Caixa Econômica Federal no governo do presidente diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Medeiros será a primeira mulher a comandar o BB, enquanto Serrano será a quarta mulher a presidir a Caixa. Antes dela, o cargo foi ocupado por Miriam Belchior, Maria Fernanda Coelho e Daniella Marques, atual presidente.

O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (30) pelo futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), após reunião de Lula com as indicadas no hotel onde está hospedado em Brasília. Segundo ele, ainda nesta sexta deverá ser anunciado o presidente da Petrobras -o principal cotado é o senador Jean Paul Prates (PT-RN).

“Elas estão conversando muito com o presidente, conversando comigo. Estão absolutamente alinhadas com plano de governo do presidente Lula, sabem dos desafios que estão colocados em relação ao sistema de crédito no Brasil, com agenda muito desafiadora”, disse Haddad.

O futuro ministro da Fazenda afirmou ainda que a primeira missão das executivas será, nas próximas semanas, apresentar formas de tirar do papel o programa “Desenrola”, proposta de campanha de Lula para renegociação de dívidas de famílias mais pobres.

“Projeto de imediato que teremos é desenvolver nas próximas semanas o Desenrola, a questão das famílias endividadas, famílias de baixa renda, para as quais vamos oferecer uma linha especial de crédito no ano que vem”, afirmou.

O nome das escolhidas também foi anunciado pela presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, em rede social.
Tarciana Medeiros é formada em administração de empresas e entrou no Banco do Brasil em março de 2000. No banco, atuou nas áreas de varejo, agências e superintendências.

Ela é natural de Campina Grande (PB).

Em 2021, se tornou gerente executiva de experiência do cliente e soluções para pessoas físicas.

Serrano é funcionária da Caixa há mais de 30 anos e ocupou diversos cargos na instituição. Atua como representante dos funcionários da Caixa no Conselho Administrativo, para o qual foi eleita pela primeira vez em 2017.

No último pleito para o conselho, neste ano, foi reeleita em primeiro turno para o terceiro mandato, com 91% dos votos válidos, concorrendo com mais de 30 candidatos.

Folha SP

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Brasil

Bolsonaro sobre revogação do decreto de armas: “Violência vai voltar”

Bolsonaro consultou advogados que o aconselharam a sair do país antes de 1º  de janeiro | Blog da Natuza Nery | G1
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta sexta-feira (30/12), durante uma live, que a medida que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deseja realizar nos primeiros dias de janeiro, de revogar decretos relacionados a arma de fogo, vai aumentar a violência no país.

“O cara [Luiz Inácio Lula da Silva] nem assumiu ainda e já temos problemas. […] Vai voltar a violência no Brasil com a revogação das armas. As armas de fogo são garantia de paz. Quem quer paz, se prepare para a guerra”, disse Bolsonaro durante uma transmissão nas redes sociais.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja pôr em prática, logo na primeira semana de governo, em janeiro de 2023, um “revogaço” de portarias e decretos publicados durante a gestão de Bolsonaro que facilitaram o acesso a armas de fogo.

Futuro ministro da Justiça, o senador eleito Flávio Dino (PSB) disse ao Metrópoles que, além do fim dos decretos pró-armas, a eventual derrubada das normas deverá implicar a retirada de circulação dos armamentos que passarão a ser ilegais. Dino sugeriu que o novo governo pode oferecer algum “crédito tributário” para quem devolver um revólver, uma pistola ou carabina.

Hoje em dia, por exemplo, um Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) tem autorização para contar com 60 armas, sendo 30 de calibre permitido e 30 de calibre restrito. Com a queda dos decretos, o número total seria de no máximo 16, dependendo do nível de experiência do CAC.

Metrópoles

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Brasil

Lula escolhe paraibana para presidir Banco do Brasil

Escolhida nesta sexta-feira (30) pelo presidente diplomado Lula (PT) para chefiar o Banco do Brasil, Tarciana Paula Gomes Medeiros é paraibana de Campina Grande.

A indicação representa uma ascensão meteórica na carreira do banco. Ao ser alçada ao posto de presidente, ela pulou o cargo de diretoria e vice-presidente.

Tarciana é funcionária de carreira da instituição financeira há 22 anos. Atualmente, atua como é executiva na Diretoria de Clientes da instituição financeira.

Ela é formada em administração de empresas, com pós-graduação em marketing, liderança e gestão. Antes de ingressar no BB, foi feirante e professora.

Numa rede social para relações profissionais, ela afirma que foi reconhecida pelo desempenho em vendas. “Além das estratégias para distribuição do crédito, considero como sucesso as estratégias de indução para vendas de produtos de seguridade que, em 2013, me levaram ao cargo de Superintendente Comercial na BB Seguridade”, escreveu.

Nascida em Campina Grande (PB), iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 2000, tomando posse na agência Posto da Mata (BA). Assumiu o primeiro cargo de gestão no BB em 2002. Por 10 anos, exerceu diversas funções pelo país, na rede varejo, em agências e superintendências, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Gosta de basquete e já jogou na seleção paraibana.

Em 2018, assumiu como executiva na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos do BB, onde lidou com gestão do processo de pós-venda dos produtos de crédito destinados a pessoas físicas, que ajudaram a elevar a satisfação dos clientes e reduziram a quantidade de reclamações com procedência no Bacen, em posições de recordes históricos. Também trabalhou no atendimento e implementação das ações de assistência aos clientes para prorrogação de operações de crédito durante a Pandemia da Covid-19.

Com informações de O Globo

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