Brasil

Luciano Hang diz que virou alvo de fake news e não vai fechar Havan

Comentários sobre a idolatria ao Véio da Havan - O Cafezinho
A rede Havan, do empresário Luciano Hang, divulgou um comunicado nesta sexta-feira, 13, dizendo que virou alvo de fake news na internet. De acordo com a empresa, circulam informações de que a varejista vai fechar. “São falsas as informações que vêm sendo divulgadas nas redes sociais de que a Havan pretende encerrar as atividades. Seguimos trabalhando normalmente com nossos 22 mil colaboradores nas nossas 174 megalojas nos 23 estados brasileiros e Distrito Federal”, esclareceu por meio de nota.

Luciano Hang, durante o governo Jair Bolsonaro, ganhou fama e apoio de simpatizantes do ex-presidente na internet. No entanto, desde a semana passada, quando o empresário se posicionou para desejar uma boa administração ao novo governo e repudiando os atos de vandalismo em Brasília, ele virou alvo de críticas.

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Jovem Pan

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Brasil

PESQUISA: 65% acreditam que atos antidemocráticos vão continuar em 2023

Meta vai apagar posts que incitam ataques como os de Brasília
A maioria dos brasileiros acredita que a onda de radicalismo que provocou os atos golpistas ocorridos em Brasília, no domingo (8/1), não terminou.

Pesquisa realizada pelo Instituto Travessia, aponta que 65% dos entrevistados consideram que ações desse tipo podem voltar a ocorrer no país ainda neste ano. Apenas 19% não creem em tal hipótese.

O levantamento, feito entre os dias 12 e 13 de janeiro, com base em mil entrevistas realizadas em todo o país por telefone, traz outros dados que explicam o porquê dessa perspectiva de manutenção do problema.

Questionadas sobre o que deve acontecer com o radicalismo político no Brasil após o 8 de janeiro, 37% cravaram que ele vai piorar, 25% que permanecerá igual e 21% disseram que diminuirá

Se unidos, os grupos que dizem que o radicalismo vai aumentar e os que falam que ele permanecerá igual somam 58% do total de entrevistados. No caso, um número próximo ao dos 65% que creem a continuidade da tensão na atual conjuntura. “A sensação de que essa história não acabou é evidente na pesquisa”, diz Renato Dorgan Filho, sócio e analista do Instituto Travessia.

O levantamento mostra também que 61% dos entrevistados concordam que as depredações e invasões das instalações do Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) podem ser definidas como atos de terrorista. Outros 31% discordaram da classificação. Já 8% não souberam ou não quiseram responder à pergunta.

Metrópoles

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VÍDEO: Anderson Torres é flagrado embarcando de volta ao Brasil

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres embarcou, na noite desta sexta-feira (13/1), para voltar ao Brasil. Ele saiu do Aeroporto de Miami com previsão de chegada para sábado (14/1). Ele foi filmado, de boné e máscara, no embarque ainda na Flórida. O vídeo foi feito pelo produtor Luigi Sofio, da TV Globo.

O ex-ministro aparece escoltado por policiais de Miami.

No vídeo, , Anderson Torres se vira para a pessoa que filmava a cena ao ser chamado de ministro e perguntado se voltaria para o Brasil para se entregar à polícia. Ele, porém, não respondeu.

Metrópoles

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Brasil

Moraes acolhe pedido da PGR e inclui Bolsonaro na investigação sobre atos em Brasília

Moraes inclui Bolsonaro em inquérito sobre atos de vandalismo em Brasília
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na noite desta sexta-feira (13) acolher o pedido da Procuradoria-Geral da República e incluiu o presidente Jair Bolsonaro nas investigações dos atos em Brasília.

O pedido para incluir Bolsonaro na investigação foi feito mais cedo ao STF pela PGR. O inquérito mira “autores intelectuais” e instigadores dos atos do último domingo (8), quando invadiram e depredaram as sedes dos três poderes da República, em Brasília.

Moraes entendeu que um pronunciamento de Bolsonaro se mostrou como mais uma das situações em que o ex-presidente se posicionou, em tese, de forma criminosa contra as instituições.

“O pronunciamento do ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, se revelou como mais uma das ocasiões em que o então mandatário se posicionou de forma, em tese, criminosa e atentatória às instituições, em especial o Supremo Tribunal Federal – imputando aos seus Ministros a fraude das eleições para favorecer eventual candidato – e o Tribunal Superior Eleitoral –, sustentando, sem quaisquer indícios, que o resultado das Eleições foi é fraudado“, escreveu o ministro.

g1

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PGR pede ao STF a inclusão de Jair Bolsonaro nas investigações sobre atos em Brasília

Bolsonaro abraça Alexandre de Moraes em solenidade no TST
A Procuradoria-Geral da República anunciou nesta sexta-feira (13) que pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ex-presidente da República Jair Bolsonaro no inquérito que trata dos “autores intelectuais” e instigadores dos atos cometidos em Brasília no último domingo (8).

A abertura desse inquérito foi pedida pela PGR ao Supremo Tribunal Federal na quinta (12). Agora, caberá à presidente do STF, ministra Rosa Weber, analisar o pedido e decidir se abre ou não a investigação — ou se encaminha o pedido para outro ministro da Corte.

Essa é a primeira vez que Jair Bolsonaro é incluído oficialmente em uma apuração relacionada aos atos protagonizados por uma minoria de bolsonaristas radicais.

Na quinta, procuradores da República pediram ao procurador-geral, Augusto Aras, que investigue Bolsonaro por incitação ao crime. Segundo esses membros do MP, o ex-presidente se “engajou na disseminação de informações falsas” após o resultado da eleição presidencial – o que teria levado, em última instância, aos atos de vandalismo.

Com informações de g1

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Brasil

CLAUDIO DANTAS: ‘Dino sabia’

Flávio Dino no Ministério da Justiça: a pessoa certa, na hora certa
O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Flávio Dino, estava ciente do risco de ações hostis e danos às sedes dos Três Poderes por parte dos radicais bolsonaristas que tomaram a Esplanada dos Ministérios, no domingo 8.

Em ofício enviado na véspera ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o ministro disse que havia sido informado pela Polícia Federal da “intensa movimentação de pessoas que, inconformadas com o resultado das Eleições 2022″, organizavam “caravanas de ônibus se deslocarem até Brasília/DF”.

“Segundo relatado, o referido movimento teria a intenção de promover ações hostis e danos contra os prédios públicos dos Ministérios, do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal e, possivelmente, de outros órgãos como o Tribunal Superior eleitoral”, diz no documento.

Diante dos informes da PF, Dino pediu a Ibaneis que bloqueasse a “circulação de ônibus de turismo no perímetro compreendido entre a torre de TV e a Praça dos Três Poderes nos dias 8 e 9 de janeiro” e ressaltou que sua pasta permaneceria “monitorando o referido movimento”, encontrando-se “à disposição para emprego imediato em caso de necessidade”.

O antagonista

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Senador pedirá a prisão de Dino por prevaricação: “Não o contrataria nem para servir café”

Pedir 'S.O.S., Forças Armadas' é crime, afirma Flávio Dino
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) vai pedir o afastamento e a prisão do ministro da Justiça, Flávio Dino, por crime de prevaricação. Segundo o parlamentar, já existem indícios de que Dino foi leniente para conter os atos antidemocráticos do último domingo.

A representação contra Dino, com o pedido de prisão, será encaminhada ao procurador-geral da República, Augusto Aras, na próxima segunda-feira.

Segundo o parlamentar, órgãos como o GSI – Gabinete de Segurança Institucional; a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal enviaram alertas sobre a chegada de milhares de manifestantes em Brasília no final de semana passada.

Agora há pouco, durante o Papo Antagonista, Claudio Dantas revelou um ofício do próprio Ministério da Justiça, assinado por Dino e encaminhado ao governador afastado do DF, Ibaneis Rocha, em que o ministro falava sobre a chegada de manifestantes na capital federal.

O antagonista

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Governo tem 28,1 mil cargos, funções comissionadas ou gratificações nos 37 ministérios e no Planalto

A cadeira no 3º andar do Planalto | Poder360

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem à disposição 28.182 cargos e funções de confiança para serem preenchidos. O custo aos cofres públicos seria de pelo menos R$ 33,7 milhões ao mês.

O levantamento foi feito pela CNN com base nos decretos editados no dia 1º com a estrutura regimental dos 37 ministérios da nova gestão, além da Presidência e da Vice-Presidência da República.

Ou seja, o número pode ser maior, já que nesta conta não estão incluídos os cargos de primeiro e segundo escalão, normalmente os mais altos, além das despesas com comissionados nas empresas estatais, fundações e agências reguladoras, por exemplo.

Entre as pastas da Esplanada, o Ministério da Fazenda tem o maior número de cargos ou funções comissionadas: são 4.498.

A maior parte é relativa a funções gratificadas, que variam de R$ 120 a R$ 600 pagas a servidores de carreira que ocupam posição de chefia.

Por conta do baixo valor, alguns nem chegam a ser preenchidos. De toda forma, por mês, o custo total com comissionados na pasta passa de R$ 3 milhões.

O Ministério da Justiça e da Segurança Pública é o segundo da lista, com 3.808 cargos, funções ou gratificações.

Em seguida está a Saúde, com 1.939. Apesar dessa diferença de quase 2.000 pessoas entre as duas pastas, a despesa mensal é praticamente a mesma. Ambos os ministérios gastam mensalmente cerca de R$ 2,3 milhões com as comissões.

Em volume de cargos, funções comissionadas e gratificações, na sequência estão o recém-criado ministério da Gestão e da Inovação e Serviços Públicos (1.803); Defesa (1.615); Agricultura e Pecuária (1.474); Trabalho e Emprego (1.452); e Advocacia-Geral da União (1.448).

No geral, todos esses postos comissionados são de livre provimento. Qualquer pessoa que atenda a critérios mínimos estipulados pela administração pública pode ocupá-los.

No entanto, as funções e gratificações, por serem de valores mais baixos, normalmente são concedidos a servidores de carreira da própria pasta ou cedidos de outros órgãos.

Em se tratando do Palácio do Planalto, as cinco pastas vinculadas diretamente à Presidência da República juntamente com a estrutura da Vice-Presidência, têm ao todo 1.832 cargos, funções ou gratificações. Quase metade está na Casa Civil (752).

Em todo o governo federal, a Vice-Presidência é a estrutura mais enxuta, com 106 oportunidades de comissionamento, ao custo total de R$ 163 mil.

Há ministérios com número aproximado de cargos ou funções em comissão. Caso do Turismo, com 113 vagas; Portos e Aeroportos, com 137; e Povos Indígenas, com 138.

Apesar do número parecido de cargos da Vice-Presidência da República, o custo mensal para manter esses postos nestas pastas é de praticamente o dobro: entre R$ 266 mil e R$ 332 mil. Isso ocorre porque nos três casos há mais cargos altos.

Pela regra, as pastas, ao longo do tempo, podem ainda fazer fusão de cargos para pagar valores mais robustos em comissão. Exemplo: extinguir 3 funções a R$ 2.000 para criar 1 cargo de natureza especial de R$ 6.000.

Militares

Em alguns ministérios, além dos cargos, funções comissionadas e gratificações destinadas a civis, há ainda postos privativos de militares.

É o caso do Gabinete de Segurança Institucional, que conta com 154 vagas destinadas a militares. A Casa Civil, com 30; A Presidência da República com 11; e a Vice com 14 postos.

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Biólogo formado pela UFPB é escolhido por Marina Silva para comandar ICMBio

Marina Silva nomeia presidentes interinos do Ibama e ICMBio - Estadão
A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças Climáticas (MMA), Marina Silva, nomeou, nesta quinta-feira (12), os presidentes do Ibama e do Instituto Chico Mendes (ICMBio), que atuarão, por enquanto, de forma interina.

No Instituto, o comando será de Marcelo Marcelino de Oliveira, graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em 1986.

Marcelo também é mestre em Gestão e Políticas Ambientais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Antes de assumir a presidência, ele foi analista Ambiental do Instituto Chico Mendes, chefe de Unidade Conservação federal, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB/ICMBio).

MaisPB

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Ibaneis sobre depoimento à PF: “Espero ter deixado claro que não tive envolvimento, seja por ação ou omissão”

Terrorismo em Brasília: Ibaneis Rocha presta depoimento na sede da Polícia  Federal | Distrito Federal | G1
Governador afastado do Distrito Federal por 90 dias, Ibaneis Rocha (MDB) prestou depoimento à Polícia Federal, nesta sexta-feira (13/1), sobre as invasões e depredações do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto, ocorridas no dia 8 de janeiro de 2023.

Após deixar a sede da PF, depois de três horas no prédio, Ibaneis falou com a coluna Grande Angular. “Respondi a todos os questionamentos e espero ter deixado claro que não tive qualquer envolvimento, seja por ação ou por omissão, com os fatos ocorridos no domingo.”

Entenda

O governador do DF, afastado por 90 dias, pediu ao ministro do STF Alexandre de Moraes para dar depoimento no âmbito do inquérito que investiga atos antidemocráticos.

A defesa de Ibaneis, feita pelos advogados Alberto Toron e Cleber Lopes, afirmou a Moraes que o governador, “considerando a gravidade da medida cautelar imposta de afastamento do cargo”, desejava ser ouvido para “esclarecer todas as circunstâncias acerca do procedimento do Governo do Distrito Federal relativamente aos fatos ocorridos no último domingo, dia 08”.

Metrópoles

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