Brasil

Em caso incomum, homem doa rim ‘idêntico’ ao irmão mais velho

Paciente renal crônico, Luiz Fernando convive com problemas de saúde desde a infância. Com 1 ano e meio de idade, precisou retirar um dos rins e, desde então, toma medicamentos. A situação piorou há cerca de um ano, quando começou a fazer hemodiálise de três a quatro vezes por semana.

“Eu fui fazendo hemodiálise sem muitas esperanças, porque não é fácil encontrar um doador e eu não queria prejudicar ninguém. Fui passando por isso sozinho. E aí, acho que ele viu meu sofrimento e correu atrás pra saber se poderia me doar o rim, mas eu não sabia de nada”.

Ao ver a situação assustadora e sensível do irmão mais velho, Lucas decidiu tentar ajudar. Fez exames de compatibilidade e esperou ansiosamente pelo resultado.

Luiz Fernando e o irmão Lucas antes do transplante renal — Foto: Lucas Sturaro/Arquivo pessoal

Foto: Lucas Sturaro/Arquivo pessoal

“Quando soube que podia dar essa esperança para ele, não tive dúvidas. Nunca tive. O meu medo era não ser compatível. Eu estava com o queijo e a faca na mão e esperei cerca de 15 dias para saber se podia cortar o queijo”.

O resultado foi surpreendente. Das três opções possíveis (não compatível, compatível e idêntico), os irmãos obtiveram a melhor compatibilidade possível. A chance de encontrar um órgão considerado idêntico é de cerca de 25% a 30%, e a cirurgia deles durou aproximadamente quatro horas.

“As duas cirurgias foram feitas simultaneamente. Eu e meu irmão fomos em salas uma ao lado da outra com duas equipes trabalhando”, explicou Lucas.

O transplante de rim com esse nível de compatibilidade garante mais vida ao órgão e diminui a chance de complicações, já que reduz as dosagens de imunossupressores – remédios que diminuem as defesas imunológicas contra agressões de agentes externos e contra o rim transplantado, que tem uma probabilidade menor de ser rejeitado, segundo a médica dos irmãos Sturaro.

O transplante, realizado em 12 de novembro de 2022 no Centro Médico de Campinas, foi bem sucedido. Lucas, o doador, postou um vídeo no Instagram no dia 7 de dezembro.

A publicação ganhou repercussão e, até este sábado (14), contava com cerca de 1 milhão de visualizações em diversas redes sociais.

G1

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Brasil

Americanas desvaloriza R$ 8 bilhões em 2 dias

Foto: Gustavo Lacerda/Divulgação

A Americanas recuperou parte do valor de mercado perdido quinta-feira (12.jan.2023), mas acumula uma desvalorização de R$ 7,98 bilhões nos últimos 2 dias. As ações da companhia subiram 15,81% nesta 6ª feira (13.jan.2023) na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo). Na véspera, caíram 77,3%.

Com a queda no valor de mercado, a empresa puxou para baixo as companhias de varejo listadas no mercado de ações brasileiro. Somadas, o grupo perdeu R$ 7,5 bilhões em valor de mercado. Passaram de R$ 86,87 bilhões em 10 de janeiro para R$ 79,34 bilhões nesta sexta-feira (13).

Destas empresas, só a Magazine Luiza registrou valorização significativa nos 2 dias, de R$ 2,67 bilhões. Outras 16 empresas perderam R$ 2,2 bilhões em valor de mercado.

Poder360

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Brasil

Torres permanece preso em batalhão da PM após audiência de custódia

Detido ao desembarcar na manhã deste sábado(14) no Aeroporto Internacional de Brasília, o ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres passou a noite no 4º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, onde passou por audiência custódia.

O UOL apurou que o Ministério Público Federal defendeu a continuidade da prisão. A audiência de custódia permite ao preso ser ouvido por um juiz, que avalia se houve eventuais ilegalidades na prisão.

No caso de Torres, a audiência foi conduzida pelo desembargador Airton Vieira, do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O criminalista Rodrigo Roca, que defende Torres, chegou ao local pouco depois das 12h30. Ele acompanhou a audiência.

Torres estava de férias em Orlando, nos Estados Unidos, e seu voo chegou ao Brasil por volta das 7h20. A prisão havia sido decretada por Moraes na terça (10).

Segundo passageiros, o ex-ministro saiu do avião escoltado por policiais federais antes dos demais viajantes.

A Polícia Federal confirmou que Torres recebeu voz de prisão no hangar da corporação. Em seguida, foi levado do aeroporto para o 4º batalhão da Polícia Militar do DF, onde permanece provisoriamente. Segundo a PF, a investigação será mantida em sigilo.

Na noite de ontem, usando máscara e boné, Torres foi escoltado pela polícia de Miami enquanto embarcava para o Brasil. Na terça-feira (10), o ex-ministro disse que retornaria ao país para se entregar à Justiça

“Irei me apresentar à Justiça e cuidar da minha defesa. Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na Justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”, escreveu.

Durante buscas, PF encontrou minuta de decreto golpista na casa de Torres. O texto buscava instaurar um estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral, medida que seria inconstitucional.

A apreensão da minuta foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo UOL. Se posto em vigor, a medida criaria uma comissão composta majoritariamente por militares e quebraria o sigilo de integrantes da Corte.

Como mostrou o UOL, integrantes do MPF veem o caso como grave e dizem que a revelação da minuta encontrada na casa de Anderson Torres complica a situação jurídica de Bolsonaro e deve ser incluída nos inquéritos em tramitação no STF.

“Omissões e conivência” com atos golpistas levaram à prisão de Anderson Torres. Na decisão que autorizou a prisão preventiva, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o ex-secretário deveria ter tomado medidas para prevenir a ocorrência dos crimes. A omissão ficou demonstrada com:

  • A ausência de policiamento, em especial do Comando de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal;
  • A autorização para mais de cem ônibus ingressarem livremente em Brasília sem qualquer acompanhamento policial, mesmo sendo fato notório que praticam atos violentos;
  • Total inércia no encerramento do acampamento na frente do quartel-general do Exército, mesmo quando patente que o local “estava infestado de terroristas”.

Segundo Moraes, houve falta de preparação da Secretaria de Segurança Pública para prevenir os atos terroristas.

No caso dos atos ocorridos em 8/1/2023, há fortes indícios de que as condutas dos terroristas criminosos só puderam ocorrer mediante participação ou omissão dolosa – o que será apurado nestes autos – das autoridades públicas mencionadas”
Alexandre de Moraes, ministro do STF

Moraes considerou o comportamento do ex-secretário de Segurança Pública como “gravíssimo” e disse que poderia colocar em risco a vida de diversas autoridades, como o presidente da República, parlamentares e ministros do Supremo Tribunal Federal.

A decisão de Moraes foi referendada pela maioria do tribunal — por 9 votos a 2, o plenário validou a prisão do ex-ministro. As únicas divergências ficaram com Nunes Marques e André Mendonça, ambos indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

UOL

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Brasil

Petistas preveem que Lira vai “endurecer” com governo Lula se reeleito

Ministros e aliados de Lula no Congresso Nacional preveem que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vai “endurecer” com o governo após sua provável reeleição para o comando da Casa, em 1º de fevereiro.

A avaliação é de que, após garantir mais um mandato como presidente da Câmara com apoio do PT e de outras siglas aliadas de Lula, Lira se sentirá seguro em cobrar uma fatura mais alta para ajudar o governo no Legislativo.

A aposta de petistas é de que, como parte dessa estratégia, o presidente da Câmara deverá “testar” o tamanho da base governista logo nas primeiras votações de 2023 na Casa.

Na avaliação de aliados de Lula, Lira pautará alguns projetos para avaliar se bancadas que têm ministérios no governo, como União Brasil, PSD e MDB, votarão ou não com Lula.

Cautela

Diante da postura de Lira e das invasões de 8 de janeiro, ministro do Palácio do Planalto defendem que o governo tenha cautela com os projetos que enviará e que apoiará no Congresso.

A avaliação é de que, especialmente após as invasões, o Executivo não pode demonstrar fraqueza ao patrocinar projetos que tenham dificuldade em passar no parlamento.

Igor Gadelha – Metrópoles

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Brasil

Lula envia missão diplomática na próxima semana à Venezuela, para reabrir embaixada do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviará uma missão à Venezuela, na próxima semana, para dar início ao processo de reabertura da Embaixada do Brasil em Caracas e de outras representações diplomáticas brasileiras naquele país. Os imóveis estão fechados há mais de dois anos, por determinação do então presidente Jair Bolsonaro.

A missão será chefiada pelo embaixador Flávio Macieira, considerado um experiente diplomata pelo chanceler Mauro Vieira. A primeira tarefa será avaliar as condições da residência oficial do embaixador brasileiro que voltará para Caracas, o prédio da embaixada e o Consulado do Brasil na capital venezuelana.

Serão analisados, além das condições físicas, o valor que precisará ser investido para a recuperação dos imóveis e a situação dos funcionários locais afastados com a interrupção dos serviços pelo governo brasileiro. Após a averiguação, a ordem é trabalhar para que as representações brasileiras sejam reabertas o quanto antes.

As portas da embaixada do Brasil em Caracas foram fechadas em abril de 2020, quando o Itamaraty era chefiado por Ernesto Araújo. Antes disso, ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, o Brasil passou a reconhecer como presidente interino da Venezuela o líder da oposição Juan Guaidó, sob o argumento de que a Maduro é um ditador e ilegítimo.

Em 2019, uma portaria conjunta do Itamaraty e do Ministério da Justiça proibiu a entrada de Maduro e outras dezenas de pessoas alinhadas ao líder venezuelano no Brasil. A pedido da equipe de transição de Lula, a portaria foi revogada dois dias antes da posse do novo governo, no dia 30 de dezembro de 2022.

Havia a expectativa de Nicolás Maduro desembarcar em Brasília, no dia 1º de janeiro, para a cerimônia de posse de Lula. Porém, o venezuelano desistiu de vir para o Brasil, porque não havia garantia de abastecimento de combustível em sua aeronave. A Petrobras não pode vender o produto para a Venezuela, devido a sanções internacionais impostas ao país vizinho.

O Globo

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Brasil

Flávio Dino diz que mais pessoas deverão ser presas nas investigações sobre os atos em Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), disse neste sábado, em entrevista ao canal GloboNews, que o governo Lula tem agido com rigor na investigação contra o ex-ministro da Justiça Anderson Torres pelo fato dele ter “antecedentes” que geram desconfiança sobre a postura assumida nos ataques do último domingo (8) às sedes dos três Poderes em Brasília.

Dino citou, como “antecedentes”, a forma como as polícias comandadas pelo Ministério da Justiça agiram nas rodovias na véspera das eleições impedindo eleitores de irem votar, no pedido para que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) agisse contra os institutos de pesquisas, na tentativa de “instrumentalização” e na “inércia” das polícias no bloqueio das rodovias federais.

Na entrevista, o ministro relatou que chegou a tratar de questões de segurança pública de forma respeitosa e responsável com os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do Rio de Janeiro, Claudio Castro. “Vejam que não são governos aliados com o nosso”, afirmou.

Da parte de Ibaneis, Dino disse que as investigações vão apontar se, “no mínimo, houve um erro político”. “Ele [o governador] está se defendendo e caberá ao Judiciário investigar”, ressaltou.

O ministro da Justiça e Segurança Pública afirmou que, assim como Torres, mais pessoas deverão ser presas, não mais em flagrante. Isso também se aplicará aos “financiadores”, que atuaram em outras camadas de incentivo financeiro e com valores mais expressivos; aos que incitaram os ataques; e aqueles que atuaram como “mandantes” dos atos.

Valor Econômico

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Brasil

“Extremamente preocupante”, diz Elon Musk sobre censura de Alexandre de Moraes

Elon Musk, dono do Twitter, disse estar preocupado com a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em razão dos bloqueios na rede social.

A declaração foi feita em resposta a uma série de posts do jornalista Glenn Greenwald sobre decisões recentes do magistrado. Em publicação na noite de sexta, o bilionário escreveu: “Isso é extremamente preocupante”.

O jornalista americano tem questionado nos últimos dias o protagonismo de Moraes em relação aos atos golpistas de 8 de janeiro. Em publicação na sexta, por exemplo, ele afirmou que “o regime de censura no Brasil está crescendo rapidamente, quase diariamente”. 

As contas do Twitter do deputado federal eleito Nikolas Ferreira e do podcaster Monark foram retidas por decisões judiciais. Na manhã deste sábado (14), os dois perfis mostram aviso de que estão indisponíveis no Brasil.

O Antagonista

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Brasil

Justiça concede liberdade condicional a ex-goleiro Bruno

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liberdade condicional ao ex-goleiro Bruno, condenado a vinte anos e nove meses de prisão pelo assassinato de Eliza Samúdio. O crime aconteceu em 2010. O ex-atleta cumpria pena em regime semiaberto domiciliar desde julho de 2019. Na quinta-feira, 12, a juíza Ana Paula Abreu Filgueiras, da Vara de Execuções Penais, decidiu acatar o pedido de liberdade condicional feito pelo advogado de Bruno, Luiz Gregório.

A partir de agora, o ex-goleiro não é obrigado a obedecer restrição de horário para ficar fora de sua casa. Seu único compromisso é se apresentar de três em três meses a agentes da Secretaria de Administração Penitenciário do estado.

Argumento

De acordo com a juíza, Bruno vinha cumprindo as regras da prisão domiciliar e não existem apontamentos em sua Folha de Antecedentes Criminais. Os argumentos respondem ao questionamento do Ministério Público, que havia dado dois pareceres contrários à concessão de liberdade condicional ao ex-atleta.

Eliza Samúdio era amante do goleiro e foi morta em Vespasiano, em Minas Gerais, depois de ter sido levada à força do Rio de Janeiro, onde morava, para o sítio do ex-jogador em Esmeralda, no estado mineiro. Na ocasião, Eliza buscava de Bruno o reconhecimento de paternidade do filho, Bruninho, comprovada posteriormente ao seu assassinato.

O ex-goleiro, à época titular do Flamengo, confessou ter sido o mandante do crime. O corpo de Eliza nunca foi encontrado. A criança encontra-se com os avós maternos.

Veja

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Brasil

URGENTE: Anderson Torres chega ao Brasil e é preso pela Polícia Federal

VÍDEO: Anderson Torres embarca nos EUA para ser preso no Brasil | Revista  Fórum
O ex-ministro da Justiça Anderson Torres chegou ao Brasil na manhã deste sábado (14), após viagem aos Estados Unidos, e foi preso pela Polícia Federal. Há um mandado de prisão contra Torres, decretado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O avião pousou por volta de 7h20 no Aeroporto Internacional de Brasília.

Torres foi o primeiro a descer do avião e foi recebido por um delegado da Polícia Federal (PF). Ele foi levado diretamente do avião para o hangar da PF, de acordo com apuração da analista da CNN Basília Rodrigues.

Ele será investigado devido aos ataques às sedes do Congresso, do STF e ao Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, pois era secretário de Segurança do Distrito Federal — cargo ao qual foi exonerado no mesmo dia –, responsável pela segurança da Esplanada dos Ministérios na data.

Torres é acusado de ser conivente e omisso na situação, não preparando um esquema capaz de proteger os Poderes contra os ataques, mesmo com a informação de que eles poderiam ocorrer.

CNN Brasil

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Brasil

Não há elementos para investigar Bolsonaro por minuta na casa de Torres, diz Dino

Flávio Dino quer mais poder federal sobre segurança em Brasília
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou nesta sexta-feira (13), que ainda não há elementos para investigar o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) no caso da minuta encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres que previa decretar estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O objetivo, de acordo com o rascunho, era reverter o resultado da eleição em que Bolsonaro foi derrotado pelo atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“A apreensão do documento em si mesma já é um fato relevante. É claro que isso constará do inquérito policial, porque configura ainda mais cabalmente que existe uma cadeia de responsáveis pelos eventos”, disse Dino, durante coletiva de imprensa na sede do Ministério da Justiça.

“Lembro também que o Ministério Público Federal, por intermédio de algumas dezenas de procuradores, solicitou que as investigações se refiram ao senhor Jair Bolsonaro. Mas claro que isso depende da requisição do Ministério Público nesse caso concreto, e nós não temos elementos ainda, neste instante, para afirmar que o senhor Bolsonaro é investigado, formalmente falando.”

CNN Brasil

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