Brasil

Bolsonaro terá que passar por cirurgia quando voltar ao Brasil, diz médico


Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá que passar por uma nova cirurgia quando retornar ao Brasil, segundo o médico Antônio Luiz Macedo, que trata do intestino dele desde a facada sofrida na campanha de 2018. A operação é um dos fatores que Bolsonaro deverá levar em conta na decisão de voltar dos EUA.

Macêdo afirma que o paciente será operado ainda em decorrência das sequelas do atentado, mas não antecipa detalhes e diz que espera o retorno dele ao país para marcar a data. A necessidade da operação é confirmada por pessoas próximas ao ex-presidente. Nova operação em território americano está descartada por causa dos altos custos.

Bolsonaro ficou internado nos Estados Unidos, nos dias 9 e 10 deste mês, por causa de uma obstrução intestinal, quadro a que ele está sujeito em razão da facada e das quatro cirurgias posteriores na região. Foi descartada a necessidade de operação, e o ex-presidente voltou para a casa onde está hospedado.

Na ocasião, ele indicou que daria continuidade ao tratamento no Brasil. “Eu vim [aos EUA] para ficar até o final do mês [janeiro], mas pretendo antecipar minha volta. Porque, no Brasil, os médicos já sabem do meu problema de obstrução intestinal por causa da facada. Aqui, os médicos não me acompanharam”, disse à CNN Brasil.

Como o intestino de Bolsonaro ficou mais sensível, o órgão pode ficar com aderências (partes do órgão que ficam coladas), o que provoca a chamada suboclusão (quando o material digerido é impedido de passar normalmente pelas alças). As crises provocam desconforto e dores.

Painel – Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Lula posta foto com ditador cubano e fala em restabelecer relações diplomáticas

Foto: RICARDO STUCKERT/PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), publicou nas redes sociais nesta terça-feira (24) uma foto ao lado do ditador cubano, Miguel Díaz-Canel. Os dois se encontraram em Buenos Aires, capital da Argentina, após reunião da 7ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

A reunião desta terça marcou a volta do Brasil ao organismo, que tem a participação de Cuba e outras ditaduras, como Nicarágua e Venezuela. Ao registrar o encontro com Díaz-Canel, Lula disse que estava restabelecendo as relações diplomáticas do Brasil no mundo.

Não foi divulgado se os dois conversaram sobre as possíveis violações de direitos humanos em Cuba. A Anistia Internacional denuncia a perseguição aos opositores do regime ditatorial de Díaz-Canel.

Na segunda-feira (23), ao participar de uma reunião com o presidente da Argentina, Alberto Fernández, Lula prometeu que “fará um esforço” para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) volte a financiar projetos de países vizinhos. No passado, o banco financiou construtoras brasileiras em países da América Latina e África que foram foco de investigações anticorrupção na operação Lava Jato.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Moraes mantém Roberto Jefferson na cadeia

MPF denuncia Roberto Jefferson por tentativa de homicídio de policiais  federais - JOTA
Alexandre de Moraes negou nesta terça-feira (24) pedido da defesa de Roberto Jefferson (PTB, foto) para libertar o ex-deputado, que está preso desde outubro.

O ministro do STF argumentou que a situação que motivou a prisão preventiva de Jefferson se mantém.

Em 23 de outubro do ano passado, uma semana antes do segundo turno presidencial entre seu aliado Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT), o ex-deputado recebeu a tiros de fuzil e granadas policiais federais que haviam ido prendê-lo na sua casa em Comendador Levy Gasparian (RJ).

Na época, Jefferson havia acabado de veicular novos vídeos com ataques ao processo eleitoral e a ministros do TSE. Após reagir a tiros à PF, ele foi preso em flagrante sob a acusação de tentativa de homicídio; hoje, o ex-deputado é réu por quatro tentativas de homicídio.

Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Exército barra nomeação de oficial ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

General Tomás Miguel Ribeiro Paiva, novo comandante do Exército - Metrópoles
O novo comandante do Exército, Tomás Paiva, suspendeu a nomeação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para chefiar o 1º Batalhão de Ações de Comando, o 1º BAC, em Goiânia.

A decisão foi tomada em reunião entre Paiva e Cid, nesta terça-feira (24/1). Não se sabe ainda qual cargo o ajudante de ordens de Bolsonaro deve assumir e se vai assumir alguma função de comando relevante.

Cid é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de uma espécie de caixa 2 no Palácio do Planalto.

A reportagem mostra que a Polícia Federal mapeou as transações financeiras do militar e encontrou indícios de irregularidades no uso do cartão corporativo, que incluía saques em dinheiro. Os recursos eram usados, inclusive, para pagar contas pessoais da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e de familiares dela.

Tomás Paiva assumiu o comando do Exército após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitir o general Júlio César de Arruda. A gota d’água teria sido a recusa do então comandante em exonerar Cid do posto no 1º Batalhão de Ações e Comandos.

A unidade é considerada sensível e estratégica por ter, entre suas atribuições, a de realizar operações de emergência para debelar ameaças a Brasília e, em eventuais situações de guerra, cumprir missões delicadas contra alvos tidos como difíceis.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Ex-braço direito de Bolsonaro não será “condenado por especulação”, diz Múcio

O principal erro das Forças Armadas no 8 de janeiro, segundo Múcio –  CartaExpressa – CartaCapital
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro (foto), afirmou nesta terça (24) que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-braço direito de Jair Bolsonaro (PL) no Planalto, não será “condenado por especulação”. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews. 

Exonerado do cargo de Assessor-Chefe Militar da Ajudância-de-Ordens do Gabinete Pessoal do Presidente da República no início do ano pelo governo Lula, Cid é investigado pela Polícia Federal por transações suspeitas que teriam favorecido a família de Bolsonaro.

“Nós não estamos querendo condenar ninguém por especulação, não cometer injustiça, mas tenho absoluta certeza que se tiver algum fato comprovado, isso deverá ser adiado [nomeação do Cid], postergado, alguma coisa vai acontecer”, disse Múcio.

O ministro também afirmou que o novo comandante do Exército, Tomás Miguel Ribeiro Paiva, pediu para tomar as rédeas no debate sobre a situação de Cid.

“O general Tomás pediu para que ele tomasse à frente para decidir o que é que vai fazer. Mas que tomará as providências e combinará comigo e com o presidente”, explicou Múcio, acrescentando que Lula não pediu, de forma definitiva, a retirada de Cid do comando do Primeiro Batalhão de Ações de Comando, em Goiânia, até o momento.

Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Marina diz desconhecer gasoduto poluente na Argentina que pode ser pago pelo Brasil

Por meio de seu gabinete, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (foto), disse desconhecer o gasoduto Néstor Kirchner que o governo Lula poderá financiar na Argentina. A manifestação ocorreu após Marina ter sido procurado pelo Poder360.

Ontem, ao falar sobre o assunto, o petista não mencionou que o gás de xisto explorado na Argentina é muito mais poluente do que o encontrado no Brasil, nos poços de pré-sal, que não é usado porque aqui não há dutos de transporte no país.

“O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima não tem conhecimento sobre o projeto e da intenção do BNDES em financiá-lo. Trata-se de um empreendimento complexo que envolve riscos socioambientais significativos a serem devidamente considerados”, afirmou o gabinete de Marina.

A primeira fase do gasoduto Néstor Kirchner está concluída. Agora, o governo argentino busca recursos para continuar a obra, com 500 quilômetros, ligando os campos de óleo e gás da região de Vaca Muerta até San Jerónimo, na província de Santa Fé, possibilitando a exportação para o Brasil. Para extrair gás desse tipo de local é realizado um procedimento considerado muito danoso ao meio ambiente, porque é necessário quebrar o solo, num sistema conhecido em inglês como “fracking”.

A exploração de gás de xisto — o tipo de insumo da Argentina — não é regulamentada em território brasileiro e inclusive já foi objeto de decisões judiciais na Bahia e no Paraná que suspenderam as atividades de exploração por meio do faturamento em áreas leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Por O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Petrobras aumenta preço da gasolina de R$ 3,08 para R$ 3,31

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (24) que o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro. O aumento de R$ 0,23 por litro vale a partir de amanhã (25).

Por conta da mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba.

Segundo a estatal, o aumento “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Em 2016, a Petrobras passou a adotar um sistema de correção de preços que considera as variações da taxa de câmbio e o valor do barril de petróleo no mercado internacional. Também são considerados na fórmula custos como frete de navios, custos internos de transporte e taxas portuárias.

Isso blinda a empresa contra intervenções políticas para segurar reajustes. Por outro lado, em tempos de instabilidade (como foi 2022 por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia), a alta de preços acaba sendo quase constante e isso é sentido pelos consumidores de maneira direta.

Quando o PPI (Preço de Paridade Internacional) começou a ser adotado, em 2016, havia uma crise no preço do barril de petróleo. Mas a commodity valorizou e o preço subiu.

Só houve queda no valor da gasolina em 2020 e 2022. Em 2020, a pandemia de covid-19 reduziu as projeções de consumo e o preço do petróleo despencou. Em 2022, o teto de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e os reajustes da Petrobras, com a redução do preço do barril no final do ano frente aos patamares de fevereiro a agosto, levaram à queda.

O preço da gasolina caiu 1,2% na última semana, segundo dados divulgados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) na 2ª feira (23.jan). O combustível foi vendido a R$ 4,98 na média nacional na semana de 15 a 21 de janeiro.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

MÁRIO SABINO: O velho e mau Lula está de volta

Faz muito tempo, em 5 de janeiro deste ano, Fernando Haddad, o avatar do ministro da Fazenda, foi indagado por um repórter sobre a criação de uma moeda única com a Argentina. “Não existe moeda única, não existe essa proposta. Vai se informar primeiro”, irritou-se Fernando Haddad. Ontem, Lula, o verdadeiro ministro da Fazenda, e o presidente do país vizinho, Alberto Fernández, assinaram um memorando sobre integração econômica e financeira.

Tradução: vamos emprestar dinheiro para a Argentina, assim como emprestamos para a Venezuela e Cuba, quando Lula era presidente, e arcar com o prejuízo, embora o avatar tenha dito que não, muito pelo contrário, que o Banco do Brasil (sobrou para os acionistas, coitados) não tomará risco nos financiamentos. Já quanto ao BNDES, que levou um calote total de 529 milhōes de dólares de venezuelanos e cubanos, la garantia soy yo.

Antes da assinatura do troço, Lula defendeu a adoção de uma moeda comum, a ser usada nas transações entre Brasil, o roto, e Argentina, a esfarrapada. A estrovenga está no memorando. Os argentinos sugeriram que se chamasse “sur” (sul, em espanhol). Eu sugiro que ela se chame “surto” (loucura, em qualquer língua). O avatar explicou que a moeda comum não é a moeda única aventada por Paulo Guedes. É uma “nova engenharia, que não seja o pagamento em moedas locais, mas que não chegue ao estágio de unificação monetária”, disse ele. Ninguém entendeu lhufas. Nem o avatar.

Moeda única ou moeda comum, não importa, eu já esgotei o assunto para mim mesmo: desde sempre, a América Latina tem moeda única, comum, seja o que for. Chama-se estupidez.

A ida do presidente brasileiro a Buenos Aires não nos proporcionou apenas emprestar dinheiro a outro país quebrado, mas governado por esquerdista, o que é o único critério técnico. A visita nos deu de volta o velho e mau Lula sem medo de ser feliz, aquele que enche de orgulho o perfeito idiota latino-americano. Lá pelas tantas, o presidente brasileiro disse o seguinte sobre a Venezuela (caloteira 1):

“Deveríamos ter duas coisas na cabeça. Primeiro, a gente permitir com muita tranquilidade que a autodeterminação dos povos fosse respeitada em qualquer país. Da mesma forma que eu sou contra a ocupação territorial que a Rússia fez na Ucrânia, eu sou contra muita ingerência no processo da Venezuela. Para resolver o problema da Venezuela, a gente vai resolver com diálogo e não com bloqueio. A gente vai resolver com diálogo e não com ameaça de ocupação. A gente vai resolver com diálogo e não com ofensas pessoais.”

Este é o nosso Lula: um sujeito capaz de comparar a situação da Ucrânia democrática invadida pela Rússia de Vladimir Putin à situação da Venezuela oprimida pela ditadura bolivariana — cujo povo, no pensamento mágico castrista-petista, autodeterminou-se à tirania de Hugo Chávez, que alguém o tenha, e à do seu sucessor, Nicolás Maduro, ambos amigos do peito do presidente brasileiro e do Partido dos Trabalhadores.

O velho e mau Lula sem medo de ser feliz, bem como a organização que ele comanda, é um democrata muito relativo. Ele não acha que há um problema na Venezuela, vamos combinar. Acha que há uma solução — talvez mal gerida, mas solução. Em 2013, Lula gravou um vídeo eleitoral em apoio a Nicolás Maduro, no qual afirmou:

“Sempre foi visível sua profunda afinidade com nosso querido e saudoso amigo Hugo Chávez. Os dois compartilhavam as mesmas ideias sobre o destino do nosso continente e os grandes problemas mundiais. Mais do que isso, Chávez e Maduro tinha as mesmas concepções em relação aos desafios que a Venezuela tinha pela frente: em defesa dos mais pobres.”

É conversa para macaco velho dormir que, de lá para cá, Lula tenha mudado de ideia a respeito do bolivarianismo.

Assim como também não mudou de ideia quanto à ditadura cubana. Na sua viagem a Buenos Aires, o velho e mau Lula deu o seu recado sobre a ilha-prisão (caloteira 2):

“Espero que logo, logo, Cuba possa voltar a um processo de normalidade e se acabe o bloqueio (comercial) que já dura mais de 60 anos, sem nenhuma necessidade.”

Espera, nada. O regime imposto por Fidel Castro é o modelo de normalidade sonhado por Lula e pela sua organização, vamos deixar de papo furado. Eles só não tiveram uma Sierra Maestra para chamar de sua. Tinham, em lugar disso, uns departamentos de operações estruturadas que foram desmantelados. Ainda bem que surgiu um Jair Bolsonaro no meio do caminho, ufa: a gente, agora, vai reconstruir esse país, se é que você me entende.

Pode surtar aí, companheiro, ofender me chamando de bolsonarista e coisa e tal, enquanto eu cantarolo Guantanamera.

Mário Sabino – Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

BNDES voltará a financiar projetos em países vizinhos, diz Lula

Após anos de proibição, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltará a financiar projetos de desenvolvimento e de engenharia em países vizinhos, disse hoje (23) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele deu a declaração acompanhado do presidente argentino, Alberto Fernández, em encontro com empresários brasileiros e argentinos durante a viagem a Buenos Aires.

Segundo Lula, a atuação do banco de fomento é importante para garantir o protagonismo do Brasil no financiamento de grandes empreendimentos e no desenvolvimento da América Latina.

“Eu vou dizer para vocês uma coisa. O BNDES vai voltar a financiar as relações comerciais do Brasil e vai voltar a financiar projetos de engenharia para ajudar empresas brasileiras no exterior e para ajudar que os países vizinhos possam crescer e até vender o resultado desse enriquecimento para um país como o Brasil. O Brasil não pode ficar distante. O Brasil não pode se apequenar”, declarou Lula.

No discurso, o presidente também defendeu que o BNDES empreste mais. “Faz exatamente quatro anos em que o BNDES não empresta dinheiro para desenvolvimento porque todo dinheiro do BNDES é voltado para o Tesouro, que quer receber o empréstimo que foi feito. Então, o Brasil também parou de crescer. O Brasil parou de se desenvolver e o Brasil parou de compartilhar a possibilidade de crescimento com outros países”, disse.

No governo anterior, o BNDES fez auditorias em financiamentos a países latino-americanos na década passada e divulgou o resultado numa página especial no site da instituição na internet. As investigações não encontraram irregularidades.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Em 2023, Senado já recebeu dois pedidos de impeachment contra Moraes

Os pedidos de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes já começaram a ser protocolados no Senado neste ano.

Com poucos dias de 2023, na Casa Alta já consta dois pedidos contra o ministro. De acordo com os documentos, Moraes cometeu crime de responsabilidade.

O primeiro pedido veio em 5 de janeiro, feito por seis advogados bolsonaristas. Um dos pontos citados no texto é o suposto “cerceamento da liberdade de expressão” por parte de Moraes.

Em 9 de janeiro, o segundo pedido. No documento, o impeachment do ministro é justificado por um suposto “abuso de autoridade”.

O PL de Jair Bolsonaro tem a maior bancada do Senado, com 14 parlamentares. E é pelo Senado que o pedido de impeachment de ministros do STF pode, constitucionalmente, ser concluído. No entanto, é preciso ser aceito pelo presidente da Casa. Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou, em 2022, que não aceitaria pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. Caso reeleito nas eleições de fevereiro, a posição do senador mineiro deve se manter.

Jornal Estado de Minas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.