Brasil

“Nem inimigo faria trabalho melhor contra o Brasil” do que Lula, diz Ciro Nogueira


Foto: Isac Nóbrega/PR.

Ex-ministro de Jair Bolsonaro, o senador Ciro Nogueira (PP-PI, foto) voltou a criticar as recentes declarações de Lula sobre a guerra na Ucrânia.

Para o presidente do PP, “nem um diplomata inimigo do Brasil faria um trabalho melhor contra o país” do que o petista, que tem atribuído culpa a Kiev pelo conflito e responsabilizado Estados Unidos e União Europeia pelo prolongamento da invasão russa.

“O presidente Lula, em apenas uma frase, ao culpar a Ucrânia pelo início da guerra, tirou do Brasil e de São Paulo US$ 50 bilhões de reais de investimentos e 10 mil empregos que já estavam praticamente aqui”, disse Ciro, referindo-se à suspensão das negociações entre a estatal ucraniana Antonov e o governo paulista para a produção de aviões.

“Foi a frase mais cara contra o Brasil até hoje. Fora outras que ainda não mostraram o prejuízo que irão causar”, acrescentou.

“Lula sai pelo mundo desfilando com o MST justo no abril vermelho, dando um sinal contra o agro brasileiro, ataca o dólar e culpa a Ucrânia pela invasão que sofreu. Nem um diplomata inimigo do Brasil faria um trabalho melhor contra o país”, concluiu.

O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Xingado e vaiado em Portugal, Lula pede palmas na Espanha


Foto: Ricardo Stuckert

Após turbulenta passagem por Portugal, o presidente Lula pediu para ser aplaudido na Espanha. Em declaração ao lado do presidente de governo espanhol, Pedro Sánchez, o brasileiro afirmou que as pessoas têm vergonha de bater palmas.

“Eu aprendi que palmas e vaias alguém tem que puxar, alguém tem que ser o primeiro. Porque as pessoas têm vergonha de bater palma e vergonha de vaiar. É só alguém começar que todo mundo consegue aplaudir. Então vocês, por favor, batam palmas“, disse Lula.

Lula cumpre agenda na Europa. Em compromisso em Portugal, o presidente enfrentou protestos, vaias e insultos. No Parlamento português, deputados chegaram a exibir bandeiras da Ucrânia e cartazes com os dizeres “chega de corrupção”.

Diário do Poder

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Favorito para o GSI vê falha generalizada em ataques de 8 de janeiro


Foto: Sd Gabriel/Divulgação Exército / Estadão.

Nome mais cotado para assumir o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Marcos Antonio Amaro dos Santos relatou em conversa recente que enxerga uma falha generalizada nos ataques golpistas executados em Brasília no dia 8 de janeiro.

A um interlocutor, o general Amaro, como é conhecido, afirmou que os ataques indicam uma falha do sistema de segurança “de forma abrangente”. No dia 8 de janeiro, Brasília acabou tomada por hordas de criminosos que defendiam uma ruptura institucional. Os golpistas invadiram e depredaram o Supremo Tribunal Federal, o Congresso e o Palácio do Planalto.

Amaro não falou publicamente sobre o que faria se assumisse o GSI, mas nessa conversa reservada comentou que o órgão não é o único a precisar de mudanças. Para esse mesmo interlocutor, o general disse que o sistema de segurança precisa passar de forma abrangente por uma revisão, o que não envolveria só os militares do gabinete presidencial.

Ao comentar reservadamente a saída do general Gonçalves Dias da chefia do órgão, Amaro disse acreditar que o antigo ministro do GSI não deve ter recebido “informações adequadas e de forma oportuna”.

Antes de viajar para a Europa na semana passada, Lula teve uma rápida conversa com Amaro no Palácio do Planalto. Eles devem se falar novamente ainda nesta semana, quando Lula deve bater o martelo sobre o futuro do órgão. O presidente retorna da Espanha na noite desta quarta-feira, 26.

Se virar o novo chefe do GSI, essa não será a primeira experiência de Amaro à frente da segurança presidencial. O general foi o chefe do gabinete militar da ex-presidente Dilma Rousseff, depois que ela extinguiu o GSI. Antes disso, foi também o responsável pela segurança de Dilma no órgão.

No governo Bolsonaro, Amaro foi preterido de virar comandante do Exército. Ele foi cotado ao comando porque era o chefe do Estado-Maior, segundo posto mais alto na hierarquia da instituição, quando estourou a crise em que se demitiram o então ministro da Defesa de Bolsonaro, Fernando Azevedo e Silva, e os três comandantes à época das Forças Armadas.

Lula ainda avalia se vai reformular o GSI ou extinguir o órgão. Depois dos ataques de 8 de janeiro, ele retirou poderes dos militares e transferiu o trabalho de garantir sua “segurança imediata” para a Secretaria Extraordinária de Segurança Imediata, criada pouco depois do episódio.

Desde então, o GSI continuou responsável por tarefas da segurança e da escolta presidencial, mas o papel mais relevante ficou com o chefe dessa nova secretaria, o delegado Alexsander Castro Oliveira, da Polícia Federal. Ao criar essa nova estrutura, Lula decidiu que esse modelo funcionaria até 30 de junho.

Quando deu uma entrevista à coluna no começo de fevereiro, Amaro desaprovou a divisão de atribuições entre policiais federais e militares na segurança presidencial.

“A dupla reponsabilidade não atende a um dos fundamentos da segurança presidencial, que é a unidade de comando. Não é uma coisa interessante quando você divide a responsabilidade. Dificulta”, afirmou o general da reserva à coluna na época.

No entanto, pela gravidade dos ataques, Amaro afirmou à época que essa medida foi necessária para que Lula retomasse a confiança no GSI.

Por Terra.Foto: Sd Gabriel/Divulgação Exército / Estadão.

Nome mais cotado para assumir o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Marcos Antonio Amaro dos Santos relatou em conversa recente que enxerga uma falha generalizada nos ataques golpistas executados em Brasília no dia 8 de janeiro.

A um interlocutor, o general Amaro, como é conhecido, afirmou que os ataques indicam uma falha do sistema de segurança “de forma abrangente”. No dia 8 de janeiro, Brasília acabou tomada por hordas de criminosos que defendiam uma ruptura institucional. Os golpistas invadiram e depredaram o Supremo Tribunal Federal, o Congresso e o Palácio do Planalto.

Amaro não falou publicamente sobre o que faria se assumisse o GSI, mas nessa conversa reservada comentou que o órgão não é o único a precisar de mudanças. Para esse mesmo interlocutor, o general disse que o sistema de segurança precisa passar de forma abrangente por uma revisão, o que não envolveria só os militares do gabinete presidencial.

Ao comentar reservadamente a saída do general Gonçalves Dias da chefia do órgão, Amaro disse acreditar que o antigo ministro do GSI não deve ter recebido “informações adequadas e de forma oportuna”.

Antes de viajar para a Europa na semana passada, Lula teve uma rápida conversa com Amaro no Palácio do Planalto. Eles devem se falar novamente ainda nesta semana, quando Lula deve bater o martelo sobre o futuro do órgão. O presidente retorna da Espanha na noite desta quarta-feira, 26.

Se virar o novo chefe do GSI, essa não será a primeira experiência de Amaro à frente da segurança presidencial. O general foi o chefe do gabinete militar da ex-presidente Dilma Rousseff, depois que ela extinguiu o GSI. Antes disso, foi também o responsável pela segurança de Dilma no órgão.

No governo Bolsonaro, Amaro foi preterido de virar comandante do Exército. Ele foi cotado ao comando porque era o chefe do Estado-Maior, segundo posto mais alto na hierarquia da instituição, quando estourou a crise em que se demitiram o então ministro da Defesa de Bolsonaro, Fernando Azevedo e Silva, e os três comandantes à época das Forças Armadas.

Lula ainda avalia se vai reformular o GSI ou extinguir o órgão. Depois dos ataques de 8 de janeiro, ele retirou poderes dos militares e transferiu o trabalho de garantir sua “segurança imediata” para a Secretaria Extraordinária de Segurança Imediata, criada pouco depois do episódio.

Desde então, o GSI continuou responsável por tarefas da segurança e da escolta presidencial, mas o papel mais relevante ficou com o chefe dessa nova secretaria, o delegado Alexsander Castro Oliveira, da Polícia Federal. Ao criar essa nova estrutura, Lula decidiu que esse modelo funcionaria até 30 de junho.

Quando deu uma entrevista à coluna no começo de fevereiro, Amaro desaprovou a divisão de atribuições entre policiais federais e militares na segurança presidencial.

“A dupla reponsabilidade não atende a um dos fundamentos da segurança presidencial, que é a unidade de comando. Não é uma coisa interessante quando você divide a responsabilidade. Dificulta”, afirmou o general da reserva à coluna na época.

No entanto, pela gravidade dos ataques, Amaro afirmou à época que essa medida foi necessária para que Lula retomasse a confiança no GSI.

Terra

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Juiz conclui que Bolsonaro foi ‘descortês’, mas rejeita queixa-crime de Dilma


Foto: Alan Santos/PR e Presidencia del Uruguay.

A ex-presidente e atual diretora do Banco dos Brics, Dilma Roussef (PT), perdeu uma queixa-crime contra Jair Bolsonaro (PL) na Justiça do Distrito Federal. O processo foi arquivado porque o juiz do caso, Francisco Antonio Alves de Oliveira, do 2º Juizado Especial Criminal de Brasília, entendeu que não houve crime.

Dilma acusa Bolsonaro de tê-la injuriado através de uma publicação que ele fez no Twitter no dia 8 de agosto de 2019. Na ocasião, o então presidente relembrou seu discurso na Câmara dos Deputados em novembro de 2014 sobre a Comissão da Verdade – órgão que investiga violações a direitos humanos durante a Ditadura Militar.

“Comparo a Comissão da Verdade, essa que está aí, como aquela cafetina, que ao querer escrever a sua biografia, escolheu sete prostitutas. E o relatório final das prostitutas era de que a cafetina deveria ser canonizada. Essa é a comissão da verdade de Dilma Rousseff”, disse Bolsonaro, à época ainda deputado federal.

O vídeo continua disponível nas redes sociais do ex-presidente. O crime de injúria tem pena de um a seis meses de detenção.

Bolsonaro não chegou a se defender no processo e não constituiu advogado.

Inicialmente, Dilma apresentou a queixa-crime ao Supremo. O caso ficou parado até o fim do mandato presidencial.

Istoé

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Alckmin diz que erros não justificam acabar com GSI

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

Geraldo Alckmin defendeu nesta terça-feira (25) a manutenção do GSI, Gabinete de Segurança Institucional.

Durante a abertura oficial da 22ª Marcha dos Legislativos Municipais, em Brasília, o presidente em exercício disse que é preciso apurar os erros e punir os responsáveis.

“Nós não devemos acabar com o órgão porque houve erro. O que precisa é apurar e haver responsabilização”, afirmou.

As discussões sobre o órgão foram intensificadas após imagens das câmeras de segurança mostrarem o ex-ministro do GSI Gonçalves Dias no interior do Palácio do Planalto durante as invasões das sedes dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro.

O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Prefeito que casou com jovem de 16 anos já foi preso duas vezes em CPI do narcotráfico

Foto: Reprodução/Instagram

Ser investigado não é uma novidade na vida do prefeito de Araucária, Hissam Hussein Dehaini, agora na mira do Ministério Público do Paraná por causa de seu casamento com uma menina de 16 anos e da indicação da mãe da jovem para um cargo de secretária no município.

Em seu segundo mandato à frente da cidade paranaense, ele já foi alvo da Justiça como pessoa pública e também como empresário. Na sua ficha, estão duas prisões durante a CPI do Narcotráfico, uma detenção após Operação da Polícia Federal que investigava licitações fraudulentas e outros casos de nepotismo investigados na prefeitura nos últimos anos.

Envolvimento com tráfico

Investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico, entre o início dos anos 1990 e início dos 2000, Hussein foi indiciado por envolvimento com tráfico de drogas, furto e desmanche de veículos, concussão, extorsão, corrupção ativa e passiva. Na época, era apontado como empresário do ramo de hotéis e agência de carros.

Em uma das chácaras de sua propriedade, Hussein teria uma pista de pouso para helicópteros e um laboratório para o refinamento de cocaína, o que foi negado por ele com a justificativa de que operava uma empresa de transporte aéreo.

Em março de 2000, foi preso por 60 dias pela Polícia Federal, a pedido da CPI nacional. Voltou a ser detido sete meses depois, em outubro de 2000, na fase paranaense da Comissão, denunciado por tráfico de drogas, proteção a traficantes e pagamentos a policiais.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Bolsonaro deve depor à PF sobre atos de 8 de janeiro nesta quarta


Foto: REUTERS/Joe Skipper

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) presta depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (26) sobre os atos de vandalismo registrados em Brasília em 8 de janeiro, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos e depredados por extremistas.

O nome de Bolsonaro foi incluído em um inquérito no STF sobre os episódios de violência por decisão do relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes.

O magistrado concordou em investigar o ex-presidente a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que viu indícios de incitação pública à prática de crime por parte de Bolsonaro quando ele publicou um vídeo nas redes sociais, poucos dias após o 8 de janeiro, questionando o resultado das eleições presidenciais de 2022.

A defesa de Bolsonaro garante que ele jamais teve qualquer relação ou participação com os atos extremistas.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Comissão no Congresso aprova R$ 7,3 bilhões para governo bancar novo piso da enfermagem


Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados/Divulgação/CP

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (25) um crédito especial de R$ 7,3 bilhões no orçamento deste ano para que o Ministério da Saúde assuma o pagamento do piso salarial da enfermagem a partir de maio. O dinheiro previsto será usado para ajudar estados, municípios e o Distrito Federal a pagar o salário dos profissionais.

A proposta (PLN 5/23) também beneficia técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.

A lei define que a remuneração mínimos dos enfermeiros será de R$ 4.750. Os técnicos de enfermagem deverão receber 70% desse valor (R$ 3.325), e os auxiliares de enfermagem e as parteiras, 50% (R$ 2.375).

O piso foi instituído em 2022 a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional e sancionado em agosto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

CVM apura manipulação de preços de ações do TC por clientes da XP

Cotas do Trend US TEC começam a ser negociadas na B3 | B3
A autarquia, responsável por fiscalizar o mercado de valores mobiliários brasileiro, colocou dois inspetores dentro da maior corretora brasileira para avaliar suspeita de manipulação de preços em bolsa de valores, envolvendo as ações de emissão da TC Traders Club S.A. (TRAD3). Ambos os investigadores trabalham em uma sala separada dentro do prédio da corretora no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro.

De acordo com o documento obtido com exclusividade por O Antagonista, a CVM solicitou, no melhor estilo hollywoodiano, um espaço separado para os inspetores trabalharem; um responsável para fornecer informações caso seja necessário; e acesso às comunicações entre clientes e a mesa de negociação da XP.

Vale lembrar, no entanto, que, aparentemente, não há envolvimento da corretora na suposta manipulação. Os clientes em questão somente utilizavam a instituição para fazer as transações.

Consultada pela nossa reportagem, a CVM informou que “não comenta casos específicos”.

Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Comércio varejista tem queda de 0,1% de janeiro para fevereiro

Comércio varejista tem queda de 0,1% em agosto, diz IBGE | Agência Brasil
O volume de vendas de comércio varejista no país recuou 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na passagem de dezembro para janeiro, o setor havia crescido 3,8%.

O varejo cresceu 02,% na média móvel trimestral, 1% na comparação com fevereiro de 2022, 1,8% no acumulado do ano e 1,3% no acumulado de 12 meses.

Em fevereiro, seis das oito atividades do comércio varejista tiveram queda: equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-10,4%), tecidos, vestuário e calçados (-6,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2%), móveis e eletrodomésticos (-1,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7%) e combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

“Podemos fazer uma leitura dos resultados por consequência de um período ruim de Black Friday e Natal, que resultou em uma recuperação em janeiro e uma sustentação desse patamar em fevereiro. Além disso, um cenário de inflação estável em alguns setores importantes para a nossa pesquisa, como a alimentação em domicílio, que impacta a atividade de hiper e supermercados, também ajuda a entender os resultados observados em fevereiro”, disse o coordenador da pesquisa, Cristiano Santos.

Duas atividades tiveram alta: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,7%).

Receita nominal

A receita nominal do comércio varejista cresceu 0,3% na comparação com janeiro, 7,5% em relação a fevereiro de 2022, 9,3% no acumulado do ano e 13,6% no acumulado de 12 meses.

O volume de vendas do varejo ampliado, que inclui também materiais de construção e veículos/peças, cresceu 1,7% na passagem de janeiro para fevereiro. O segmento de veículos, motos, partes e peças cresceu 1,4%. Paralelamente, o setor de material de construção caiu 2%.

Na média móvel trimestral, o varejo ampliado cresceu 0,9%. Também houve crescimento de 0,1% no acumulado do ano. No entanto, foram anotadas quedas de 0,2% na comparação com fevereiro do ano passado e de 0,5% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo ampliado teve altas 1,8% na comparação com janeiro, 6,6% em relação a fevereiro de 2022, 7,8% no acumulado do ano e 11,7% no acumulado de 12 meses.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.