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Caixa começa a pagar distribuição do lucro do FGTS nesta quinta; saiba quem tem direito

Distribuição de R$ 12,7 bilhões dos resultados de 2022 será destinada aos trabalhadores que possuíam saldo nas contas do fundo até dezembro do ano passadoFoto: Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo

A Caixa Econômica Federal começa a pagar o lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nesta quinta-feira (27).

A distribuição de R$ 12,7 bilhões dos resultados de 2022 deve ser concluída em 31 de julho e será destinada aos trabalhadores que possuíam saldo nas contas do fundo até dezembro do ano passado.

O valor corresponde a 99% dos lucros líquidos obtidos pelo fundo em 2022. Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 217 milhões de contas poderão ser contempladas com os valores.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o investimento dará aos correntistas do FGTS ganhos reais, acima da inflação, na ordem de 1,3%.

No entanto, os valores são menores que os repassados em 2022, quando R$ 13,2 bilhões foram distribuídos.

Em reunião realizada na última terça-feira (25), os conselheiros do fundo também aprovaram a ampliação do orçamento do FGTS para habitação, que passou de R$ 28,85 bilhões para R$ 96,95 bilhões neste ano.

O pedido foi feito pelo Ministério das Cidades e distribuído da seguinte maneira: R$ 24,2 bilhões para reforço no Minha Casa, Minha Vida e R$ 4,64 bilhões para a linha de crédito habitacional Pró-Cotista.

Entenda quando é possível sacar o FGTS:

  • Na demissão sem justa causa;
  • No fim de contrato por prazo determinado;
  • Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou decretação de nulidade do contrato de trabalho;
  • Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • Na rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo da conta do FGTS;
  • Na aposentadoria;
  • No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do governo federal;
  • Na suspensão do trabalho avulso por prazo igual ou superior a 90 dias;
  • No falecimento do trabalhador;
  • Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente estiver com câncer;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave;
  • Quando o trabalhador permanecer por 3 anos ininterruptos fora do regime do FGTS (sem emprego com carteira assinada), com afastamento a partir de 14/07/1990, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta;
  • Quando a conta vinculada permanecer por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos e o afastamento do trabalhador ter ocorrido até 13/07/1990;
  • Para aquisição da casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional concedido no âmbito do SFH – nesse caso, é preciso ter 3 anos sob o regime do FGTS; não ser titular de outro financiamento no âmbito do SFH; não ser proprietário de outro imóvel;
  • Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio.

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Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC

Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC - Market Insider
O IDP (investimento direto no país) somou US$ 31,6 bilhões no 1º semestre deste ano, o que representa uma queda nominal (sem a correção pela inflação) de 26,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. O BC (Banco Central) divulgou o relatório de estatísticas do setor externo nesta 4ª feira (26.jul.2023).

Em valores, a queda do investimento direto, em termos nominais, representa uma diminuição de US$ 11,5 bilhões em comparação com o 1º semestre do ano passado.

O IDP é diferente da entrada de recursos estrangeiros na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo). Os dados do Banco Central demonstram o saldo da entrada e saída de recursos voltados para ganhos de longo prazo, como na área de negócios, empresas, aberturas de filiais multinacionais e obras de infraestrutura.

Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC

Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC© Fornecido por Poder360

Outros dados do Banco Central corroboram que há desaceleração do IDP no Brasil. No acumulado de 12 meses até junho, a entrada de recursos foi de US$ 80 bilhões. O valor é menor desde o acumulado de 1 ano até outubro de 2022, quando era de US$ 76,8 bilhões.

Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC

Investimento direto no país caiu 26,7% no 1º semestre, diz BC© Fornecido por Poder360

Segundo o BC, o investimento direto totalizou US$ 1,9 bilhões em junho, uma queda de 64% em comparação com o mesmo mês do ano passado. O recuo percentual corresponde a uma redução de US$ 3,3 bilhões, sendo que US$ 3 bilhões são de operações intercompanhias.

O chefe do departamento de estatística do Banco Central, Fernando Rocha, disse que o mês foi atípico e que “5 ou 6 grandes empresas” decidiram não rolar o pagamento em junho como estratégia de negócio, o que influenciou o resultado mensal. Enfatizou que 90% da queda do mês se deve às operações intercompanhias.

DADOS FRACOS NO ANO

Ainda assim que junho tenha sido atípico, quando considerada a entrada de investimento direto de janeiro a maio, houve um recuo de 21,5% no acumulado do ano em relação aos 5 primeiros meses de 2022.

Em resumo, o investimento direto está mais fraco no semestre. É o menor valor nominal desde 2019, se não forem considerados os anos da pandemia (2020, 2021). Está abaixo inclusive do volume de 2016, quando o país registrou uma recessão de 3,3%.

Poder360

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Dino defende decreto sobre armas e diz que fechará clubes de tiro ilegais

Foto: Amanda Perobelli.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu o novo decreto de armas, editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última sexta-feira (21), durante sua participação do programa “Bom Dia, Ministro” nesta quarta-feira (26).

“Tem muita gente reclamando [do novo decreto], eu lamento. São pessoas que fazem um discurso falso de defesa da liberdade. Existe liberdade de matar? Para cometer crime? Para fraudar? Para desviar arma para quadrilha?”, disse.

“Vamos intensificar a fiscalização nos clubes de tiro e aqueles que não cumprem a lei obviamente serão fechados”, acrescentou.

Segundo o ministro, os clubes de tiro cresceram nos últimos anos sem nenhuma regulamentação e assegurou que o novo decreto será cumprido.

“Infelizmente, na ausência de fiscalização, por trás de atividades legais, implantam-se atividades ilegais. Nós estamos preocupados com essa situação dos clubes de tiro que não cumprem a lei, então a diretriz do presidente vai ser cumprida”, declarou.

Confira mais detalhes na matéria de Marina Toledo, da CNN.

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Lula faz mudanças no Comando Militar do Nordeste e promove militares; Veja lista

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma série de trocas em cargos cargos de liderança das Forças Armadas e promoveu dez militares.

Entre as mudanças, está a troca do chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste, onde quem assume é o General Luiz Duarte de Figueiredo Neto.

As nomeações, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26), também foram assinadas pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.

As mudanças alcançaram postos de comando no Exército e na Marinha. Veja a lista abaixo:

• General Luiz Duarte de Figueiredo Neto foi nomeado chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste;

• General Alessandro da Silva foi nomeado comandante do 1º Grupamento de Engenharia, sendo exonerado do cargo de chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste;

• General Rogério Cetrim de Siqueira é o novo comandante da 7ª Região Militar, sediada em Recife. Antes, ele era diretor de Obras de Cooperação;

• General Flavio Marcus Lancia Barbosa foi nomeado comandante Logístico, deixando o cargo de chefe de Educação e Cultura do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas;

• General Flavio Mayon Ferreira Neiva foi nomeado subcomandante Logístico, deixando o cargo de chefe de Coordenação de Operações Logísticas;

• General Ulisses Mesquita Gomes assume a chefia de coordenação de Operações Logísticas, deixando de ser adido à Secretaria-Geral do Exército;

• General Guilherme Langaro Bernardes foi nomeado diretor de Obras de Cooperação, deixando o comando do 1º Grupamento de Engenharia;

• General Jason Silva Diamantino foi nomeado diretor de Contabilidade;

• General Marco Aurélio Baldassarri assume a chefia do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar do Leste, deixando de ser comandante da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

• General Talmo Evaristo do Nascimento foi nomeado novo comandante da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

• General Eron Pacheco da Silva foi nomeado chefe de Material;
• Vice-almirante Sílvio Luís dos Santos para o cargo de vice-chefe do Estado-Maior da Armada.

• Vice-almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior para o cargo de comandante do 5º Distrito Naval;

• Vice-almirante Rogerio Pinto Ferreira Rodrigues para o cargo de diretor de Aeronáutica da Marinha;

• Contra-almirante Emerson Gaio Roberto para o cargo de comandante da Força Aeronaval;

• Contra-almirante Ricardo Jaques Ferreira para o cargo de secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar;

• Contra-almirante Ricardo Lhamas Guastini para o cargo de diretor de Assistência Social da Marinha.

Promovidos

Lula e Múcio promoveram, ao todo, 10 militares, no Exército e da Marinha. Confira a seguir:

• Francisco Carlos Machado Silva, general do Exército.

• Edson Massayuki Hiroshi, general de Divisão Combatente do Exército.

• Luiz Duarte de Figueiredo Neto, general de Brigada Combatente do Exército.

• Eron Pacheco da Silva, general de Brigada Combatente do Exército.

• Talmo Evaristo do Nascimento, general de Brigada Combatente do Exército.

• Jason Silva Diamantino, general de general de Brigada Intendente do Exército.

• Alexandre Rabello de Faria, almirante de Esquadra do Corpo da Armada da Marinha.

• Rogério Pinto Ferreira Rodrigues, vice-almirante do Corpo da Armada da Marinha.

• Carlos André Coronha Macedo, vice-almirante do Corpo da Armada da Marinha.

• Ricardo Lhamas Guastini, contra-almirante do Corpo da Armada da Marinha.

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Lula cancela agenda para fazer nova infiltração no quadril

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cancelou os compromissos oficiais que teria na quarta-feira (26.jul.2023) para realizar nova infiltração no quadril. Objetivo: reduzir as dores que tem sentido na região por causa de artrose –no caso do petista, o desgaste fica na articulação entre o osso do fêmur da perna direita e a bacia, no quadril. O procedimento é indicado para aliviar incômodos na região.

Lula será atendido no hospital Sírio-Libanês em Brasília. No domingo (23.jul.2023), o presidente realizou o mesmo procedimento no hospital Sírio-Libanês de São Paulo. Ele está sob os cuidados do médico Roberto Kalil. Após retornar do hospital, deverá se recuperar ao longo do dia no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

O chefe do Executivo sancionaria na quarta-feira a lei que instituiu a educação em tempo integral, mas a assinatura ficou para a próxima segunda-feira (31.jul.2023).

Poder360

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Jovem Pan vê verba de publicidade federal desaparecer sob Lula

Foto: Divulgação/Jovem Pan

Dados oficiais mostram que nos seis primeiros meses do governo Lula (PT) a Jovem Pan praticamente desapareceu da relação de emissoras e empresas escolhidas para veicular a publicidade oficial do governo federal.

Nos quatro anos de Bolsonaro (2019-2022), a rede de rádio e TV havia firmado contratos que somaram R$ 18,8 milhões, de acordo com informações públicas da Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência da República, excluída aí a publicidade de bancos e gigantes estatais, como a Petrobras.

O valor colocou a Jovem Pan nos anos Bolsonaro como a 12ª empresa com mais verbas de publicidade federal. Já sob Lula o único registro no sistema de divulgação de verbas federal em 2023 é de apenas R$ 2.413 para uma rádio afiliada de Manaus, para veiculação de campanha de combate à tuberculose.

Folha de S. Paulo

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Governo quer obrigar prefeitos e governadores a fecharem todo ano com dinheiro em caixa

Disciplina. Pasta da Fazenda vai propor ao Congresso o endurecimento de regras fiscais para prefeitos e governadoresFoto: Reprodução

O Ministério da Fazenda vai propor uma mudança na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para impedir que estados e municípios terminem o ano no “cheque especial”. A ideia é inserir um novo artigo na lei para proibir que governadores e prefeitos passem de um ano para o outro sem recursos em caixa suficientes para cobrir todas as despesas, como pagamento de salários, de fornecedores e de serviços, no ano seguinte.

Caso isso aconteça, a administração regional ficará impedida de criar novas despesas, como reajustar salários e contratar pessoal, no próximo ano. A medida entraria em vigor em 2027, quando iniciam novos mandatos de governadores.

Na prática, o governo federal defende o endurecimento da regra fiscal, o que ajudaria no controle das contas públicas e na queda da taxa básica de juros. A mudança será uma tentativa de fechar lacunas na LRF em relação à solvência de curto prazo dos entes federativos, disse ao GLOBO o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron.

A ação é parte de um conjunto de medidas chamado de “Ciclo de Cooperação Federativa”, para o qual já foram propostas, por exemplo, ações para destravar Parcerias Público-Privadas (PPPs). O anúncio de um projeto de lei deve ser feito hoje pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e por Ceron.

Projeto prevê sanções

Um projeto de lei será proposto pela Fazenda para impor sanções a cidades ou estados que terminem o ano sem dinheiro suficiente para honrar compromissos. No primeiro ano de descumprimento, o governador ou prefeito terá limitações no seguinte. Ficará impedido de aumentar despesa com pessoal, contratar novos servidores ou reajustar os salários dos atuais acima da inflação.

Também não poderá criar novas despesas de caráter continuado ou tomar medidas de renúncia de receita , como isenção fiscal para estimular atividades econômicas. Caso o cenário se repita pelo segundo ano seguido, os salários de servidores são congelados, sem reposição da inflação.

O Globo

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Pedidos de recuperação judicial aumentam 52%, maior nível em três anos

Crise da Americanas afeta diretamente a ocupação do setor logístico |Foto: Reprodução

Com os juros altos, o número de empresas que pediram à Justiça proteção para renegociar dívidas disparou no primeiro semestre deste ano e atingiu o maior nível em três anos. Foram registrados 593 pedidos de recuperação judicialde janeiro a junho de 2023, um aumento de 52,1% em relação ao mesmo período de 2022, quando os dados bateram 390 requerimentos.

Já o número de pedidos de falência atingiu 546 no primeiro semestre de 2023, alta de 36,2% em relação ao ano anterior.

Os dados são do Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian. “Este foi o pior número dos últimos três anos e é fruto da alta da inadimplência das empresas, que alcançou 6,48 milhões companhias em maio”, afirma Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

A onda afeta empresas de todos os portes, mas as microempresas e as pequenas respondem pela maior parte desses pedidos de recuperação (63). Em seguida, aparecem as médias empresas (26) e as grandes (3). Na divisão por setores, companhias de serviços tiveram a maior parcela (261), depois comércio (168), indústria (112) e primário (52).

Veja matéria completa do R7

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Líder do MST diz que ‘sempre haverá ocupação de terra’ e defende críticas se governo for ‘medroso’

Jovens e mulheres são porta-vozes da luta pelo resgate da democraciaFoto: Rafael Stedile/BdF

Fundador e principal liderança do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile defendeu que o grupo tem o direito de tecer críticas ao governo Lula por ter ajudado a elegê-lo. Em entrevista ao site da revista Carta Capital, Stédile também alertou que “sempre haverá” ocupações de terra, sobretudo se o ritmo de distribuição de áreas para assentar não for considerado satisfatório.

— Compreendemos a natureza do governo, que é um governo de frente ampla, que tem uma composição bem ampla. Mas o nosso papel é ser sempre zelador dos interesses do povo. Naquilo que o governo fica lerdo, medroso, não toma iniciativa, nossa obrigação é criticar — afirmou o líder do MST à publicação de esquerda, antes de continuar: — Temos que ter autonomia e temos moral para criticar, porque nós ajudamos a eleger, então ele é nosso governo.

Perguntado se há previsão de novas ocupações de terra este ano, Stédile respondeu que “isso depende muito”. Nos primeiros meses de governo Lula, em especial durante o chamado Abril Vermelho — período em que o MST historicamente intensifica suas ações —, o ritmo das incursões do movimento foi alvo de críticas por parte de integrantes do Planalto.

O Globo

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Arrecadação federal cai 3,4% em junho, diz Receita

Imagem colorida de notas de dinheiro - Metrópoles

A arrecadação federal com impostos, contribuições e outras receitas registrou uma queda real (descontada a inflação) de 3,4% em junho deste ano, para R$ 180,475 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2022.

Mesmo assim, o resultado de junho foi o segundo melhor para o mês em toda a série histórica, iniciada em 1995.

Entretanto, houve forte desaceleração no ritmo de crescimento em relação ao primeiro semestre do ano passado. Entre janeiro e junho de 2022, a alta real da arrecadação foi de 17,96%.

O que explica a queda

Segundo a Receita Federal, o recuo na arrecadação em junho foi causado, entre outros motivos, por alterações na legislação tributária. Também houve impacto de alguns pagamentos atípicos, tanto em 2022 quanto em 2023.

De acordo com a Receita, foi registrado um “recolhimento atípico” de R$ 6 bilhões em IRPJ e CSLL em junho do ano passado, que não se repetiu em 2023.

Metrópoles

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