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Brasil confirma primeiro caso da variante Éris da Covid-19

Profissional de saúde prepara injeção com vacina para a Covid-19Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta (17) o primeiro caso da variante EG.5, apelidada de Éris, da Covid-19. A paciente infectada reside no estado de São Paulo, é uma mulher e tem 71 anos. No momento, ela já se encontra curada da doença.

Em 30 de julho, a paciente relatou a presença de sintomas comuns a doença, como febre, dor de cabeça, tosse e fadiga. Dias depois, em 8 de agosto, ela fez um teste de detecção da Covid-19. O ministério também informou que na época da infecção ela já estava com o esquema vacinal completo, algo essencial para evitar quadros graves e fatalidades pela infecção.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Éris foi inicialmente detectada em fevereiro de 2023. Desde então, os casos associados à variante vêm aumentando. Recentemente, dados da entidade indicaram que os diagnósticos de Covid-19 cresceram 80% em todo o mundo, mesmo que a mortalidade continue em queda —houve redução de 57% nas mortes.

A entidade de saúde já havia afirmado, em 9 de agosto, que a Éris tinha uma maior capacidade de transmissão, mas não representava, até o momento, uma ameaça mais séria à saúde pública. A cepa foi classificada como variante de interesse, um grau mais sério de monitoramento da cepa.

Folha de São Paulo 

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Alexandre de Moraes inclui general de Lula entre investigados

Após 8/1, General Dias disse à cúpula do Planalto que câmera que o gravou  estava quebrada - Portal NDCFoto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes incluiu, nesta semana, o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general da reserva Gonçalves Dias no procedimento aberto que apura a conduta de militares em relação aos atos de vandalismo contra as sedes dos Três Poderes no dia 8 de Janeiro.

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, salienta que é necessário que as ações de GDias sejam investigadas, para isso, em abril, o partido apresentou uma representação na Procuradoria Geral da República (PGR) e no STF.

“Demonstramos na representação alguns indícios de que o ex-GSI incorreu em crime de prevaricação. Nada mais justo que o Poder Judiciário o inclua nas investigações. É preciso responsabilizar não somente quem depredou o patrimônio público, mas também quem eventualmente tenha feito vista grossa e deixou tudo aquilo ocorrer”.

Para a legenda, as imagens das câmeras de segurança demonstram que a omissão de Gonçalves Dias, que na época era Ministro-Chefe do GSI permitiu que graves danos fossem cometidos ao Palácio do Planalto, quando poderia ter adotado diversas medidas para mitigá-los ou atenuá-los, através da adoção de medidas de proteção a ser realizada por militares, os quais, como se percebe do vídeo, encontravam-se totalmente atordoados e sem um líder para indicar como proceder em situação de emergência e de urgência.

Francine Marquez, Diário do Poder

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Lula decide dar Desenvolvimento Social para o Centrão

Deputado André Fufuca do PPFoto: Reprodução

O novo ministro do Desenvolvimento Social será o deputado federal André Fufuca (PP-MA) . Ele e o Centrão aceitaram ficar sem o Bolsa Família porque o ministério tem muitos outros programas e uma atuação de grande capilaridade nos Estados, facilitando o direcionamento de emendas de congressistas

O encontro de cerca de uma hora e meia na quarta-feira (16) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fechou quase todos os detalhes da 1ª reforma ministerial da administração petista. O Centrão (grupo de partidos de centro-direita) ficará com:

  • ministérios do Desenvolvimento Social e o de Portos e Aeroportos;
  • presidência e 12 vice-presidências da Caixa Econômica Federal;
  • comando da Funasa (Fundação Nacional da Saúde).

Na terça-feira (15), Lula havia pedido um tempo para decidir o que fazer a respeito do Ministério do Desenvolvimento Social, hoje comandado pelo senador licenciado Wellington Dias (PT-PI). O petista sofreu muita resistência para retirar Dias da cadeira. Atuam fortemente a favor do atual ministro: alas do comando do PT e a primeira-dama, Janja Lula da Silva.

Confira mais detalhes na matéria de Mateus Maia e Mariana Haubert, Poder 360.

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Fernando Diniz convoca Seleção Brasileira pela primeira vez nesta sexta

Fernando Diniz, técnico interino da seleção brasileira — Foto: Rodrigo Ferreira/CBFFoto: Rodrigo Ferreira/CBF

Fernando Diniz, treinador interino da seleção brasileira masculina, fará nesta sexta-feira (18), às 14h, a convocação para as duas primeiras rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Esta será a primeira lista de Diniz no comando da Seleção.

O Brasil enfrenta a Bolívia, no dia 8 de setembro, no Mangueirão, em Belém, partida que marca a estreia de Fernando Diniz pela seleção brasileira. Na segunda rodada, a Seleção joga contra o Peru, no dia 12 de setembro, em Lima.

Diniz divulgará os nomes escolhidos no auditório da CBF, no Rio de Janeiro, e depois concederá entrevista coletiva. O técnico de 49 anos fica no cargo até o meio de 2024, quando a Confederação Brasileira de Futebol aguarda a chegada de Carlo Ancelotti, atualmente no Real Madrid, para comandar a Seleção na Copa América.

Para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, as Eliminatórias Sul-Americanas classificarão seis seleções de forma direta, com a sétima colocada indo para a repescagem. São 10 países na disputa.

Após o anúncio da lista da seleção brasileira principal, Ramon Menezes divulgará a lista da seleção pré-olímpica, às 16h, que fará dois amistosos na mesma data Fifa contra a seleção olímpica de Marrocos.

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Precisamos proteger nossos ex-presidentes, diz Lira

Arthur LiraFoto: Zeca Ribeiro / Câmara

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), disse na quinta-feira (17.ago.2023) que o Brasil precisa de uma lei que proteja ex-presidentes. A declaração foi em referência às acusações feitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso das joias.

“A gente tem de ter uma legislação que não proteja nada de errado, mas que dê uma certa qualidade de vida para qualquer ex-presidente quando deixe a Presidência da República. É assim nos Estados Unidos e nos países mais civilizados”, falou Lira a jornalistas.

Quando questionado sobre como seria essa legislação, o presidente da Câmara disse que não tem ideia. “Só acho que o tratamento [dado a Bolsonaro no caso das joias] não é o tratamento que seja dado à instituição presidente da República”, falou, citando problemas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) tiveram.

Poder360

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Depois de informações dadas à CPMI do 8 de Janeiro, PF ouve hacker de novo nesta sexta

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Dois dias depois de colher depoimento do hacker Walter Delgatti Neto, a Polícia Federal vai ouvi-lo novamente nesta sexta-feira (18). Delgatti esteve na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro na quinta (17). A PF quer analisar se há contradições nas declarações dadas à comissão e aos agentes policiais.

Na oitiva de quarta (16) à PF, Delgatti afirmou ter conversas que comprovam pagamentos da deputada Carla Zambelli (PL-SP), que chegam a R$ 40 mil, para que ele invadisse qualquer sistema do Poder Judiciário.

No depoimento à CPMI, Delgatti acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de ter lhe oferecido um indulto caso o hacker assumisse ter grampeado o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, segundo o hacker, Bolsonaro teria ordenado um plano para questionar a segurança das urnas eletrônicas em 2022.

Diferentemente das primeiras horas de depoimento à CPMI, Delgatti resolveu usar o direito de ficar em silêncio, concedido pelo ministro do STF Edson Fachin, na segunda metade da sessão. A mudança de postura ocorreu quando a oposição começou a fazer questionamentos.

R7

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“Não peguei dinheiro de ninguém”, diz Bolsonaro sobre joias

Foto: Isaac Fontana/EFE

Jair Bolsonaro (PL) disse que não pegou “dinheiro de ninguém”. O ex-presidente se refere ao caso envolvendo seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, e a investigação da PF (Polícia Federal) sobre a venda de itens de luxo recebidos pela gestão Bolsonaro.

“Eu não peguei dinheiro de ninguém. Minha marca é a honestidade e sempre será. Contra mim, não tem absolutamente nada. Não há nada de concreto contra mim. O tempo vai mostrar tudo”, falou Bolsonaro em entrevista na quinta-feira (17.ago.2023) à CNN Brasil.

Segundo o advogado de Mauro Cid, Cezar Bitencourt, o ex-ajudante de ordens vai afirmar que vendeu nos Estados Unidos os itens recebidos por Bolsonaro e repassou a ele os valores obtidos com a negociação em dinheiro.

Poder360

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VÍDEO: Hacker diz que havia plano de colocar aplicativo em urna para mostrar que é possível apertar um voto e sair outro

Em depoimento de Walter Delgatti Neto na CPMI do 8 de Janeiro, Delgatti disse que na primeira reunião dele com os marqueteiros da campanha presidencial de Bolsonaro, ele teria ficado incumbido de criar um código-fonte falso e introduzi-lo em uma urna eletrônica, que seria exibida durante a manifestação de 7 de Setembro de 2022.

“Quem tem acesso ao código-fonte antes de compilá-lo consegue inserir linhas que façam com que seja apertado um voto e que apareça outro”, explicou Delgatti. 

“Eles queriam que eu fizesse um código-fonte meu, não o oficial do TSE, e nesse código-fonte eu inserisse essas linhas que eles chamam de ‘código malicioso’, que tem como finalidade enganar e colocar dúvidas na eleição. Eu criaria um código meu, e a ideia do Duda [Lima, marqueteiro de Jair Bolsonaro].”

“Essa apresentação iria explicar à sociedade e a quem estivesse no dia 7 de Setembro que era possível que aquela urna, que era possível que aquela urna, que se vê no dia das eleições, imprimir outro voto — a ideia era essa”, ele continuou.  Uma matéria jornalística, no entanto, melou o plano. Delgatti ainda disse que, em um encontro com Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada, foi prometido a ele um indulto sobre possíveis crimes cometidos por ele.

O Antagonista

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Defesa de Bolsonaro nega grampo ou atividade ilegal e diz que hacker está mentindo à CPMI

Ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

 

O advogado do ex-presidente de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, usou as redes sociais para rebater as falas do hacker Walter Delgatti à CPMI do 8 de janeiro nesta quinta-feira (17).

Na publicação, ele diz que desconhece quem tenha feito uma reunião individual com Bolsonaro de 1h30min e acusa Delgatti de mentir em seu depoimento.

Em sua oitiva, Delgatti afirmou que participou de uma reunião de 1h30min no Palácio da Alvorada, na qual participaram o então presidente, seu ajudante de ordens Mauro Cid, o assessor da Presidência general Marcelo Câmara e a deputada Carla Zambelli.

Segundo ele, o encontro era para falar sobre a eleição e a lisura das urnas.

“A conversa foi bem técnica, até que o presidente me disse: ‘Olha, a parte técnica eu não entendo. Então eu irei enviá-lo ao Ministério da Defesa, e lá com os técnicos você explica tudo isso’”.

Wajngarten escreveu que “em nenhum momento sequer cogitaram a entrada técnicos de informática, muito menos alpinistas tecnológicos na campanha” de Bolsonaro.

“É muita gente tentando buscar holofotes e fogo. Haja bombeiros para reconstruir a verdade”, acrescentou.

O advogado também negou a realização de um grampo contra “qualquer ente político do Brasil por parte do entorno primário do presidente [Bolsonaro]”.

O hacker disse em seu depoimento Bolsonaro pediu para ele assumir a autoria de um grampo que teria sido realizado contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Ele relatou que esse pedido teria sido feito por Bolsonaro por telefone quando ele encontrou a deputada Carla Zambelli em um posto de combustível na rodovia Bandeirantes, em São Paulo.

Segundo Delgatti, Zambelli pegou um celular novo, inseriu um chip que ele acredita nunca ter sido utilizado, e o então presidente Jair Bolsonaro entrou em contato.

CNN

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Presidente da Caixa diz que está há 50 dias sobre a possibilidade de troca

Presidente da Caixa diz que está há 50 dias sobre a possibilidade de troca

A presidente da Caixa, Rita Serrano, reclamou da pressão que está passando no banco estatal e disse que está “há 50 dias sobre a possibilidade de troca no comando da instituição”.

Apesar disso, ela reafirmou que a pergunta sobre a substituição deve ser feita ao presidente Lula.

“Acho que essa pergunta não deve ser mais feita a mim, mas ao meu patrão, que é o presidente da República”, comentou.

A declaração foi dada nesta quinta-feira (17), durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre, em Brasília.

Segundo Rita, Lula a orientou a continuar trabalhando. “É o que estou fazendo”, concluiu.

A presidente da Caixa afirmou que os números do banco no segundo trimestre foram “muito positivos, mesmo com gestão sob forte pressão”.

Na mira do Centrão, que deseja ampliar espaço no governo em troca de apoio, Rita é um dos nomes citados em uma possível saída para dar lugar ao grupo.

O Antagonista

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