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Internado em Brasília, médico diz que Lula terá alta antecipada

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O médico Roberto Kalil, da equipe que fez a cirurgia no quadril do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informou que Lula deve ter alta neste domingo (1º). O Chefe de Estado realizou nesta última sexta-feira (29) um procedimento no quadril e outro nas pálpebras.

A informação foi confirmada em um boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês neste domingo. De acordo com o documento, o presidente passou a noite estável, segue em recuperação e até “caminhou, subiu e desceu escadas, com assistência fisioterapêutica”.

A evolução fez com que a previsão de alta, a qual era entre segunda (2) e terça-feira (3), se antecipasse. Apesar disso, Lula, de 77 anos, precisará diminuir o ritmo nas próximas três semanas. Mesmo assim, ele ainda poderá trabalhar no Palácio da Alvorada.

MaisPB com g1

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EDITORIAL ESTADÃO: A intolerável intolerância progressista

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Está em curso uma campanha, em boa parte promovida pelos integrantes do Executivo, de discriminação e no limite criminalização das pautas de direita, como se a disputa entre progressistas e conservadores fosse uma batalha existencial da civilização contra a barbárie.

A pretensão do PT ao monopólio do bem e da verdade é constitutiva. Expoentes da direita sempre foram demonizados como “fascistas” e “inimigos do povo”. Mesmo a outros progressistas a oferta do partido se resume à vassalagem ou à apostasia. Toda crítica é desmoralizada como conspiração das “elites”. Ainda hoje o partido exige reparações pelo “golpe” do Legislativo e do Judiciário em Dilma Rousseff e por sua “perseguição política” a Lula e outros “guerreiros do povo brasileiro” flagrados em tramoias antirrepublicanas, como no mensalão e no petrolão.

O jihadismo esquerdista encabeçado pelo lulopetismo frequentemente foi propagado por setores que, marcados, por razões históricas e sociológicas, por uma hegemonia progressista, funcionam como sua caixa de ressonância, como a academia, redações ou a chamada classe artística. Na última geração, a intolerância maniqueísta das vanguardas da “luta de classes” foi inflamada pelas pautas identitárias da nova esquerda.

Para a esquerda iliberal, as responsabilidades individuais são dissolvidas em “estruturas” de opressão. Nesse estado de espírito paranoico, não basta não ser racista, misógino, homofóbico; quem não é ostensivamente “anti”, quem não milita pela causa, quem não faz rituais de expiação pelo mero fato de ter uma determinada cor de pele, pertencer a um gênero ou ter uma orientação sexual é desmoralizado como uma peça da máquina de opressão. A política é submetida a emoções tribais e quem questiona a pureza ideológica dos redentores deve ser disciplinado, punido ou mesmo eliminado do debate público por tribunais midiáticos e campanhas de “cancelamento”.

Considerem-se alguns debates recentes, como a exploração de novas fronteiras petrolíferas, a demarcação de reservas indígenas ou a legalização do aborto. Em todos esses casos, não há uma disputa inequívoca entre o bem e o mal, mas zonas de conflito entre bens juridicamente tutelados. No caso da exploração de petróleo na Margem Equatorial, por exemplo, há uma equação entre riscos ambientais e ganhos socioeconômicos; no caso das reservas indígenas, entre os direitos dos povos originários e os de proprietários (muitas vezes indígenas aculturados) de boa-fé; no caso do aborto, entre a autonomia das mulheres e a vida do nascituro. Além do mérito, há a questão da competência para arbitrar esses conflitos, por exemplo, entre o Legislativo e o Judiciário.

Mas os progressistas iliberais se creem portadores de verdades absolutas e condutores da História legitimados a empregar quaisquer meios para a consumação de seus fins. O mero questionamento é denunciado como “violência”. A reação em defesa de direitos plausivelmente legítimos é anatematizada como reacionarismo. As teses de quem advoga por explorar as riquezas do petróleo, por garantir as propriedades de agricultores ou por preservar a vida do nascituro não são meramente objetadas, com base na Constituição, em função de supostas lesões a direitos do meio ambiente, dos indígenas ou das mulheres, mas recriminadas como ataques de predadores desalmados.

Isso exprime uma visão da vida pública típica de um Estado confessional, do tipo que o liberalismo veio a superar com a instauração do Estado Democrático de Direito e o princípio de que o progresso humano deve ser conquistado por debates, negociações e reformas. A direita iliberal representa uma ameaça a esse marco civilizacional, como se viu no 8 de Janeiro. Mas, ao equiparar todos os seus críticos a “extremistas” dignos de serem alijados da vida pública, a esquerda iliberal também é uma ameaça, não tanto pelos seus ideais, em princípio tão legítimos quanto os de seus adversários, mas pelos seus métodos: a intimidação, a censura, a ruptura, a imposição. Numa democracia, essa intolerância é intolerável.

Estadão Conteúdo

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Governo Lula aumenta imposto sobre o diesel neste domingo

Por que tanta demora para o consumidor sentir na ponta?”, questiona  Francisco do PT sobre redução dos combustíveis - Saiba MaisFoto: Sérgio Lima/Poder360

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumenta neste domingo (1.out.2023) a cobrança de impostos federais sobre o óleo diesel. A alíquota de PIS/Cofins passará a ser de R$ 0,13 por litro do combustível, valor que vai vigorar até o final do ano. A cobrança foi retomada no dia 5 de setembro e estava em R$ 0,11 por litro.

As contribuições foram zeradas em março de 2021, no governo de Jair Bolsonaro (PL). A reoneração voltaria em 2024, mas o governo Lula antecipou a retomada, de forma parcial e escalonada, para bancar o programa que deu descontos na compra de veículos novos.

Na comparação com o início de setembro, o impacto na bomba será de aproximadamente R$ 0,12 de alta, segundo projeção da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes). Já em relação aos valores que já estavam em vigor, o aumento deve ser de aproximadamente R$ 0,02.

A cobrança da alíquota cheia de PIS/Cofins, de R$ 0,35 por litro do diesel, está prevista para voltar em janeiro de 2024.

Poder360

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Tribunal de Contas deve dar aval para Governo Lula gastar menos com saúde e educação em 2023

Sede do Tribunal de Contas da União (Foto: Reprodução)

 

O Tribunal de Contas da União (TCU) deve dar aval ao governo para não aplicar o piso mínimo constitucional de investimento em saúde e educação neste ano. A consulta à Corte foi enviada pelo Ministério da Fazenda na noite de quinta-feira (28).

O caso está sob a relatoria do ministro Augusto Nardes e, segundo relatos feitos à CNN, o presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, está trabalhando para que o caso seja julgado o mais rápido possível pelo plenário do tribunal.

Após a sanção da nova regra fiscal, em 31 de agosto, voltou a valer a regra constitucional que atrela as despesas com saúde e educação à variação da receita. No caso da educação, o valor reservado no Orçamento deste ano é suficiente para cumprir o piso.

Na saúde, porém, não há recursos suficientes e pode gerar um rombo de R$ 20 bilhões nas contas do governo em 2023. A avaliação da equipe econômica é de que, caso o governo tenha que pagar o piso, precisaria bloquear verbas, deixando outros ministérios descobertos.

Diante desse cenário, o Ministério da Fazenda formalizou a consulta ao TCU, alegando o princípio da anualidade orçamentária para não cumprir o piso neste ano. Outro argumento é que o piso retornará integralmente em 2024.

A área técnica da Corte, contudo, já alertou que não há risco de “shutdown” na máquina pública em função da retomada dos pisos constitucionais, ao analisar representação sobre o tema do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU), Lucas Rocha Furtado. Esse tem sido outro argumento usado pelo governo.

Na última sexta-feira (22), os ministérios do Planejamento e da Fazenda divulgaram o relatório de receitas e despesas para 2023, sem a previsão do cumprimento dos pisos de saúde e educação.

Na ocasião, o secretário do Orçamento, Paulo Bijos, afirmou que aguardava o andamento da consulta no TCU e uma decisão do Congresso Nacional para ter um quadro mais claro. Está no Senado um projeto de lei pelo qual, neste ano, o piso da educação deve ser calculado com base na receita orçada, não a realizada, como prevê a Constituição.

Nesse caso, a conta adicional cai de R$ 20 bilhões para cerca de R$ 5 bilhões. Porém, a Fazenda é contra esse projeto, porque entende que o piso pode não ser aplicado este ano, já que, quando o Orçamento foi aprovado, não estava previsto o retorno da regra constitucional.

CNN

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Governada pelo PT, Bahia registrou mais mortes do que dez estados brasileiros em 2022

A onda de violência relacionada a ações policiais na Bahia ultrapassou dezenas de casos no mês de setembro. Até o fim desta semana, foram 63 registros de mortes ligadas a policiais — durante operações ou em situações de conflito. O número dos últimos 30 dias supera o registrado durante todo o ano de 2022 em dez estados brasileiros, de acordo com comparação com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Entre as unidades da federação estão locais em diferentes regiões do país, como Alagoas, que registrou 50 mortes ligadas a policiais no ano passado, Distrito Federal (25), Paraíba (51), Santa Catarina (44) e Mato Grosso do Sul (45).

A lista ainda contempla os estados do Acre (19), Piauí (38), Rondônia (18), Roraima (10) e Tocantins (26). No mesmo período, a Bahia registrou 1.464 mortes ligadas a ações de policiais militares e civis. A população nos dez estados soma os 27,6 milhões de habitantes, frente aos 14 milhões da Bahia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

SBT NEWS

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Após duas cirurgias, Lula continua internado em hospital de Brasília

Período total de recuperação será de cerca de um mês

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ficar internado até a próxima terça-feira (3) em um hospital particular em Brasília. Após esse período, ele segue para o Palácio da Alvorada. Nesta sexta (29), ele fez dois procedimentos. O primeiro, chamado de artroplastia, serviu para tratar a artrose no quadril direito, enquanto o segundo, nomeado de blefaroplastia, tinha o objetivo de remover o excesso de pele das pálpebras.

De acordo com a equipe médica, ambas as cirurgias transcorreram dentro da normalidade. O período total de recuperação será de cerca de um mês. O custo dos procedimentos não foi informado pela equipe médica, mas o R7 apurou que ambas as cirurgias foram pagas pelo convênio de saúde de Lula.

“O procedimento ocorreu sem intercorrências. O presidente já se encontra acordado, indo para a recuperação pós-anestésica. Nas próximas horas o presidente irá para o apartamento, um quarto, não necessitando de semi-intensiva nem UTI, um quarto normal. Ele está já acordado, conversando. Foi sem intercorrência. Deverá ficar internado nos próximos dias”, afirmou o médico pessoal de Lula, Roberto Kalil, nesta sexta.

R7

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Amazônia tem o segundo pior setembro de queimadas em 25 anos

Água é despejada de helicóptero para tentar controlar queimada no AmazonasFoto: Alex Pazuello/Secom/Amazonas

O estado do Amazonas registrou o segundo maior acumulado de queimadas para setembro desde 1998, quando começou a ser feito o monitoramento.

Os dados são do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e foram atualizados apenas até a sexta-feira (29) — mas já sinalizam o segundo pior setembro da história do monitoramento.

O mês acumulou 6.871 focos de incêndio. Esse dado só não é maior que o recorde para o mês, de 8.659 focos, registrados no ano passado.

Total do ano até agora

Em 2023, já foram contabilizados 14.682 focos de incêndio — mais do que a média histórica anual de 9.617.

Por conta da estiagem, setembro costuma ser o mês mais severo de queimadas no estado do Amazonas, no bioma e na região da Amazônia Legal.

Em 2023, no entanto, a Amazônia Legal registrou 32.094 focos em setembro — menos do que os 48.570 registrados no mês em 2022.

O dado também representa menos do que a média mensal: 45.352. O bioma segue a mesma linha: 25.414 pontos de queimadas registrados em setembro, que é menor do que a média mensal, de 32.477.

A preocupação não é apenas com a preservação do meio ambiente, mas com os efeitos diretos que ocorrem na saúde das pessoas que moram no Amazonas e nas regiões.

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‘A última coisa que eu quero nesta vida é fazer parte deste governo’, assegura Jean Wyllys

A última coisa que eu quero nesta vida é fazer parte deste governo',  assegura Jean WyllysFoto: Reprodução

O ex-deputado federal Jean Wyllys afirmou, nesta sexta-feira, que não pretende ocupar nenhum cargo no governo federal. Em um duro desabafo em seu perfil no X (antigo Twitter), ele teceu críticas ao ministro Paulo Pimenta (PT), titular da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República — pasta na qual, em junho, o Planalto chegou a anunciar que ex-parlamentar exerceria uma função.

Na ocasião, Wyllys acabara de retornar ao Brasil após um período de autoexílio na Europa. O convite para o ingresso no governo partiu da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, que comemorou a volta do amigo ao país: “Olha ele aqui outra vez. Dia de dar um abraço apertado no nosso Jean Wyllys e dizer pessoalmente como é bom tê-lo de volta. O Brasil é seu!”, escreveu Janja.

As tratativas, no entanto, não avançaram, sobretudo após trocas de farpas públicas entre o ex-deputado e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (RS) — que está processando Jean por homofobia. Nos bastidores, o veto à contratação é creditado a Paulo Pimenta.

Nesta sexta-feira, o ex-parlamentar se manifestou em resposta a um comentário de um seguidor, que sugeriu um movimento para derrubar o ministro e colocá-lo no lugar. “Vão até começar com a ideia que precisamos ter um homem gay no ministério. O cenário está montado. Estou com o Pimenta”, especulava o internauta.

“Meu amor, a última coisa que eu quero nesta vida é integrar este governo. Com todo respeito e amor que tenho ao Lula, que me convidou para integrá-lo, eu repito: A ÚLTIMA COISA QUE EU QUERO NESTA VIDA É FAZER PARTE DESTE GOVERNO”, assegura Jean na réplica ao seguidor. “Quando cogitei fazer parte foi por convite de Lula e Janja e por ainda não saber a verdade dos fatos. Mas depois de saber, o convite não prosperou sobretudo porque eu NÃO SOU O TIPO QUE SE VENDE NEM SE CALA DIANTE DE DESCALABROS”, prossegue o post.

Em seguida, Jean diz que “Pimenta et caterva” (expressão em latim informalmente traduzível como “e comparsas”) “podem fazer bom uso de seus governo e cargos”. E arremata: “Enfie-os onde quiserem. E me deixem em paz de uma vez por todas!”

O ex-parlamentar frisa, ao fim do desabafo, que mantém seu apoio ao governo Lula, ao menos por ora. “Eu sigo com Lula até o momento em que suas atitudes não contrariem meus princípios. Até agora isto não aconteceu, logo, sigo com ele. Mas estar em seu governo não me interessa mais de forma nenhuma! De forma nenhuma, entendeu? Esqueçam-me”, conclui a mensagem.

Sonar – A Escuta das Redes

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Lula turbina áreas sob controle do centrão com R$ 1,3 bi

Câmara dos Deputados: o que é, funções, composição - Mundo EducaçãoFoto: Shutterstock

O governo Lula (PT) injetou nesta semana pela primeira vez mais de R$ 1,3 bilhão em órgãos sob a influência do centrão em troca de apoio político.

O governo Lula usou pela primeira vez projetos de lei para aumentar o volume de recursos direcionados sem transparência por deputados e senadores a obras e compras de equipamentos em seus redutos eleitorais. De autoria da atual gestão, os textos que remanejaram mais de R$ 1,3 bilhão para áreas sob controle do centrão foram aprovados nesta semana no Congresso Nacional.

Nos bastidores. Os projetos de lei que direcionaram recursos extras a órgãos sob controle do centrão foram elaborados pelo governo Lula para atender a demandas de parlamentares negociadas sem conhecimento público, segundo fontes do Congresso e do governo relataram ao UOL.

Com informações de UOL

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Lula aproveita operação no quadril e faz cirurgia plástica nas pálpebras

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, se submeteu a uma cirurgia de blefaroplastia durante o procedimento de colocação de prótese no quadril, no Hospital Sírio-libanês, em Brasília. A cirurgia se caracteriza pela remoção do excesso de pele nas pálpebras. A cirurgia plástica foi discreta e bem-sucedida.

A técnica é feita quando os tecidos ao redor dos olhos perdem a elasticidade e ficam flácidos, deixando o olhar com aspecto caído e cansado, condição comum com o passar da idade. Em alguns casos o excesso de gordura e pele nas pálpebras afeta a qualidade da visão.

Lula já queria fazer a operação há alguns meses. O procedimento foi feito por uma oftalmologista especialista em plástica ocular.

O Globo

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