Brasil

CPI das Pirâmides Financeiras avança investigação da 123milhas e prepara regulação de milhas aéreas

(Foto: Reprodução / Imagem compartilhada pelo WhatsApp)
O deputado Ricardo Silva (PSD-SP) antecipou nesta quinta-feira (28) o teor do relatório final da CPI das Pirâmides Financeiras, que será apresentado nos próximos dias. Ele citou avanços na investigação das fraudes da agência de viagens 123milhas e na elaboração de um projeto de lei para disciplinar os programas de fidelidade das companhias aéreas.

Relator da CPI, Silva disse que a prorrogação dos trabalhos da comissão, que deveria se encerrar hoje, vai facilitar o fim da apuração de crimes envolvendo criptomoedas, milhas aéreas e outros ativos digitais que prometem falsos ganhos e lucros. O presidente da Câmara, Arthur Lira, autorizou um novo prazo de funcionamento da CPI até 11 de outubro, após pedido feito pelo presidente da comissão, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), e pelo relator.

No caso específico da 123milhas, o relator apontou um volume de fraudes bem superior ao registrado no início da CPI. “Vamos para mais de 1 milhão de pessoas fraudadas pela 123milhas: são 700 mil até dezembro. E as que compraram para o ano que vem? Esquece, o sistema é fraudulento e não vai funcionar. A gente vai mostrar isso no relatório. A 123milhas é uma fraude desde 2019″, ressaltou o deputado.

Segundo ele, as quebras de sigilo demonstraram que a empresa é fraudulenta desde o início de suas atividades e que não há irregularidades apenas nos planos promocionais, mas em todos os tipos de venda. “A 123milhas é um crime ambulante”, completou.

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Contribuições das companhias aéreas para prevenção de pirâmides financeiras. Azul Linhas Aéreas, Camilo Coelho.
Camilo Coelho, da Azul: milhas expiram porque são passivos das empresas

Milhas aéreas
Ricardo Silva conta com a colaboração das companhias aéreas para corrigir distorções no mercado, sobretudo em relação aos programas de fidelidade por meio de milhas ou pontos. O relator citou, por exemplo, o pequeno prazo de validade das milhas e a grande diferença entre os valores das passagens compradas com real e com milhas.

Para o deputado, esse formato atual é lucrativo apenas para as empresas e penaliza os passageiros. “Ponto (milha) expira e ainda é mais caro do que real. Pessoas têm pontos que expiram e precisam usá-los para sua viagem. Neste momento, para ter os pontos necessários, elas têm que comprar ponto a peso de ouro. Isso não está certo”, disse.

Em audiência na CPI nesta quinta-feira (28), o gerente de relações institucionais da Azul, Camilo Coelho, explicou o motivo de os pontos ou milhas perderem validade. “Os pontos são contabilmente passivos da empresa. Na hipótese de que não houvesse expiração de pontos, ficariam constando no passivo da empresa por 10, 15, 20 anos. Então, chega uma hora em que é preciso fazer o tratamento desse passivo”, explicou.

Projeto de lei
O relator Ricardo Silva também se reuniu com representantes da Gol e da Latam em busca de dados técnicos para a elaboração de um projeto de lei que corrija tais distorções e que será apresentado no relatório final da CPI.

“Quero deixar claro que as companhias aéreas não estão aqui na condição de investigadas. A gente quer construir esse projeto juntamente com as companhias aéreas, fruto de um consenso para o Brasil nessa questão de milhas”, afirmou.

A iniciativa do debate com as companhias aéreas partiu do deputado Caio Vianna (PSD-RJ). Vianna elogiou o trabalho técnico que vem sendo conduzido pela CPI das Pirâmides Financeiras, sem viés político-ideológico.

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Brasil

Minirreforma pode reduzir o período de inelegibilidade de Bolsonaro

Minirreforma pode reduzir o período de inelegibilidade de Bolsonaro

 

Depois de aprovarem a minirreforma eleitoral reunindo o apoio de partidos da base e da oposição, deputados de esquerda e de direita entraram agora em um novo embate sobre a redação final do projeto que foi enviado ao Senado. O pano de fundo da disputa é o futuro político do ex-presidente Jair Bolsonaro, tendo em vista que o projeto da minirreforma interfere diretamente na contagem do período de inelegibilidade de condenados pela Justiça Eleitoral.

O deputado Guilherme Boulos (Psol-SP) apresentou nesta semana uma questão de ordem à mesa diretora da Câmara alegando que houve uma “deturpação” do artigo da minirreforma que trata sobre a inelegibilidade. O parlamentar argumenta que a redação final do projeto não é o mesmo lido pelo relator, deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA), e aprovado pelo plenário no último dia 14 deste mês.

De acordo com o projeto lido em plenário antes da votação, uma pessoa condenada pela Justiça Eleitoral “pela prática de abuso do poder econômico ou político” ficaria inelegível “a contar da data da decisão colegiada [de juízes] que reconheceu a prática abusiva”. Já o texto publicado depois da votação diz que um político fica inelegível “pelo prazo de oito anos, contado da data da eleição na qual ocorreu a prática abusiva”.

Ou seja, pela redação final da minirreforma enviada ao Senado, Bolsonaro poderia, em tese, se candidatar em 2030, uma vez que concorreu em outubro de 2022. Se a perda dos direitos políticos, porém, passar a valer na data da condenação, o ex-presidente só se tornará elegível novamente em 2031 – apto, portanto, a disputar um novo pleito presidencial somente em 2034.

“O mérito da proposta foi flexibilizado no prazo de inegebilidade, o que inclusive pode ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Houve alteração substancial de mérito, e não inexatidão de texto“, disse Boulos. A questão de ordem do deputado ainda aguarda deliberação da mesa diretora da Câmara.

Para entrarem em vigor, as regras da minirreforma eleitoral ainda precisam ser analisadas pelo Senado Federal. Nesta semana, o presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que não irá debater o assunto “às pressas”.

“Eu acho muito importante que nós possamos entregar para a sociedade um Código Eleitoral que possa preencher todas as lacunas, que seja claro, que tenha regras boas para o processo eleitoral. Nós não faremos a aprovação disso às pressas“, afirmou o mineiro.

Em junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou o ex-presidente à sanção de inelegibilidade de oito anos, por ataques, sem provas, ao sistema eleitoral. Na semana passada, a Corte rejeitou um recurso da defesa e manteve a condenação de Bolsonaro.

O Antagonista

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Brasil

Projeto de usina em praia de Fortaleza pode derrubar internet no Brasil; Entenda

A Praia do Futuro é um dos locais mais visitados por fortalezenses e turistas. Quem vai ao local admirar o mar nem imagina que logo abaixo d’água há um embate ferrenho. Em jogo está, de um lado, o funcionamento da internet em todo o Brasil e, de outro, a garantia do fornecimento de água para os cearenses.

O governo do estado defende a obra de uma usina que vai converter água do mar em potável. Já as empresas telefônicas temem que a estrutura cause o rompimento de cabos submarinos fornecem internet.

Fortaleza é a primeira cidade do Brasil a receber cabos de fibra ótica europeus, que garantem uma conexão rápida à internet. O motivo é a maior proximidade da capital cearense com a Europa, cerca de seis mil quilômetros. De Fortaleza, os cabos partem para o Rio de Janeiro e São Paulo.

Conforme a Anatel, esses cabos são responsáveis por 99% do tráfego de dados. “O Ceará, em especial a cidade de Fortaleza, é que garante a interconexão do Brasil com o resto do mundo”, afirmou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, nesta quarta-feira (27).

Se os cabos forem rompidos, conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país inteiro fica off-line ou com a internet bastante lenta. Para evitar o risco, a Anatel emitiu uma recomendação contrária à instalação do projeto da usina de dessalinização.

A medida parou o andamento do projeto. A estimativa agora é que a entrega da usina atrase em pelo menos seis meses. A previsão inicial era de que a usina teria as operações iniciadas em 2025.

G1 Ceará

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Brasil

Michelle Bolsonaro diz que pode se candidatar se ‘Deus lhe fizer um chamado’

Foto: Alan Santos

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro admite que pode se candidatar em eleições futuras. Apesar de destacar que essa não é a prioridade do momento, Michelle Bolsonaro afirma que “se, na hora certa, Deus me fizer um chamado e esse desejo arder no meu coração, eu o atenderei como sempre fiz em minha vida”.

Além de seu anúncio, Michelle Bolsonaro aproveitou a entrevista para o jornal O Povo para fazer duras críticas por causa de “gastos milionários do dinheiro público com passeios” do presidente Lula com a atual primeira-dama Janja. Na opinião de Michelle há um retrocesso na moralidade, com “ameaças reais de liberação do aborto e das drogas”.

A ex-primeira-dama ressaltou que o país está em direção sem volta à “venezuelização” e utilizou de jogo de palavras para acusar o presidente petista que está mais “maduro”.

Sobre as recentes acusações em investigação sobre o recebimento e a destinação de joias presenteado por autoridades da Arábia Saudita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP), Michelle afirma “Não tenho nada a temer” com delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Danyelle Silva, Diário do Poder

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Brasil

Câmara protocola PEC que permite ao Congresso derrubar decisões do STF

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a tramitar na noite de nesta quarta-feira, 27, na Câmara, após o autor, deputado Domingos Sávio (PL-MG), conseguir 175 assinaturas. Era necessário o apoio de pelo menos 171 parlamentares para que o texto fosse protocolado no sistema da Casa. A PEC faz parte de uma ofensiva de grupos políticos conservadores do Congresso, principalmente da bancada ruralista, contra decisões recentes da Corte, como a que derrubou a tese do marco temporal para a demarcação das terras indígenas.

A PEC estabelece a competência do Legislativo para anular decisão do STF transitada em julgado (sem mais possibilidade de se recorrer) que, nas palavras do autor, “extrapole os limites constitucionais”. Para isso, seria necessária a apresentação de um requerimento com apoio de um terço dos membros tanto da Câmara, quanto do Senado. Depois disso, o pedido para reverter a decisão da Corte teria de ser aprovado por três quintos das duas Casas.

“O STF, que é, sem dúvida, o guardião da Constituição brasileira, tem agido, no nosso entendimento, em desrespeito à Constituição, em desrespeito a essa Casa, não só legislando o que não é competência dele, mas, muitas das vezes, rasgando a Constituição. Já há aqueles que dizem que, no Brasil, não há mais Constituição, há 11 constituições ambulantes”, disse Sávio ontem, em referência ao número de ministros da Corte.

O autor da PEC participou de uma coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara, em que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e outras bancadas temáticas do Congresso anunciaram que fariam uma obstrução às votações no plenário nesta semana, em reação ao STF.

O PL e o Novo, partidos de oposição, também aderiram ao movimento. No fim das contas, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez um acordo com o governo, e a Casa votou uma Medida Provisória (MP) que libera recursos para o combate à gripe aviária, pauta de interesse do agronegócio.

“O estado democrático de direito se sustenta no princípio da independência e harmonia entre os poderes. Para que este princípio basilar seja assegurado é fundamental que exista respeito equilíbrio entre os poderes, isto se dá pelo sistema de pesos e contrapesos, ou seja, nenhum poder é soberano sobre o outro”, diz a justificativa da PEC.

O autor da proposta disse que preveria a derrubada de decisões do STF apenas quando não fossem unânimes, mas o texto protocolado não menciona essa limitação. Cita, como critério, decisões transitadas em julgado que “extrapolem os limites constitucionais”.

UOL

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Brasil

Banco Central projeta crescimento do PIB de 1,8% em 2024 e eleva chance de inflação estourar meta

Foto: Gil Ferreira/Agência CNJ

O Banco Central prevê crescimento de 1,8% para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2024, segundo o relatório trimestral de inflação divulgado pela autoridade monetária nesta quinta-feira (28).

A primeira estimativa do BC sobre a expansão da economia para o próximo ano ficou acima das expectativas do mercado financeiro e abaixo das projeções do governo Lula (PT).

Para 2024, o Ministério da Fazenda projeta crescimento de 2,3%, enquanto os economistas da iniciativa privada estimam alta de 1,5%, de acordo com o boletim Focus publicado na última segunda (25).

Para este ano, o BC revisou novamente a sua projeção para o crescimento do PIB para cima e espera agora um avanço de 2,9%. A última estimativa, divulgada em junho, era de alta de 2%.

“Avalia-se que o forte crescimento no primeiro semestre em parte reflete fatores transitórios e que permanece a perspectiva de que a atividade cresça em ritmo menor nos próximos trimestres e ao longo de 2024”, diz.

No relatório, o BC afirma que a alta no segundo trimestre “superou substancialmente” as previsões realizadas anteriormente.

INFLAÇÃO

Quanto à inflação, conforme divulgado no comunicado da última reunião do Copom, na semana passada, a estimativa do BC para o IPCA é de 5% para este ano —acima do limite superior do intervalo de tolerância (4,75%).

Pelo sistema de metas, o alvo fixado pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) para 2023 é de 3,25% —com 1,5 ponto percentual de tolerância para cima e para baixo.

O BC calcula que a probabilidade de a inflação ficar acima do teto da meta neste ano é de 67%. No documento anterior, de junho, o risco era de 61%. No início do ano, a previsão de estouro da meta era de 83%.

Se confirmado o estouro, será o terceiro ano consecutivo que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fica acima do limite a ser perseguido pelo BC.

Quando a inflação anual fica fora do intervalo de tolerância, o presidente da autoridade monetária (Roberto Campos Neto) precisa escrever uma carta ao ministro da Fazenda (Fernando Haddad) explicando as razões para o descumprimento do objetivo.

As projeções de curto prazo do BC para inflação consideram variações de 0,38% para setembro, 0,41% para outubro, 0,39% para novembro e 0,53% para dezembro.

Com informações de Folhapress

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Brasil

Com dores desde a eleição, Lula passa por cirurgia no quadril nesta sexta

Após cirurgia, Lula deve viajar só no final de novembro | Radioagência  NacionalFoto: Agência Brasil

Sentindo dores desde agosto do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será internado na unidade de Brasília do Hospital Sírio-Libanês nesta sexta-feira (29) para fazer uma cirurgia no lado direito do quadril.

É previsto que ele vá para a unidade de saúde no início da manhã, entre 6h e 7h, já que o procedimento está marcado para às 10h. A artroplastia total de quadril será realizada pela equipe médica do Sírio-Libanês de São Paulo, que acompanha o presidente há anos.

A escolha da unidade de Brasília se deu pensando na recuperação dele, para que ele não precise fazer deslocamentos longos no pós-operatório, segundo a Secretaria de Comunicação (Secom).

Após a realização do procedimento, provavelmente após as 17h, uma coletiva de imprensa será realizada com os profissionais de saúde do lado de fora do hospital.

Lula deve ficar internado até a terça-feira (3). Ele seguirá para o Palácio da Alvorada, que foi adaptado para suas necessidades pós-operatórias.

Artrose

A cirurgia será a terceira de Lula no quadril. As duas primeiras, em julho, foram procedimentos pouco invasivos para aliviar as dores.

Ele se queixa de um problema crônico de dores na região e foi diagnosticado com um quadro de artrose.

Durante sua live semanal em julho, ele disse: “Eu quero fazer a cirurgia porque eu não quero ficar com dor. Ninguém consegue trabalhar com dor o dia inteiro”.

“Quando eu coloco o pé no chão já dói e eu tenho que falar ‘bom dia’ e, às vezes, eu não consigo. Às vezes, fica visível no meu rosto que eu estou irritado, que eu estou nervoso. Você vai ficando uma pessoa, chata, incômoda. Então, eu tô chegando à conclusão que eu tenho que operar”, completou.

A artrose é o desgaste da cartilagem que reveste nossas articulações. Ou seja, no local onde dois ossos se encontram, existe um tecido de cartilagem que age como amortecedor, facilitando a movimentação das articulações e liberando a amplitude dos movimentos.

O desgaste das cartilagens ao longo da vida é um processo natural. Por isso, a artrose é mais comum em idosos. Quando ocorre no quadril, o processo leva a um desgaste especificamente da articulação na qual a cabeça do fêmur (osso da coxa) se liga ao acetábulo (parte do osso da pelve).

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Brasil

iPhone 15 começa a ser vendido no Brasil nesta sexta; Veja preços e novidades

Versão mais barata do iPhone 15, com tela de 6,1 polegadas e armazenamento de 128 GB, custa R$ 7,3 milFoto: Reprodução

Começou a ser vendido oficialmente no Brasil nesta sexta-feira (29) o aguardado iPhone 15. O novo smartphone da Apple já pode ser encontrado nas lojas físicas próprias da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de lojas de operadoras de telefone.

A pré-venda do iPhone 15 aconteceu na quarta-feira (27) pelo site da Apple. Os aparelhos chegam às lojas brasileiras uma semana depois do início das vendas em 40 países, como Estados Unidos e Reino Unido.

Os interessados em adquirir o novo aparelho da Apple devem preparar o bolso. A versão mais barata do iPhone 15, com tela de 6,1 polegadas e armazenamento de 128 GB, custa R$ 7,3 mil.

Já o iPhone 15 Pro Max, com tela de 6,7 polegadas e 1 TB de memória, é o mais caro da nova linha, com valor próximo de R$ 14 mil. Os preços são da loja online da Apple no Brasil.

Confira os preços:

iPhone 15

  • iPhone 15 – 128 GB: R$ 7.299,00
  • iPhone 15 – 256 GB: R$ 8.099,00
  • iPhone 15 – 512 GB: R$ 9.599,00

iPhone 15 Plus

  • iPhone 15 Plus – 128 GB: R$ 8.299,00
  • iPhone 15 Plus – 256 GB: R$ 9.099,00
  • iPhone 15 Plus – 512 GB: R$ 10.599,00

iPhone 15 Pro

  • iPhone 15 Pro – 128 GB: R$ 9,299,00
  • iPhone 15 Pro – 256 GB: R$ 10.099,00
  • iPhone 15 Pro – 512 GB: R$ 11.599,00
  • iPhone 15 Pro – 1 TB: R$ 13.099,00

iPhone 15 Pro Max

  • iPhone 15 Pro Max – 256 GB: R$ 10.099,00
  • iPhone 15 Pro Max – 512 GB: R$ 12.499,00
  • iPhone 15 Pro Max – 1 TB: R$ 13.999,00

Novidades

Entre as principais mudanças do novo iPhone 15 estão o revestimento de titânio, 5 cores diferentes (branco, preto, rosa, verde e amarelo), câmeras de nível profissional e o inédito “botão de ação”.

O novo botão é uma adaptação do botão de silenciar na lateral para uma ferramenta mais personalizável, permitindo aos usuários executar vários comandos, desde gravar um memorando de voz e tirar uma foto até ligar a lanterna.

O botão também pode ser programado para iniciar qualquer aplicativo ou atalho, essencialmente transformando-o em um controle remoto ou plataforma de lançamento para obter acesso rápido a algo que você deseja sob demanda. Saiba mais aqui sobre o “botão de ação”.

Além disso, a Apple aderiu à entrada de carregador USB-C nos novos modelos. As entradas Lightning das versões anteriores dos iPhones não existem mais.

Em relação a mudanças no sistema, o novo iPhone apresenta uma ferramenta expandida chamada de “Ilha Dinâmica” que abriga alertas, notificações e outros controles, no lugar do entalhe, o notch, a parte frontal do aparelho.

O recurso estava disponível anteriormente apenas no iPhone 14 Pro.

O iPhone 15 também vem com processador biônico A16 — o mesmo chip usado no iPhone 14 Pro — com mecanismo neural que lida com tarefas mais complicadas, como transcrições de correio de voz ao vivo no dispositivo, segundo a empresa.

O chip possui banda ultralarga que possibilita o aparelho se conectar a outros dispositivos próximos, como encontrar melhores amigos que compartilham sua localização em locais lotados ou ativar alguns dos recursos do iOS 17.

CNN

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Brasil

Contas externas devem ter déficit de US$ 36 bilhões, prevê Banco Central

Sede do Banco Central (Foto: Reprodução/Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

 

A projeção do Banco Central (BC) para o saldo das contas externas deste ano teve melhora. A previsão de déficit para as transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, passou de US$ 45 bilhões para US$ 36 bilhões.

As informações são do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado nesta quinta-feira (28). “Espera-se, tanto para o ano corrente como para o seguinte, um cenário favorável, caracterizado por robustos superávits na balança comercial, déficits baixos na conta de transações correntes e entradas líquidas de investimento direto no país (IDP) em valor superior ao déficit em conta corrente”.

A redução do déficit projetado vem, principalmente, da melhora do saldo comercial, de R$ 54 bilhões para R$ 68 bilhões, com aumento do valor das exportações, de US$ 335 bilhões para US$ 341 bilhões, e redução do valor das importações de US$ 281 bilhões para US$ 273 bilhões.

A revisão na projeção de valor exportado no ano reflete principalmente o maior volume embarcado de produtos básicos, especialmente petróleo e minério de ferro. Os embarques esperados para o ano de commodities agrícolas, como soja e milho, também subiram diante da safra recorde de grãos. “A projeção considera ainda volume exportado ligeiramente menor do que anteriormente esperado para o ano no tocante aos produtos manufaturados e semimanufaturados, incorporando dados mais recentes da balança comercial”, explicou o BC.

Já nas importações, a revisão incorpora recuo mais acentuado dos preços, principalmente para bens intermediários e bens de consumo duráveis. O volume importado, também revisado negativamente, incorpora a desaceleração da recuperação em bens intermediários, além de moderação nas importações de combustíveis, resultando em maior retração das importações totais em relação ao ano anterior.

O déficit esperado da conta de serviços foi mantido em US$ 36 bilhões, abaixo do registrado em 2022, de US$ 40 bilhões. “A ligeira redução nos déficits das subcontas de transporte e viagens tem sido compensada pelo aumento dos gastos com outros serviços, como aluguel de equipamentos. Além disso, a inclusão das despesas com jogos e apostas favorece o aumento do déficit dessa conta”, diz o relatório.

Para a conta de renda primária, a projeção de déficit foi revisada para cima, com maiores despesas líquidas com juros e, principalmente, lucros e dividendos, que devem igualar a marca do ano anterior, a maior em 10 anos.

“A nova projeção incorpora desempenho mais forte que o esperado de setores como agropecuária e indústria extrativa, além de queda nas receitas com investimentos no exterior. A projeção de gastos líquidos com juros, também majorada, reflete perspectiva de aumento em comparação a 2022 em razão dos maiores patamares das taxas básicas de juros nos países desenvolvidos”, explicou o BC.

Assim, a previsão no déficit em renda primária passou de US$ 63 bilhões para US$ 69 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.

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Brasil

MP vai investigar ex-assessora da ministra Anielle que ofendeu torcida

Ex-assessora de Anielle que postou sobre 'torcida branca' do São Paulo  integra grupo de combate ao racismo da CBFFoto: Reprodução

O MP vai investigar Marcelle Decothé, ex-assessora especial da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que ofendeu a torcida do São Paulo pelas redes sociais no último domingo, durante a partida entre o time paulista e o Flamengo pela final da Copa do Brasil.

A subprocuradoria de políticas criminais requisitou a instauração do inquérito. Segundo o subprocurador-geral, José Carlos Cosenzo, o promotor responsável ainda vai definir qual o crime ela poderá responder, num prazo de até 30 dias. Mas, de acordo com Cosenzo, as provas de um possível ato de racismo são evidentes, uma vez que as ofensas se tornaram públicas.

Marcelle postou no Instagram uma foto dentro do estádio do Morumbi, em São Paulo, com a frase: “Torcida branca, que não canta, descendente de europeu safade. Pior tudo de pauliste”.

A publicação gerou revolta de torcedores e do dirigente do clube. Julio Casares publicou nas redes sociais que foi surpreendido negativamente com um “ultrajante” post da assessora. “Algo que vai contra todas as nossas crenças. Em pouco mais de dois anos e meio de gestão, tivemos sempre uma preocupação com a igualdade. Nosso lema é, e sempre será, de que o São Paulo Futebol Clube é de todos, sem haver discriminação de raça, gênero, social, ou de qualquer forma”, disse.

A assessora foi demitida do Ministério dois dias depois do ocorrido. Em nota, a pasta informou que exonerou a funcionária para “evitar que atitudes não alinhadas a esse propósito interfiram no cumprimento de nossa missão institucional”.

Casares também afirmou que a ministra ligou pra ele pedindo desculpas. Segundo a assessoria de imprensa, a questão está encerrada e o clube não vai pedir investigação contra Marcelle.

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