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VÍDEO: Se organizem para evitar uma “desgraça” como em 2018, diz Lula

ImagemFoto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu neste sábado (16.dez.2023) que apoiadores fiquem organizados para evitar que entre uma “desgraça” no governo “como em 2018”. A declaração faz referência à gestão do ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL), eleito há 5 anos (2019-2022).

“É preciso vocês ficarem organizados, não desanimar nunca, discutir sempre. Não brigar, não ter divergência. Quando tiver divergência resolve numa mesa de conversa porque se não entra uma desgraça como entrou em 2018 e destrói tudo aquilo que vocês construíram e vocês não podem permitir isso”, disse Lula na cerimônia da assinatura do contrato de início das obras do empreendimento “Copa do Povo”, do Minha Casa, Minha Vida, em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

Blog do BG PB

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Michelle critica fala de Lula sobre “comunista” no STF

ImagemFoto: Reprodução/YouTube

A presidente do PL Mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, criticou neste sábado (16.dez.2023) a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre ter um “comunista” no STF (Supremo Tribunal Federal) – em referência ao futuro ministro da Corte, Flávio Dino.

“Nós temos que orar sim, nós temos que clamar a Deus porque nós vimos o próprio líder, o próprio presidente falando, cheio de alegria, quase não conseguia falar, que o sonho dele de quase 3 décadas, aquele projeto que ele não descansou até realizar, se concretizou com um comunista dentro do STF […] Onde aconteceu a maior revolução sangrenta foi com um comunista, que perseguiu cristãos, não foi por falta de aviso”, declarou Michelle durante evento do PL Mulher, no Paraná.

A fala de Michelle é sobre o discurso de Lula durante abertura da 4ª Conferência Nacional de Juventude, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, na quinta-feira (14.dez). Na ocasião, o presidente celebrou que “pela 1ª vez na história” o governo conseguiu colocar um “ministro comunista” no STF.

Poder360

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Empresas investigadas pela PF vencem licitação milionária do Ministério da Justiça

ImagemFoto: Daniel Ferreira/Metrópoles

A Polícia Federal (PF) investiga, desde setembro, o suposto conluio da Inbraterrestre e da Glágio do Brasil no comércio de produtos de proteção balística. As empresas teriam estruturado um verdadeiro cartel para controlar o mercado no Brasil. Ainda assim, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), órgão que comanda a PF, aceitou as propostas das empresas, em licitação milionária, para a compra de coletes, escudos e capacetes a serem utilizados por agentes de segurança de todo o país.

Em 12 de setembro, as empresas foram alvo de busca e apreensão da Operação Perfídia, que investiga suspeita de fraude em contratos firmados pelo Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro (GIFRJ) no ano de 2018. Na época, a segurança do estado foi chefiada pelo general Walter Souza Braga Netto.

As investigações apontam que a Inbraterrestre e da Glágio do Brasil combinavam os preços que apresentariam em licitações com órgãos públicos. Como são líderes do mercado, as empresas tentavam programar um revezamento na concorrência, para que, a cada oportunidade, uma delas fosse vencedora nos certames.

Licitação milionária do Ministério da Justiça

Por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Ministério da Justiça e Segurança Pública abriu o Pregão Eletrônico nº 02/2023 para comprar materiais e equipamentos balísticos. São coletes, escudos e capacetes que irão atender às demandas da Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP), da Diretoria de Operações e Inteligência (DIOPI) e da Diretoria de Gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública (DGFNSP).

As licitações dividem todos os equipamentos por áreas do país. Sendo assim, material idêntico está envolvido em cinco processos de compras diferentes, um para cada região. Por exemplo, o mesmo capacete pode ser comprado por uma empresa para o Sudeste e ter outra companhia envolvida no contrato do Centro-Oeste.

Ao todo, a Ata de Realização do Pregão Eletrônico mostra que são 45 itens. O documento indica que a Glágio do Brasil teve 12 propostas aceitas, que indicariam mais de R$ 26 milhões.

No contrato em questão, aparece o nome da Inbra-Tecnologia como ganhadora de dois itens, totalizando R$ 7 milhões. Apesar de não ser a mesma empresa que a Inbraterreste, elas estão vinculadas ao Grupo Inbra e, inclusive, possuem os mesmos sócios.

Na Mira – Metrópoles

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Seis em cada dez médicas já sofreram assédio no trabalho

70% das médicas relataram sofrer algum tipo de preconceito no exercício de sua profissão. (Foto: Pixabay/Ilustrativa)

 

Uma pesquisa da Associação Médica Brasileira e da Associação Paulista de Medicina mostra que seis em cada dez mulheres médicas relataram sofrer algum tipo de assédio, moral ou sexual, no ambiente de trabalho. Além disso, 70% delas relataram sofrer algum tipo de preconceito no exercício de sua profissão.

Outro dado alarmante na pesquisa é que, de 44% das médicas que levaram as denúncias a seus superiores, somente 11% viram resultados em suas queixas. Pouco mais de 10% levaram suas denúncias a autoridades policiais ou ao Judiciário e, dessas, somente 5% tiveram suas queixas investigadas ou viram os responsáveis serem punidos.

Para uma das coordenadoras da pesquisa, a médica e membro da Associação Médica Brasileira Maria Rita Mesquita, há muitas outras dificuldades presentes na vida da mulher médica, e a sociedade precisa ouvi-las de forma mais atenta.

“Elas colocam outras dificuldades, excesso de trabalho, dupla jornada, baixa remuneração, as condições de trabalho e desrespeito, machismo, misoginia, enfim, existem várias dificuldades, e, enquanto sociedade, enquanto Associação Médica Brasileira, o que se pode fazer é dar voz a essas mulheres, criar grupos que discutam ações.”

A pesquisa foi feita por meio de plataforma online com mais de 1,4 mil médicas de todo o Brasil. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

A Associação Médica Brasileira oferece um canal de denúncias para médicas, por meio do qual a vítima recebe orientação jurídica sobre como proceder.

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Agência Brasil

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VÍDEO: Lula diz que nunca esteve no triplex do Guarujá, mas já foi fotografado no local

O presidente Lula disse que nunca esteve no triplex do Guarujá, mas presidente já foi fotografado no local. “Eu nunca pude ir naquele maldito triplex”, disse Lula durante discurso em evento em São Paulo.

Além da foto, o fato também é admitido pelo Instituto Lula, que afirma ter sido única vez em que o petista esteve no local. Investigação do MP sobre o caso prescreveu após anulação do julgamento pelo STF.

MPF alega 'prescrição' e o caso do triplex de Lula no Guarujá acaba em pizza - Diário do Poder

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Com informações de Metrópoles e Samuel Pancher

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STF forma maioria para manter regra que turbinou poderes do TSE

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta sexta-feira (15) para manter a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que ampliou os poderes da corte para agir contra a desinformação sobre as eleições.

O relator, ministro Edson Fachin, que votou pela validade da norma, foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso.

Aprovada a dez dias do segundo turno das eleições de 2022, a medida tinha sido questionada pelo então procurador-geral da República, Augusto Aras.

O julgamento ocorre no plenário virtual, com votos dos ministros por escrito inseridos em um sistema eletrônico do tribunal. A sessão de julgamento deste caso se encerra na segunda-feira (18). Até lá, pode haver pedido de vista (mais tempo de análise), de destaque (para levar o caso ao plenário físico) e os ministros também podem mudar seus votos.

Até as 22h desta sexta (15), não tinham votado os ministros André Mendonça, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux.

Folhapress

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Lula ignora promessa de ignorar Bolsonaro: ‘Furacão do mal’, ‘sem vergonha na cara’, ‘gente ruim’


Foto: Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo

O presidente Lula (PT) disse mais de uma vez que não falaria mais de Jair Bolsonaro (PL). No entanto o petista segue citando e criticando o governo do antecessor publicamente.

Nesta sexta-feira (15), em inauguração de um contorno rodoviário na BR-101 em Serra (ES), o petista elevou o tom dos ataques e chamou o ex-presidente de “facínora”, “aquela coisa”, além de acusar o adversário político de “usar a fé dos evangélicos”.

Antes, em 22 de novembro, Lula chamou Bolsonaro de “gente ruim” por liderar um governo que “gostava de brigar”.

“Tivemos recentemente um governo nesse país que tudo que ele gostava era brigar, porque tem gente ruim que não sabe fazer política sem ter inimigo. ‘Eu preciso ter um inimigo para justificar as coisas que eu faço’. Pois o Lula não quer ter inimigos, quer ter amigos”, afirmou o presidente, durante cerimônia do Minha Casa Minha Vida no Palácio do Planalto.

No dia anterior, também no Planalto, o mandatário havia feito uma fala emocionada sobre educação e cuidar das pessoas. Na ocasião, disse que “o país voltou a ser governado por alguém que tem vergonha na cara e trata os diferentes como iguais”.

Lula usou ainda o termo “furacão do mal” em ambos os discursos para referir-se a Bolsonaro sem citá-lo nominalmente.

As declarações ocorrem duas semanas depois de Lula dizer que não falaria mais sobre o governo de seu adversário —promessa que já repetiu algumas vezes neste ano.

“De mim, vocês vão perceber que eu vou terminar quatro anos sem falar uma vírgula do outro governo, porque, para mim, ele não existiu”, afirmou o chefe do Executivo em cerimônia de sanção da duplicação de um trecho da rodovia BR-423 em Pernambuco, em 8 de novembro.

Mesmo assim, no mesmo discurso, ele declarou que encontrou o país “semidestruído” quando foi eleito.

Lula costuma criticar em seus pronunciamentos o país deixado por seu antecessor e apontar um desmonte de políticas públicas.

No final do outubro, durante live semanal, o presidente disse que houve utilização da máquina pública pelo governo passado para evitar uma derrota eleitoral e que Bolsonaro “entrou em parafuso” ao não se reeleger.

Essa é uma crítica também usada pela equipe econômica do mandatário.

“Acho que nunca se mentiu tanto porque o nosso adversário contava mentiras por segundo. A quantidade de utilização da máquina pública para tentar evitar perder as eleições foi de tamanha magnitude que, quando ele perdeu, ele entrou em parafuso”, disse Lula no final de outubro, durante o Conversa com o Presidente.

“Ele se trancou dentro de casa, ficou chorando, lamentava. Tem gente que diz que tem dia que ele falava, tem dia que ele não falava. E, na verdade, ele estava preparando um golpe que era para ser no dia da minha diplomação”, completou.

Lula fez referência à tentativa de invasão ao prédio da PF (Polícia Federal) e aos atos de vandalismo que resultaram em incêndios a carros e ônibus em Brasília, horas após a sua diplomação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Apesar de o presidente falar frequentemente sobre o governo anterior, são raras as menções diretas ao ex-chefe do Executivo.

Em visita às obras do novo Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, Lula voltou a se referir a Bolsonaro como “negacionista”.

“As pessoas podem até dizer: ‘eu não gosto do Lula, eu não gosto do PT’. Mas tem outras pessoas para vocês gostarem. Não precisa gostar de um negacionista, de uma pessoa desse tipo. Vocês não têm noção o quanto esse país andou para trás”, disse.

Em um discurso no Planalto, em junho, afirmou que o país passou por um “período muito obscuro”, em referência aos anos de 2019 a 2022.

Uma das únicas vezes nos últimos meses em que Lula mencionou o seu adversário de forma mais direta foi em julho, após Bolsonaro ser declarado inelegível pela Justiça Eleitoral.

“Ele [Bolsonaro] sabe o que ele fez. Se ele acertou, será recompensado, se errou, será julgado e será punido de acordo com o erro que ele cometeu. Isso é um problema da Justiça que não passa, não mexe com a tranquilidade do governo”, afirmou na ocasião.

Folhapress

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Lula ultrapassa Bolsonaro e paga quase R$ 30 bilhões em emendas parlamentares neste ano


Foto: Brenno Carvalho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 29,1 bilhões em emendas parlamentares neste ano, segundo a Secretaria de Relações Institucionais. O número representa um aumento de 11% em relação aos pagamentos feitos no ano passado, de R$ 26,2 bilhões, durante a gestão Jair Bolsonaro (PL). Apesar dos dados, congressistas têm reclamado da demora na execução de emendas.

Segundo a pasta, o governo federal empenhou R$ 29,7 bilhões em emendas parlamentares (individuais, de bancada e de comissão) em 2023. O número é 79% maior que o volume empenhado por Bolsonaro no ano passado — R$ 16,6 bilhões. O termo empenho significa reserva do dinheiro para pagamento. Os dados foram apresentados recentemente a senadores e deputados pelo ministro Alexandre Padilha.

Do total empenhado neste ano, R$ 18,7 bilhões são de emendas individuais (RP6), R$ 6,4 bilhões são de emendas de bancada (RP7) e R$ 4,5 bilhões são de emendas de comissão (RP8). Do total empenhado no ano passado, R$ 10 bilhões foram de emendas individuais, R$ 5,7 bilhões foram de emendas de bancada e R$ 308 milhões foram de emendas de comissão.

R7

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Buscas por “comunismo” disparam após fala de Lula sobre Dino


Foto: Sérgio Lima/Poder360

A expressão “o que é comunismo” é uma das principais tendências de busca do Google desta sexta-feira (15.dez.2023). O crescimento do interesse se deu depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se referir ao recém aprovado para o STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, como o 1º “ministro comunista” da Corte. A declaração foi dada na quinta-feira (14.dez).

A pesquisa sobre comunismo é a 4ª principal tendência de busca da plataforma. Mais de 20.000 pesquisas foram feitas sobre o assunto, segundo o Google Trends. O crescimento foi de mais de 3.400% em 24 horas. É o principal assunto buscado em política, atrás só de procuras sobre futebol.

A alta da pesquisa por informações sobre o comunismo é acompanhada por um aumento repentino de buscas com referência a Dino e a Lula, como as expressões “ministro comunista” e “Lula é comunista”.

De acordo com o Google Trends, a expressão “Flávio Dino é comunista” cresceu 1.650% nas buscas. Procuras correlatas também ascenderam. Os termos “Flavio Dino comunismo” e “comunista Flávio Dino” tiveram alta de busca de 1.200%.

Poder360

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Médico suspeito de causar a morte de 42 pacientes e ter provocado lesões em outros 114 no RS é preso no interior de SP

Foto: Divulgação/Polícia Civil

O cirurgião João Couto Neto, suspeito de erros médicos que teriam causado a morte de 42 pacientes e lesões em outros 114, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, foi preso nesta quinta-feira (14), em um hospital de Caçapava, no interior de São Paulo.

Couto teve a prisão preventiva decretada após ser acusado pela Polícia Civil de homicídio doloso (com intenção de matar) em três inquéritos, em novembro. A defesa considera a prisão descabida e vai entrar com habeas corpus para que ele responda em liberdade.

Mesmo estando sob investigação, em fevereiro deste ano, Couto Neto conseguiu registro no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp). Segundo o órgão, o pedido de registro não poderia ser negado na ocasião, pois ele não estava totalmente impedido de exercer a medicina, mas com restrição parcial.

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