Brasil

Famosos eram usados por bando para promover falsos sorteios de carros

Reprodução

Para transparecer credibilidade e supostamente garantir a honestidade de sorteios, a organização criminosa que operava o esquema de estelionato e lavagem de capitais, por meio de empresas do ramo de capitalização, usava a imagem de grandes astros da televisão, da música e até do jornalismo.

Ícones da música romântica como Amado Batista, além de atores como Maurício Mattar e até jornalistas e apresentadores famosos, como Geraldo Luís e Fabíola Gadelha, conhecida como “Fabíola rabo de arraia”, foram contratados para emprestarem a imagem aos sorteios de carros de luxo e, assim, passar credibilidade ao esquema criminoso.

Não existe, pelo menos até o momento, indícios de envolvimento das celebridades com os crimes praticados pela organização criminosa. De acordo com as investigações, os artistas e apresentadores, apesar de autorizarem o uso de suas imagens nas propagandas, não sabiam que os sorteios de carros eram falsos.

O Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Anápolis (GO) deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8/1), a Operação Las Vegas contra uma organização criminosa que opera esquema de estelionato e lavagem de capitais por meio de empresas do ramo de capitalização.

A operação

Os policiais de Goiás cumpriram 13 mandados de busca e apreensão e nove de prisão em Goiás e no Mato Grosso. A operação mobilizou mais de 70 agentes.

A PCGO também cumpriu o sequestro de valores de mais de R$ 27 milhões, inclusive de criptoativos, confisco de bens e bloqueio de nove imóveis avaliados em R$ 6 milhões.

De acordo com as investigações, o grupo é composto por empresas especializadas na venda de títulos de capitalização premiável. No esquema, os criminosos fraudavam os sorteios e contrataram ganhadores de fachada. Assim, não pagavam os prêmios de alto valor.

Metrópoles

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Brasil

(VÍDEO) “Mentir precisa voltar a ser errado na vida brasileira”, diz Luís Roberto Barroso

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou, durante ato que marca um ano desde os ataques do 8 de Janeiro, que “mentir precisa voltar as ser errado de novo na vida brasileira”.

“No Brasil, ao contrário de outros países, a democracia permaneceu inabalada. Houve outros países em que o autoritarismo prevaleceu e a resistência dos tribunais não foi suficiente”, disse o presidente da Corte, nesta segunda-feira (8/1).

A fala do ministro ocorreu no momento em que ele sublinhou o papel de diversos entes na resistência democrática, como a sociedade civil, a classe política e a imprensa.

Barroso destacou o papel da imprensa “de reocupar o espaço público de fatos comuns compartilhados pelas pessoas, e enfrentar esse tempo estranho que nós vivemos das narrativas falsas, em que as pessoas acham que podem construir narrativas que não correspondem aos fatos mas que correspondem às suas convicções.”

A solenidade foi aberta com a exibição de um documentário que relembra o episódio. Logo depois, Barroso fez um discurso rememorando as cenas que viu durante a noite de 8 de Janeiro.

Com Metrópoles

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Brasil

Lira cancela presença em solenidade de aniversário do 8 de Janeiro, na qual discursaria

ImagemFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), cancelou sua presença na solenidade desta segunda (8) no Congresso Nacional para marcar o primeiro aniversário dos ataques à praça dos Três Poderes. O motivo são problemas de saúde na família.

O evento, convocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reunirá ministros, governadores e representantes do Legislativo e do Judiciário. Lira seria um dos responsáveis por discursar no ato.

Painel – Folha de S. Paulo

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Brasil

Lula diz que Janja o alertou contra GLO no 8 de Janeiro

ImagemFoto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a primeira-dama Janja Lula da Silva o convenceu a proibir o decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) no 8 de Janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e vandalizadas por extremistas.

“Foi a Janja que me alertou: ‘Não aceita GLO porque GLO é tudo que eles querem, é tomar conta do governo’. Se eu dou autoridade pra eles, eu dou o governo pra eles”, disse Lula em entrevista a um documentário da GloboNews sobre os atos extremistas exibido no Fantástico, da TV Globo.

Ao mesmo documentário, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), afirmou que Janja foi enfática ao rejeitar a possibilidade de GLO.

“Quando se abre o debate sobre a GLO, a Janja fica de pé e fala: ‘GLO não, porque isso é entregar para os militares’”, disse o petista.

Poder360

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Circulação de dinheiro em espécie cai pela 2ª vez na história

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A circulação de cédulas e moedas teve a 2ª queda anual da história em 2023. O valor do papel-moeda que transita pelo país recuou 0,2% no ano passado em relação ao ano anterior. Passou de R$ 342,3 bilhões em 2022 para R$ 341,6 bilhões no fim do ano passado.

O levantamento foi realizado pelo Poder360 com base em dados do BC (Banco Central). Foram considerados os últimos dados anuais de 1994 (início do Plano Real) a 2023.

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Até 2023, a única queda de circulação de dinheiro físico havia sido registrada em 2021, quando houve o efeito atípico da pandemia de covid-19. A crise sanitária elevou em quase R$ 90 bilhões o valor em circulação no país em 2020. O motivo: os pagamentos do auxílio emergencial em cédulas.

A alta de 31% foi atípica e corrigida no ano seguinte. Em 2021, a redução também foi potencializada pela digitalização das contas dos beneficiários. O lançamento do Pix –o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central– em novembro de 2020 contribuiu para o aumento do uso do meio digital nos anos seguintes.

As cédulas puxaram a queda do dinheiro em circulação no país em 2023. Tiveram queda de 0,3% no valor, de R$ 334,6 bilhões para R$ 333,5 bilhões. No caso das moedas, houve um aumento de R$ 7,8 bilhões para R$ 8,1 bilhões –a maior quantia nominal desde o Plano Real.

Em consideração à quantidade, o Brasil tinha 30,5 bilhões de moedas em 2023 ante 29,5 bilhões em 2022. Já o número de notas caiu 0,4%, para 7,7 bilhões.

Poder 360

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Brasil

Advogado no caso Marília Mendonça morre após queda de aeronave no interior de SP

Piloto morre após arenonave cair em Lençóis Paulista (SP)Foto: Reprodução

O advogado e piloto Sérgio Roberto Alonso, de 74 anos, morreu na tarde deste sábado (6) após o planador em que estava cair às margens da Rodovia Marechal Rondon, entre Lençóis Paulista e Areiópolis, no interior de São Paulo.

Alonso acumulava décadas de experiência de atuação. Segundo o escritório Riedel de Figueiredo e Advogados Associados, do qual fazia parte, ele era especialista em direito aeronáutico e em direito internacional, além de ser membro da Sociedade Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial.

O advogado também se destacava por sua larga experiência nos ramos trabalhista e de agências reguladoras.

Advogado Sérgio Roberto Alonso comenta laudo final de acidente de Marília  Mendonça na imprensa nacional - Riedel de Figueiredo Advogados Associados

Caso Marília Mendonça

Em 2021, Alonso atuou como representante jurídico da família de Geraldo Martins, piloto da cantora Marília Mendonça. Os dois morreram em um acidente aéreo em novembro de 2021, quando a aeronave que transportava a artista caiu em curso d’água nas proximidades de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais.

Outras três pessoas também perderam a vida.

Em outubro de 2023, o advogado concedeu uma coletiva a diversos veículos da imprensa nacional para falar sobre o resultado das investigações no caso da cantora.

Na ocasião, Alonso classificou como “absurda e precipitada” a conclusão do inquérito, que apontou os pilotos como culpados pelo acidente. Em maio, ele também deu entrevistas sobre o relatório final da investigação da Aeronáutica.

Alonso também falou, em outras ocasiões, sobre sua atuação em acidentes aéreos que marcaram a história do Brasil, como os da TAM, em 1996, e da Gol, em 2006.

O especialista em direito aeronáutico também era frequentemente chamado para comentar casos de acidentes aéreos, ainda que não atuasse diretamente neles.

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Brasil

Nova carteira de identidade deve ser emitida em todo o país a partir da próxima quinta

Foto: REPRODUÇÃO/INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS DO RS

O prazo para que todos os estados comecem a emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) termina na próxima quinta-feira (11). O novo documento não tem mais o número do RG (Registro Geral), apenas o do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) como registro geral, único e válido para todo o país.

Até agora, segundo o Ministério da Gestão e da Inovação, 18 estados já estão emitindo o documento. São eles: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Piauí, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Alagoas, Goiás, Amazonas, Acre, Minas Gerais, Paraná, Distrito Federal, Pernambuco, Rondônia, Paraíba, Maranhão, Sergipe e São Paulo.

A adesão começou em julho de 2022 pelo Rio Grande do Sul. Já foram emitidas mais de 2,8 milhões de novas Carteiras de Identidade Nacional.

A primeira via e a renovação do documento são gratuitas — quem perdê-lo e precisar tirar a segunda via terá de pagar uma taxa estipulada por estado. A renovação não é obrigatória. A substituição poderá ser feita de forma gradual e gratuita até 2032.

O novo documento está disponível nos formatos físico e digital. A versão física é produzida em papel-moeda. Além das marcas-d’água na imagem do território nacional e no brasão da República, foram mantidos detalhes de segurança em sigilo.

Um QR Code permite a validação eletrônica da autenticidade, bem como saber se o documento é verdadeiro, se foi furtado ou extraviado. Ele traz ainda informações do cidadão, impressão digital e a opção pela doação de órgãos.

Essa nova versão serve também como documento de viagem para os países do Mercosul, devido à inclusão de um código de padrão internacional chamado MRZ, o mesmo usado em passaportes.

O prazo de validade do novo documento depende da idade do titular: cinco anos para crianças de até 11 anos, e dez anos para quem tem de 12 a 59 anos. Pessoas com mais de 60 anos não precisarão trocar o documento.

Para ter acesso ao novo documento é preciso que o CPF esteja regularizado na Receita Federal. Segundo o órgão, haverá validações biográficas e biométricas antes da emissão da carteira.

Os documentos de identidade nos modelos antigos são válidos até 28 de fevereiro de 2032.

O que tem a CIN

• Tem um único número de identificação, o CPF.
• Conta com um QR Code, que permite verificar a autenticidade do documento e saber se foi furtado ou extraviado, por meio de qualquer smartphone.
• Tem o mesmo código internacional usado em passaportes, o chamado MRZ. Assim, pode ser utilizado como documento de viagem.
• Pode ser emitido em papel, policarbonato (plástico) ou digitalmente (pelo aplicativo gov.br).
• É válido em todo o território nacional.
• Está disponível na versão digital, que pode ser apresentada no celular, caso o cidadão esqueça o documento em papel ou plástico.

Validade da CIN

O prazo de validade da nova CIN varia conforme a faixa etária:

• cinco anos, para crianças de até 12 anos incompletos;
• dez anos, para pessoas de 12 a 60 anos incompletos; e
• indeterminado, para quem tem acima de 60 anos.

O objetivo da medida é desburocratizar o acesso e unificar o número do documento dos cidadãos nos estados, para evitar fraudes. O novo modelo prevê a integração de vários órgãos, o que viabiliza a realização de consultas em bases de dados com unicidade de informações relativas aos cidadãos.

R7

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Brasil

Dpvat custaria R$ 3,5 bilhões a motoristas e motociclistas em 2024; Lula quer retorno do seguro

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O retorno do Dpvat (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) em 2024 custaria ao menos R$ 3,5 bilhões. A estimativa foi encaminhada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) com exclusividade ao Poder360.

Segundo o órgão, a quantia seria necessária para manter a cobertura de indenizações a vítimas de acidentes de trânsito. A projeção leva em conta 2 fatores:

  • manutenção de repasse de 50% ao SUS (Sistema Único de Saúde) e Contran (Conselho Nacional de Trânsito);
  • restringir cobertura à invalidez permanente ou morte – indenizações atingem até R$ 13.500 por vítima.

De 2008 a 2020, o Dpvat arrecadou R$ 76,5 bilhões. Já o valor das indenizações pagas foi de R$ 30,3 bilhões até o fim de 2023.

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Até 2020, o seguro era obrigatório para motoristas e motociclistas. Em 2021, o Dpvat deixou de ser cobrado.

No último ano em vigor, a média paga pelos condutores atingiu cerca de R$ 10. Por menor que seja o valor cobrado, proprietários de veículos vão sentir o custo na hora de renovar o licenciamento de carros, caminhões e motos.

Lula quer volta do seguro

Em 31 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou uma proposta para retomar o Dpvat. Pelo projeto de lei complementar, o seguro passaria a se chamar Spvat (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito).

O projeto é de autoria do Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad, e chegou a tramitar em regime de urgência. O governo, no entanto, cancelou o pedido em 12 de dezembro.

O relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), apresentou parecer preliminar favorável à aprovação. Ao Poder360, o congressista afirmou que a Câmara tratará do tema em fevereiro.

Poder 360

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Brasil

Afogamento é primeira causa de morte de crianças de 1 a 4 anos de idade no país

Foto: Jonathan Gelber/Getty Images

A chegada do verão, estação mais quente do ano, acende um alerta: os casos de afogamento de crianças aumentam. Entre os meses de dezembro e março são registradas quase metade (45%) das ocorrências do ano todo no Brasil.

Dados do Boletim Epidemiológico de Afogamentos no Brasil, divulgados pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), mostram que afogamento é a primeira causa de morte de crianças com idades entre 1 e 4 anos no país, e 50% desses casos ocorrem dentro de casa.

Ainda segundo o levantamento, a cada três dias uma criança morre afogada no país. Dentro desse cenário, segundo o levantamento, 15 brasileiros morrem por dia afogados.

O aumento da temperatura não apenas atrai mais pessoas para atividades aquáticas, mas também pode levar a um relaxamento nas medidas de segurança.

E, quando falamos desses acidentes com crianças, os perigos muitas vezes estão em casa. Piscinas, baldes, bacias, banheiras e até mesmo o tanque de lavar roupas podem ser locais propícios para o afogamento.

“Os pais olham para dentro de casa e não conseguem enxergar que um balde pode matar, que um tanque de roupa cheio d’água, uma máquina de lavar, banheira, uma privada, uma cisterna aberta, uma caixa d’água e a própria piscina colocam em risco a vida das crianças”, diz o Secretário Geral da Sobrasa, David Szpilman, que também é médico e atua em terapia intensiva e clínica médica.

E se engana quem pensa que um local ou recipiente com poucos centímetros de água não apresenta riscos. Como as crianças pequenas ainda estão em formação e não possuem total controle sobre seus movimentos, é possível que ela se desequilibre e caía com o rosto na água, não conseguindo sair da situação.

A morte por afogamento acontece por asfixia devido à aspiração de líquido, que obstrui as vias aéreas, como traqueia e pulmões. Essa obstrução causa a falta de oxigênio no sangue.

“O pulmão tem a função de trocar oxigênio, então a gente respira, pega o oxigênio e manda para todo o corpo para alimentar as células. Quando você tem água nessa via aérea, você impede ou dificulta essa extração do oxigênio do ar ambiente e com isso você morre por falta de oxigênio, por dificuldade de respiração”, acrescenta Szpilman.

Além do afogamento poder levar a criança à morte, em casos em que a criança é socorrida e sobrevive há o risco de sequelas neurológicas graves, como diminuição da coordenação motora, convulsões e até mesmo tetraplegia.

Dicas para evitar afogamentos de crianças

Evitar deixar recipientes com água e ficar de olho nos pequenos ainda são as melhores maneiras de evitar mortes por afogamentos em crianças.

A Sobrasa e o Corpo de Bombeiros possuem cartilhas com dicas para evitar esse tipo de acidente.

Veja algumas delas:

  • Áreas de serviço, banheiros, quintais com piscinas devem ter acesso restrito
  • Mantenha a tampa do vaso sanitário abaixada e, se possível, lacrada com um dispositivo de segurança;
  • Bacias, baldes ou piscinas infantis devem permanecer esvaziados quando não estão sendo usados
  • Nunca deixe crianças sozinhas, principalmente dentro ou próximas da água
  • Coloque colete salva-vidas nos pequenos quando eles forem brincar na piscina
  • Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina

Em caso de acidentes chame um serviço de emergência como SAMU (192), ou Corpo de Bombeiros (193).

Caso o afogamento ocorra em piscina, segundo Szpilman, é possível fazer os primeiros socorros enquanto se aguarda a chegada do serviço de emergência.

Para isso, deve-se retirar a criança da água e colocá-la em uma superfície reta e plana, como o chão, por exemplo.

“A primeira coisa é ver se há resposta dessa vítima, então, sacuda pelo ombro e pergunte se ela ouve algo. Se essa pessoa não responde, é preciso estender o pescoço dela, abrir as vias aéreas e ver, ouvir e sentir se tem respiração. Não tem respiração, ou está na dúvida, você vai fazer cinco ventilações boca a boca. Se não tiver resposta é necessário fazer 30 compressões no peito. E aí vai alternar essas 30 compressões com duas ventilações até que o socorro chegue”, detalha o médico.

CNN Brasil

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Bolsonaro sobre 8 de janeiro: “Não foi tentativa de golpe, foi uma armadilha da esquerda”

Foto: CNN/Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lamentou as depredações a prédios públicos no dia 8 de janeiro de 2023, e disse em entrevista exclusiva à CNN que os atos foram uma armadilha da esquerda e não configuram tentativa de golpe.

“Nós temos a certeza de que aquilo foi uma armadilha por parte da esquerda. Infelizmente, não foi para frente a investigação. Nem o próprio general G. Dias fez  parte do corpo final da CPMI. Então, a CPMI não serviu para absolutamente quase nada. Lamentável. Não é do pessoal que nos segue, que nos acompanha, pessoal bolsonarista, pessoas de direita, pessoal conservador nunca foi de fazer isso aí.”

“E a informação que a gente tinha é que na antevéspera do episódio, no próprio acampamento lá em Brasília, tinha menos de 300 pessoas presentes”, disse o ex-presidente.

A entrevista com Bolsonaro durou mais de uma hora e aconteceu no dia 5 de janeiro, na casa dele em Angra dos Reis.

Desde dezembro de 2023, a CNN também pediu entrevista com o presidente Lula sobre os atos de 8 de janeiro. A Secretaria de Comunicação do Governo preferiu nos atender enviando um depoimento do presidente.

Jair Bolsonaro condenou depredações nos prédios dos Três Poderes, comentou sobre as prisões dos invasores, mas disse que as invasões não configuram golpe.

“Para haver a tentativa [de golpe], tinha que ter uma pessoa à frente. Tudo que foi apurado não levantou nome algum. São suposições. Quem vai dar golpe com velhinhos, com pessoas idosas com bíblia debaixo do braço, com a bandeira na outra mão, com pessoas do povo, com vendedor de algodão-doce, com motorista de Uber, com menor de idade, com criança? Quem vai dar um golpe nesse sentido? E outra: foi em um domingo.”

“Um golpe é contra um chefe de Estado, não é contra um ministro do Supremo, presidente da Câmara ou do Senado. É contra o chefe de Estado, que naquela manhã já havia ido para Araraquara — avisado por alguém do problema que ia ocorrer — e foi para Araraquara se encontrar com o prefeito do município. Lamentamos também as punições altíssimas que as pessoas sofreram. Até porque são culpadas, segundo o relator do STF, de uma tentativa armada, de mudar o estado democrático de direito. E nenhuma arma foi encontrada. (…) Nem traficante fica 17 anos de prisão”, completou o ex-presidente.

CNN Brasil

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