Brasil

Mais de 100 mil pessoas já se inscreveram para concurso unificado

Brasília (DF), 11/10/2023, Prédio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e ministério da Cultura, na Esplanada dos Ministérios em Brasília.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para o Concurso Público Nacional Unificado, informou nesta sexta-feira (19) o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. As inscrições começaram nesta sexta-feira e vão até o dia 9 de fevereiro.

Ao longo do dia, a plataforma única de inscrições enfrentou instabilidade por causa da alta demanda, mas o problema, informou a pasta, foi resolvido ao longo da tarde.

Neste sábado (20), o ministério divulgará o balanço consolidado do primeiro dia de inscrições. O certame vai selecionar, de uma só vez, 6.640 candidatos para lotação em 21 órgãos públicos federais.

As provas serão aplicadas no dia 5 de maio, em 220 cidades, distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal. A taxa de inscrição é R$ 60 para vagas de nível médio e R$ 90, para vagas de nível superior.

Arte Enem dos Concursos. Reserva de Vagas e Cronograma. Foto: Arte/EBC

Estão isentos candidatos que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e que cursam ou cursaram faculdade com apoio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) ou do Programa Universidade para Todos (ProUni), assim como doadores de medula óssea.

No ato da inscrição, será gerada uma Guia de Recolhimento da União (GRU), único mecanismo de pagamento que valerá para o concurso.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, responsável pela condução do concurso, recomenda a leitura cuidadosa dos editais, “potencializando as trajetórias profissionais e acadêmicas dos candidatos”.

Em nota, a pasta destacou que a proposta é democratizar o acesso aos quadros federais e permitir que candidatos alinhem suas vocações às oportunidades oferecidas.

Agência Brasil

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Brasil

Ministério da Justiça prepara lei para estimular uso de câmera corporal por policiais

Foto: Divulgação/PMERJ

Em meio às medidas para reduzir a letalidade policial, o Ministério da Justiça elaborou um projeto de lei que busca institucionalizar o uso de câmeras corporais pelas forças de segurança do país.

A ideia em debate atualmente prevê transformar o item em parte do equipamento de proteção individual dos policiais.

A primeira versão do projeto tornava obrigatório o uso das câmeras e dava o prazo de 18 meses para que os estados se adequassem à norma.

A Casa Civil, porém, pediu ajustes no texto, argumentando que, para tornar o equipamento obrigatório, o governo federal deveria custeá-lo.

O Ministério da Justiça, então, alterou a redação e incluiu as câmeras entre os aparatos de segurança dos policiais. A proposta deve dizer que os policiais têm o direito de acessar o equipamento —ou seja, nas entrelinhas, forçaria os estados a fornecerem o objeto.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Governo Lula avalia retomar benefício a pastores após desgaste com evangélicos

ImagemFoto: Gustavo Raniere/Divulgação Ministério da Fazenda

O governo Lula (PT) decidiu nesta sexta-feira (19) criar uma comissão para rediscutir a medida que suspendeu a ampliação de isenção tributária a pastores. O governo tomou a decisão após uma reação da bancada evangélica no Congresso Nacional.

Parlamentares da bancada evangélica se encontraram na manhã desta sexta com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Na saída, afirmaram que o governo vai recuar da suspensão do benefício, publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (17).

O ato pró-evangélicos tinha sido editado pela gestão de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, um mês antes do início da campanha eleitoral. Na quarta, a Receita Federal suspendeu os efeitos da medida, o que gerou uma nova crise entre Lula e os parlamentares do núcleo religioso.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Lula desagrada investidores e Vale perde R$ 8,5 bilhões em valor de mercado

LulaFoto: Reprodução

O mercado reagiu negativamente à notícia da possível ida de Guido Mantega para o Conselho de Administração da Vale. A intenção do governo Lula de trazer o ex-ministro da Fazenda para a mineradora fez com que a empresa perdesse R$ 8,5 bilhões em valor de mercado até às 11h45 desta quinta-feira, 18, na parcial desta semana.

Até sexta-feira, 12, o valor de mercado da Vale era de R$ 308,5 bilhões. Após a sinalização do Governo Lula para o nome de Guido Mantega no quadro da ex-estatal, o valor caiu para R$ 300 bilhões.

A última vez que a empresa, que detém 13% da carteira do Ibovespa, registrou o valor R$ 300 bilhões foi em outubro de 2023.

De acordo com os analistas, a intervenção do governo federal na Vale não é bem vista pelo mercado, que valoriza a empresa pelos vultuosos pagamentos de dividendos. Só em 2023, a mineradora distribuiu o montante de R$ 28,9 bilhões em proventos aos acionistas.

Relembre a posição de Guido Mantega nos governos petistas anteriores

O economista Guido Mantega já foi investigado por ‘pedaladas fiscais’ quando era ministro da Fazenda | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Mantega, de 74 anos, foi ministro da Fazenda de todas as gestões petistas anteriores: nos dois mandatos consecutivos de Lula, de 2003 a 2011, e no primeiro mandato de Dilma Roussef, de 2011 a 2014, sendo substituído por Joaquim Levy. Dois anos depois, em 2016, a ex-presidente, sofreu impeachment por pedaladas fiscais.

Em 2018, o ex-ministro também foi alvo de investigações pelo Ministério Público Federal (MFP) por irregularidades financeiras no governo federal.

Conselheiros da Vale recebem salário médio de R$ 112 mil mensais

Caso tenha o nome aprovado para integrar o Conselho da Vale, mesmo diante da reação negativa do mercado financeiro, Mantega poderá ter salário de R$ 112 mil mensais – quantia média paga aos 13 conselheiros da empresa.

Revista Oeste

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Brasil

Especialistas criticam fala de Lula contra desoneração da folha para 17 setores da economia

Lula criticou desoneração da folha

Especialistas consultados pelo R7 criticam fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desta quinta-feira (18) contra a desoneração da folha de pagamento aos 17 setores que, juntos, mais empregam na economia brasileira. “Este país é muito grande, ele não pode ficar subordinado à pequenez de pessoas que agora estão brigando para que a gente faça desoneração das horas extras, da  folha de salário”, disse o chefe de Estado.

“Eles querem que a gente desonere a folha, por que eles não garantem estabilidade para os trabalhadores durante todo o período? Por que não garantem? Por que não garantem uma parte do que vai lucrar com a desoneração ao distribuir em forma de salário para os trabalhadores?Vamos deixar de pagar imposto na folha de salário. Por acaso os empresários que fazem essa proposta estão oferecendo para nós uma contrapartida?” questionou Lula durante evento da Petrobras em Ipojuca (PE).

Para o economista Antônio da Luz, “aumentar a carga tributária não garante aumento de receita. Inclusive, às vezes, o aumento de carga derruba a arrecadação. Um presidente em terceiro mandato já deveria saber disso”. “A arrecadação caiu em termos reais nos últimos 5 meses em relação aos mesmos meses do ano passado, mesmo com PIB [Produto Interno Bruto] crescendo quase 3%. Isso mostra que aumentar a carga não garante aumento de receita”, argumentou.

“A desoneração já foi debatida exaustivamente durante aproximadamente dez meses. Houve diversas reuniões. E o veto também foi derrubado”, lembrou Vivien Suruagy, presidente da Federação Nacional de Call Center, Infraestrutura de Telecomunicações e Informática (Feninfra).

Reunião entre Haddad e Lira

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, discute na noite desta quinta-feira (18) a medida provisória da reoneração com Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados. A conversa gira em torno da possibilidade de o governo cancelar o ato que trata da reoneração, o que faria com que a decisão do Congresso de prorrogar a medida até 2027 prevalecesse sem necessidade de nova votação.

Os outros dois temas tratados no texto seriam enviados por meio de uma nova medida provisória ou por projeto de lei. Além da reoneração da folha de pagamento, a medida provisória também limita a compensação de créditos decorrentes de decisões judiciais e revoga benefícios fiscais concedidos no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

Entenda a desoneração da folha de pagamento

A desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, responsáveis por 9 milhões de empregos, teve a vigência prorrogada até 2027 em votação que contou com amplo apoio de deputados e senadores. Os parlamentares decidiram que, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Já a medida provisória do governo retoma o imposto sobre a folha, mas gradualmente. Pelo texto, o imposto incidirá de forma diferente para dois grupos:

• o primeiro grupo engloba atividades como transporte, comunicação e tecnologia da informação, cuja tributação funcionará da seguinte forma: 10% em 2024, 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027;

• o segundo grupo inclui atividades como engenharia civil, indústria têxtil e editorial, cuja tributação funcionará da seguinte forma: 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.

Sem a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, 1 milhão de vagas de emprego podem ser perdidas, segundo levantamento feito por associações, entidades de classe e sindicatos.

R7

 

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Brasil

Petrobras diz que vai gastar até R$ 8 bi para concluir refinaria pivô da Lava Jato

ImagemFoto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

A conclusão das obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, vai custar à Petrobras entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões, afirmou nesta quinta-feira (18) o presidente da estatal, Jean Paul Prates. O valor final, disse, depende ainda da conclusão das licitações.

A retomada das obras foi celebrada em cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deu início ao projeto ainda em seu primeiro mandato, por meio de uma fracassada parceria com o então líder venezuelano Hugo Chávez.

As obras da Abreu e Lima foram paralisadas em 2015, após a descoberta do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Até o momento, a Petrobras já gastou no projeto cerca de US$ 18 bilhões (R$ 90 bilhões, pela cotação atual).

Folha de S. Paulo

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Brasil

KWAI: MPF abre inquérito contra rede social por conteúdo falso

O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta quinta-feira (18) ter instaurado um inquérito civil público para investigar a conduta da rede social Kwai, no Brasil. A suspeita é que a plataforma, de origem chinesa, esteja promovendo conteúdos e perfis falsos para gerar maior engajamento.

“Há indícios de que postagens na rede com informações inverídicas e apelativas sejam produzidas não por usuários regulares do Kwai, mas pela própria plataforma – diretamente ou por meio de empresas de publicidade por ela contratadas, sem qualquer identificação de sua origem”, disse o MPF, em nota.

O inquérito foi aberto com base em denúncia anônima recebida pelo órgão e também após notícias sobre a estratégia da plataforma.

Segundo o MPF, a investigação terá três frentes: a suposta criação de perfis falsos de órgãos e autoridades públicas brasileiras no Kwai, como se fossem páginas oficiais; a produção e circulação de notícias falsas na rede social, sobretudo durante a eleição de 2022, com a finalidade de aumentar audiência; e a veiculação de vídeos contendo atos de violência contra mulheres e exposição indevida de crianças e adolescentes.

A empresa Joyo Tecnologia Brasil, responsável pelo Kwai no país, e empresas de publicidade que prestam serviços à plataforma foram oficiadas para prestar esclarecimentos e preservar materiais relevantes para a investigação, como documentos, gravações, vídeos e outros.

É a primeira vez que uma plataforma de rede social é investigada não por intermediar conteúdos falsos, mas por produzi-los diretamente. A responsável pela investigação é a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão de São Paulo, que já conduz apurações sobre outras sete plataformas por supostas omissões no combate à desinformação e à violência digital.

Blog do BG PB

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Brasil

Jordy nega mensagens com participantes de atos anti-democráticos interceptadas pela Polícia Federal

Foto: Minervino Júnior/CB/D.A.Press

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) rebateu as informações apuradas pela Polícia Federal (PF) de que ele teria se articulado com participantes de atos anti-democráticos por mensagens de aplicativo e ligações telefônicas.

“Não tem uma mensagem minha. Até nessas mensagens que eles dizem que eu supostamente teria insuflado, incentivado a irem nos quartéis. Nao existem essas mensagens”, declarou Jordy para a imprensa na superintendência da PF no Rio de Janeiro.

Mais cedo, Jordy, que é líder da oposição na Câmara, gravou um vídeo repudiando o mandado de busca e apreensão contra ele. Equipes da PF cumpriram mandados contra o deputado no Rio de Janeiro e no gabinete dele no Congresso Nacional, em Brasília.

“Isso aí é a verdadeira constatação de que estamos vivendo uma ditadura. Eu em momento algum incitei, falei para as pessoas que aquilo era correto, em momento algum estive nos quartéis generais no momento em que aconteciam aqueles acampamentos”, declarou Jordy na gravação.

O deputado ainda chegou a dizer que acordou com “fuzil no rosto”, mas a PF nega essa informação e diz que a abordagem foi padrão, sem necessidade de uso da força.

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Metrópoles

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Senadores criticam operação da PF contra Carlos Jordy

Foto: Reprodução

Senadores da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticaram, nesta quinta-feira, 18, a operação da Polícia Federal (PF) que teve como alvo o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). O parlamentar é o líder da oposição na Câmara dos Deputados.

A ação, no contexto da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, tem como objetivo investigar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os protestos de 8 de janeiro.

Por meio de publicações no Twitter/X, senadores comentaram as buscas realizadas na residência e no gabinete do deputado.

Rogerinho Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, expressou solidariedade ao parlamentar. Ele destacou a necessidade do “término de inquéritos excepcionais que viraram rotina”.

O senador Carlos Portinho (PL-RJ) foi outro a criticar a ação que ocorreu a mando do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, o que ocorreu hoje contra Jordy representa um “gesto de perseguição e violência política contra um parlamentar e o próprio Congresso”.

“Jordy, como parlamentar, exerceu seu direito de fala criticando o sistema, mas não incitou movimentos ou atentou contra o Estado”, afirmou Portinho. “Vivemos tempos sombrios, páginas da nossa historia que acreditávamos fosse coisa do passado.”

“Uma ação de força e extrema, como ocorre nesse inquérito contra um parlamentar, somente se justificaria houvesse provas e fatos concretos e inequívocos, pois, em não havendo, ameaça toda a oposição ao atual governo, com a intenção de calá-la e intimidá-la”, prosseguiu o senador do Partido Liberal do Rio de Janeiro. “A nossa democracia segue abalada pq alguns com o propósito de defendê-la a capturaram.”

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se pronunciou nas redes sociais, considerando o ocorrido como uma “óbvia perseguição política”. Ele, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltou que a “forma como essa investigação está sendo conduzida é muito mais ‘lesa pátria’ do que o próprio 8 de janeiro”.

*A forma como essa investigação está sendo conduzida é muito mais “lesa pátria” que o próprio 8/Jan. A continuidade dela, além de autoritarismo e arrogância, é o mesmo que querer culpar a mulher que foi estuprada, ou seja, quem defende a democracia passou a ser o errado.”

Revista Oeste

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Brasil

Gasto com cotas parlamentares em 10 anos superam orçamento anual de 97% dos municípios brasileiros

ImagemFoto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados gastou R$ 2 bilhões com cotas parlamentares nos últimos dez anos. Os dados, disponíveis no Portal da Transparência da Câmara, mostram que entre 2014 e 2023, a despesa com os deputados cresceu 10%.

O valor é superior ao orçamento de 5.430 municípios brasileiros em 2020 (97%), segundo o último relatório do Observatório de Informações Municipais.

O montante é superior também ao que foi aprovado no Orçamento de 2024 para as áreas de educação de jovens e adultos (R$ 311 milhões), educação especial (R$ 45 milhões), transportes coletivos urbanos (R$ 644 milhões) e saneamento básico rural (R$ 1 bilhão) somados.

Em vigor desde 2001, a cota parlamentar é a unificação de alguns dos benefícios que eram pagos aos deputados no exercício do mandato, como verba indenizatória e cota postal-telefônica. Atualmente, essa cota é usada para cobrir gastos com aluguel dos gabinetes dos parlamentares nos estados, passagens aéreas, alimentação, conta de telefone, aluguel de carros e combustíveis.

R7

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