Brasil

Sertanejo tem 7 dos 10 artistas mais ouvidos da década no Brasil; veja ranking

Marília Mendonça foi a artista mais escutada da década no Brasil, segundo o Spotify — Foto: Will Dias/Futura Press via Estadão Conteúdo

O sertanejo domina os rankings de músicas e artistas mais escutados do Brasil nos últimos dez anos, segundo o Spotify. A plataforma chegou ao país em 2014 e, neste mês, divulgou dados de consumo dos brasileiros na última década.

Liderada por Marília Mendonça (1995-2021), a lista de artistas mais populares no período tem, ao todo, sete nomes no sertanejo. As exceções são Anitta, que transita entre o pop e o funk, Wesley Safadão, do forró, e o funkeiro MC Ryan SP.

No ranking de músicas mais ouvidas, só duas fogem à regra: o rap romântico “Deixe-me Ir”, do projeto 1Kilo, e “Shape of You”, do cantor britânico Ed Sheeran.

De acordo com o Spotify, o número de músicas de artistas brasileiros presentes na plataforma aumentou em 656% em dez anos, e o volume de plays nessas faixas teve um crescimento de 240 vezes no período. Os dados mostram que, em média, mais de 60% do consumo de artistas brasileiros no Spotify acontece dentro do próprio país.

“Hear Me Now”, hit eletrônico do DJ Alok, foi a música de um artista brasileiro mais escutada fora do país na última década. Anitta completa o pódio nas duas colocações seguintes: com “Downtown”, parceria com J Balvin, e “Envolver”, que chegou ao topo da lista de mais ouvidas do mundo na plataforma, com a ajuda do impulso brasileiro.

Veja, abaixo, os dados do Spotify no Brasil entre 2014 e 2023

Artistas mais escutados no Brasil

  1. Marília Mendonça
  2. Henrique & Juliano
  3. Jorge & Mateus
  4. Gusttavo Lima
  5. Zé Neto & Cristiano
  6. Matheus & Kauan
  7. Anitta
  8. Wesley Safadão
  9. Maiara & Maraisa
  10. MC Ryan SP

Artistas mais escutados no Brasil, ano a ano

 

  • 2014: Calvin Harris
  • 2015: Jorge & Mateus
  • 2016: Jorge & Mateus
  • 2017: Matheus & Kauan
  • 2018: Zé Neto & Cristiano
  • 2019: Marília Mendonça
  • 2020: Marília Mendonça
  • 2021: Os Barões da Pisadinha
  • 2022: Marília Mendonça
  • 2023: Ana Castela

Músicas mais escutadas no Brasil

  1. “Leão” – Marília Mendonça
  2. “Nosso Quadro” – Ana Castela e Agroplay
  3. “Arranhão – Ao Vivo” – Henrique & Juliano
  4. “Bombonzinho – Ao Vivo” – Ana Castela e Israel & Rodolffo
  5. “Mal Feito – Ao Vivo” – Hugo & Guilherme e Marília Mendonça;
  6. “Eu Gosto Assim – Ao Vivo” – Gustavo Mioto e Mari Fernandez
  7. “Liberdade Provisória” – Henrique & Juliano
  8. “Erro Gostoso – Ao Vivo” – Simone Mendes
  9. “Deixe Me Ir – Acústico” – 1Kilo
  10. “Shape of You” – Ed Sheeran

Músicas mais escutadas no Brasil, ano a ano

  • 2014: “Summer” – Calvin Harris
  • 2015: “Lean On” (feat. MØ & DJ Snake) – DJ Snake e Major Lazer e MØ
  • 2016: “Sorry” – Justin Bieber
  • 2017: “Shape of You” – Ed Sheeran
  • 2018: “Propaganda – Ao Vivo” – Jorge & Mateus
  • 2019: “Lençol Dobrado” – Analaga e João Gustavo e Murilo
  • 2020: “Liberdade Provisória” – Henrique & Juliano
  • 2021: “Batom de Cereja – Ao Vivo” – Israel & Rodolffo
  • 2022: “Mal Feito – Ao Vivo” – Hugo & Guilherme e Marília Mendonça
  • 2023: “Nosso Quadro” – Ana Castela e AgroPlay

Álbuns mais escutados no Brasil

  1. “Manifesto Musical” – Henrique & Juliano
  2. “Marília Mendonça – Ao Vivo” – Marília Mendonça
  3. “Ao Vivo No Ibirapuera” – Henrique & Juliano
  4. “Todos Os Cantos, Vol. 1” – Marília Mendonça
  5. “Esquece o Mundo Lá Fora (Ao Vivo) – Deluxe” – Zé Neto & Cristiano
  6. “O Embaixador” – Gusttavo Lima
  7. “O Céu Explica Tudo” – Henrique & Juliano
  8. “Festa das Patroas 35%” – Marília Mendonça e Maiara & Maraisa
  9. “Buteco in Boston (Ao Vivo)” – Gusttavo Lima
  10. “Melim” – Melin

Músicas de artistas brasileiros mais escutadas no mundo

  1. “Hear Me Now” – Alok, Bruno Martini e Zeeba
  2. “Downtown” – Anitta e J Balvin
  3. “Envolver” – Anitta
  4. “Olha a Explosão” – MC Kevinho
  5. “Nosso Quadro” – Ana Castela e AgroPlay
  6. “Bum Bum Tam Tam” – Future, J Balvin, Juan Magán, MC Fioti e Stefflon Don
  7. “Leão” – Marília Mendonça
  8. “Parado no Bailão” – MC Gury e MC L da Vinte
  9. “Arranhão – Ao Vivo” – Henrique & Juliano
  10. “Bombonzinho – Ao Vivo” – Ana Castela e Israel & Rodolffo

g1

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Brasil

Sem Tarcísio, Lula inaugura obra contratada pelo governador quando era ministro de Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente Lula inaugura neste sábado (25) obras na rodovia Presidente Dutra, em São Paulo, cuja contratação ocorreu no governo Bolsonaro, encabeçada pelo ex-ministro da Infraestrutura e hoje governador paulista, Tarcísio de Freitas.

A entrega ocorrerá, no entanto, sem a presença do governador estadual, informou a Presidência da República. Segundo nota, o convite do governo federal foi realizado na quarta-feira (22), por e-mail, e a resposta do Palácio dos Bandeirantes indicando que Tarcísio não comparecerá foi recebida na quinta-feira (23).

O Palácio dos Bandeirantes ainda não se pronunciou sobre a ausência.

CNN

 

 

 

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Brasil

Michelle é mais popular do que Janja

ImagemFoto: Reprodução/ Instagram @michellebolsonaro @janjalula

Pesquisa do Instituto Paraná, divulgada nesta sexta-feira, 24, aponta que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é mais popular que Janja, a atual primeira-dama.

Questionados sobre de quem mais gostam ou simpatizam entre as duas, 43,4% dos entrevistados responderam preferir a esposa de Jair Bolsonaro (PL), enquanto 34,7% indicaram simpatizar mais com a mulher de Lula (PT).

Outros 16,1% disseram não gostar de nenhuma das duas e 5,9% preferiram não opinar.

Avaliação por sexo, idade e religião

A popularidade de Michelle em relação a Janja é maior entre os homens do que entre as mulheres. Os entrevistados do sexo masculino que preferem a ex-primeira-dama são 49,1%, ante 28,8% que simpatizam mais com a atual. Entre os do sexo feminino, 38,2% gostam mais de Michelle e 39,9%, de Janja.

No recorte por idade, a única faixa etária em que Janja leva vantagem é de 16 a 24 anos. Neste grupo, 45,8% dos eleitores ouvidos pelo Instituto Paraná preferem a esposa de Lula e 33,1%, a de Bolsonaro, enquanto 14,7% não gostam de nenhuma e 5,2% não souberam responder.

Em relação às demais faixas etárias, a de maior vantagem de Michelle sobre Janja é a de pessoas entre 35 e 44 anos, em que 49,6% simpatizam mais com a ex-primeira-dama e 30,4%, com a atual.

No quesito religião, Michelle Bolsonaro leva vantagem sobre Janja tanto entre católicos (39,4% a 38%) quanto entre evangélicos (56,8% a 24,2%). Em relação aos entrevistados que se declararam praticantes de outras religiões ou sem religião, 31% disseram preferir Michelle e 43,5%, Janja.

Por região

A única região em que os eleitores gostam mais de Janja do que de Michelle é o Nordeste, onde 43,4% responderam preferir a esposa de Lula e 32,9%, a de Bolsonaro.

Nas demais, os eleitores simpatizam mais com a ex-primeira-dama.

Crusoé

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Brasil

MAIS CARO: Netflix aumenta preço de todos os seus planos no Brasil

 

Netflix descarta lançamento de plano gratuito com anúncios no Brasil -  Tudocelular.comA Netflix aumentou nesta sexta-feira (24) os preços dos planos de assinatura do seu serviço de streaming. É o 1º reajuste de valores no Brasil desde 2021.

Diante das mudanças, os preços mensais para ter acesso ao catálogo da Netflix podem chegar até R$ 59,90 por mês. Leia abaixo:

  • plano padrão (com anúncios): de R$ 18,90 para R$ 20,90 por mês (10% de aumento);
  • plano padrão: de R$ 39,90 para R$ 44,90 por mês (12% de aumento)
  • plano premium: de R$ 55,90 para R$ 59,90 por mês (7% de aumento).

Veja abaixo os planos:

Tabela de preços para assinaturas da Netflix

Em nota, a Netflix afirmou que o reajuste dos preços foi anunciado para novos assinantes, mas que comunicaria em breve a mudança para os atuais clientes.

“Oferecemos uma variedade de preços e planos que se ajustam a diversas necessidades. Para oferecer cada vez mais opções de entretenimento aos nossos assinantes, ocasionalmente atualizamos nossos preços”, disse a empresa.

Poder360

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Brasil

Inflação pode subir com impacto dos alimentos por chuvas no RS, diz Campos Neto

Foto: REUTERS/Adriano Machado

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, afirmou nesta sexta-feira (24), que a inflação brasileira pode subir com o aumento dos alimentos devido aos efeitos das chuvas que alagaram a maior parte do Rio Grande do Sul e por outros motivos.

Em uma palestra no X Seminário Anual de Política Monetária, promovido pela Fundação Getulio Vargas, Campos Neto afirmou ainda que as expectativas de inflação têm aumentado e destacou o cenário fiscal, o ambiente externo e a credibilidade do BC como fatores que podem explicar essa desancoragem.

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Brasil

Reoneração da folha de pagamento pode ser votada em junho, diz Efraim

O líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho (PB), disse nesta quinta-feira (23) que o Projeto de Lei (PL), de sua autoria, sobre a reoneração gradual da folha de pagamento de empresas de 17 setores da economia a partir de 2025 pode ser votado na primeira semana de junho, se já estiver maduro no período.

O relator do projeto, que consolida acordo entre o governo federal e o Congresso Nacional sobre a desoneração, é o senador Jaques Wagner (PT-BA). De acordo com Efraim, a desoneração da folha de pagamento das empresas e de municípios foi “bem debatida” na reunião do Colégio de Líderes do Senado, nesta quinta.

Ainda segundo o senador, Wagner deve incluir a reoneração referente aos municípios no mesmo projeto, por meio de uma emenda e complemento. “Porque é uma premissa do Congresso Nacional que setores da economia e municípios têm que andar juntos e não um ou outro ficar para trás. Isso o Congresso não quer, não deseja, não irá permitir”, disse.

Wagner aguarda o Ministério da Fazenda encaminhar sugestões sobre as compensações financeiras das continuidades das desonerações. Pelos acordos firmados entre governo e Congresso, tanto no caso das empresas como no dos municípios, a desoneração permanece em 2024. No caso das empresas, a reoneração será feita de forma gradual até 2028. Já em relação aos municípios, ainda não há uma definição de como ocorrerá.

“Me parece que o Ministério da Fazenda tem uma proposta [sobre a reoneração dos municípios], o Parlamento prefere uma mais branda, mas vai depender ainda dessa concertação que está sendo conduzida pelo relator Jaques Wagner, que é o líder do governo e dialoga com o Ministério da Fazenda sobre isso”, pontuou Efraim.

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Brasil

Inelegível, Bolsonaro ganha apoio e empata com Lula em corrida ao Planalto

Foto: Reprodução

Quase um ano após ser declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-presidente Jair Bolsonaro ainda é o nome mais competitivo da direita e, se pudesse disputar uma eleição hoje, estaria tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira, 24, pelo instituto Paraná Pesquisas.

Segundo a pesquisa, se fosse realizado hoje um primeiro turno com a participação de ambos os candidatos, Bolsonaro levaria 38,8% dos votos contra 36% de Lula. Nesse cenário, Bolsonaro foi o único nome da direita testado. Os demais candidatos foram o pedetista Ciro Gomes (que ficou com 8,4% das intenções de voto), o tucano Eduardo Leite (3,4%) e o emedebista Helder Barbalho (1,0%).

Já em uma simulação de segundo turno entre eles, o ex-presidente ficaria com 42% e o petista teria 41,7%. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois cenários configuram um empate técnico. Nesse embate, 11,3% dos eleitores disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum, enquanto 5,0% não souberam ou não responderam.

Voto espontâneo

O levantamento do Paraná Pesquisas indica, ainda, que Bolsonaro vem subindo na citação espontânea pelo eleitorado (quando o entrevistador não apresenta uma cartela com nomes de candidatos). Em agosto do ano passado, 12,3% apontaram o nome de Bolsonaro, percentual que agora chegou a 16,1%. No mesmo período, a intenção de voto em Lula oscilou de 22,6% para 19,9%.

Rejeição

Em relação ao potencial eleitoral — ou seja, o grau de apoio ou rejeição do eleitorado em relação aos candidatos –, o panorama traçado pelo Paraná Pesquisas é semelhante. Perguntados sobre Lula, 30,8% responderam que “com certeza votariam” nele, ante 27% que dariam voto garantido a Bolsonaro. Na ponta contrária, 47,4% dos eleitores “não votariam de jeito nenhum” no petista e 48,4% rejeitam totalmente o ex-presidente.

Pesquisa

O instituto entrevistou 2.020 eleitores em 160 municípios distribuídos pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, entre os dias 27 de abril e 1º de maio de 2024. O grau de confiança da pesquisa é de 95%.

José Benedito da Silva- VEJA

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Brasil

Governo Lula vê projeto ‘anti-MST’ como inconstitucional e sem chances de prosperar

ImagemFoto: Tarcísio Nascimento/MST/Arquivo

Aprovado na Câmara dos Deputados na terça-feira (21), o projeto de lei “anti-MST”, que determina que invasores de propriedades rurais sejam impedidos de receber auxílios da administração federal, como o Bolsa Família, é avaliado no governo Lula (PT) como inconstitucional e, por isso, não gera preocupação do ponto de vista prático, mesmo que venha a ser aprovado no Senado —onde não é tido como prioritário e, por isso, deve demorar a ser apreciado.

No entanto, líderes sem-terra afirmam que o avanço do texto gera apreensão porque acirra tensões no campo e pode elevar o número de casos de violência.

A avaliação de membros do governo é a de que o texto criminaliza a mobilização social para pressionar pelo acesso à terra e inclui punições que atingiriam as próprias condições de subsistência dos sem-terra. “Não passa no crivo de constitucionalidade”, afirma Paulo Teixeira, ministro de Desenvolvimento Agrário.

Painel – Folha de S. Paulo

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Brasil

ONU questiona Governo Lula sobre fragilidade das políticas de defesa da mulher no país

Presidente Lula (PT) ao lado da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves | Imagem: Ricardo Stuckert

Peritas da ONU alertam sobre as fragilidade das políticas de defesa da mulher no país. Nesta quinta-feira, pela primeira vez em doze anos, o país está sendo examinado pelo Comitê sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW). A partir da sessão, o órgão internacional irá apresentar recomendações ao Brasil.

A delegação nacional é liderada pela ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e que tentou mostrar às especialistas os esforços do governo Lula para tentar recuperar programas e recursos para lidar com a violência de gênero, depois de um período de profunde desmonte. Como carro chefe, a representante destacou a Lei da Igualdade Salarial e Remuneratória entre Mulheres e Homens, aprovada pelo governo.

Mas a reunião revelou a preocupação das especialistas em relação à capacidade da administração Federal de implementar, de fato, seus compromissos políticos por uma melhoria na situação das mulheres. Se muitas das peritas concordaram sobre a dificuldade de dar respostas depois do desmonte do que ocorreu nas políticas de direitos humanos no Brasil nos últimos anos, o alerta também foi direcionado às questões tanto sobre a estrutura como os recursos para que haja uma retomada da defesa dos direitos das mulheres.

Nicole Ameline, especialista francesa, contou que havia tido um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e estava esperançosa em relação ao seu compromisso com a pauta das mulheres. Mas, ao ver os recursos destinados para o Ministério das Mulheres, ficou “impressionada pela fraqueza do orçamento”, principalmente diante dos desafios do país.

Outra integrante do Comitê, Esther Eghobamien-Mshelia, questionou se a pasta tem mesmo a estrutura necessária para lidar com o tema e questionou qual o tamanho dos recursos em comparação ao orçamento total do governo federal.

Ela ainda apresentou uma questão que, para muitos observadores na sala, foi central: “qual é a autoridade que o Ministério tem para determinar políticas e garantir que os demais cumpram padrões?”.

No mesmo sentido, a especialista espanhola Ana Pelaez questionou o governo brasileiro qual era o poder da pasta das Mulheres quando uma diretriz não é cumprida por parte de outro setor da administração.

A perita Rangita de Silva de Alwis questionou como a pasta está garantindo a proteção às mulheres ativistas, enquanto a integrante Rosario Manalo alertou para participação política baixa das mulheres brasileiras.

Genoveva Tisheva, outra especialista do Comitê, também soou o alerta sobre o que ela chamou de “estagnação” da participação política das mulheres no Brasil.

Reportagem completa por Jamil Chade, no UOL

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(VÍDEO) Cabo, coronel e soldado estão presos e o STF aberto, ironiza Alexandre de Moraes

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, citou nesta 4ª feira (22.mai.2024) uma declaração de 2018 do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) em que o congressista disse ser necessário só “um cabo e um soldado” para fechar o STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo o ministro, “todos se recordam que bastava um cabo e um soldado para fechar o STF. O cabo, o soldado e o coronel estão todos presos e o STF aberto e funcionando”, sem se referir diretamente a Eduardo. Deu a declaração durante um seminário sobre IA (Inteligência Artificial).

Em seguida, Moraes relacionou a fala de Eduardo ao 8 de Janeiro, mencionando um crescente conflito com o Judiciário e a criação de uma estratégia denominada por ele de “novo populismo”.

“Como não foi um cabo e um soldado, foram milhares de pessoas que destruíram o prédio do STF, se foi para o confronto. Um confronto ao judiciário para se tentar garantir esse novo populismo”, disse.

A declaração de Eduardo Bolsonaro foi dada em julho de 2018, durante um curso para interessados em concursos públicos. “O STF vai ter que pagar para ver, será que eles vão ter essa força mesmo?”, disse o filho do então candidato à presidência Jair Bolsonaro (PL).

“O pessoal até brinca lá: se quiser fechar o STF, você sabe o que faz? Você não manda nem um jipe, manda um soldado e um cabo”, completou Eduardo.

Depois da repercussão do caso, o deputado federal disse em seu Facebook que nunca defendeu o fechamento do STF e que “o vídeo não é motivo para alarde”. Afirmou também: “Se fui infeliz e atingi alguém tranquilamente, peço desculpas e digo que não era a minha intenção”.

Fonte: Poder 360

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