Brasil

VÍDEO: Policiais federais aprovam estado de greve

Vídeo: Reprodução

A Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais) aprovou, nesta quinta-feira (26), um estado de greve de policiais federais após insatisfação com a valorização da categoria.

Segundo o vice-presidente da federação, Marcos Avelino, a medida visa providências do Governo Brasileiro quanto ao reconhecimento dos agentes.

O encerramento do terceiro dia de Assembleia Geral Extraordinária ocorreu em Brasília, no Distrito Federal, e reuniu 27 sindicatos. Em nota, a federação informou que os presidentes dos sindicatos pertencentes ao sistema sindical, retornaram aos seus estados para alinharem todas as informações e deliberarem junto às bases as possibilidades de movimento em cada região.

Em uma publicação nas redes sociais, a Fenapef afirmou aque a mobilização tem como objetivo a valorização da categoria e a garantia de que nenhum direito dos policiais federais seja prejudicado.

De acordo com Avelino, o governo federal abriu um canal de negociação com a federação. “Nós temos interlocução com dois importantes ministérios e aguardamos alguma proposta a ser apresentada pelo governo”, declarou.

Além do estado de greve, a Fenapef ainda aprovou, que todos os sindicatos façam as suas AGES (Assembleias Gerais Extraordinárias) na próxima semana, visando a deliberar as novas providências e ações frente ao momento de negociação com o governo federal.

CNN

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Brasil

Bolsonaro recebe alta hospitalar e segue para prisão domiciliar em Brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira (27), e seguiu para a própria residência em Brasília,onde cumprirá prisão domiciliar humanitária por um prazo inicial de 90 dias.

A flexibilização do regime de prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em razão do quadro de saúde do ex-presidente. Conforme a determinação, o ex-presidente voltará a usar tornozeleira eletrônica.

O ex-presidente deixou o hospital DF Star, na capital federal, por volta de 10h. Momentos antes, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também deixou o local, em um veículo próprio.

Bolsonaro estava internado em um hospital particular na capital federal desde o dia 13 de março, após ser diagnosticado com uma broncopneumonia bacteriana decorrente de um episódio de broncoaspiração.

Ele chegou a passar dez dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) antes de ser transferido para o quarto na segunda-feira (23).

g1

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Brasil

PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro lidera disputa de 2º turno contra Lula

Foto: Reprodução 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem tecnicamente empatados em todos os cenários de primeiro turno da disputa presidencial, além de também registrarem empate técnico no segundo turno, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (27) pelo instituto Gerp.

No primeiro cenário, Lula soma 38% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. Em seguida aparecem Ciro Gomes (7%), Ratinho Júnior (4%), Romeu Zema (3%), Ronaldo Caiado (3%), Renan Santos (1%) e Aldo Rebelo (0%). Nenhum deles soma 3%, e 6% não souberam ou não responderam.

Segundo turno
No segundo turno, o levantamento indica Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto, e Lula com 45%. Outros 5% afirmaram que votariam em nenhum dos candidatos, e 3% não souberam ou não responderam.

Rejeição
No recorte de rejeição, o levantamento mostra que Lula lidera, com 51% dos entrevistados afirmando que não votariam no petista. Em seguida aparece Flávio Bolsonaro, com 45% de rejeição.

Entre os demais nomes testados, Zema registra 16%, empatado com Eduardo Leite (16%). Ratinho Júnior aparece com 15%, seguido por Ronaldo Caiado (13%) e Ciro Gomes (12%). Renan Santos e Aldo Rebelo têm 11% cada. Além disso, 1% dos entrevistados disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, enquanto 1% afirmaram que não votariam em nenhum deles. Outros 2% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas. Os dados foram ponderados de acordo com sexo, faixa etária, renda do chefe do domicílio e regiões do país. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,55%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 20 e 25 de março de 2026. Ela está registrada no TSE com o número BR-02846/2026

Jovem Pan News

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VÍDEO: “Fim do sonho dos aposentados roubados”, diz Viana após decisão que enterra CPMI do INSS

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

O senador Carlos Viana criticou duramente o encerramento da CPMI do INSS e afirmou que a decisão representa “o fim do sonho dos aposentados brasileiros que foram roubados” de ver uma investigação ampla no país. A declaração foi dada nesta quinta-feira (26), após a comissão perder força no Congresso.

A decisão que barrou a prorrogação da CPMI veio do Supremo Tribunal Federal, que formou maioria por 8 votos a 2 contra a continuidade dos trabalhos. Votaram a favor da prorrogação os ministros André Mendonça e Luiz Fux, enquanto a maioria foi formada por Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Edson Fachin.

Mesmo com o desfecho, Viana afirmou que a comissão conseguiu avançar e expor irregularidades. Segundo ele, o colegiado revelou esquemas, identificou envolvidos e detalhou a forma como os recursos teriam sido desviados. O senador disse ainda esperar que os investigados — incluindo 14 pessoas já presas — sejam formalmente indiciados.

O parlamentar confirmou que o relatório final deve ser apresentado na sexta-feira (27), com expectativa de votação no mesmo dia ou, no máximo, no sábado. Ele descartou qualquer possibilidade de relatório paralelo e afirmou que o Congresso terá que decidir entre aprovar o texto apresentado ou encerrar a análise sem votação.

Por fim, Viana defendeu mudanças na legislação das comissões parlamentares de inquérito, alinhando-se a declarações de Gilmar Mendes sobre a necessidade de reequilibrar os poderes. O senador também mencionou a possibilidade de uma nova investigação, destacando a expectativa por delações que possam esclarecer um suposto rombo bilionário envolvendo servidores e políticos.

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STF forma maioria contra prorrogação da CPMI no INSS

Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) por 7 votos a 2 contra a prorrogação da CPMI do INSS. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da liminar que determina o adiamento da comissão. Já os magistrados Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Carmem Lúcia e Gilmar Mendes votaram juntos em divergência a Mendonça e Fux e formaram a maioria.

Ainda resta o presidente da Corte, Edson Fachin, para determinar o último voto.

Na última segunda-feira (23), Mendonça já havia determinado que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), oficializasse a prorrogação da CPMI em até 48h. Ele atendeu a um mandado de segurança da cúpula do colegiado, que acusou Alcolumbre de omissão por não ler o requerimento de extensão dos trabalhos.

Em caso de inércia de Alcolumbre em ler o requerimento, Mendonça determinou que a presidência da CPI “estará imediatamente autorizada a prorrogar o funcionamento regular” dos trabalhos pelo prazo que a minoria parlamentar entender necessário.

Jovem Pan News

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VÍDEO: Mendonça vota pela prorrogação da CPI do INSS e defende resposta a ‘roubo de bilhões dos mais vulneráveis’

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, defendeu a prorrogação da CPMI do INSS, que investiga fraudes em benefícios previdenciários.

Para ele, a continuidade dos trabalhos é necessária diante de um “roubo de bilhões de reais” que atingiu pessoas vulneráveis, como idosos e famílias de baixa renda.

Mendonça também criticou a cúpula do Congresso, apontando “omissão” por não dar andamento ao pedido de prorrogação da comissão. Ele determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, leia o requerimento para estender os trabalhos.

A CPMI pediu mais 90 dias de funcionamento, com possibilidade de prorrogação adicional. O pedido foi ignorado por Alcolumbre, o que levou o caso ao STF.

Agora, os demais ministros vão decidir se mantêm ou derrubam a decisão de Mendonça. Nos bastidores, a avaliação é que ele pode não ter votos suficientes para vencer.

Lideranças do Congresso criticam a medida e afirmam que o STF está interferindo em uma atribuição do Legislativo, ferindo o princípio da separação dos poderes.

Além disso, há receio de que a prorrogação da CPMI impacte o cenário eleitoral e amplie tensões políticas. Parlamentares também temem que as investigações avancem sobre diferentes grupos e gerem novos desgastes.

Dentro do STF, parte dos ministros defende estabelecer limites mais claros para o funcionamento de CPIs, para evitar que comissões sejam usadas como instrumento de pressão sobre a Corte.

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STF limita “penduricalhos” e salário de juiz pode chegar a quase R$ 79 mil; veja valor máximo

Foto: Reprodução

O STF definiu novos critérios para limitar os chamados “penduricalhos”, que são verbas indenizatórias pagas além do salário de integrantes do Judiciário e do Ministério Público. Pela decisão, esses adicionais poderão chegar a até 35% do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.366,19, segundo o próprio STF.

Com a regra, os adicionais podem alcançar até R$ 16.228,16 além do salário. O Supremo também autorizou o pagamento de um adicional por tempo de serviço, com acréscimo de 5% a cada cinco anos de atividade, também limitado ao mesmo percentual de 35%, de acordo com a decisão da Corte.

Na prática, segundo informações divulgadas pelo STF, a soma dos benefícios pode elevar os ganhos de magistrados para cerca de 70% acima do teto constitucional, o que representa aproximadamente R$ 32.456,32 em adicionais. Considerando o teto atual, a remuneração total poderia chegar a cerca de R$ 78.822,51.

A decisão não se aplica apenas aos juízes. Conforme o entendimento do Supremo, o regime remuneratório da magistratura é equiparado ao do Ministério Público. Assim, promotores e procuradores também passam a seguir as mesmas regras.

Segundo o STF, as novas regras começam a valer a partir do mês-base de abril, com impacto nos pagamentos realizados em maio. O modelo será aplicado até que o Congresso Nacional aprove uma lei específica sobre o pagamento de verbas indenizatórias.

De acordo com especialistas ouvidos pela CNN Brasil, os pagamentos de penduricalhos ao Judiciário e ao Ministério Público podem ultrapassar R$ 10 bilhões por ano. Já o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a limitação definida pelo Supremo pode gerar economia de cerca de R$ 7,3 bilhões anuais, conforme dados apresentados durante o julgamento.

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Americanas pede fim da recuperação judicial após cumprir plano e tenta virar página da crise

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A Americanas solicitou à Justiça o encerramento de seu processo de recuperação judicial, iniciado em 2023 após a revelação de inconsistências contábeis bilionárias. O pedido foi protocolado nesta quarta-feira (25) na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, após a empresa afirmar que cumpriu todas as obrigações previstas no plano aprovado pelos credores dentro do prazo legal.

Caso seja aceito, o encerramento marcará o fim de uma das maiores crises corporativas do país, que envolveu um rombo bilionário e uma dívida superior a R$ 50 bilhões — sendo cerca de R$ 42 bilhões renegociados no âmbito da recuperação judicial.

Além do avanço jurídico, a companhia também anunciou a venda da Uni.Co, responsável pelas marcas Imaginarium e Puket, por R$ 152,9 milhões para a BandUP!. A operação faz parte da estratégia de reestruturação financeira adotada após o colapso.

A crise veio à tona em janeiro de 2023, quando a empresa revelou inconsistências contábeis inicialmente estimadas em cerca de R$ 20 bilhões, provocando uma forte queda nas ações e a saída do então presidente Sergio Rial poucos dias após assumir o cargo.

O plano de recuperação também contou com um aporte de R$ 12 bilhões dos acionistas de referência, entre eles Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Herrmann Telles. Agora, a decisão final sobre o encerramento do processo depende da Justiça.

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Pesquisa mostra que 58% dos brasileiros gastam tudo ou mais do que recebem

Foto: Freepik

Uma pesquisa realizada pela Quiddity em parceria com a consultoria ágora mostra que 58% dos brasileiros encerram o mês sem sobras ou gastam mais do que recebem.

O número de mulheres nesta situação é ainda pior: 64% não conseguem guardar dinheiro, ante 53% dos homens.

Diante deste aperto financeiro, 55% dos entrevistados relatam ansiedade constante, enquanto 39% manifestam exaustão ou frustração.

Apesar deste cenário, 85% disseram projetar uma melhora na própria vida financeira em 2026. Questionados sobre a situação do país, no entanto, apenas 34% acreditam que vai melhorar.

A pesquisa “Tensões Culturais” ouviu 1.355 pessoas de todas as regiões do país e de todas as classes sociais de 26 de janeiro a 9 de fevereiro deste ano, pela internet. O levantamento foi uma iniciativa do grupo de comunicação Untold e conduzido pela Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica da própria empresa.

A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O estudo realizado anualmente desde 2023 e esta é a 4ª edição, que será divulgada na íntegra nesta semana.

Lauro Jardim – O Globo

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TCU aponta falha do governo Lula que fortalece CV e PCC

Foto: Reprodução

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), entre agosto de 2024 e abril de 2025, aponta que a “baixa execução” do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) do governo federal tem contribuído para o fortalecimento de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), além de impulsionar a violência no país.

Segundo o documento técnico, apenas 54% dos planos de ação previstos para o funcionamento do programa foram efetivamente executados desde que o planejamento estratégico foi estabelecido. Dos 42 projetos desenhados para integrar órgãos de segurança e inteligência, 19 sequer saíram do papel ou foram interrompidos.

“No curso da auditoria, constatou-se que apenas 23 dos 42 (54%) planos de ação previstos no PPIF foram executados. Essa ineficácia favorece o tráfico de drogas e de armas, o contrabando e o fortalecimento de organizações criminosas, comprometendo a segurança pública e a soberania nacional”, diz trecho do documento.

O relatório utiliza dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para evidenciar a expansão das principais facções criminosas que atuam no país. Um dos problemas centrais seria a vulnerabilidade das fronteiras, apontadas como porta de entrada para drogas e armas comercializadas por essas organizações.

“Segundo a Senappen, as duas principais organizações criminosas brasileiras, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), têm desempenhado papel central na articulação de crimes transnacionais, sobretudo no tráfico de drogas e de armas”, diz o documento.

Na auditoria, o TCU apresenta um diagnóstico dos principais motivos para a ineficiência do programa: ausência de comunicação com a Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden); planejamento estratégico sem força normativa; itens inadequados à categoria de plano de ação; não implementação de mecanismos fundamentais de governança; ausência de envio de informações; indicadores e metas inadequados; falta de mecanismos de revisão do planejamento estratégico; e substituição recorrente de representantes titulares por suplentes.

O PPIF, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi concebido em 2016 como a principal ferramenta de articulação entre as Forças Armadas, a Polícia Federal, a Receita Federal e os governos estaduais. Em 2018, foi editado o planejamento estratégico do programa que, “além de definir missão, visão de futuro, objetivos estratégicos e estratégias, também estabeleceu planos de ação”, destaca o TCU.

Ainda segundo o documento, o propósito inicial do Comitê-Executivo do Programa (CEPPIF) era promover a aproximação entre os altos escalões das instituições participantes, acelerando o fluxo de informações e reduzindo a morosidade dos trâmites formais típicos da burocracia estatal.

Prazo para restruturação

Na conclusão, o tribunal determinou prazo para a reestruturação do programa. “Para sanar essa deficiência normativa, propõe-se determinar ao CEPPIF que, em 180 dias, reestruture e leve à Creden, para aprovação, o planejamento estratégico do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF)”, diz o texto.

De acordo com o TCU, embora programa tenha sido criado em 2016 e estruturado em gestões anteriores, o governo atual oficializou o plano como pilar central de sua estratégia de segurança ao editar o Decreto nº 12.038, em abril de 2024. O texto instituiu a Política Nacional de Fronteiras (PNFron), mantendo o PPIF como seu instrumento operacional.

A auditoria foi realizada por determinação do próprio Tribunal de Contas da União, sob relatoria do ministro Jorge Oliveira.

Metrópoles 

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