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Operação contra Vorcaro teve indícios de vazamento antes do cumprimento de mandados, aponta PF

Imagem: reprodução

A segunda fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal do Brasil, apresentou indícios de vazamento de informações antes do cumprimento de mandados, segundo documentos obtidos pelo UOL.

Em diversos endereços, agentes encontraram imóveis vazios, sinais de saída às pressas e ausência de celulares e computadores — principais alvos das buscas. A operação investigava crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Na casa de familiares na Bahia, suspeitos teriam saído antes da chegada da PF e não retornaram. No Rio de Janeiro, um apartamento ligado ao investidor Nelson Tanure estava sendo esvaziado. Em Minas Gerais, agentes encontraram imóveis revirados e até um arsenal de armas.

Ao todo, foram cumpridos 42 mandados em cinco estados, com bloqueio de mais de R$ 5,7 bilhões em bens. Ainda assim, a maioria das buscas teve pouco resultado prático.

A PF não comentou os indícios de vazamento. Parte das dificuldades também é atribuída a endereços desatualizados, após negativa do ministro Dias Toffoli para prazo adicional nas investigações.

A defesa de Vorcaro negou irregularidades e afirmou que a presença de advogado antes da operação foi preventiva, após a prisão de um familiar no dia anterior.

Com informações de UOL

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Decisão de Moraes sobre Bolsonaro tem erros de português e chama atenção

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, virou alvo de críticas após a identificação de erros ortográficos e gramaticais no documento. O despacho trata de medidas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Entre os problemas apontados, estão uma data digitada de forma incorreta, falhas de concordância e erros de conjugação verbal. Também foram identificados termos escritos de maneira equivocada, além de inconsistências na padronização de siglas e formatação do texto.

Foto: Reprodução

Outro ponto que chamou atenção foi o uso inadequado de palavras em decisões anteriores, como a troca de “mas” por “mais”, além de falhas no uso da crase em trechos do documento. Especialistas avaliam que esse tipo de deslize indica ausência de revisão mais cuidadosa.

Os erros repercutiram nas redes sociais e ampliaram críticas à qualidade formal de decisões judiciais, sobretudo em casos de grande repercussão política. O episódio também reacende o debate sobre o rigor técnico esperado em documentos oficiais do Judiciário.

Foto: Reprodução

Apesar das falhas apontadas, a decisão segue válida juridicamente, já que erros de redação não costumam comprometer o conteúdo ou os efeitos legais das determinações.

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Aneel mantém bandeira verde e conta de luz fica sem taxa extra em abril

Foto: Pxhere/Reprodução

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a conta de luz continuará sem cobrança extra em abril.

Agência manteve a bandeira tarifária verde para o próximo mês. Com isso, os consumidores brasileiros não vão pagar custos adicionais nas faturas de energia elétrica.

Volume de chuvas em março garantiu um nível satisfatório nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Esse cenário reflete uma geração favorável de energia no país.

Situação hídrica evita o uso intenso de usinas termelétricas. Essas usinas têm um custo de operação mais alto, o que encareceria a conta para o consumidor final.

Bandeira verde está em vigor desde o início do ano. O regime de chuvas se manteve em um patamar favorável durante todo o primeiro trimestre.

A Aneel reforça o pedido para o consumo responsável por parte da população. A agência afirma que a economia evita desperdícios e ajuda na sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.

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Mês de abril terá bandeira verde nas contas de energia elétrica

Energia elétrica: do processo de geração à distribuição - Echoenergia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)  divulgou nesta sexta-feira (27/3) que a bandeira verde será mantida em abril. Em consequência, os consumidores brasileiros não irão arcar com custos adicionais nas contas de energia elétrica. Com o volume de chuvas observado em março, há nível satisfatório dos reservatórios das usinas hidrelétricas, refletindo em geração favorável de energia.

A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o  acionamento  mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado.

O mecanismo das bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar o custo real da energia. Ele reflete o custo variável da produção de energia, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, e o acionamento de fontes de geração.

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CPMI do INSS rejeita parecer de Alfredo Gaspar

A CPMI (comissão parlamentar mista de inquérito) do INSS rejeitou, em votação realizada na madrugada deste sábado (28), o parecer apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL). O parecer recebeu 19 votos contra e 12 a favor.

O texto, detalhado em cerca de 4,3 mil páginas, propunha o indiciamento de mais de 200 pessoas no âmbito das investigações do esquema de descontos indevidos a aposentadorias e pensões de segurados do INSS.

Após a divulgação do resultado, parlamentares aliados ao governo Lula (PT) pressionaram o presidente Carlos Viana (Podemos-MG) a nomear um novo relator para apresentar o “relatório paralelo” elaborado pelos governistas.

Entretanto, Viana negou o pedido para se avaliar um novo relatório com a justificativa de que é uma decisão discricionária do presidente e encerrou os trabalho da CPMI.

“Compete exclusivamente a esta presidência decidir sobre a nomeação de um novo relator quando o atual é vencido. Entretanto, não há fixação de prazo para essa designação, que fica sob discricionariedade do presidente. Desse modo, é descabida a questão de ordem que visa obrigar o presidente a escolher um novo relator. O pedido está indeferido”, afirmou Viana.

CNN

 

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Combustível caro vira arma eleitoral e acirra guerra entre Lula e governadores

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A alta no preço dos combustíveis entrou de vez no centro da disputa eleitoral e passou a pressionar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema ganhou peso após pesquisas apontarem crescimento do senador Flávio Bolsonaro, com cenário de empate técnico em um eventual segundo turno.

Dentro do Palácio do Planalto, a avaliação é de que o custo do diesel pode ter efeito direto no humor do eleitor, ao impactar frete, alimentos e inflação. O receio é de que a alta nos postos aumente o desgaste do governo em um momento decisivo da corrida presidencial.

Diante disso, o governo adotou medidas para tentar conter os preços, como zerar tributos federais e propor subsídios ao combustível. Ao mesmo tempo, passou a pressionar os estados para reduzir o ICMS, o que abriu um novo foco de conflito com governadores, que resistem à ideia de dividir o custo político e financeiro da medida.

A tensão aumentou com críticas públicas de aliados do governo. O ministro Guilherme Boulos acusou governadores de omissão por não reduzirem impostos, enquanto gestores estaduais, como Ronaldo Caiado, rebatem afirmando que a responsabilidade é da União.

Além do cenário interno, o contexto internacional também pesa. A escalada de tensões envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel pressiona o mercado de energia e contribui para a volatilidade dos preços. Com isso, o combustível se consolida como um dos principais fatores capazes de influenciar diretamente o resultado das eleições.

Com informações da Gazeta do Povo

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Ex-ministro de Lula diz que presidente “está abusando do direito de falar besteira”

Foto: Reprodução

O ex-ministro da Integração Nacional no segundo mandato de Lula, Geddel Vieira Lima, criticou o presidente nas redes sociais. Segundo Geddel, Lula “está abusando do direito de falar besteira” ao comentar os gastos dos brasileiros com cachorros.

A declaração do ex-ministro veio após Lula comentar, em evento em Goiás, que as famílias brasileiras gastam bastante com animais de estimação, como banhos e consultas veterinárias. O presidente disse ainda que a China “não deve ter” o mesmo “problema”, em tom de brincadeira, arrancando risos da plateia.

Geddel, aliado do PT na Bahia, já indicou nomes para o secretariado do atual governador Jerônimo Rodrigues. Mas a relação do ex-ministro com petistas se desgastou nas últimas semanas, em meio à tentativa de emplacar o vice-governador Geraldo Júnior (MDB-BA) na chapa do partido.

Segundo fontes, uma ala do PT resistiu à indicação de Geraldo. No início de março, ele encaminhou uma crítica ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, pedindo compartilhamento de artigo com questionamentos sobre a atuação do auxiliar de Lula. Após a repercussão, Rui teria declarado a aliados que não deseja a participação de Geraldo na chapa.

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CPMI do INSS rejeita relatório final e termina sem consenso após madrugada de tensão

Foto: Andressa Anholete/Agência

A CPMI do INSS encerrou seus trabalhos sem aprovar um relatório final. Em votação realizada na madrugada deste sábado (28), o parecer do relator Alfredo Gaspar foi rejeitado por 19 votos contra 12, aprofundando o impasse político em torno das investigações.

O texto, com mais de 4,3 mil páginas, previa o indiciamento de mais de 200 pessoas por suspeitas de envolvimento em fraudes relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Entre os citados estava Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Após a derrota do relatório, parlamentares da base governista pressionaram o presidente da comissão, Carlos Viana, para nomear um novo relator e analisar um parecer alternativo. Viana, no entanto, negou o pedido, alegando que a decisão é prerrogativa exclusiva da presidência e optou por encerrar os trabalhos da CPMI.

O fim da comissão ocorre dias após o Supremo Tribunal Federal decidir, por 8 votos a 2, contra a prorrogação do prazo de funcionamento. Com isso, a CPMI chegou ao seu limite sem consenso entre oposição e governo sobre os desdobramentos das investigações.

Além do relatório rejeitado, um documento paralelo apresentado por governistas também evidenciou o racha político. O texto sugeria o indiciamento de nomes como Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro, além de recomendar o aprofundamento de apurações sobre outras dezenas de pessoas e empresas ligadas ao caso.

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VÍDEO: “COISA RIDÍCULA”: Jornalista critica CPMI do INSS e diz que aposentados ficaram sem respostas

O jornalista da Band, Eduardo Oinegue, fez duras críticas à condução e ao desfecho da CPMI do INSS, afirmando que a comissão falhou em dar respostas aos milhões de brasileiros afetados por fraudes em benefícios previdenciários. Para ele, o resultado final deixa aposentados e pensionistas sem saber quem são os responsáveis pelos desvios.

Em seu comentário, Oinegue destacou a dimensão do problema, citando que cerca de seis milhões de beneficiários teriam sido atingidos por descontos indevidos, muitas vezes em valores pequenos, que passavam despercebidos mês a mês, mas que, somados, ultrapassariam bilhões de reais.

O jornalista também questionou a atuação das autoridades antes da investigação ganhar força, afirmando que o caso só avançou após denúncias da imprensa e a entrada da Polícia Federal. Segundo ele, a expectativa da população aumentou com a criação da CPMI, mas acabou frustrada.

Outro ponto criticado foi a divisão política dentro da comissão. Oinegue ressaltou que houve dois relatórios com listas distintas de indiciados — um mais direcionado a nomes ligados ao Partido dos Trabalhadores e outro a figuras associadas ao bolsonarismo — o que, na visão dele, aumentou a confusão sobre quem de fato teria cometido os crimes.

Por fim, o jornalista afirmou que a falta de consenso transforma a investigação em disputa política, deixando os aposentados sem respostas concretas. Para ele, a responsabilidade agora recai sobre a Polícia Federal, que deve seguir com as apurações para identificar os envolvidos no esquema.

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Relatório final da CPMI do INSS vai indiciar Lulinha

Foto: Reprodução

O relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS vai indiciar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República, Lula (PT).

Lulinha é apenas um entre as 218 pessoas que serão indiciadas no relatório da CPMI. O texto final foi concluído na madrugada de ontem pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL) e tem um total de 4.400 páginas.

Além do filho do presidente, o relatório também deve indiciar pelo menos um senador e dois deputados federais.

O comando da CPMI do INSS, liderado por Gaspar e pelo presidente do colegiado, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), pretende votar o relatório ainda nesta sexta. A base do governo deve obstruir. É possível que o relatório seja votado apenas no sábado (28). Mesmo assim, não há garantia de que será aprovado.

A base governista na CPMI, que hoje tem a maioria do colegiado, preparou um relatório alternativo. A peça enfatiza a atuação de nomes do governo Bolsonaro no escândalo da Farra do INSS.

Metrópoles

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