Brasil

Popularidade de Janja despenca em dois anos e é menor do que a de Lula, mostra pesquisa Genial/Quaest

Foto: Wallace Martins/Estadão Conteúdo

A popularidade da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, sofreu uma queda acentuada nos dois primeiros anos do mandato do presidente Lula.

Segundo pesquisa Genial/Quaest, apenas 22% dos brasileiros avaliam Janja positivamente, uma redução drástica em relação aos 41% registrados em fevereiro de 2023.

Já as opiniões negativas dispararam de 19% para 38%, enquanto 30% consideram sua atuação “regular”. Os índices de Janja são inferiores aos do presidente: na mesma pesquisa, 33% dos entrevistados avaliam o governo Lula como “bom ou ótimo” e 30% como “ruim ou péssimo”. O resultado da pesquisa foi divulgado neste domingo, 22, no jornal O Globo.

A queda de popularidade de Janja é mais acentuada no Nordeste, onde sua aprovação despencou de 56% para 29%. Entre os evangélicos, apenas 18% têm uma opinião positiva sobre ela, ante 30% no início do mandato.

A pesquisa foi realizada presencialmente entre 4 e 9 de dezembro, com 8.598 pessoas, e tem margem de erro de um ponto percentual.

O Antagonista

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Brasil

Incêndios na Amazônia cresceram 10% no governo Lula

Foto: Christian Braga/Greenpeace

Número de focos de incêndios na Amazônia cresceu ao menos 10,5% nos primeiros dois anos do governo Lula, em relação aos dois primeiros anos de Jair Bolsonaro.

Dados do Deter, sistema de monitoramento por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 2019 e 2020, a Amazônia Legal teve pouco mais de 420 mil focos de fogo.

De 2023 a 2024, que ainda não acabou, disparou para mais de 464 mil. Queimada é técnica agrícola rudimentar; incêndio é fogo sem controle. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O ano de 2024 registrou 274.481 focos de incêndio, maior número da série histórica do Deter/INPE.

Em 2020, ano de maior destruição sob o governo Bolsonaro, foram mais de 222 mil focos de fogo na Amazônia.

Em 2021 o Deter registrou o menor número incêndios dos últimos cinco anos: 184 mil.

Diário do Poder

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Brasil

Governo Federal arrecadou R$ 1,5 bilhão com regulamentação das bets

Foto: Getty Images

O Ministério da Fazenda arrecadou cerca de R$ 1,5 bilhão até quinta-feira (19), de parte das empresas de apostas que tentam uma regulamentação no Brasil. Uma das regras para atuar no país é o pagamento de uma outorga de R$ 30 milhões.

Das 80 empresas de apostas que tentam o processo de regularização no Brasil, cerca de 50 já realizaram o pagamento ao governo. O prazo para a transferência do valor da outorga vai até 31 de dezembro.

A regularização de empresas de apostas on-line, conhecidas como bets, é uma das prioridades do governo federal, para ampliar a arrecadação de impostos do setor, assim como ter maior controle sobre as operações que acontecem no país.

No dia 17 de setembro deste ano, o secretário de Prêmios e Apostas do Brasil, Regis Dudena, publicou uma Portaria que antecipa a proibição de sites de bets e jogos on-line sem a autorização adequada do Ministério da Fazenda, que passou a valer em 1º de outubro.

No último domingo (15.dez), o ministro do Tribunal de Contas do Estado, Jhonatan de Jesus, determinou que o governo federal adote medidas para que os recursos do Bolsa Família não possam ser utilizados em apostas on-line. Em novembro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, também determinou que o governo federal deve impedir que os beneficiários do Bolsa Família utilizem o dinheiro do programa em bets.

A Advocacia Geral da União disse ao Supremo que haviam dificuldades operacionais para o cumprimento da decisão do ministro Luiz Fux.

“Conquanto louvável e necessária a preocupação com a situação econômica de indivíduos e famílias vulneráveis, a adoção de ‘medidas imediatas’ encontra barreiras de ordem prática de difícil superação, razão pela qual faz-se imprescindível o aclaramento do acórdão recorrido”, informou a AGU em 12 de dezembro.

Poder 360

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Brasil

PT posta foto de Campos Neto e diz que “outro lado” destrói a economia

 

O perfil do PT no X (ex-Twitter) afirmou neste sábado (21) que o partido luta para reconstruir a economia, enquanto “o outro lado destrói”.

Em publicação na rede social, a sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou uma foto do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) e outra do presidente do Banco Central, Campos Neto.

No lado com a foto de Haddad, em vermelho, o partido cita a isenção de IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) quem ganha até R$ 5.000 por mês, confirmada em 27 de novembro.

Para compensar o impacto fiscal, a gestão petista pretende aumentar a tributação de quem ganha acima de R$ 50.000.

Já com a foto de Campos Neto, que está em preto e branco, está escrito: “Milionário que deixou o dólar atingir alta histórica de

R$ 6”.

Poder360

 

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Brasil

Acidente entre três veículos deixa pelos menos 37 mortos em Minas Gerais

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais estima que, pelo menos, 37 pessoas morreram no acidente entre ônibus, carreta e carro, em Teófilo Otoni, a 450 km de Belo Horizonte, neste sábado (21). Os militares finalizaram as retiradas dos corpos. Mas, como estão carbonizados, ainda não é possível precisar o número de vítimas. Outras 13 pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais da região.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a colisão envolveu um ônibus com aproximadamente 49 passageiros, uma carreta e um carro, por volta das 4h. O chamado inicial indicava um incêndio em um ônibus. No entanto, ao chegarem ao local, os militares constataram que o veículo, vindo de São Paulo, havia sofrido um acidente após o estouro de um pneu.

Ainda conforme a corporação, há duas versões sobre a dinâmica do acidente. A primeira relata que o motorista perdeu o controle da direção após um pneu estourar, colidindo contra uma carreta. Já uma outra versão aponta que o bloco de granito teria caído e atingido o ônibus. Segundo os militares, apenas a perícia vai confirmar a versão verdadeira.

Um veículo de passeio que vinha logo atrás também bateu no ônibus, mas os três ocupantes sobreviveram.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), lamentou as mortes. “Determinei mobilização total no atendimento às vítimas e suporte aos familiares no trágico acidente na BR-116, em Teófilo Otoni. Nossas Forças de Segurança trabalham sem interrupção desde a madrugada e ao longo dessa manhã para atender com agilidade a ocorrência”, declarou Zema em um comunicado.

O governador explicou que colocou as aeronaves do Gabinete Militar do Governador à disposição para fazer o deslocamento das equipes de apoio para reforçar o atendimento.

A empresa responsável pelo ônibus lamentou a ocorrência e se solidarizou com as vítimas. A EMTRAM informou que está empenhando máximo esforço para auxiliar as pessoas envolvidas e seus familiares, oferecendo e providenciando todo o apoio necessário, inclusive acompanhamento psicológico.

R7

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lula informa aos ministros que fará trocas no 1º escalão

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu em almoço com seus ministros nesta sexta-feira, 20, que pretende fazer mudanças no primeiro escalão do governo. O petista, no entanto, evitou falar em nomes e cargos. Ele tem sido pressionado por aliados do Congresso a fazer mudanças a partir da eleição para presidentes da Câmara e do Senado em 2025.

A indicação do petista, segundo apurou o Estadão/Broadcast, foi relacionada à formação de sua aliança para disputar a eleição de 2026. O sentido seria que alguns políticos que hoje estão próximos a seu governo podem não querer apoiar seu grupo político no próximo pleito por terem bases eleitorais que o rejeitam.

No encontro, no Palácio da Alvorada, Lula indicou que vai mesmo desacelerar sua rotina depois dos dois procedimentos cirúrgicos aos quais foi submetido para tratar uma hemorragia intracraniana. Ele disse que, por amor a si mesmo e à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, vai obedecer às ordens médicas, que restringem sua agenda pelos próximos 45 dias. O presidente pode fazer reuniões, mas compromissos mais cansativos como viagens provavelmente serão evitados.

Estadão Conteúdo

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Brasil

Governo Lula paga R$ 8,1 bilhões em emendas parlamentares em dezembro

Foto: Cléber Medeiros/Senado Federal

O governo federal pagou mais de R$ 8,1 bilhões em emendas parlamentares neste mês, superando o valor anunciado inicialmente pela União. Os números mostram o esforço do governo em liberar os recursos na véspera da semana final de votações no Congresso e logo após a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, exigindo transparência nas emendas. Na lista dos 20 deputados e senadores que mais receberam emendas estão parlamentares bolsonaristas e do centrão.

Maior parte dos pagamentos foi feita na véspera das votações-chave

Nos dias 12 e 13 deste mês foram pagos R$ 7,1 bilhões em emendas parlamentares, o que representa 18% de todas as emendas ao longo do ano, um total de R$ 38,6 bilhões até agora. Os dados mostram o esforço para liberar um alto valor justamente alguns dias antes da votação de temas importantes para o governo, como a reforma tributária e pacote de ajuste fiscal. Até o dia 18 deste mês o governo pagou R$ 8,1 bilhões.

Parlamentares bolsonaristas foram os que mais receberam emendas. Na lista estão os ex-ministros de Jair Bolsonaro: Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI), Marcos Pontes (PL-SP) e Damares Alves (Republicanos-DF). Veja a relação completa abaixo.

Valor liberado reflete esforço do governo após Dino rejeitar recurso da AGU que pedia para flexibilizar liberação de verbas. A decisão final foi no dia 9. No dia 10 de dezembro, o presidente Lula se reuniu com os presidentes da Câmara e do Senado, e o governo editou uma portaria interministerial que estabeleceu parâmetros, com base nas decisões do ministro do STF, para liberação de emendas.

No dia 12, foi liberado R$ 1,3 bilhão, e, no dia 13, foram pagos mais R$ 5,8 bilhões. Os valores representam mais de 90% do pago em dezembro até agora. Durante o período eleitoral, o pagamento das emendas ficou suspenso.

Do total liberado, R$ 3,8 bilhões foram para o Fundo Nacional de Saúde e R$ 3,2 bilhões são de emendas Pix. O ministro Flavio Dino liberou as emendas Pix com a condição de que sejam apresentados em 60 dias os planos de trabalho que detalhem como o recurso será utilizado. Essa modalidade foi questionada no STF por permitir o repasse de verbas para estados e municípios sem uma destinação específica.

As emendas Pix têm esse nome porque foram criadas para serem enviadas diretamente ao caixa de estados e municípios. A modalidade de repasse permitia mandar recursos do governo federal direto para os cofres de outros governos sem explicar o motivo nem como a verba será gasta, o que o STF não permite mais. A definição sobre o repasse é feita pelos parlamentares.

Dino apontou que, se planos de trabalho não forem apresentados no prazo, os agentes públicos podem ser responsabilizados. “Não havendo, contudo, a providência determinada (apresentação de planos de trabalho), proceder-se-á a nova suspensão e apuração de responsabilidade civil e criminal”, disse o ministro em decisão do dia 9 de dezembro.

UOL

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Lula chega à metade do mandato rejeitado por 18% dos que o elegeram


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está próximo de encerrar o 2º ano à frente do Planalto e chegar à metade de seu 3º mandato. Pesquisa PoderData realizada de 14 a 16 de dezembro mostra que 18% dos eleitores que dizem ter votado no presidente no 2º turno das eleições de 2022 agora rejeitam a administração do petista. Desde o início do governo, essa taxa subiu 8 pontos percentuais.

Por ser um segmento que tende, em sua maioria, a aprovar o governo, esses percentuais indicam um perfil de “eleitor descontente” de Lula.

Para chegar a este resultado, o PoderData cruzou as respostas dos entrevistados às perguntas: “Você aprova ou desaprova o governo do presidente Lula?” e “Em quem você votou para presidente no 2º turno das eleições de 2022?” ao longo do ano. O PoderData fez 11 pesquisas nacionais desde o início do mandato para avaliar vários aspectos em diferentes momentos da administração do presidente Lula.

O levantamento ainda cruzou a declaração de voto em 2022 dos entrevistados com a avaliação do trabalho pessoal do presidente –quando o entrevistado pode avaliar Lula à frente do Planalto como bom/ótimo, regular ou ruim/péssimo.

Nesse cruzamento, o resultado é mais favorável ao presidente. Porém, é preciso considerar que quase metade (45%) dos eleitores avaliam o desempenho de Lula como “regular”. Essa avaliação é um sinal amarelo para o petista, pois costuma ser um pit stop antes de o eleitor mudar para uma avaliação mais firme –positiva ou negativa.

Lula recebeu 60.345.999 votos no 2º turno de 2022 contra 58.206.354 de Bolsonaro. Isso significa que os percentuais de insatisfeitos equivalem a algo perto de 10,86 milhões de eleitores, número 5 vezes maior que os 2,14 milhões de votos que decidiram a eleição em favor do petista.

Apesar disso, o PoderData também mostra um cenário inverso. Dentre os que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), há uma parcela expressiva que, hoje, avaliam positivamente a gestão petista: 11% declaram “aprovar” o governo Lula e outros 8% avaliam o desempenho do atual presidente como “bom” ou “ótimo”.

Considerando os 11% que afirmam “aprovar” a administração federal no eleitorado de Bolsonaro e os votos recebidos pelo militar, o levantamento indica que cerca de 6,4 milhões desses eleitores são, agora, simpáticos à nova gestão.

Tudo considerado, nos 2 lados há eleitores com indícios a mudar de opinião e, em ambos os casos, esse número supera a diferença de votos que decidiu o pleito de 2022. A polarização segue pujante. Porém, as curvas dos infográficos acima mostram que o petista já esteve em posição mais confortável durante a gestão, conquistando mais eleitores de Bolsonaro e desagradando menos quem o elegeu.

Como mostrou o Poder360, no início da semana, Lula chega à metade de seu mandato com menos apoio do que quando foi eleito. Atingiu desaprovação recorde, não tem conseguido cumprir o discurso de unir o país e enfrenta desafios econômicos (alta de dólar, juros e inflação) para recuperar sua popularidade.

A pesquisa cujos dados são relatados neste post foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 14 a 16 de dezembro de 2024, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 192 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Poder 360

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Direita não quer pagar impostos e esquerda não quer conter gastos, diz Haddad

Foto: Diogo Zacarias/MF

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira (20) que o discurso da pasta econômica “desagrada” a esquerda e a direita. Durante a tramitação do pacote fiscal no Congresso Nacional, partidos da base do governo, como o Psol, votaram contra a urgência da votação das medidas fiscais.

“Eu sei que esse discurso desagrada à esquerda e à direita. Um lado não quer contenção de gastos e outro não quer pagar imposto. Fica difícil. Direita não quer pagar os impostos. Esquerda não quer conter gastos. Como fecha as contas?”, afirmou Haddad.

Todos os deputados do Psol, por exemplo, votaram contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governo com as medidas.

No 1° turno da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do pacote fiscal na Câmara dos Deputados, três parlamentares do PT votaram contra. O número caiu para dois no segundo turno da votação.

“Não vou comentar voto a voto. Estou feliz que nós aprovamos”, disse Haddad.

CNN Brasil

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Após pacote, Lula se diz atento à necessidade de novas medidas fiscais

Imagem colorida de presidente Lula gesticulando ao lado de Gabriel Galípolo - MetrópolesFoto: Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou um vídeo nesta sexta-feira (20/12) ao lado do futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. No registro, o chefe do Executivo cita o pacote de contenção de gastos, que teve a votação concluída no Congresso Nacional, e afirmou estar atento à necessidade de novas medidas fiscais.

“Queria dizer que seguimos mais convictos que nunca que a estabilidade econômica e o combate a inflação são as coisas mais importantes para proteger o salário e o poder de compra para as famílias. Tomamos as medidas necessárias para proteger a nova regra fiscal e seguiremos atentos à necessidade de novas medidas”, disse o presidente em vídeo publicado nas redes sociais.

A declaração vem em um momento de disparada do dólar. Durante a semana, a cotação da moeda americana bateu R$ 6,26, a maior marca da história. O aumento foi motivado pelas incertezas em torno da eficiência política fiscal proposta.

No vídeo divulgado, o petista também garante que Galípolo “será o mais importante presidente do Banco Central” e que o chefe da autoridade monetária terá autonomia para trabalhar.

“Você será o mais importante presidente do Banco Central, porque você vai ser o presidente com mais autonomia que o Banco Central já teve. Tenho certeza que pela sua qualidade profissional, você certamente vai dar uma lição de como se governa o Banco Central com verdadeira autonomia. Jamais haverá da parte da Presidência interferência no seu trabalho.”

Oficialmente, o mandato do atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai até 31 de dezembro, mas ele entrou em recesso nesta sexta-feira (20/12) e Galípolo ficará como interino até a posse, em 1º de janeiro.

Metrópoles

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