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Sudene aprova 30% milhões para fábrica de pisos vinílicos na Paraíba

 

A Sudene aprovou financiamento de R$ 30 milhões com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para a implantação de uma fábrica de pisos vinílicos e rodapés em Alhandra, município que integra a região metropolitana de João Pessoa. A decisão veio da Diretoria Colegiada da autarquia, em reunião ocorrida ontem na sede da superintendência.

O investimento total da Vexa Acabamentos para viabilizar a instalação do empreendimento, localizado às margens da BR 101, é de R$ 70 milhões. Durante a construção, o equipamento deve gerar 150 empregos diretos e 300 indiretos. Quando entrar em plena operação, serão 200 profissionais empregados, com previsão de outros 400 postos de trabalho gerados indiretamente. O impacto positivo na geração de emprego e renda na região foi destacado pelo diretor de Fundos, Incentivo e de Atração de Investimentos da Sudene, Heitor Freire, durante manifestação do gestor sobre a aprovação do financiamento.

Os recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste representarão 42,79% do investimento total previsto. O agende financeiro operador será o Banco do Nordeste do Brasil.

A Vexa fabricará pisos vinílicos LVT (Luxury Vinyl Tile) e SPC (Stone Plastic Composite), além de rodapés de PE (Poliestireno) e PVC. Estes materiais são utilizados em projetos de revestimento de interiores residenciais e comerciais. A capacidade instalada da unidade é de 3,5 milhões de metros quadrados por ano de pisos vinílicos.

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Brasil

Brasil empossa nesta quarta 5,5 mil prefeitos novos ou reeleitos

Vinícius Schmidt/Metrópoles

O início de 2025 é marcado, em todo o país, pela posse de novos prefeitos e vice-prefeitos em todo o país, eleitos nas eleições municipais realizadas em 2024.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pleito foi realizado em 5.569 cidades nos 26 estados do país. Em 51 delas, a disputa foi concluída no segundo turno.

Como mostrou o Metrópoles, ao menos 18 municípios não terão a tradicional cerimônia de posse no primeiro dia do ano. Isso porque o processo eleitoral, nesses lugares, está emperrado por problemas judiciais, e ainda precisa de análise dos tribunais eleitorais.

São casos de problemas na candidatura do concorrente a prefeito com mais votos. Oito estão em São Paulo, três no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, um no Paraná, Bahia e Espírito Santo.

A data da posse de prefeitos e vice-prefeitos é definida pela Constituição Federal de 1988. Já a posse dos vereadores eleitos é definida pela lei orgânica de cada município. Dessa forma, não possui data única.

De acordo com o TSE, quase 156 milhões de eleitores puderam votar nas eleições municipais de 2024. As mulheres foram 53,4% do total, quase 82 milhões de eleitoras.

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Metrópoles

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Lula sanciona com 35 vetos Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (31) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 – texto que serve de base para a elaboração do orçamento federal de 2025.

Lula, no entanto, vetou 35 trechos da proposta. Entre os principais vetos, estão:

  • trechos da LDO que tentavam “blindar” as emendas parlamentares – ou seja, impedir que o governo bloqueasse ou contingenciasse esses valores ao longo do ano;
  • o trecho que fazia o Fundo Partidário crescer no mesmo ritmo da arrecadação federal.

Para vetar o crescimento do Fundo Partidário, o governo afirmou que a regra não condiz com um “regime fiscal sustentável”, ou seja, com a tentativa do Executivo de equilibrar receitas e despesas – expressa, por exemplo, nas regras do arcabouço fiscal.

Lula também vetou que o governo ficasse obrigado a emitir relatórios trimestrais para monitorar a execução do orçamento. Segundo o veto, essa medida poderia gerar gastos adicionais ao governo e seria redundante com outros relatórios de transparência já emitidos.

Os vetos de Lula voltam à análise do Congresso Nacional. Em sessão conjunta, que ainda não tem data, deputados e senadores podem restaurar esses trechos e reinserí-los na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Para isso, é preciso maioria nas duas Casas.

Governo começa 2025 sem orçamento aprovado

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Dino libera emendas da Saúde para atingir piso constitucional, mas obriga parlamentares a revelar quem são os autores

Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (31) o empenho das chamadas “emendas de comissão” para que o governo federal consiga cumprir o piso constitucional dos gastos mínimos em saúde.

A Advocacia-Geral da União (AGU) indicou em parecer ao STF que seriam precisos R$ 2,1 bilhões adicionais para que o governo federal conseguisse cumprir o piso constitucional em saúde em 2024, R$ 370 milhões desse montante relativas às emendas de comissões.

“Vale realçar que esse fato mostra uma preocupante dependência de gastos vinculados a emendas parlamentares, que – por sua configuração atual – não se articulam com ações planejadas nas instâncias de direção do SUS. Ao contrário, tem prevalecido nas emendas o caráter fragmentário, inclusive sem levar em conta indicadores sanitários objetivos, além dos terríveis casos de improbidade já identificados ou ainda em investigação”, afirmou Dino.

As emendas parlamentares são uma reserva dentro do Orçamento usadas conforme indicação de deputados e senadores. É esse o dinheiro enviado pelos parlamentares às suas bases eleitorais. A execução do dinheiro é de competência do governo federal.

Além disso, o ministro estabeleceu um prazo para que as comissões de Saúde da Câmara dos Deputados e do Senado Federal informem quem são os parlamentares que indicaram as emendas. Caso isso não seja feito até 31 de março de 2025, as emendas poderão sofrer “anulação imediata e automática”.

Flávio Dino também decidiu que até a aprovação dos nomes dos deputados e senadores que indicaram as emendas, não poderá haver nenhum ato subsequente de execução dos valores além do empenho.

A Constituição Federal estabelece que o governo federal deve desembolsar 15% da Receita Corrente Líquida em gastos com saúde, incluindo exames, cirurgias, construção de hospitais, postos de saúde, pagamento de profissionais e apoio a Estados e municípios.

Na decisão, Dino afirmou que decisões da Suprema Corte, tomadas ao longo do segundo semestre de 2024, visam uma melhor alocação de recursos da Uniã no que diz respetio à eficiência, à transparência e à rastreabilidade. Mas que o planejamento dos gastos é responsabilidade do Executivo e do Legislativo.

“Cabendo a esta Corte lembrar que sem ele, o planejamento, não existe o atendimento aos mandamentos constitucionais da eficiência e da economicidade. E sem planejamento, conjugado com adequada vontade política e administrativa, a balbúrdia orçamentária – violadora da Constituição Federal – não terá fim”, escreveu o ministro.

g1

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Lula assina decreto de nomeação de Galípolo para o Banco Central

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira (30), o termo de posse de Gabriel Galípolo como novo presidente do Banco Central (de 2025 a 2028), conforme confirmou a Secretaria de Comunicação do Governo. Ele substitui Roberto Campos Neto no cargo. A assinatura, que ocorreu no Palácio da Alvorada, contou com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Galípolo assume o cargo no dia 1º de janeiro.

Gabriel Galípolo foi indicado pelo presidente e passou por sabatina no Senado no dia 8 de outubro. O novo presidente do BC é paulistano, tem 42 anos e foi secretário executivo do Ministério da Fazenda no início da gestão de Fernando Haddad. Galípolo tem graduação e mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), já atuou como professor universitário (2006 a 2012) e foi presidente do Banco Fator (2017 a 2021).

Novos diretores

Além de Galípolo, outros três diretores indicados para a instituição também tiveram seus nomes confirmados: Nilton José Schneider (para a Diretoria de Política Monetária), Izabela Moreira Correa (para Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta) e Gilneu Astolfi Vivan (para a Diretoria de Regulação). O Senado havia aprovado os nomes dos novos diretores no dia último dia 10 de dezembro.

Nilton David, desde 2019, foi chefe de operações de Tesouraria do Banco Bradesco e gestor de equipes que realizam operações com diversos índices e ativos financeiros, em São Paulo, Nova York e na Europa. Graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (USP) em 1994, trabalhou em instituições financeiras no Brasil e no exterior.

Izabela Correa é graduada em administração pública pela Fundação João Pinheiro (FJP) em 2003. Tem mestrado em ciência política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutorado em governo pela London School of Economics and Political Science e pesquisa de pós-doutorado pela escola de governo da Universidade de Oxford. No campo acadêmico, foi professora de gestão pública e políticas públicas no Insper.

Gilneu Vivan é economista e tem especialização em gestão financeira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2003, concluiu o mestrado em gestão econômica de negócios pela Universidade de Brasília. Até este ano, foi responsável pelo Departamento da Regulação do Sistema Financeiro Nacional.

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Real tem maior desvalorização de 2024 e pior desempenho desde 2020, mostra análise

Reprodução

O câmbio brasileiro enfrentou um ano de volatilidade e encerrou 2024 com uma desvalorização de 21,82% ante o dólar Ptax, taxa de referência para contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior.

O desempenho coloca o real como a moeda mais desvalorizada entre 27 economias analisadas pela consultoria Elos Ayta.

O resultado foi o pior para a divisa brasileira desde 2020 e a terceira maior desvalorização em termos nominais desde 2010. Completam o pódio os anos de 2015, durante o segundo mandato da então presidente Dilma Rousseff (-31,98%), e 2020, ápice da pandemia de Covid-19 (-22,44%).

 

“O desempenho do real em 2024 ilustra os desafios enfrentados pelo Brasil em um cenário global adverso e diante de incertezas domésticas. A análise das flutuações cambiais ao longo dos últimos 15 anos destaca a volatilidade inerente à economia brasileira e reforça a importância de medidas consistentes para garantir estabilidade e previsibilidade aos agentes econômicos”, avalia Einar Riverno, analista da Elos Ayta.

Outras moedas emergentes também performaram mal. Destaca-se o peso que os desdobramentos das eleições nos Estados Unidos tiveram sob o mercado de câmbio global.

Com a vitória de Donald Trump, a expectativa é de que o republicano promova políticas protecionistas que tendem a fortalecer a economia norte-americana, a inflação do país e, consequentemente, o dólar no mundo.

Porém, além dos fatores externos, destacam-se elementos domésticos por trás da desvalorização acentuada do real no ano.

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CNN Brasil

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Os recordes negativos do governo Lula em 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o evento “Em defesa da democracia, combatendo os extremismos”, na Sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, nesta terça-feira
Ricardo Stuckert/PR
Por mais que a propaganda oficial se esforce, 2024 não foi um ano bem-sucedido para o governo Lula. O desemprego diminuiu, há alguns bons resultados econômicos e pautas relevantes, como a reforma tributária, foram aprovadas pelo Congresso. Por outro lado, há uma lista de recordes negativos em áreas como saúde, meio ambiente e gestão, o que refletiu nos índices de popularidade do presidente:

Dengue –  Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 6,2 milhões de casos de dengue. 5.950 pessoas morreram — um aumento de 400% em relação ao ano passado, quando o país registrou 1.179 óbitos.

Queimadas – A área queimada no Brasil de janeiro a novembro foi de 29,7 milhões de hectares, o que representou um aumento de 93% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Monitor do Fogo, do MapBiomas. A destruição equivale ao território do Rio Grande do Sul. Mais da metade da área devastada pelo fogo fica na Amazônia.

Estatais – As contas das estatais federais devem fechar o ano com o maior rombo em 15 anos. De janeiro a agosto, o déficit chegou a 3,3 bilhões de reais. A lista inclui, entre várias empresas, os Correios, que chegou a dar lucro no passado.

Previdência – A fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social já alcança 1,7 milhão de pedidos em espera. O tempo médio para a concessão do benefício aumentou para 41 dias.  O governo prometia zerar a fila.

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Dólar – O dólar bateu uma sequência de recordes este ano, ultrapassando 6,30 reais na penúltima semana do ano. A alta da moeda americana impacta o preço de produtos importados. Afeta ainda os preços de commodities como soja e milho, que ficam mais competitivos no mercado externo, o que reduz a oferta interna, gerando inflação.

 Desaprovação – O governo Lula  é desaprovado por 48% dos brasileiros, segundo dados da pesquisa PoderData realizada entre os dias 14 e 16. Além de ser o maior percentual de desaprovação registrado desde o início do mandato, a taxa também ficou numericamente acima do percentual de aprovação, de 45%.

Veja

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Brasil

Com orçamento curto, 71% dos brasileiros não devem viajar no Ano Novo

2 – 3 minutes

Comemoração do réveillon de 2014 na praia de Copacabana
Eduardo Naddar/Agência O Globo/VEJA

Uma pesquisa realizada pela Brazil Panels, em parceria com a Conexão Vasques, mostra que 71,7% dos brasileiros não pretendem viajar na virada do ano, enquanto 28,3% planejam celebrar fora de suas cidades de origem.

Entre os destinos preferidos, as praias lideram com ampla vantagem, sendo escolhidas por 58,4% dos viajantes. Locais no interior do país aparecem em segundo lugar, com 22,1% das preferências, seguidos por viagens para grandes cidades, com 6%.

Apenas 4,4% dos entrevistados planejam viagens internacionais, enquanto 9,1% mencionaram outras opções. Claudio Vasques destacou ainda que a busca por praias é mais intensa entre os moradores da região Sul, seguidos por Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, refletindo as preferências regionais e a diversidade geográfica do país.

Segundo o estudo, a intenção de viajar está fortemente associada ao poder aquisitivo: quanto mais elevada a classe social, maior a probabilidade de os indivíduos planejarem deslocamentos nesse período. Entre os 317 respondentes que pretendem viajar, a preferência por destinos nacionais é quase unânime, com 95,6% optando por locais dentro do Brasil.

A pesquisa ouviu 1.119 entrevistados, em todas as regiões do país e de todas as classes sociais, entre os dias 14 de novembro e 3 de dezembro de 2024.

Veja

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Brasil

[VÍDEO] SUSTO GRANDE: Mulher é atingida de raspão por bala perdida ao tomar sol em condomínio no RJ

 

Uma mulher foi baleada de raspão neste domingo (29) enquanto tomava sol no Condomínio Vila do Pan, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O tiro quase pegou na cabeça.

Rosângela Torres da Silva, de 58 anos, foi socorrida por bombeiros, levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge e recebeu alta na segunda-feira (30).

Câmeras de segurança registraram o momento em que a vítima foi atingida.

O caso está sendo investigado pela 32ª DP (Taquara). Segundo o delegado Marcos André Buss, titular da delegacia, foi solicitada uma perícia no local.

Perto dali, um tiroteio assustou clientes de um supermercado no Tanque e interrompeu temporariamente 2 linhas do BRT Transcarioca. Ninguém se feriu.

g1

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Lula dobra taxa, e entidade próxima a Janja é beneficiada no G20

Imagem: reprodução/canal .Gov

Um decreto de março deste ano do presidente Lula (PT) dobrou o limite do valor que pode ser pago como taxa de administração a organismos internacionais em contratos com o governo.

Cerca de seis meses após a mudança, a OEI, entidade próxima à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, teve a chance de se beneficiar da nova regra.

A entidade e o governo brasileiro assinaram em setembro um contrato visando aos eventos do G20.

A OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, a Ciência e a Cultura) executou esse projeto em novembro, quando o G20 se reuniu no Rio de Janeiro para a sua cúpula anual

Um dos eventos produzidos pela OEI foi um festival de música no Rio que ficou conhecido como “Janjapalooza” – a referência ao festival Lollapalooza irritou a primeira-dama.

O decreto também ampliou o leque de serviços que podem ser prestados por esse tipo de organização

Essa flexibilização vai na contramão do que já julgou o TCU (Tribunal de Contas da União).

Além do Janjapalloza, festival cujo nome oficial é Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, a OEI organizou dentro do G20 o evento Cúpula Social.

O UOL apurou que, para realizar o festival, a entidade contratou a agência Terruá, que tem entre seus clientes o Banco do Brasil.

O gasto e a taxa de administração cobrada ainda não foram informados pelo governo federal ou pela OEI

O Ministério da Cultura informou à Folha de S.Paulo que o cachê de cada artista contratado seria de R$ 30 mil – o total estimado seria então de R$ 870 mil.

A estatal Itaipu Binacional e a Prefeitura do Rio de Janeiro também contribuíram com patrocínio de R$ 15 milhões cada -ao todo, cinco estatais patrocinaram os eventos.

A OEI recebeu R$ 146 milhões apenas no atual governo Lula. A maior parte do valor foi para parcerias com o Ministério da Educação (R$ 53 milhões).

Na contramão de tribunais de contas

O decreto publicado em março derrubou o teto de 5% de taxa para projetos com organismos internacionais.

Esse teto havia sido imposto pelo próprio Lula em 2004, durante o seu primeiro mandato.

Agora, a taxa passou a ser de até 10% dos recursos repassados pela União especificamente para o G20, a COP30 (Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) e a Cúpula dos Brics.

Janja foi procurada por meio de sua assessoria de imprensa para comentar a relação com a OEI, mas não houve retorno

UOL

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