Brasil

Lula diz que ainda não sabe quantas trocas serão feitas em reforma ministerial

Foto: Evaristo Sá/AFP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (27) que irá fazer mais trocas em seu ministério e que espera concluir a reforma no primeiro escalão do governo até depois do Carnaval.

Em entrevista à TV Record, o presidente afirmou que não sabe ainda quantas mudanças serão feitas, mas disse que em algumas áreas precisa de “mais agressividade, mais agilidade e mais rapidez nas decisões.”

Na terça-feira, Lula trocou a ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que ocupava a Secretaria de Relações Institucionais. O substituto de Padilha ainda não foi anunciado, mas uma das cotadas é a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Segundo Lula, a pessoa já foi escolhida, mas só será anunciada depois de uma conversa com ele.

UOL com Reuters

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Brasil

‘Pé-na-Bunda’ para quem não defende Lula, propõe advogado de grupo petista

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em entrevista publicada nesta quarta-feira, 26, pelo jornal Estadão, o advogado e coordenador do Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, disse que o presidente Lula da Silva deveria lançar o “Pé-na-Bunda” para demitir os ministros que não se engajarem na defesa do governo federal.

A expressão do advogado é uma alusão ao programa “Pé-de-Meia”, do próprio governo e que rendeu diversos riscos jurídicos em razão de inconsistências com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Carvalho, que coordena um grupo de advogados militantes do PT, disse ao jornal.

Advogado defende Janja: ciúmes

“Os ministros precisam sair dos seus cercadinhos. É inadmissível que um governo com tantas entregas não tenha uma avaliação compatível.” Dizendo-se “lulofanático”, conforme a reportagem, Carvalho defendeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Argumentou principalmente que o fogo amigo contra o ministro objetiva o cenário político pós-Lula, e não a agenda econômica.

Amigo pessoal de Lula, o advogado defende também a mulher de Lula, Janja da Silva. A primeira-dama, aliás, recebeu nesta semana novas críticas por gastar mais de R$ 292 mil em uma viagem a Roma. A pauta era a fome. No entanto, a visita ocorreu exatamente em um momento em que o Brasil registra uma das fases mais críticas da história em relação ao preço dos alimentos.

Ao Estadão, Carvalho diz que “as críticas a ela escondem várias coisas. Além da dimensão machista e misógina, há um ciúme não declarado, não confessado, do relacionamento que ela construiu com o presidente Lula. Todo mundo sente que é um pouco dono do presidente e quer estar mais perto dele’.

Em resposta sobre as críticas de Kakay (advogado do mesmo grupo petista) a Lula, Carvalho afirmou sobretudo que o colega ignora fatos que provam o oposto. “Ele segue fazendo política 24 horas por dia. A carta foi para atacar a primeira-dama, o que é injusto”.

Revista Oeste

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Brasil

Auditoria do TCU revela pagamentos indevidos do BPC com impacto de R$ 5 bilhões por ano

Como funciona o TCU, que completa 130 anos em meio a mudanças econômicas e  políticasFoto: Dida Sampaio/Estadão

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que deve ser julgada nesta quarta-feira, 26, concluiu que o Benefício de Prestação Continuada (BPC) tem sido pago a pessoas que não atendem a critérios do programa federal. Esses pagamentos indevidos podem custar cerca de R$ 5 bilhões anuais ao governo.

O cálculo considera a estimativa de que 6,3% dos beneficiários que recebem o BPC não se encaixam na regra de renda familiar mensal per capita igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. O documento também revela que foram identificados 6,7 mil casos de acumulação indevida de benefícios, com um impacto financeiro anual estimado em R$ 113,5 milhões.

O BPC garante o auxílio de um salário mínimo para pessoas idosas e com deficiência que estão em condição de vulnerabilidade social. A expansão acelerada dos gastos do programa está no radar da equipe econômica há algum tempo, mas a preocupação aumentou, especialmente com o governo pressionado a reduzir suas despesas.

Segundo a área técnica do TCU, as principais causas para o pagamento a pessoas que não atendem aos critérios de elegibilidade ao BPC incluem atrasos na correção de irregularidades, complexidades nos controles da composição familiar (principalmente quanto à renda informal, omissão de membros e flutuações naturais da realidade socioeconômica), além de limitações quanto à qualidade e defasagem temporal dos dados disponíveis, bem como às dificuldades no acesso a determinados bancos de dados.

O BPC foi alvo de ajustes no pacote fiscal da equipe econômica aprovado no fim do ano passado, mas as medidas foram desidratadas pelo Congresso e dependem de regulamentação. No ano passado, o gasto com BPC cresceu 14,9%, e custou R$ 113,421 bilhões à União.

A auditoria do TCU identificou também outros quatro problemas com a operacionalização do benefício. Os técnicos estimaram, por exemplo, inconsistências “significativas” no cadastro único de beneficiários do BPC, com aproximadamente 12,6% omitindo membros familiares e 15,9% apresentando discrepâncias de endereço.

Foi constatado ainda, por meio da análise da qualidade dos dados, 2.476 beneficiários possivelmente falecidos e outras 31.157 inconsistências nos registros dos dados cadastrais dos titulares de BPC e seus respectivos familiares.

A auditoria destaca que essas situações podem levar a pagamentos indevidos e comprometem a capacidade do sistema de avaliar com precisão a elegibilidade dos beneficiários. Falhas formais na análise do reconhecimento do direito ao BPC, em operacionalizações feitas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e falta de efetividade no processo para manutenção do BPC foram outros apontamentos feitos pela área técnica.

Além disso, a auditoria revelou um erro de inclusão no BPC Idoso, por subnotificação do recebimento do benefício e da flexibilização de critérios das concessões judiciais, “que geram distorção nas estimativas e grupos distintos de beneficiários”.

Recomendações

Diante das falhas encontradas, os técnicos sugeriram que o plenário do TCU faça uma série de recomendações e determinações ao governo. Para o INSS, exemplo, a auditoria propõe que o instituto adote providências para mitigar o risco de manutenção de acúmulo de benefícios indevidos e de beneficiários falecidos, com CPF nulos, cancelados ou sem cadastro único ativo.

Há também outras recomendações direcionadas especialmente ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

O volume de recursos fiscalizados foi de R$ 89,64 bilhões, e os trabalhos foram realizados de abril a outubro de 2024 e abrangeram o período de 2022 a maio de 2024.

Estadão

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Brasil

Janja gasta R$ 34 mil em passagens áreas de classe executiva para ir e voltar de Roma

Janja se encontra com o papa Francisco: "É sempre uma emoção"

Foto: reprodução/Instagram

A primeira-dama Janja da Silva, a Janja, gastou R$ 34,1 mil em passagens áreas de classe executiva para ir e voltar de Roma, segundo revelou o Estadão.

Esse tipo de assento em aeronaves é considerado mais confortável e espaçoso, porém, com custo acima do que uma poltrona da classe econômica. Janja viajou em 9 de fevereiro e retornou ao Brasil em 13 de fevereiro.

Mesmo sem cargo no governo, a primeira-dama compôs a comitiva que teve o total de 13 pessoas. Ao todo, o grupo gastou R$ 292 mil em passagens aéreas e diárias.

Na capital italiana, Janja participou de eventos da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, além de se encontrar com o Papa Francisco.

Em nota, a Secom (Secretaria de Comunicação) afirmou que Janja viajou como “colaboradora” do Ministério do Desenvolvimento e Assistência, Social, Família e Combate à Fome.

“A primeira-dama, Janja Lula da Silva, esteve em Roma a convite do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário – FIDA – para participar da abertura da Reunião do Conselho de Governança do FIDA, e outras agendas em torno do tema da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.

Janja viajou como colaboradora do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Para informações sobre custos da viagem, sugerimos consultar o ministério. Quanto à hospedagem, ⁠Janja Lula da Silva hospedou-se na Residência Oficial do Brasil em Roma”, diz.

Mais gastos

Depois do “Janjapalooza” e “Janjômetro”, os gastos de Janja da Silva, com sua ‘equipe informal’, numa espécie de gabinete paralelo, foram revelados pelo Estadão.

O ‘Time Janja‘ é composto por assessores de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e um militar.

Em salários, a equipe custa, mensalmente, em torno de R$ 160 mil reais mensais.

Desde o início do governo Lula (PT), em 2023, os gastos para a viagem dos integrantes ultrapassaram R$ 1,2 milhão.

O Antagonista

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Brasil

Lula perde para Bolsonaro, Michelle e Tarcísio em SP, diz pesquisa

Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta 4ª feira (26.fev.2025) indica que, se elegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ganharia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo. Ao todo, 40,8% dos entrevistados declararam preferência de voto no ex-presidente, enquanto o petista somou 26,6%.

Os eleitores também indicaram intenção de voto em Ciro Gomes (10,6%), Gusttavo Lima (6,5%), Eduardo Leite (2,5%), Ronaldo Caiado (2,2%) e Helder Barbalho (0,5%). Brancos e Nulos somaram 7% e outros 3,2% disseram não saber ou não opinaram.

A pesquisa entrevistou 1.650 pessoas de 20 a 23 de fevereiro de 2025 em 86 municípios em São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, com 95% de grau de confiança

No cenário sem a presença de Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece na frente nas intenções de voto, com 31,3%. Eis o cenário completo:

Poder 360

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Brasil

‘Janjômetro’ quase dobra valor em três meses

Foto:reprodução

Desde que o ‘Janjômetro’ foi criado pelo deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil), os gastos relacionados à primeira-dama, Janja da Silva, passaram de R$ 63 milhões para R$ 117 milhões em apenas três meses.

Segundo dados do portal, o uso de recursos públicos quase dobrou.

Em 28 de novembro do ano passado, Zacarias criou o site para fiscalizar os valores usados por Janja.

O deputado por São Paulo afirmou que a iniciativa “expõe a farra” dos gastos da primeeira-dama, entre os quais o “Janjapalooza”:

“Como se não bastasse um bandido na presidência da República, a esposa deslumbrada dele ainda TORRA o seu dinheiro com viagens de luxo, hotéis e móveis de R$ 200 mil.

Para EXPOR essa FARRA, eu criei o Janjômetro: um site que cataloga todos os gastos da prime”.

Para ter acesso, o cidadão precisa fazer um cadastro no site, a partir do qual receberá alertas em primeira mão sobre os gastos de Janja.

Passagens executivas

Neste mês, Janja gastou R$ 34,1 mil em passagens áreas de classe executiva para ir e voltar de Roma, segundo revelou o Estadão.

Esse tipo de assento em aeronaves é considerado mais confortável e espaçoso, porém, com custo acima do que uma poltrona da classe econômica.

Janja viajou em 9 de fevereiro e retornou ao Brasil em 13 de fevereiro.

Mesmo sem cargo no governo, a primeira-dama compôs a comitiva que teve o total de 13 pessoas.

Janjapalooza

A primeira-dama ficou irritada quando batizaram o “Janjapalooza” de “Janjapalooza”, mas o festival promovido por ela no G20 custou alto aos cofres públicos.

A estatal itaipu Binacional pagou 15 milhões de reais para a reunião da Cúpula do G-20 Social e eventos paralelos, como o festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.

Janja, aliás, foi funcionária da estatal entre 2005 e 2020.

O festival, que teve a primeira-dama como principal divulgadora nas redes sociais, também foi discriminado no “Janjômetro”.

O Antagonista

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Brasil

Lula demite Nísia e confirma Padilha como novo ministro da Saúde

Foto:Hugo Barreto/Metropóles

O presidente Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, nesta terça-feira (25/2). Ela será substituída no cargo por Alexandre Padilha (PT), atual ministro das Relações Institucionais.

A demissão foi comunicada por Lula em reunião com a ministra no Palácio do Planalto, no início da tarde. Além de Nísia, o próprio Padilha participou do encontro.

Nísia já vinha sendo fritada por Lula nos bastidores há pelo menos duas semanas. Na semana passada, o próprio presidente avisou a auxiliares que trocaria sua ministra da Saúde.

A demissão de Nísia ocorreu horas após ela realizar seu último evento como ministra no Planalto ao lado de Lula: uma cerimônia para anunciar parcerias para produção de vacinas.

Funcionária concursada da Fundação Oswaldo Cruz, Nísia estava como ministra da Saúde desde o início do governo Lula, em janeiro de 2023.

Padilha, por sua vez, voltará ao Ministério da Saúde após mais de 10 anos. Ele foi titular da pasta entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014, período do governo Dilma Rousseff.

METRÓPOLES 

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Brasil

Maior parte do Brasil culpa Lula por aumento de preços

Foto: reprodução

Além de mostrar que a aprovação de Lula despencou, a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 25, indicou também que o aumento de preços no Brasil é responsabilidade do governo Lula para a maior parte da população (41%). Outros 10,5% marcaram todas as opções oferecidas.

O segundo fator mais citado é “questões climáticas”, que foi mencionado por 11,2% dos 2.002 entrevistados de 19 a 23 de fevereiro. A opção “políticas externas” aparece em terceiro lugar, com 9,5%, seguida por “os produtores” (8,6%), “os comerciantes” (5,3%), governos estaduais (3,7%) e governos municipais (1,4%).

Culpa de Lula

O governo Lula de fato contribuiu para o aumento dos preços, ao elevar os gastos públicos para além do que deveria nos dois primeiros anos do governo e aquecer a economia de forma artificial.

No início de 2025, o presidente acordou para o incômodo que a inflação causaria na população — e para o consequente impacto em sua popularidade — e incumbiu os ministros de buscar soluções mágicas para segurar os preços.

Após os ministros organizarem uma espécie de gincana atrás de ideias mirabolantes para controlar os preços, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a apostar na sorte, e deixou o controle da inflação nas mãos da perspectiva de queda na cotação do dólar e de safra recorde no Brasil.

No fim das contas, como o governo não dá qualquer sinal de que vá conter os próprios gastos, o controle da inflação recairá totalmente sobre o Banco Central, que já anunciou que deve elevar em mais um ponto percentual a taxa básica de juros em sua próxima reunião.

Café
Para 68,9% dos entrevistados pela pesquisa CNT/MDA, o aumento de preços no Brasil “ocorre de forma acentuada, acima dos índices de inflação”. Para 72,4%, o café foi o produto que teve o maior aumento no preço, seguido por carne (55,4%), grãos (40,9%) e ovos (21,8%).

Questionados sobre a dica de Lula, de combater a inflação com a substituição de produtos, 53% disseram que “raramente é possível substituir”. Além disso, 42,1% disseram que não deixaram de comprar devido ao aumento dos preços, enquanto 26,8% disseram ter substituído vários itens.

O Antagonista

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Brasil

CNT/MDA: Avaliação negativa do governo Lula cresce 13 pontos e chega a 44%

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 44% dos eleitores, de acordo com uma pesquisa divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta terça-feira, 25.

Os entrevistados que rejeitam o trabalho do petista se dividiram entre 32% que o consideram péssimo, e 12% que o consideram ruim. Para outros 19,4%, o governo federal faz um bom trabalho.

Já 26,3% avaliam a gestão como regular, e outros 9,3% a consideram ótima. Um por cento dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

A CNT entrevistou 2.002 eleitores de forma presencial, nas ruas e a domicílio, entre os dias 19 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos, para mais ou para menos.

IstoÉ

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Brasil

Lula chama macroeconomia de ‘bobagem’ e garante que o Brasil vai crescer

Foto: Reprodução/Redes sociais

O presidente Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 24, que a microeconomia é o motor do crescimento econômico brasileiro. O petista tentou não desfazer a importância da macroeconomia, mas, em determinado momento de seu discurso, disse: “Não acreditem nessa bobagem da macroeconomia”.

A fala de Lula ocorreu em um evento em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Lula. Na contramão da maioria das previsões estatísticas baseadas em fundamentos econômicos, o petista negou a ideia de que o país não vai apresentar crescimento. “Não acreditem nessa bobagem da macroeconomia.”

Lula repete discurso anticrise

O presidente repetiu um discurso usado em 2024, quando o governo já era alvo de muitas críticas pela condução econômica: “A economia não vai crescer, a economia não vai crescer. Deixa a bola rolar. Nós entramos no governo, a economia ia crescer 0,8%; cresceu 3,2%. No ano passado ia crescer 1,5%; vai crescer 3,8%. E pode se preparar que vai crescer mais agora”.

Lula disse principalmente que a população tem que olhar para a microeconomia do país, “sem desprezar a macro. É na microeconomia que a gente vai salvar este país”. O discurso, contudo, não converge com a realidade. No governo Lula, o Brasil tem batido recordes em fechamentos de pequenas empresas, que são a base da microeconomia e respondem por mais de 80% dos negócios no mercado interno.

Durante a sua fala, o presidente disse haver a necessidade de uma distribuição mais justa de renda, ressaltando, assim, que a maior parte da população destina seus recursos à compra de alimentos. Essa dinâmica, conforme o petista, é fundamental para o aquecimento da economia, uma vez que o consumo é um dos principais motores do desenvolvimento.

Lula também fez um apelo aos pequenos empresários, destacando a importância de criar incentivos para esse segmento. Ele argumentou que é essencial discutir estratégias de proteção para esses empreendedores, lembrando que muitos que acreditam não precisar do apoio do Estado podem, em momentos críticos, acabar recorrendo a ele.

Revista Oeste

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