Paraíba

Inscrições para concurso público da Prefeitura de Campina Grande começam nesta segunda

Foto: Divulgação

As inscrições para os concursos públicos, lançados na semana passada, pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, no Agreste paraibano, começam nesta segunda-feira (18), às 14h, no site da banca organizadora. Em um dos editais estão sendo ofertadas 812 vagas, distribuídas nas áreas de saúde, educação e administrativa. Enquanto o outro, são 50 vagas para a Guarda Civil Municipal.

O primeiro edital foi lançado na segunda-feira passada, dia de aniversário da cidade de Campina Grande. Nesse certame, as vagas são destinadas a cargos de nível médio e superior. Os salários podem chegar a R$13.353,45.

As inscrições começam amanhã (18) e terminam 15 de novembro e o valor da taxa é de R$ 75 para o nível médio e R$ 95 para o superior. As provas estão marcadas para dia 19 de dezembro, em horários alternados: manhã para os cargos de nível médio e tarde, para os cargos de nível superior. A banca organizadora é a Idecan.

Tem vagas para professor, cuidadores e demais da área de educação e na saúde, para cargos de enfermeiros (generalistas e especialistas), médicos (generalistas e especialistas), técnicos de enfermagem e auxiliar de saúde bucal. Além disso, há vagas para área administrativa, Fiscal de Tributos, Analista de Orçamento e Auditores de Contas Públicas.

Enquanto o edital da Guarda Municipal, publicado nesse sábado (16), traz que serão ofertadas ao todo 50 vagas, sendo cinco destinadas a pessoas com deficiência. O salário base é de R$ 1.100, mais gratificação de até 100%. As inscrições terminam dia dia 15 de novembro, no site da banca organizadora do concurso. A taxa de inscrição é de R$ 75. As provas objetivas estão previstas para acontecer em 19 de dezembro.

ClickPB

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Mundo

PESO NO BOLSO: Gasolina, energia e alimentos: franceses pagam aumentos recordes de preços em 10 anos

Mesmo num país rico como a França, a população também sofre com o impacto da forte alta dos preços da gasolina e dos alimentos ocorridos nos últimos meses. São os maiores reajustes registrados no país em dez anos.

O aumento galopante dos preços da energia e dos combustíveis é o tema mais debatido atualmente na França, principalmente porque ocorre no momento em que as temperaturas despencam no outono e o consumo de gás e diesel aumenta no inverno com o aquecimento das casas.

Enquanto no Brasil, o preço do litro da gasolina chegou a quase 7 reais em algumas cidades, os franceses estão pagando 10 reais o litro (1,633 euro), devido à atual crise energética mundial.

O diesel bateu o recorde de reajuste em dez anos, a 9,80 reais o litro (1,535 euro em 8 de outubro). São valores que representam uma alta de 28% em relação a outubro do ano passado. O problema é que além dos combustíveis e da energia, os preços de alguns alimentos também dispararam.

Frutas e legumes tiveram alta de 34% em média, em um ano, depois de uma primavera excepcionalmente chuvosa que afetou 60% da colheita. A menor oferta encareceu automaticamente os produtos. O trigo, muito consumido no país da baguete, teve um aumento de 26%. Já o óleo de cozinha subiu +28% em junho e +39% em setembro, alavancado pelo aumento das matérias-primas no mercado mundial.

Em geral, os preços dos alimentos na França são mais caros do que em países vizinhos, como Alemanha, Espanha, Itália ou Portugal.

O quilo da carne moída nos açougues franceses, um dos cortes mais baratos, estava custando 69 reais na semana de 4 de outubro. O quilo do frango, inteiro, sem corte, custava em média 36 reais, segundo dados do Ministério da Agricultura e da Alimentação (www.franceagrimer.fr).

Em setembro, a taxa anual da inflação chegou a 2,2%. O banco central francês acredita que a explosão de preços será temporária, por estar ligada à retomada econômica após um ano de baixa atividade causada pela pandemia de Covid-19. Mas, parte da população não tem como arcar com esses aumentos.

Na vida real, a inflação no bolso do consumidor francês parece muito maior do que a apontada pelos números oficiais. Em 2019, ano de surgimento do coronavírus, a inflação anual foi de 1,1%, segundo o Insee (Instituto Nacional de Estudos e Estatísticas).

Em comparação com o Brasil, esses índices podem parecer baixos, mas, segundo estudo da consultoria Deloitte, 45% das pessoas que trabalham com contrato assinado, em emprego formal na França, não terão qualquer reajuste de salário este ano.

Os trabalhadores menos qualificados, as famílias de baixa renda, estudantes que dependem de bicos para viver e desempregados são os mais impactados pela alta dos alimentos e da energia. São despesas essenciais do dia a dia.

Como baixar a conta?

O governo estuda formas para aliviar essa pressão no bolso dos consumidores. Cerca de 6 milhões de famílias pobres já recebem uma vez por ano do Estado um “cheque energia” para cobrir uma parte dos gastos com eletricidade e o aquecimento das casas.

O montante pago em média é de 150 euros, o equivalente a R$ 960. Agora, com a alta dos preços da gasolina e do gás, o governo adicionou 100 euros para essas famílias, que irão receber o cheque pelo correio em dezembro.

Muitos economistas e políticos sugerem uma redução temporária dos impostos cobrados no litro dos combustíveis, que representam 60% do preço de venda nos postos.

A União Europeia recomenda esta medida, entre outras, mas o governo francês hesita porque ela também iria beneficiar pessoas que compram carros grandes, modelos do tipo SUV, conscientes de que o consumo é maior. Seria injusto do ponto de vista da redistribuição, de acordo com alguns analistas, e também enviaria uma mensagem negativa em um momento em que a ordem é diminuir o consumo de combustíveis fósseis para limitar o aquecimento global.

Por outro lado, a classe média baixa, que usa carro pequeno e depende do veículo para trabalhar, não tem como absorver esses aumentos. Por isso, o governo deve anunciar novas medidas de compensação nos próximos dias.

O assunto é explosivo a seis meses das eleições presidenciais. Ninguém esquece que foi uma alta recorde nos preços do litro dos combustíveis que deu início ao movimento dos coletes amarelos em outubro de 2018.

Gazeta Brasil

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Política

Na reta final da CPI da Covid, Renan Calheiros já mudou relatório dez vezes

Foto: Sérgio Lima

Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL) cancelou de última hora a viagem que faria na quinta-feira a Alagoas. O senador optou por permanecer em Brasília no fim de semana para focar nos detalhes de seu parecer final e ouvir sugestões dos integrantes do grupo majoritário da comissão, o chamado G7.

O parlamentar, que busca dirimir divergências e facilitar a aprovação do texto na próxima quarta-feira, já ouviu pleitos de Rogério Carvalho (PT-SE) e Eliziane Gama (Cidadania-MA).

Até o momento, o parecer prévio de Renan, que já foi atualizado dez vezes, conta com mais de 1.100 páginas que imputam crimes ao presidente Jair Bolsonaro e a outras autoridades da República, como o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o antecessor na pasta, Eduardo Pazuello.

Na última quarta-feira, em uma reunião que começou às 15h e terminou à meia-noite em seu gabinete, Renan repassou os principais pontos a serem mantidos ou ajustados no parecer. Participaram da conferência com o relator sete consultores legislativos, quatro policiais federais, dois técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU), uma da Receita Federal e dois assessores de imprensa.

O relatório, contudo, ainda não foi finalizado. Na última quarta-feira, em seu gabinete, Renan manifestava preocupação em obter um levantamento que solicitou ao TCU. O estudo encomendado apontaria quanto Bolsonaro gastou dos cofres públicos para promover “motociatas” em meio à pandemia. O senador buscava contato com dois ministros do TCU para obter as informações a tempo de incluí-las em seu parecer final.

Com informações O Globo

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Saúde

MÉTODO EM ESTUDO: Novo teste de covid-19 usará saliva e luz

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma nova tecnologia de teste para avaliar o diagnóstico de covid-19 pela saliva utilizando luz. A formulação foi feita por um grupo do Laboratório de Bioanalítica e Eletroquímica da instituição de ensino. Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência.

Segundo esta técnica, um sinal elétrico é aplicado na saliva de um paciente. Caso haja o vírus na saliva da pessoa, esse sinal produz uma reação química e mostra o resultado na forma de aparição de luz vermelha, apontando o diagnóstico. Se o aparelho utilizado não ascender, o diagnóstico é negativo.

De acordo com os pesquisadores, é possível obter o resultado do diagnóstico em até uma hora e ele tem precisão semelhante ao do teste laboratorial RT-PCR. O teste indica a presença ou não do vírus e a carga viral. Outra vantagem apontada pelos autores da pesquisa é a análise de 20 amostras ao mesmo tempo.

O dispositivo utilizado para o teste também pode ser conectado a um smartphone. Assim, ele “roda” sem a necessidade de um técnico especializado para comunicar o resultado do exame realizado.

Agência Brasil 

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Gastronomia

PAPO DE FOGÃO KIDS: Confira as receitas da 2ª parte do programa especial do Dia das Crianças

FILÉ AO MOLHO MADEIRA COM PURÊ DE ALIGOT
Davi de Paula – 11 anos
Natal/RN

Ingredientes:
2 medalhões de filé
200ml de molho Madeira
Cebolinha a gosto
200ml de creme de Leite
100g de queijo Gruyere
100g de queijo Ementhal
3 batatas Inglesa
50ml de leite
2 colheres de sopa de manteiga
Azeite, sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:
Cozinhe as batatas e amasse-as ainda quente.
Aqueça a panela em fogo baixo, coloque um pouco de azeite e acrescente as batatas com uma pitada de sal, 50ml de leite e misture bem.

Rale os queijos e acrescente no purê. Em fogo baixo, mexa até incorporar completamente.
Em outra panela, aqueça uma colher de sopa de manteiga e acrescente o molho madeira com creme de leite.
Tempere o filé com sal e pimenta e leve ao fogo em uma frigideira antiaderente com manteiga. Deixe dourar os dois lados.

Agora é só montar o prato e se deliciar!

Tempo de preparo: 10 min
Tempo de cozimento: 20 min

ESTROGONOFE DE CARNE
Kamilly Mariadna – 7 anos
Campina Grande/PB

Ingredientes:
2 tomates maduros sem casca e semente picados
1 cebola picada.
1 dente de alho ralado
400 kg de coxão mole
Sal a gosto
1 lata de creme de leite
½ xícara média de catchup
½ xícara pequena de Mostarda
Azeite

MODO DE PREPARO:
Em uma panela coloque um fio de azeite, a cebola, o alho e refogue bem.
Coloque o tomate picado e refogue até o tomate secar.
Coloque a carne e o sal, deixe secar a água, até que doure a carne.
Coloque o creme de leite, a mostarda, o catchup e refogue por 15 minutos.
Acompanha arroz e batata palha.

Tempo de preparo: 8 min
Tempo de cozimento: 25 min

BOLO DE IOGURTE COM CACAU E NUTELLA
Eduardo Carlos – 8 anos
São José do Seridó/RN

Ingredientes:
3 ovos inteiros
1 pote de iogurte natural
2 colheres de sopa de manteiga com sal ou margarina
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo (sem fermento)
1 colher de sopa de fermento químico
1/2 xícara de cacau em pó ou chocolate em pó

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes, com exceção do cacau em pó, até ficar bem homogêneo.
Despeje metade da massa numa forma untada e enfarinhada.
Na outra metade da massa, misture a 1/2 xícara de cacau em pó e coloque sobre a massa branca que já está na forma.
Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por meia hora ou até o bolo dourar.
Coloque um palito no meio do bolo, se sair seco, está no ponto.
Deixe esfriar e desenforme.
Decore com Nutella a vontade!

Tempo de preparo: 8 min
Tempo de cozimento: 30 min

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Economia

“Petrobras não tem nem a capacidade, nem a legitimidade para controlar os preços de combustíveis praticados no Brasil”, diz Silva e Luna

O general Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras, afirma que as críticas a estatal é uma espécie de “caça ao bode expiatório” pelo preço dos combustíveis. Ele diz, no entanto, que a empresa não controla o preço da gasolina e do diesel.

O fortalecimento do dólar em âmbito global e, em especial, no Brasil, tem alavancado os preços das commodities e incrementado a inflação. Mas essas incômodas verdades não parecem muito apelativas”, afirmou Silva e Luna ao portal UOL, em uma entrevista publicada neste domingo (17).

É importante entender que a Petrobras não tem nem a capacidade, nem a legitimidade para controlar os preços de combustíveis praticados no Brasil”, diz Silva e Luna.

A política de preços da Petrobras define quanto as refinarias vão pagar com base nos preços cobrados internacionalmente pelo petróleo e a cotação do dólar. O chamado PPI (Preço de Paridade de Importação) foi instituído em 2016, durante o governo de Michel Temer (MDB).

Com a alta do preço dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou em privatizar a Petrobras. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), também citou a possibilidade na última semana.

Para Silva e Luna, essa é uma questão que cabe ao governo federal, como acionista majoritário. O general foi indicado para o cargo por Bolsonaro. Mas o presidente da estatal rebate as críticas.

No Brasil, a gasolina não está barata. A inflação se acelerou. E há quem atribua a culpa à Petrobras. E não veem que, nesse ambiente caótico, graças à sua gestão eficiente, a empresa tem conseguido gerar lucro capaz de pagar suas dívidas, investir fortemente e pagar tributos e dividendos.”

Silva e Luna afirma que a alta de preços é consequência do momento econômico que o Brasil vive. Diz ainda que a redução de oferta de combustíveis é global, o que eleva o preço no momento de retomada da economia com o avanço da vacinação contra a covid-19.

A Petrobras também foi criticada por buscar lucros. Segundo Lira, a política precisaria ser revista por priorizar interesses privados. O presidente da estatal rebate: “A Petrobras não persegue o lucro pelo lucro, mas porque precisa fazer investimentos de olho na transição energética e, por isso tem pressa no pré-sal.”

Silva e Luna diz ainda que o lucro da estatal permite o pagamento de impostos bilionários aos cofres públicos. Em 2021, a estimativa é que a Petrobras pague R$ 177 bilhões em impostos.

O general também voltou a descartar o tabelamento de preços. Segundo ele, a opção não é viável porque a Petrobras não consegue abastecer sozinha a demanda brasileira por gasolina, diesel, gás natural e de cozinha.

Se prevalecesse a decisão de tentar represar preços via Petrobras, as outras empresas do setor iriam processar a companhia por preço predatório [artificialmente baixo] e venderiam seus produtos no exterior ou abandonariam o Brasil.”

Poder 360

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Paraíba

Vídeo: motociclista é atropelada após carro invadir via em avenida de João Pessoa

Uma motociclista ficou ferida na manhã deste domingo (17), após ser atropelada na Rua Ranieri Mazilli, no bairro do Cristo, em João Pessoa. Imagens de câmera de segurança mostra o momento do acidente.

O condutor do táxi sai da CEASA e entra na contramão para seguir na rua principal do bairro. A condutora da moto que seguia na via é atropelada quando o condutor tenta mudar de faixa.

Com o impacto da batida, a mulher é arremessada ao solo. O taxista acionou o Samu até o local.

A mulher foi encaminhada para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde não foi divulgado.

ClickPB

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Política

OPINIÃO: Deputado Cabo Gilberto: atuação pífia e inexpressiva na defesa da categoria policial da PB

Neste 14 de outubro de 2021 circulou nas redes sociais, especificamente no whatsApp, um áudio produzido aparentemente pelo deputado estadual da Paraíba, Cabo Gilberto Silva. No áudio, o deputado pergunta à categoria policial da PB o que deve ser feito: “Amigos policiais e bombeiros militares do estado da Paraíba”. Pergunto qual é a missão que os senhores querem a partir de hoje?”.  

O Cabo Gilberto não tem a menor percepção da realidade. Desconhece o poder e a responsabilidade que tem ao representar os policiais da PB. O deputado Cabo Gilberto estaria perdido no “baile da Política” paraibana?

Ele chega a sugerir no áudio, um movimento na praça dos Três Poderes, um protesto. Segundo ele, uma luta para favorecer e unir o movimento contra supostas medidas do governador da Paraíba. Medidas que o próprio deputado não aponta e não deixa claro no áudio.

O deputado ainda se refere a ato em favor do movimento “extra zero”. O deputado esquece de pontos importantes: O primeiro é que o “extra zero” tem consequências graves, para população paraibana e a segurança das pessoas,  por que retira um contingente expressivo de policiais das ruas. Que passariam a não trabalhar no extra policial, durante o “extra zero”. E como ficariam  os bairros, comércios e serviços privados e públicos e a sociedade de modo geral?

O serviço extra que os policiais fazem em suas folgas, também são importantes complementos de renda para suas famílias. Na prática, já incorporados em suas finanças. Ainda no áudio, o deputado Cabo Gilberto indaga: “Pergunto à todos os senhores o quê que os senhores querem que eu faça: convoco o movimento para mostrarmos a nossa insatisfação ao governador,  e a sociedade paraibana entender o que está acontecendo?” 

Na política mais vale a força das ideias do que a ideia de força! Ele representa bem as suas insuficiências na tribuna do povo, nas ações políticas e na falta de ideias, estratégias e ações proficientes. A sua fala é a perfeita régua da incompetência política! Ao promover a construção e efetivação de um movimento paredista na praça dos Três Poderes, o que realmente tenta o deputado? Ele esquece que tem imunidade, já os nossos gloriosos policiais não têm imunidade.

Desta forma ficam passivos de punições que podem alcançar na esfera da justiça militar e penal. Como ficariam os policiais neste caso? Atormentados por processos que costumam durar anos e impedidos de serem promovidos, além de outros adventos mais desgastantes – principalmente nas suas vidas biopsicossocial.

Qual é realmente o grau de comprometimento do deputado cabo Gilberto com a categoria policial, com a sociedade e com a Segurança Pública da Paraíba? A quem interessa um movimento paredista dos policiais neste momento Pandêmico? Mas  o deputado continua: “Estou à disposição dos senhores”. “Quero ouvir a todos.” 

Primeiro é preciso entender o contexto como um todo. O deputado Cabo Gilberto, foi eleito, a partir da retirada de várias candidaturas para uma cadeira na Assembleia Legislativa da PB em 2018.

A categoria policial penava há 20 anos sem uma representatividade na política paraibana. Em comum entendimento, vários policiais retiraram seus nomes postulados à disputa à Assembleia Legislativa, em detrimento de um só nome que pudesse agregar mais condições de vitória. Ainda assim, houve disputa. Mas o deputado Cabo Gilberto venceu a eleição e hoje notabiliza-se com um mandato pífio e sem expressão política.

Na época acreditava-se que o militar faria um mandato participativo com as diversas forças e lideranças da categoria policial, mas preferiu outro caminho, ouvindo apenas aqueles que lhe beijam a mão. Diferente dos bons líderes que dialogam bem com o contraditório.

O deputado Cabo Gilberto é merecedor de respeito. Mas não pode escapar de olhos mais atentos e de firme cobrança da categoria, que esperava o mínimo de prudência, competência e ação no parlamento.

Agora, a um ano das eleições, o deputado Cabo Gilberto se movimenta intempestivamente e sem ações reais para favorecer a valorização da categoria policial e unir o povo paraibano nas diversas bandeiras que defendem nossos honrosos trabalhadores profissionais da segurança pública.

No final do áudio, o deputado faz uma afirmação assustadora e cabe reflexões profundas, ele afirma: “Um grande movimento seria uma boa também, mas eu sou escravo dos senhores digam o que os senhores querem que eu faça.” Qual é o sentimento de quem é escravo? Ao meu ver, ódio de seus escravizadores! O deputado Cabo Gilberto revela em seu último apelo que está emparedado. De um lado o coletivo policial paraibano, que esperava mais preparo de seu representante e de outro, sua angústia de ter mais insuficiência no parlamento do que capacidade política.

Escute o áudio:

 

Astronadc Pereira de Moraes.

Policial Militar da Paraíba

Oficial. Tenente PM/PB

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Brasil

Multas por excesso de velocidade no Brasil aumentaram 92,2% neste ano; Foram 11,8 milhões de infrações até setembro

Foto: PRF/Divulgação

As multas por excesso de velocidade no Brasil dobraram neste ano. De janeiro a setembro, as infrações por ultrapassar o limite máximo permitido na via em até 20% aumentaram 92,2% em relação ao mesmo período de 2020, passando de 6,1 milhões para 11,8 milhões.

Os números são do Ministério da Infraestrutura, registrados nas rodovias federais pela Polícia Rodoviária Federal em todo o país.

O ranking das infrações mais aplicadas teve poucas alterações em relação ao ano passado. A liderança continua com a de excesso de velocidade em até 20%, que é considera infração média, com valor de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH.

Em segundo lugar está a de velocidade superior à máxima permitida em mais de 20% até 50%, que aumentou mais ainda, 137,7%, com um total de 2,1 milhões de notificações.

Avançar o sinal vermelho do semáforo vem na sequência, com crescimento de 22%. Outra infração que dobrou é deixar de usar o cinto de segurança na hora de dirigir, com 1 milhão de autuações contra 514 mil do ano passado, um aumento de 107%.

Dirigir veículo segurando telefone celular é a sétima multa mas registradas, com aumento de 17,7%, num total de 493.178 autuações. Outro ponto que chama a atenção é a infração por dirigir veículo sem CNH ou permissão para dirigir, que teve aumento de 136%.

Entre as mais aplicadas também está conduzir veículo que não esteja registrado, cujo aumento foi de 78%. Alguns dos motivos podem ser o fechamento de órgãos responsáveis pela documentação por causa da pandemia e a dificuldade econômica que grande parte das pessoas passaram, com perda de emprego, por exemplo. Com isso, alguns motoristas transitaram sem que os documentos estivessem em ordem.

R7

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Paraíba

FOTOS: Estudante morre em grave acidente de trânsito em Alcantil, Paraíba

Um grupo de jovens retornava de uma vaquejada quando o condutor perdeu controle do veículo causando o acidente.

Três jovens ficaram feridos e foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Talia Araujo (foto), de 16 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.

Todos eram moradores da cidade de Alcantil.

Blog do Márcio Rangel

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