Economia

PRIVATIZAÇÃO: Paraíba garante R$ 3 bilhões para ampliar saneamento em 85 cidades; grupo espanhol vai operar sistema

O governador Lucas Ribeiro participou, nesta sexta-feira (15), em São Paulo, da consolidação da parceria público-privada que vai ampliar os serviços de esgotamento sanitário em 85 municípios da Paraíba. O projeto prevê R$ 3 bilhões em investimentos ao longo dos próximos 25 anos.

A parceria foi estruturada pelo Governo da Paraíba, pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A operação será feita pelo grupo espanhol Acciona, vencedor do processo.

A expectativa é beneficiar até 1,7 milhão de pessoas, ampliar a cobertura de esgotamento sanitário para 90% até 2039, além da construção de 104 estações de tratamento de esgoto, mais de 2,8 mil quilômetros de redes coletoras e cerca de 566 mil novas ligações domiciliares. O abastecimento de água seguirá sob responsabilidade da Cagepa.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Laudo apontou uso de fita isolante em portas e falta de freios em elevadores de condomínio construído pela SETAI

Fita isolante foi utilizada em corrediças de portas de um dos elevadores do condomínio onde mulher ficou paraplégica, em João Pessoa — Foto: Reprodução

Um laudo feito por uma empresa particular no condomínio Reserve Altiplano I, em João Pessoa, apontou o uso de fita isolante na corrediça de um dos elevadores e também a falta de freios em um equipamento no residencial onde um elevador caiu e deixou uma mulher paraplégica, além de duas crianças feridas

A perícia foi feita entre os dias 14 e 15 de janeiro de 2026, antes do acidente que aconteceu nesta semana, e foi considerada na decisão judicial que determinou que a construtora GGP substituísse integralmente os elevadores do local, sob pena de multa.

No documento, a empresa aponta que o uso de fita isolante aconteceu pelo desgaste das corrediças e apontou que essa prática deveria ser corrigida em um elevador do Bloco B do condomínio. Não se sabe se esse equipamento era onde a mulher e as crianças estavam durante a queda e nem se o problema foi corrigido após o laudo. A utilização da fita é tratada como um defeito no documento e que as corrediças do elevador em questão precisariam ser substituídas.

Outro problema apontado pela vistoria técnica da empresa contratada foi a não conformidade do sistema de freios de segurança em um outro elevador. A situação do equipamento, conforme o relatório à época, é de que ele estava parado. A inspeção ressaltou que uma mola do freio estava com pouca pressão e não havia contato do freio de segurança.

Na conclusão do relatório, um dos peritos apontou o seguinte sobre um elevador:

“Os principais problemas identificados são a capacidade da máquina de tração, as características ou ausência do sistema de freio de segurança, circuitos de segurança inexistentes ou inoperantes, ausência de para-choques, além de oportunidades de melhorias e necessidade de intervenções que impactam no funcionamento diário e evitam futuras paralisações”, diz a conclusão do laudo.

Procurada, a construtora disse que ainda não recebeu nada sobre o processo. Anteriormente, no entanto, em nota, a construtora disse que “a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos” e que “permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso”.

g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

MARCA BRASIL: Governo Lula derruba imagem do Brasil no exterior, diz pesquisa mundial

Entenda o risco de maior derrota de Lula em 5 pontos - 31/05 ...

A avaliação sobre governo é o principal ponto de fragilidade da imagem do Brasil, segundo levantamento global da consultoria OnStrategy sobre a imagem do país em 2026.  A pesquisa Marca Brasil é a maior já produzida sobre a reputação do Brasil. Foram entrevistados pela OnStrategy 192.400 brasileiros e 278.200 estrangeiros de forma online — entre cidadãos, executivos de empresas, jornalistas, influenciadores e autoridades entre outubro de 2025 e março de 2026.

Os dois indicadores aparecem entre os piores desempenhos tanto na percepção de brasileiros quanto de estrangeiros. Já a avaliação de estilo de vida e segurança aparece com a nota 5,4 para brasileiros, enquanto os estrangeiros classificam o tema com 4,4.

Instabilidade política e social

Ainda segundo o levantamento, a percepção de instabilidade no ambiente político, econômico e social brasileiro aparece como um dos principais fatores que limitam a melhora da imagem do país no exterior e entre os próprios cidadãos.

Para os brasileiros, o ambiente político, econômico e social recebe a nota 5,5. Para os estrangeiros, esse âmbito registra 5,2.

As entrevistas internacionais da pesquisa foram feitas com cidadãos do México, Argentina, EUA, Canadá, China, Japão, Índia, Emirados Árabes, África do Sul, Angola, Moçambique, Rússia, Reino Unido, Suíça, Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Grécia, Bélgica, Portugal, Suécia, Áustria e Dinamarca.

Fundada em 2009 e sediada em Lisboa, a OnStrategy é uma consultora multidisciplinar de brand value management, focada na criação, construção e otimização do valor econômico e financeiro de negócios e marcas.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

VÍDEO: ‘Arraiá do Henry’ é cancelado após prefeitura embargar casa de shows em João Pessoa

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O show do cantor Henry Freitas, que acontecia na noite desta sexta-feira (15), em João Pessoa, foi cancelado no meio do evento após uma ação da Secretaria de Meio Ambiente (Semam).

A festa, denominada “Arraiá do Henry Freitas”, era realizada no Lagoon Celebration, quando fiscais do órgão embargaram o local por supostas irregularidades ambientais denunciadas anteriormente.

A interdição aconteceu por volta das 00h30, pouco antes de Henry Freitas subir ao palco. Segundo relatos de pessoas que estavam no evento, a decisão pegou público, organização e até fornecedores de surpresa, já que não teria havido qualquer notificação prévia informando sobre a possibilidade de embargo ou suspensão da festa.

Com a determinação da Semam, o evento foi encerrado imediatamente e o público precisou deixar o local. Nas redes sociais, muitas pessoas reclamaram da forma como a situação foi conduzida, principalmente pelo fato da decisão ter ocorrido já durante a realização da festa,.

Até o momento, a Secretaria de Meio Ambiente não detalhou quais seriam as irregularidades identificadas no Lagoon e nem informou se o espaço já havia sido notificado anteriormente.

Em nota, a organização do evento criticou a medida e disse que vai acionar a justiça pedindo a liberação do local.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

VÍDEO: Defesa da Setai cobra perícia, mas não explica sucateamento dos elevadores

Na noite desta sexta-feira (15) o advogado Rinaldo Mouzalas, representante do grupo GP/Setai, se manifestou sobre o acidente com um elevador no Residencial Reserve Altiplano, em João Pessoa, que deixou uma mulher paraplégica.

“As causas do acidente não podem ser definidas por vídeos, manchetes ou versões precipitadas. Elas precisam ser apuradas tecnicamente, com análise completa do histórico dos equipamentos”, disse.

O posicionamento adotado levanta mais questionamentos do que respostas. Enquanto uma mulher luta para sobreviver às consequências de uma tragédia que a deixou paraplégica, a empresa parece concentrar esforços em transferir responsabilidades, apontando para a necessidade de perícia nos equipamentos e sugerindo que a culpa poderia recair sobre a administração condominial. O problema é que os próprios moradores desmontam essa narrativa.

Nas redes sociais, moradores afirmam que os equipamentos já apresentavam sinais claros de precariedade há anos, o que reforça a suspeita de que o acidente não foi um episódio isolado, mas consequência de uma sucessão de negligências.

O silêncio da defesa sobre a qualidade dos equipamentos chama atenção. Em nenhum momento há uma explicação convincente sobre por que os elevadores, segundo denúncias dos próprios condôminos, estavam operando em condições consideradas inadequadas. Também não há esclarecimentos sobre possíveis falhas estruturais, sobre a escolha dos fornecedores ou sobre as sucessivas reclamações feitas pelos moradores ao longo do tempo.

Ao optar por uma estratégia baseada exclusivamente na transferência de responsabilidade, o Grupo GP enfrenta um desgaste público crescente. Isso porque o acidente ocorre em meio a um histórico já conhecido de ações judiciais envolvendo empreendimentos entregues com problemas estruturais e falhas apontadas por compradores.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

VÍDEO: Em novo post Toinho da Braiscompany promete ‘reconstrução’

 

O empresário Antônio Inácio da Silva Neto, conhecido como Toinho da Braiscompany, voltou a movimentar as redes sociais após um longo período de silêncio público.

Em uma publicação considerada enigmática, Toinho escreveu a frase: “Nem todo silêncio é queda. Às vezes é reconstrução”. A postagem rapidamente repercutiu entre seguidores, investidores e internautas que acompanharam a trajetória da Braiscompany, investigada por suspeitas de esquema financeiro bilionário.

A mensagem foi interpretada por parte do público como uma possível tentativa de sinalizar recomeço ou reposicionamento após os desdobramentos judiciais envolvendo a empresa e seus dirigentes.

A Braiscompany ganhou projeção nacional prometendo altos rendimentos por meio de operações com criptoativos, atraindo milhares de investidores em diversos estados brasileiros. O caso se tornou uma das maiores investigações envolvendo criptomoedas no país.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Trabalhadores de empresa de limpeza urbana de João Pessoa ameaçam greve na próxima semana

0

SHARES

Trabalhadores das empresas terceirizadas responsáveis pela limpeza urbana de João Pessoa realizaram um protesto nesta sexta-feira (15) e ameaçam entrar em greve a partir da próxima quinta-feira (21). A mobilização cobra o fim da escala 6×1 e a implantação do piso nacional da categoria.

Durante o ato, os funcionários cruzaram os braços e fizeram uma passeata pelas ruas da capital após, segundo a categoria, as empresas recusarem incluir a redução da jornada de trabalho nas negociações do acordo coletivo.

A ameaça de paralisação aumenta a preocupação em João Pessoa, que já enfrenta problemas na coleta de lixo em diversos bairros. Caso a greve seja confirmada, a situação pode ampliar os transtornos na limpeza urbana da cidade.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Setai Aquamaris, Edition e Reserve Altiplano: Veja empreendimentos do Grupo GP com ações judiciais

Empreendimentos ligados à Setai Grupo GP vêm sendo alvo de processos judiciais, reclamações de moradores e disputas envolvendo falhas estruturais, elevadores, garantias e conflitos condominiais na Paraíba.

Levantamento realizado em bases públicas da Justiça e plataformas de reclamação identificou ações e registros envolvendo pelo menos três empreendimentos ligados ao grupo:

  • Reserve Altiplano I;
  • Setai Aquamaris;
  • Setai Edition.

Reserve Altiplano I

O caso de maior repercussão envolve o condomínio Reserve Altiplano I, onde a Justiça da Paraíba determinou a substituição integral dos elevadores após registros de falhas graves.

Na ação judicial foram apontados:

  • travamentos frequentes;
  • panes elétricas;
  • incêndio em fosso;
  • risco à segurança dos moradores;
  • além de relatos de queda abrupta de cabine.

A decisão judicial fixou multa diária em caso de descumprimento da ordem. O episódio voltou ao debate após o recente acidente envolvendo um elevador no condomínio.

Moradores também passaram a publicar comentários nas redes sociais afirmando que os problemas seriam antigos e recorrentes.

Setai Aquamaris

Outro empreendimento citado em registros processuais públicos é o Setai Aquamaris.

Consultas em plataformas jurídicas identificam ações vinculadas à GGP Construções e Incorporações Ltda., empresa ligada ao grupo, envolvendo discussões judiciais relacionadas ao empreendimento.

Os autos incluem disputas cíveis e questões contratuais em tramitação no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Setai Edition

O empreendimento Setai Edition também aparece em ações judiciais públicas vinculadas ao grupo empresarial.

Os processos envolvem:

  • obrigações contratuais;
  • pedidos indenizatórios;
  • responsabilidade civil;
  • e questões ligadas ao relacionamento entre empresa e clientes.

Parte dos processos tramita sob sigilo parcial.

Aquamaris, Reserve Altiplano e Setai Edition: empreendimentos ligados ao Grupo GP aparecem em ações judiciais e reclamações

Empreendimentos ligados à Setai Grupo GP vêm sendo alvo de processos judiciais, reclamações de moradores e disputas envolvendo falhas estruturais, elevadores, garantias e conflitos condominiais na Paraíba.

Levantamento realizado em bases públicas da Justiça e plataformas de reclamação identificou ações e registros envolvendo pelo menos três empreendimentos ligados ao grupo:

  • Reserve Altiplano I;
  • Setai Aquamaris;
  • Setai Edition.

Reserve Altiplano I

O caso de maior repercussão envolve o condomínio Reserve Altiplano I, onde a Justiça da Paraíba determinou a substituição integral dos elevadores após registros de falhas graves.

Na ação judicial foram apontados:

  • travamentos frequentes;
  • panes elétricas;
  • incêndio em fosso;
  • risco à segurança dos moradores;
  • além de relatos de queda abrupta de cabine.

A decisão judicial fixou multa diária em caso de descumprimento da ordem. O episódio voltou ao debate após o recente acidente envolvendo um elevador no condomínio.

Moradores também passaram a publicar comentários nas redes sociais afirmando que os problemas seriam antigos e recorrentes.

Setai Aquamaris

Outro empreendimento citado em registros processuais públicos é o Setai Aquamaris.

Consultas em plataformas jurídicas identificam ações vinculadas à GGP Construções e Incorporações Ltda., empresa ligada ao grupo, envolvendo discussões judiciais relacionadas ao empreendimento.

Os autos incluem disputas cíveis e questões contratuais em tramitação no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Setai Edition

O empreendimento Setai Edition também aparece em ações judiciais públicas vinculadas ao grupo empresarial.

Os processos envolvem:

  • obrigações contratuais;
  • pedidos indenizatórios;
  • responsabilidade civil;
  • e questões ligadas ao relacionamento entre empresa e clientes.

Parte dos processos tramita sob sigilo parcial.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

VEJA: Prints de clientes e moradores revelam relatos falhas grotescas e frequentes em prédios do Grupo GP

Comentários publicados nas redes sociais após o acidente envolvendo um elevador em um condomínio ligado ao Setai Grupo GP passaram a expor uma série de relatos de moradores sobre supostos problemas antigos em empreendimentos da construtora em João Pessoa.

Os prints, compartilhados por moradores e perfis locais, citam:

  • panes frequentes em elevadores;
  • travamentos;
  • infiltrações;
  • falhas estruturais;
  • suposta ausência de solução definitiva;
  • além de ações judiciais já em andamento.

Em um dos comentários, um homem que afirma trabalhar há sete meses no condomínio relata que um elevador “despencou lá de cima” anteriormente com quatro pessoas dentro, incluindo uma gestante.

“Essa mesma situação já aconteceu nesse bloco com quatro pessoas. O elevador despencou lá de cima, mas graças a Deus não aconteceu nada grave”, escreveu.

O comentário ainda levanta dúvidas sobre quem seria responsável pelos equipamentos:

  • a construtora;
  • ou a empresa terceirizada de manutenção.

Segundo o relato, sempre que os elevadores apresentavam falhas, a empresa responsável pela manutenção era acionada.

Moradores citam medo e infiltrações

Outro comentário que ganhou repercussão é de uma moradora que afirma já ter ficado presa no elevador do bloco C e relata infiltrações dentro do apartamento.

“Pagamos caro por um apartamento nesse condomínio e o mínimo que a construtora deveria ter fornecido era elevadores decentes”, escreveu.

Ela também afirmou que:

“com essas chuvas meu quarto infiltrou inteiro e tá chovendo mais dentro que fora do apartamento”.

Outros moradores disseram evitar usar os elevadores:

“Subo mil escadas, mas não confio nesse troço”, comentou uma internauta.

“Há ação judicial”, dizem moradores

Os prints também trazem comentários de pessoas que afirmam existir processos judiciais envolvendo os elevadores do condomínio.

Uma das mensagens diz:

“Os elevadores nem foram recebidos pelo condomínio. Há ação judicial pela péssima qualidade dos equipamentos instalados.”

Outro comentário afirma:

“Elevadores com problemas desde o início. Já tem processo judicial em andamento.”

Também há relatos de supostos laudos técnicos apontando falhas nos freios de segurança dos equipamentos e questionamentos sobre a entrega dos elevadores sem aceitação formal do condomínio.

Justiça já determinou troca de elevadores

A repercussão ocorre poucos meses após decisão judicial determinar a substituição integral dos elevadores do empreendimento Reserve Altiplano I, ligado ao grupo.

Na ação, foram apontados:

  • travamentos constantes;
  • panes;
  • falhas elétricas;
  • riscos à segurança dos moradores.

A decisão estabeleceu multa diária em caso de descumprimento.

O que diz a construtora

Em posicionamentos anteriores, a defesa ligada ao grupo argumentou que a responsabilidade pela manutenção dos elevadores passa ao condomínio após a entrega do empreendimento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

SETAI GRUPO GP: Construtora que deixou mulher paraplégica acumula processos envolvendo elevadores, vícios e disputas condominiais na PB

A construtora Setai Grupo GP, uma das maiores empresas do mercado imobiliário de alto padrão do Nordeste, acumula processos judiciais e reclamações envolvendo falhas estruturais, elevadores, garantias contratuais e conflitos condominiais na Paraíba.

O tema ganhou ainda mais repercussão após o recente acidente envolvendo um elevador em um empreendimento ligado ao grupo, reacendendo o debate sobre manutenção, responsabilidade técnica e segurança predial.

Levantamento realizado em bases públicas da Justiça e plataformas de reclamação identificou ações cíveis relacionadas a vícios construtivos, danos materiais, descumprimento de garantia e falhas em equipamentos instalados nos edifícios entregues pela empresa.

Justiça já havia determinado troca de elevadores antes de acidente

Um dos casos de maior repercussão envolve o condomínio Reserve Altiplano I. Em janeiro deste ano, a Justiça da Paraíba determinou que a construtora realizasse a substituição integral dos elevadores do empreendimento após registros de falhas graves.

Entre os problemas relatados no processo estão:

  • travamentos constantes;
  • queda abrupta de cabine;
  • panes elétricas;
  • incêndio em fosso de elevador;
  • riscos à segurança dos moradores.

A decisão judicial estabeleceu multa diária de R$ 3 mil em caso de descumprimento. O caso voltou ao centro do debate após o acidente registrado neste mês.

Segundo a defesa da empresa, após a entrega do empreendimento a responsabilidade pela manutenção operacional dos elevadores passa ao condomínio, posição que costuma aparecer em litígios semelhantes no setor imobiliário.

Reclamações apontam vícios ocultos e negativa de garantia

Além das ações judiciais, consumidores também relatam problemas envolvendo assistência técnica e garantia.

Uma das reclamações públicas encontradas envolve o Residencial Maldivas, em Gramame, onde um morador afirma enfrentar vazamentos estruturais persistentes e dificuldade para obter reparo da construtora. O relato aponta alegação de vício oculto e negativa de atendimento dentro do prazo de garantia.

Especialistas em direito imobiliário explicam que vícios ocultos são defeitos que não aparecem no momento da entrega do imóvel, mas surgem posteriormente durante o uso da estrutura.

Processos ligados a empreendimentos de luxo

Também há registros processuais vinculados à razão social GGP Construções e Incorporações Ltda., empresa ligada ao grupo, envolvendo empreendimentos como “Setai Aquamaris” e “Setai Edition”, em ações que tramitam no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Os processos incluem discussões sobre:

  • obrigações contratuais;
  • responsabilidade civil;
  • questões condominiais;
  • reparos estruturais;
  • pedidos indenizatórios.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.