Economia

PREPARE O BOLSO: passagem de ônibus vai custar R$ 5,45 em JP; saiba quando

Foto: Divulgação/Secom-JP

O Conselho Municipal de Mobilidade Urbana se reuniu, nesta sexta-feira (23), e definiu os novos valores das tarifas do transporte coletivo de João Pessoa. A partir deste domingo (25), a passagem nos ônibus convencionais passará a ser R$ 5,45, enquanto o serviço opcional “Geladinho” terá tarifa de R$ 6,05.

De acordo com o conselho, a medida segue critérios técnicos e tem como objetivo manter a sustentabilidade e o equilíbrio econômico do sistema de transporte coletivo. A decisão será submetida ao Poder Executivo.

Reajuste

O reajuste da tarifa do transporte coletivo urbano em João Pessoa em janeiro como data-base e segue critérios técnicos definidos pelo sistema. O cálculo considera exclusivamente custos comprovados por meio de notas fiscais, como despesas com combustível, frota, peças, manutenção e salários dos trabalhadores.

O setor também aponta que, mesmo com a redução de 50% do ISS em João Pessoa, a carga tributária ainda é considerada elevada em comparação a outras capitais brasileiras, das quais 14 adotam isenção total do imposto sobre o transporte coletivo. Além disso, o sistema enfrenta uma queda significativa na demanda: em 2025, o número de passageiros transportados foi 17,3% menor do que em 2019, período anterior à pandemia, o que impacta diretamente a sustentabilidade do serviço na capital.

“ Até o momento, outros 49 sistemas de transporte coletivo já anunciaram reajuste tarifário. Entre as capitais, os reajustes médios foram de 8,95%, assim, João Pessoa adota um percentual bem abaixo da média nacional. É importante destacar que mantemos o nosso compromisso de renovação da frota e, nos próximos meses, já poderemos anunciar investimentos em novos ônibus para a melhoria contínua do serviço à população ”, colocou Isaac Moreira, diretor institucional do Sintur-JP.

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Brasil

Gilmar elogia PGR por arquivar acusações contra Toffoli e recebe correção no X

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de arquivar o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. A manifestação do decano da Corte recebeu correção por meio das notas da comunidade da rede social X.

Em uma publicação em sua conta no X nesta quinta-feira, 22, o magistrado afirmou que a resolução “evidencia o funcionamento regular das instituições da República”.

Segundo o decano do STF, “em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições”. “Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro.”

Apresentada por parlamentares, a representação para a suspeição estava baseada na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do banco. O procurador-geral da República, Paulo Gonet afirmou que não havia nenhuma providência a ser adotada. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o STF, com atuação regular da PGR”, defendeu.

No parecer, Gonet não chegou a opinar sobre o mérito do fato abordado na representação e apenas citou que não teria providências a adotar. O caso não envolveu os fatos mais recentes revelados sobre o investimento de um cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro em um resort, que tinha como sócios os irmãos de Toffoli.

Depois da postagem de Gilmar, os leitores que participam das notas da comunidade do X “adicionaram contexto” às informações do decano. “A decisão da PGR não prova ‘funcionamento regular’ das instituições, pois ignora indícios de suspeição de Toffoli: viagem em jatinho com advogado de investigado no caso Master (nov/2025) e possíveis conexões patrimoniais como no caso do resort Tayayá”, afirma a nota.

A representação arquivada foi protocolada em 12 de dezembro pelos deputados federais Caroline De Toni (PL-SC), Carlos Jordy (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP).

Um novo pedido de suspeição de Toffoli deve ser apresentado a Gonet. Os parlamentares estão refazendo a solicitação e citando elementos “inéditos e mais graves” que reforçam “a necessidade de afastamento” do ministro da condução da Operação Compliance Zero. Isso inclui “conexões pessoais, patrimoniais e interesses” que envolvem o banco, que foi liquidado em novembro do ano passado.

Revista Oeste

 

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Polêmica

Familiares realizam velório de desconhecido após corpos serem trocados, em Santa Rita

Familiares de um idoso se surpreenderam ao comparecer ao velório do homem e se deparar com o corpo de uma outra pessoa, na tarde dessa quinta-feira (22), em Santa Rita.

José Pereira da Silva, de 75 anos, que trabalhava como mecânico, estava internado desde o mês de novembro do último ano, no Hospital Metropolitano, após sofrer um infarto. Durante a manhã do dia 22, quadro do homem se agravou e ele veio a falecer.

Após o óbito, a filha e a sobrinha do homem realizaram o reconhecimento do corpo, que foi liberado para recolhimento da funerária.

Ao chegar ao velório, no entanto, os familiares de José Pereira identificaram que o corpo que estava no local não era o do idoso.

Segundo os funcionários da funerária, o corpo levado para a ornamentação e velório seria o mesmo identificado pela família no hospital.

A família do idoso buscou mais informações por meios próprios e localizou os familiares do homem que estava sendo velado.

Em entrevista à TV Correio, a sobrinha e filha de considereção de José, afirmou que os corpos foram trocados e que o idoso já teria sido enterrado, por volta das 13h.

Ainda não há informações sobre o momento em que houve a troca dos corpos e de quem seria o responsável pela ação.

Em nota, o Hospital Metropolitano reforçou que os procedimentos realizados pela unidade foram feitos de maneira adequada e em conformidade com os fluxos técnicos legais.

Portal Correio

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Sem categoria

Judiciário bancou escolta em cidade de resort ligado à família de Toffoli

 

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) desembolsou ao menos R$ 450 mil em diárias para servidores destacados a prestar apoio de segurança e transporte a uma autoridade do Supremo Tribunal Federal em Ribeirão Claro, no interior do Paraná. Os pagamentos ocorreram entre 2022 e 2025 e constam no painel de transparência do tribunal, sem identificação do ministro beneficiado.

Ao todo, 25 servidores do Judiciário foram mobilizados em 16 ocasiões diferentes, somando quase 600 diárias custeadas com recursos públicos. O período mais intenso foi julho de 2025, quando os registros indicam 28 dias consecutivos de estadia. As informações detalham apenas a finalidade genérica de “apoio à autoridade do STF”, sem esclarecer o motivo das viagens ou a agenda oficial cumprida no município.

Ribeirão Claro abriga o Tayayá Resort, empreendimento que já pertenceu a irmãos e a um primo do ministro Dias Toffoli. O local voltou ao noticiário após ser citado em investigações que envolvem o Banco Master, cujo caso é relatado por Toffoli no Supremo. Um fundo de investimento ligado a empresas mencionadas nesse inquérito aportou R$ 4,3 milhões para adquirir participação no resort, segundo registros da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dados da Receita Federal mostram que o Tayayá Resort já teve como sócia a Maridt Participações S.A., empresa pertencente a irmãos de Toffoli. O investimento mais recente foi feito pelo Arleen Fundo de Investimento em Participações, administrado pela Reag, gestora citada em apurações da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro. Procurados, o gabinete do ministro, o TRT-2, o resort e as empresas envolvidas não se manifestaram até a publicação.

Com informações da CNN

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Brasil

Ambulância do Samu fica de prontidão 24h para atender Bolsonaro na Papudinha

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) passou a ficar disponível em tempo integral para atender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar, a Papudinha, em São Sebastião, no Distrito Federal. A medida foi adotada após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O veículo de resgate é uma Unidade de Suporte Intermediário (USI), equipada para atendimentos de maior complexidade e acompanhada por equipe completa, incluindo médico da rede pública de saúde. A ambulância foi deslocada de sua base original, no Gama, e permanece estacionada no batalhão desde a transferência de Bolsonaro, ocorrida em 15 de janeiro de 2026.

As equipes do Samu se revezam em plantões contínuos dentro da própria Papudinha, ocupando uma sala reservada. O protocolo prevê que o grupo só deixe o local após a chegada do plantão seguinte, garantindo atendimento imediato caso seja necessária remoção hospitalar de urgência.

A disponibilização da ambulância foi uma das condições impostas por Moraes para a transferência do ex-presidente da Superintendência da Polícia Federal para o batalhão da PM. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por envolvimento em trama golpista e permanece em cela separada de outros detentos, entre eles o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor da PRF Silvinei Vasques.

Com informações do Metrópoles

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Judiciário

Justiça suspende mutirões oftalmológicos no Hospital de Clínicas de Campina Grande

Justiça determina suspensão de mutirões oftalmológicos em hospital de Campina Grande

A Vara da Fazenda Pública de Campina Grande concedeu a tutela antecipada de urgência ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) e determinou a suspensão imediata da realização de novos mutirões ou procedimentos oftalmológicos invasivos coletivos no Hospital de Clínicas de Campina Grande. A ação civil pública foi proposta pela promotora de Justiça de Campina Grande, Adriana Amorim, em face do Estado da Paraíba e da Fundação Rubens Dutra Segundo, após os problemas constatados no mutirão do dia 15 de maio de 2025, em que pacientes relataram ter perdido a visão após procedimentos.

A medida vale até que seja comprovada, nos autos, a regularização total das condições estruturais, dentre elas a de que a unidade se encontra integralmente adequada às normas sanitárias, técnicas e profissionais aplicáveis, conforme apontado nos relatórios da Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa) e do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB). Foi também exigida a regularidade de licenças, habilitação do serviço oftalmológico e condições estruturais e assistenciais.

No mutirão realizado em 2025 no Hospital de Clínicas de Campina Grande, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) apresentaram intercorrências graves no pós-operatório, incluindo infecções severas, perda significativa da acuidade visual e casos de cegueira.

Assistência aos pacientes afetados

A decisão interlocutória determina ainda que o Estado da Paraíba e a Fundação Rubens Dutra Segundo garantam, de forma solidária e imediata, a assistência médica especializada em oftalmologia, bem como o suporte psicológico e social, a todos os 62 pacientes atendidos no mutirão. Essa assistência deve incluir consultas, exames, cirurgias reparadoras, fornecimento de medicamentos, próteses e qualquer outro insumo necessário para mitigar os danos sofridos, sem qualquer ônus para os pacientes.

Multa

Em caso de descumprimento, deverá ser aplicada multa diária no valor de R$ 50 mil limitada inicialmente ao montante de R$ 1 milhão, sem prejuízo de outras sanções administrativas e criminais cabíveis aos gestores responsáveis.

A ação

A promotora de Justiça que atua na defesa da saúde em Campina Grande, destacou que a ação é um desdobramento do Inquérito Civil Público 003.2025.005943 e tem como principal objetivo defender a saúde pública e evitar que novos casos aconteçam.

Na decisão, o Juízo da Vara da Fazenda Pública de Campina Grande destacou a presença dos requisitos exigidos pelo artigo 300 do Código de Processo Civil para o pedido de tutela de urgência (probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo), além da responsabilidade objetiva do Estado da Paraíba, diante da omissão no dever de fiscalização da entidade contratada e da falha na segurança do serviço prestado em unidade pública.

Além da ação civil pública, o MPPB também requisitou a instauração de inquérito policial (que está em andamento por parte da Polícia Civil) para apurar eventuais responsabilidades criminais decorrentes das condutas praticadas no mutirão e a adoção de providências por parte do CRM-PB para averiguar a responsabilidade ético-profissional da médica envolvida.

A promotora de Justiça informou ainda que alguns pacientes já ingressaram com ações individuais para requerer a reparação civil pelos danos sofridos e disse que outros pacientes podem fazer o mesmo.

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Paraíba

Ministra da Cultura, Margareth Menezes, cumpre agenda em João Pessoa nesta sexta-feira

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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cumpre agenda nesta sexta-feira (23) em João Pessoa, com foco no fomento cultural no estado.

Durante o evento, serão lançados os editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e assinada a ordem de serviço para a construção de sete Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs) da Cultura nos municípios de João Pessoa, Patos, Cabedelo, Campina Grande, Sapé, Bayeux e Esperança.

A agenda acontece no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural José Lins do Rego, e inclui ainda a posse simbólica do Conselho Estadual de Política Cultural e a assinatura de convênios com a UFPB e o IFPB para fortalecer a formação e a articulação cultural no estado.

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Brasil

PESQUISA APEX/FUTURA: Flávio Bolsonaro vence Lula no 1º e 2º turno

Foto: reprodução

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (22) pelo instituto Futura, com apoio da Apex, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tanto em cenários de primeiro turno quanto em simulação de segundo turno para a Presidência da República.

Dos seis cenários testados no primeiro turno, Flávio lidera numericamente em três e Lula aparece à frente nos outros três, mas em nenhum dele com vantagem além da margem de erro.

A maior vantagem doocorre no cenário 6: Flávio tem 43,8% das intenções de voto, contra 38,7% de Lula. Nesse cenário, Eduardo Leite soma 4,2% e Renan Santos, 2,8%. Brancos, nulos e ninguém representam 7,5%, e 2,9% estão indecisos.

Imagem: reprodução/CNN

Com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, a diferença nesse cenário fica fora do empate técnico, garantindo liderança isolada de Flávio. Em nenhuma das seis simulações Lula aparece à frente do senador fora da margem de erro.

No cenário 1, Lula lidera com 37%, seguido por Flávio, com 33,3%. Também aparecem Tarcísio de Freitas (10,5%), Ronaldo Caiado (3%), Romeu Zema (2,6%), Renan Santos (1,2%) e Aldo Rebelo (0,5%). Brancos e nulos somam 6,6%, e 5,3% estão indecisos.

SEGUNDO TURNO


Imagem: reprodução/CNN

No segundo turno, Flávio também vence Lula. O senador aparece com 48,1% das intenções de voto, contra 41,9% do presidente. Brancos e nulos somam 8,9%, e 1,1% não soube ou não respondeu.

O resultado indica crescimento de Flávio no confronto direto. Em dezembro, pesquisa do mesmo instituto apontava empate entre os dois. Ao todo, foram testados 11 cenários de segundo turno, e Flávio lidera em todos os seis em que aparece. Lula também fica atrás de Tarcísio, Ratinho Junior e Caiado, mas vence Zema e Eduardo Leite.

Com registro BR-08233/2026 no Tribunal Superior Eleitoral, o levantamento realizou 2 mil entrevistas, de 15 a 19 de janeiro. Além da já mencionada margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, a margem de confiança do material é de 95%.

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MPPB

Prefeito Chico Nazário é investigado pelo MP por negociar matérias legislativas e terrenos públicos

O Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito, nesta quinta-feira (22), para investigar uma negociação ilícita entre o prefeito de Caaporã, Chico Nazário (União), o ex-secretário de Articulação Política, Sandro Trajano, e empresas privadas interessadas na aprovação de matérias legislativas e na concessão de terrenos do município.

De acordo com o MP, os terrenos da Prefeitura da Caaporã negociados com as empresas ficavam localizados no Distrito Industrial e no Parque Industrial da cidade, áreas de interesse de empresários ligados ao setor.

A promotora Erika Bueno Muzzi, responsável pela ação, entendeu que a gravidade dos áudios vazados de uma conversa entre o prefeito e o ex-auxiliar, noticiados pela imprensa, foram suficientes para instauração do inquérito.

Por isso, estabeleceu um prazo de 15 dias para o prefeito Chico Nazário se manifestar sobre a denúncia. Além do gestor, a promotora também cobrou a manifestação, no mesmo prazo, do presidente da Câmara Municipal de Caaporã, Oto Mariano (Mobiliza).

No caso do chefe do Poder Legislativo da cidade, o Ministério Público exige informações sobre a tramitação dos projetos de lei possivelmente negociados, de acordo com o órgão, e questiona se houve a instauração de um procedimento interno na Casa para apurar as denúncias.

Histórico de investigações

O prefeito Chico Nazário (União) também é investigado por crimes eleitorais. A investigação teve início quando vazou um vídeo do gestor abrindo uma bolsa com dinheiro vivo. Esse processo também tramita no Ministério Público da Paraíba.

O que diz o prefeito

Em nota enviada ao Portal MaisPB, o prefeito Chico Nazário informou que ainda não foi notificado pelo Ministério Público da Paraíba, mas reforçou que “está à disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários”.

“O gestor reafirma seu respeito às instituições, à legalidade e ao devido processo legal, destacando que confia na apuração técnica e responsável dos fatos. Chico Nazário ressalta ainda que sua gestão sempre foi pautada pela transparência, pelo diálogo institucional e pelo compromisso com o desenvolvimento do município de Caaporã”, acrescentou em nota.

Leia a nota na íntegra

O prefeito de Caaporã, Chico Nazário, informa que ainda não foi oficialmente notificado sobre o inquérito mencionado e reforça que está totalmente à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, tão logo seja acionado pela Justiça.

O gestor reafirma seu respeito às instituições, à legalidade e ao devido processo legal, destacando que confia na apuração técnica e responsável dos fatos. Chico Nazário ressalta ainda que sua gestão sempre foi pautada pela transparência, pelo diálogo institucional e pelo compromisso com o desenvolvimento do município de Caaporã.

Por fim, o prefeito reitera sua tranquilidade e confiança de que todos os esclarecimentos serão prestados no momento oportuno, contribuindo para o pleno esclarecimento dos fatos.

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MPPB

Funcionário público é alvo de operação que investiga emissão de RGs falsos na Paraíba



					Funcionário público é alvo de operação que investiga emissão de RGs falsos na Paraíba
Funcionário de prefeituras é alvo de operação por emissão de RGs falsos na Paraíba. Gustavo Demétrio

Uma operação policial conjunta desarticulou, na manhã desta quinta-feira (22), um esquema de emissão de documentos de identidade falsos para criminosos. A Operação Galezia cumpriu mandados nas cidades de Campina Grande, Alcantil e Barra de São Miguel.

Segundo a Polícia Civil, o investigado é um funcionário público lotado nas prefeituras de Alcantil e Barra de São Miguel. Ele se aproveitava da estrutura onde trabalhava para inserir dados falsos em registros oficiais e, posteriormente, emitir RGs falsos para criminosos.

Ainda segundo a Polícia Civil, o investigado recebia dinheiro de criminosos e de organizações criminosas pela venda de documentos falsos. A investigação deve continuar para apurar o possível envolvimento de outras pessoas.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Campina Grande e Barra de São Miguel, e nos Postos de Identificação das prefeituras de Alcantil e Barra de São Miguel. O servidor investigado foi afastado do cargo e será monitorado por tornozeleira eletrônica.

A operação conjunta foi realizada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) e da Unidade de Inteligência Policial (UNINTELPOL), Ministério Público da Paraíba, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com o apoio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP).

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