Brasil

Lula amplia máquina pública e número de servidores federais cresce pelo terceiro ano seguido

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou 2025 com 579.070 servidores públicos federais na ativa, aumento de 4.140 funcionários em relação ao ano anterior. O crescimento de 0,72% marca a terceira alta consecutiva no quadro de pessoal e representa o maior contingente desde 2021, segundo dados oficiais.

A expansão está ligada à aposta da gestão petista na realização de concursos públicos para recompor áreas consideradas estratégicas. Apenas no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), realizado em duas edições recentes, foram ofertadas mais de 10 mil vagas, com salários que chegaram a R$ 22,9 mil e milhões de candidatos inscritos.

Enquanto amplia contratações, o Planalto mantém posição contrária a propostas de reforma administrativa que visam reduzir custos. A ministra da Gestão, Esther Dweck, já afirmou que mudanças como a PEC 38 de 2025 não refletem a visão do Executivo e criticou iniciativas anteriores que, segundo ela, poderiam penalizar servidores.

O aumento no número de funcionários veio acompanhado de crescimento nas despesas com pessoal. Em 2025, os gastos da União com servidores chegaram a R$ 407,9 bilhões, alta de 4,3% em relação ao ano anterior e o maior nível desde 2021, reforçando o debate sobre o impacto fiscal da expansão da máquina pública.

Com informações do Poder360

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Tornozeleira de Oruam está desligada desde domingo; rapper é procurado

Oruam está preso desde domingo: veja os detalhes do caso - QG DO RAP BR

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é considerado foragido da Justiça após a expedição de mandado de prisão preventiva pela 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A medida foi determinada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) revogou a liminar que o mantinha em liberdade.

A decisão do STJ foi proferida, nesta segunda-feira (2), pelo ministro Joel Ilan Paciornik. Ao analisar o caso, o magistrado apontou descumprimento reiterado das medidas cautelares impostas ao cantor, especialmente em relação ao uso da tornozeleira eletrônica.

Agentes da Polícia Civil fazem buscas em endereços ligados ao Oruam, mas até o momento, ele não foi localizado.

Segundo informações da Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária), Oruam utiliza o equipamento desde 30 de setembro. A partir de 1º de novembro, passaram a ser registradas sucessivas violações, totalizando 66 ocorrências, sendo 21 consideradas graves somente em 2026. A maioria dos registros está relacionada à ausência de carregamento da bateria.

A Seap informou que o cantor compareceu à Central de Monitoração Eletrônica no dia 9 de dezembro, quando foi realizada a substituição do equipamento. A tornozeleira retirada foi encaminhada à perícia técnica, que constatou dano eletrônico, possivelmente decorrente de alto impacto.

Ainda de acordo com a secretaria, as violações foram formalmente comunicadas ao Poder Judiciário, com envio de relatórios mensais à Terceira Vara Criminal. Após a troca, o novo equipamento voltou a apresentar falhas por ausência de carregamento, e desde 1º de fevereiro permanece descarregado, o que compromete o acompanhamento da medida judicial.

CNN

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Sem categoria

Câmara aprova novo “penduricalho” e libera salários de até R$ 77 mil para servidores

Deputados: medida pode levar salários a quase R$ 80 mil
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (3) um projeto que cria um novo plano de carreira e amplia benefícios para servidores da Casa, abrindo caminho para salários que podem chegar a R$ 77 mil mensais. A proposta institui a Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE), já adotada no Senado e no Tribunal de Contas da União (TCU), e agora segue para análise do Senado Federal.

Na prática, a nova gratificação cria uma espécie de “mês com 40 dias”, permitindo que servidores em funções comissionadas convertam dias de folga em pagamento extra. Os principais beneficiados serão ocupantes de cargos de natureza especial (CNES), que podem ser preenchidos tanto por concursados quanto por indicados políticos. O bônus também é tratado como verba indenizatória, o que o torna isento de Imposto de Renda.

A votação ocorreu de forma acelerada e simbólica, menos de duas horas após o texto se tornar público, sem registro individual dos votos dos deputados. A rapidez gerou críticas dentro do próprio plenário. Para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), o projeto amplia “penduricalhos” e cria vantagens sem debate amplo sobre uma reforma administrativa mais profunda.

Além do novo benefício aprovado na Câmara, o Congresso ainda discute mudanças semelhantes nos planos de carreira do Senado e do TCU. No caso do tribunal, cálculos internos indicam que os salários podem alcançar até R$ 92 mil, o que reacende o debate sobre supersalários e o impacto dessas medidas nas contas públicas.

Metrópoles

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Brasil

VÍDEO: Motorista por aplicativo é agredido após expulsar passageiros do carro por prática de sexo oral

Um motorista por aplicativo foi agredido após interromper uma corrida porque um casal praticava sexo oral no banco traseiro do veículo. A situação aconteceu em Salvador-BA, no domingo (1º), e é investigada pela Polícia Civil (PC).

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o motorista conta que aceitou uma viagem para o bairro do Rio Vermelho e três homens embarcaram no veículo. Dois deles, quem estavam no banco de trás do carro, começaram a trocar beijos e passaram a praticar sexo oral.

Diante da situação, o motorista — que tem 23 anos e se apresenta apenas como Zeca — parou o carro, na Ladeira da Barra, e pediu que todos saíssem do veículo. No vídeo, que não captou áudio, é possível ver que um dos homens troca palavras com o motorista, que se irrita.

Em seguida, o homem ameaça socar o condutor do veículo, que se revolta e sai do carro. Ao g1, Zeca admitiu que revidou o soco e disse que agiu para se defender. Ele registrou um boletim de ocorrência contra a pessoa que solicitou a viagem, uma vez que não tinha outras informações sobre os passageiros, mas contou que ainda não foi contatado pela polícia.

Em nota, a Polícia Civil informou que registrou a ocorrência como “vias de fato” e que houve agressões dos dois lados. O caso é apurado pela 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra).

g1

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MPPB

MP dá prazo para Cícero Lucena apresentar lei de organização da orla de JP

Orla de João Pessoa (Foto: Secom/JP)

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendaram ao município de João Pessoa o encaminhamento de um projeto de lei à Câmara Municipal para regulamentar, de forma ampla e definitiva, o uso e a ocupação da orla marítima da capital paraibana. A gestão tem um prazo de 60 dias para informar as providências adotadas.

O ofício foi dirigido ao prefeito, Cícero Lucena (MDB), e tem como objetivo suprir o atual vácuo legislativo existente no âmbito municipal sobre a atividade comercial exercida na faixa de areia das praias, especialmente por ambulantes, quiosques, trailers e barracas. Segundo o MPF e o MPPB, a ausência de normas específicas tem contribuído para a desordem no uso do espaço público, gerando impactos negativos à mobilidade, à segurança, à higiene, à paisagem urbana e ao direito de livre fruição das praias por moradores e turistas.

O documento ressalta que, embora tenha sido firmado em 2023 um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a prefeitura e os Ministérios Públicos, com medidas iniciais de organização do comércio ambulante, não cabe ao Ministério Público substituir o município no exercício de suas competências constitucionais e legais. O MP só atua para suprir omissão em políticas públicas.

A solução adequada, segundo os órgãos, é a regulamentação do tema por meio de lei municipal, precedida de amplo debate no Poder Legislativo local.

A recomendação destaca que a Constituição Federal e a Lei Orgânica municipal atribuem ao município a competência para legislar sobre assuntos de interesse local, planejar o uso e a ocupação do solo urbano, regulamentar o uso de espaços públicos e ordenar as atividades urbanas.

Nesse sentido, a iniciativa legislativa do Executivo é considerada essencial para garantir segurança jurídica, transparência e participação social.

O MPF e o MPPB também apontam que diversas cidades litorâneas brasileiras já adotaram boas práticas de ordenamento da orla, como Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Santos (SP), Guarujá (SP), Salvador (BA), Vitória (ES) e Balneário Camboriú (SC), com regras claras sobre licenciamento, limites quantitativos de ambulantes, padronização visual, proibição de consumação mínima, fiscalização e aplicação de sanções.

Entre as diretrizes mínimas sugeridas para a futura legislação municipal estão: a concessão de autorizações precárias e pessoais aos ambulantes; a definição de número máximo de comerciantes por trecho da praia; critérios objetivos e transparentes de seleção; padronização de vestuário e equipamentos; regras de higiene, conduta e proteção ao consumidor; além de mecanismos eficazes de fiscalização e sanção.

Segundo os Ministérios Públicos, a regulamentação contribuirá para harmonizar o uso da orla entre comerciantes, banhistas e turistas, assegurando o acesso democrático às praias, a preservação ambiental e condições mais dignas e seguras de trabalho para os vendedores autorizados, além de fortalecer a imagem turística da cidade.

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Celebridades

Prisão de Oruam foi determinada pelo STJ após constatação de 66 violações do monitoramento da tornozeleira eletrônica

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno à prisão do rapper Oruam após constatar 66 violações do monitoramento eletrônico desde que ele passou a usar tornozeleira, em setembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, todas as ocorrências foram causadas por falta de carregamento do equipamento.

Na decisão desta segunda-feira, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que o descumprimento foi “reiterado e sucessivo”, principalmente à noite e nos fins de semana. Relatórios apontam períodos de até 10 horas sem bateria, o que gerou lacunas no rastreamento e tornou a fiscalização ineficaz.

Para o ministro, a conduta indica risco de fuga e desrespeito às medidas cautelares e às decisões judiciais. A defesa alegou falhas técnicas na tornozeleira e negou descumprimento deliberado, mas o argumento foi rejeitado. O STJ entendeu que a repetição do problema configura risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Oruam havia sido preso em julho de 2025 após uma operação da Polícia Civil no Joá, Zona Oeste do Rio, quando policiais foram atacados durante o cumprimento de um mandado. Ele ficou mais de 60 dias detido em Gericinó antes de obter liberdade com uso de tornozeleira. A defesa não se manifestou até o momento.

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TCE

TCE: Cícero Lucena é multado por manter professores temporários no lugar de concursados em JP

 TCE multa prefeito de João Pessoa por manter professores temporários no lugar de concursados
divulgação/TCE-PB

A 2ª Câmara do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) decidiu, nesta terça-feira (3), acatar denúncia contra a prefeitura de João Pessoa por manter a contratação excessiva de professores temporários no lugar de nomear os aprovados no concurso público para a categoria.

A decisão seguiu o voto do relator, conselheiro André Carlo Torres Pontes, em consonância com o parecer do Ministério Público de Contas (MPC), assinado pela subprocuradora-geral Isabella Barbosa Marinho Falcão.

O órgão aplicou multas de R$ 5 mil ao prefeito Cícero Lucena (PP) e de R$ 2 mil à secretária municipal de Educação, Maria América Assis de Castro. Ambos ainda podem recorrer da decisão.

Além das penalidades, o TCE concedeu prazo de 30 dias para que a gestão municipal elabore e apresente um estudo técnico sobre a real necessidade de nomeação não apenas de professores, mas também de outros cargos ofertados no concurso público em andamento. O objetivo é dimensionar corretamente o quadro efetivo da administração.

A sessão foi acompanhada por um número expressivo de professores e professoras, e a decisão será anexada aos Processos de Acompanhamento da Gestão de 2025 e 2026 da Prefeitura de João Pessoa, que tramitam no Tribunal.

O que pesou na decisão

De acordo com o MPC, dados do sistema Sagres indicam que cerca de 1.100 professores da Educação Básica I (Polivalente) atuam na rede municipal por meio de contratos temporários, enquanto o concurso público realizado em 2025 ofertou apenas 147 vagas imediatas para o mesmo cargo. O número é considerado insuficiente diante da demanda real.

Para o MPC, o cenário revela um desvirtuamento da regra da excepcionalidade, já que funções permanentes vêm sendo ocupadas de forma precária e contínua, o que caracteriza burla ao artigo 37 da Constituição Federal.

“O uso reiterado e excessivo da contratação temporária, em detrimento dos concursados, configura preterição arbitrária e imotivada”, destaca o parecer da subprocuradora-geral Isabella Barbosa Marinho Falcão.

Defesas rejeitadas

Nos autos do processo, a Secretaria de Educação argumentou que as contratações temporárias seriam justificadas pelo crescimento da rede municipal e pela necessidade de substituir professores afastados. A Auditoria do TCE, no entanto, rejeitou a tese, apontando falha grave de planejamento, sobretudo pelo fato de o município ter passado 11 anos sem realizar concurso público para a área.

Também foi afastada a alegação do prefeito de ilegitimidade passiva. Para o Tribunal, o chefe do Executivo é responsável pela direção e supervisão geral da administração, não podendo se eximir de falhas estruturais da gestão, ainda que atos específicos sejam praticados por secretarias.

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Brasil

MP Militar deve pedir expulsão de Bolsonaro do Exército nesta semana

Foto: Breno Esaki

O Ministério Público Militar deve protocolar nesta semana pedido ao Superior Tribunal Militar (STM) para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros militares condenados pela trama golpista — o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e os generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto — sejam expulsos das Forças Armadas.

O Poder Judiciário volta ao funcionamento normal nesta segunda-feira (2).

Bolsonaro e os outros militares citados foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Veja as penas dos militares estabelecidas pelo STF

  • Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército e ex-presidente da República: 27 anos e três meses de prisão;
  • Walter Braga Netto, general da reserva do Exército: 26 anos de prisão;
  • Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha: 24 anos de prisão;
  • Augusto Heleno, general da reserva do Exército: 21 anos de prisão;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva do Exército: 19 anos de prisão.

O Código Penal Militar estabelece que militares condenados a penas privativas de liberdade superiores a dois anos sejam punidos com a a chamada “indignidade para o oficialato”, que resulta na perda de posto e patente, e consequentemente, na exclusão das Forças Armadas, seguindo o devido processo de julgamento.

Segundo levantamento do Metrópoles, na coluna Grande Angular, o STM cassou patentes em 85% dos processos sobre indignidade para o oficialato, entre 2018 e 2025.

Metrópoles

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Judiciário

CPMI avança contra Lulinha e vota quebra de sigilos em meio a investigação sobre escândalo no INSS

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A CPMI que investiga irregularidades no INSS retomou os trabalhos com força total após a reabertura do ano legislativo e já analisa a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido integra um pacote com mais de 40 requerimentos apresentados logo nas primeiras horas, sendo doze assinados pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

Lulinha passou a ser alvo direto da comissão ainda no ano passado, quando parlamentares da esquerda se mobilizaram para barrar sua convocação. Mesmo assim, o relator insistiu nas medidas e voltou a protocolar pedidos para aprofundar a apuração sobre a suposta ligação dele com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como figura central no esquema investigado.

Além do filho do presidente, a CPMI também pretende ampliar o foco das investigações sobre a família do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citado em outro episódio considerado sensível dentro das apurações. Parlamentares classificam o cenário como um “caldeirão de escândalos”, com desdobramentos políticos e financeiros.

As oitivas devem ser retomadas na próxima quinta-feira (5), com depoimentos previstos de Daniel Vorcaro, Maurício Camisotti, da Total Health, e Gilberto Waller Junior, ligado ao INSS. A expectativa é que a comissão avance na coleta de informações e defina novos alvos à medida que os trabalhos evoluam.

Com informações do Diário do Poder

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Polêmica

Mulher de Henrique, da dupla com Juliano, é presa em Orlando, nos EUA

A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor sertanejo Henrique, que faz dupla com Juliano, foi presa em Orlando, na Flórida, por dirigir com carteira de habilitação vencida.

A brasileira foi detida na segunda-feira (2). Até o momento, os registros públicos não confirmam se houve pagamento de fiança ou se a Justiça da Flórida liberou Amanda. O g1 tentou contato com a assessoria da dupla sertaneja e com parentes de Amanda, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

De acordo com o registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), ela enfrenta duas acusações criminais. O motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial.

Além da fuga, as autoridades registraram uma contravenção de segundo grau por dirigir veículo motorizado sem habilitação válida.

O relatório da polícia detalha que Amanda cometeu um crime grave (felonia de terceiro grau) ao ignorar uma ordem de parada. Segundo o estatuto 316.1935(2), ela fugiu ou tentou eludir um oficial de lei que estava com as luzes e sirenes da viatura ativas.

G1

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