Covid-19

BOA NOTÍCIA: Paraíba tem menor ocupação de leitos para Covid-19 desde o início da pandemia

Foto: Reprodução

As internações por covid-19 na Paraíba apresentam uma queda expressiva no mês de novembro, quando comparadas aos meses anteriores. Ao todo foram regulados 264 pacientes, sendo 182 enfermaria e 82 UTI, o quantitativo mais baixo desde abril de 2020, quando havia 233 pessoas internadas em todo o estado, das quais 100 estavam em leitos de UTIs. Os dados são do Centro Estadual de Regulação Hospitalar, responsável pelas internações do agravo na rede pública de saúde.

Desde o início do último ano, o cenário da pandemia mudou, sobretudo no estado. A Paraíba chegou a ter 2.365 regulações de pacientes acometidos pelo novo coronavírus, em um único mês. Em março deste ano, 1.151 pacientes estavam internados em enfermarias e 854 ocupavam os leitos de UTI. De acordo com o secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, este é um quadro muito diferente da situação atual, na qual os números totais de regulações não representam nem a metade dos casos do período mais crítico.

“Olhando para este panorama, nós temos a certeza de que a vacina, bem como os cuidados preventivos e medidas não farmacológicas surtiram o efeito desejado, com a diminuição dos casos graves do vírus. Este mês de novembro apresenta ainda uma queda de 18% no número de internações em UTI e 11% nas enfermarias, em relação ao mês de outubro, com uma redução geral de 13% nestas internações”, explica o secretário.

Atualmente, a Paraíba possui 80,26% da população com idade a partir de 18 anos vacinada com as duas doses, ou dose única, o que representa 2.423.375 pessoas que já completaram os esquemas vacinais. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça que as medidas reconhecidamente eficazes contra a covid-19 continuam sendo a vacinação em tempo oportuno e as medidas de proteção individual como o uso de máscaras.

 

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Covid-19

Prefeituras paraibanas terão que fazer busca ativa de não vacinados com a segunda dose

Foto: Rodrigo Nunes/MS

O Ministério Público da Paraíba recomendou nesta quarta-feira (1) que as Prefeituras de Gado Bravo e Santa Cecília, na Paraíba, adotem medidas mais eficazes em relação à vacinação contra a Covid-19. De acordo com o MP, as prefeituras devem identificar as pessoas que ainda não fecharam o ciclo vacinal contra a Covid-19 e fazer busca ativa dos atrasados e não vacinados.

A recomendação foi feita pela promotora Sandremary Vieira de Melo Agra Duarte após ser verificado que uma parcela significativa da população desses municípios ainda não se imunizou com as doses necessárias das vacinas contra a Covid-19.

De acordo com a recomendação, as Prefeituras de Gado Bravo e de Santa Cecília deve fazer um cruzamento das listas de vacinados com a primeira dose e identificar as pessoas ainda não vacinadas com a segunda dose.

Os municípios também terão que fazer a busca ativa das pessoas não vacinadas através dos Agentes Comunitários de Saúde e realizar também a vacinação domiciliar para as pessoas com dificuldade de locomoção, a exemplo de idosos e de pessoas com deficiência.

As gestões ainda terão que promover a vacinação itinerante em localidades periféricas ou vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, como forma de facilitar o acesso à vacina e fazer o registro diário das doses aplicadas nos sistemas de informação do Ministério da Saúde com mais eficácia.

Ainda de acordo com a portaria, as prefeituras terão um prazo de cinco dias para se manifestar sobre o atendimento das recomendações.

MaisPB

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Saúde

COVID-19: STJ rejeita pedido de paraibano para circular pelo país sem passaporte da vacina

Divulgação

O ministro Sérgio Kukina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), rejeitou um pedido impetrado por um paraibano que buscava evitar sanções por não ter se vacinado contra Covid-19.

Na petição, Waldevanyo de Paulo Lemos apresentou um habeas corpus preventivo que impedisse coação ou ameaça de sofrer violência para tomar o que chama de “indesejada injeção contra Covid-19”.

O postulante solicitou que tivesse o direito de transitar em todo território nacional sem a obrigatoriedade de portar o passaporte da vacinação, documento que vem sendo adotado por diversos estados, inclusive na Paraíba, ou a necessidade do teste PCCR, exame usado para diagnosticar o coronavírus.

Para Waldevanyo, há uma suposição que “as atuais drogas debelam o mal, apesar de não haver prova científica”.

O habeas corpus, segundo o impetrante, deveria ter validade de sete anos, “que é tempo médio suficiente para desenvolvimento e aprovação definitiva de alguma vacina verdadeira e não genética contra o vírus da Covid-19, ou outro prazo que o magistrado julgar mais conveniente”.

Por último, o paciente quer um documento que impeça a sua demissão, independente de ser vacinado ou não.

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Covid-19

COVID-19: Brasil identifica dois casos da variante Ômicron

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na tarde desta terça-feira (30) que serão enviadas para análise laboratorial as amostras de dois brasileiros que, em análise preliminar, apresentaram resultado positivo para a variante Ômicron do novo coronavírus. A testagem foi realizada pelo laboratório Albert Einstein.

O caso positivo investigado é de um passageiro vindo da África do Sul e que desembarcou no aeroporto internacional em Guarulhos, São Paulo, no dia 23. O passageiro portava  resultado de RT-PCR negativo e ia voltar para o país africano no dia 25 e ia fazer novo teste, acompanhado de sua mulher, para poder embarcar. Nesse novo teste os dois testaram positivo para a covid-19 e foi feita a comunicação ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) de São Paulo.

O laboratório Albert Einstein fez o sequenciamento genético das amostras e notificou a Anvisa sobre os resultados positivos e informou hoje que tratava-se da nova variante.

A entrada do passageiro no país foi anterior à edição da portaria Interministerial que proibiu, em caráter temporário, voos com destino ao Brasil que tenham origem ou passagem pela África do Sul.

 

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Brasil

TRAGÉDIA: Idosa morre após ser atingida por armário de hospital dias antes de alta médica

Foto: Divulgação

A idosa Maria Gomes Ferreira de 72 anos morreu nesta terça-feira (30) após um armário de hospital despencar em cima da maca onde estava. A idosa deu entrada, na enfermaria do El Kadri, em Campo Grande, para tratar de uma infecção urinária no dia 25 de outubro deste ano. Após tratar a condição e dias antes de receber alta médica, em 10 de novembro, o mobiliário caiu sobre Maria, que teve que ser encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A idosa chegou a ter alta da UTI, porém no dia 25 de novembro, ainda intubada, apresentou uma piora no quadro médico. Não respondendo aos medicamentos e tratamentos indicados, a idosa veio a óbito às 9h50 desta terça. A filha da vítima, Ana Liria Gomes, registrou um boletim de ocorrência sobre o caso quando o mobiliário despencou sobre a mãe e da morte. “Eu estou muito mal!”, comentou.

O caso foi registrado como “Morte a Esclarecer” na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário, de Campo Grande. O corpo da idosa passou por perícia no Instituto Médico e Odontológico Legal (Imol). O enterro de Maria deve ser feito em Rio Verde de Mato Grosso (MS), a 163 km de Campo Grande.

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Saúde

ALERTA: Paraíba tem o maior número de casos de zika do Brasil

Foto: Reuters

Com 1.335 casos de zika, uma das doenças causadas pelo Aedes aegypti, a Paraíba tem o maior número de infecções do Brasil. Segundo o ministério da Saúde, houve um aumento de 345% no estado, se comparado ao mesmo período de 2020, quando foram notificadas 300 ocorrências da doença. Em relação à dengue, foram 14.078 casos em 2021 contra 6.386 em 2020 .A região Nordeste concentra 74,5% dos registros do País em 2021, com 5.710 no total. 

Para atenuar a incidência dos casos e mobilizar a sociedade sobre a importância de manter uma rotina de cuidados em relação ao mosquito vetor, o Ministério da Saúde lançou, nesta terça-feira (30), a campanha “Combata o mosquito todo dia”, que tem como objetivo evitar surtos e epidemias das doenças causadas pelos arbovírus.

Entre as principais arboviroses de circulação urbana, dengue, zika e chikungunya, zika foi a única que não registrou óbitos em 2021. Ao todo, foram registrados 5.710 casos prováveis em todo o Brasil, uma queda de 17,6% em comparação com o mesmo período de 2020 no país. Porém, as únicas regiões que registraram aumento no número de casos de zika, em relação ao ano anterior, foram as regiões Norte (28,3%) e Sul (36,6%).

No caso da dengue, o Brasil registra tendência de queda no número de casos e óbitos em 2021 em comparação com o ano anterior. Até novembro, foram notificados 494.992 casos, o que representa uma queda de 46,6% em comparação com o mesmo período de 2020, que registrou 927.060 casos. Já o número de óbitos pela doença apresenta uma redução de 62% dos óbitos confirmados. Em 2021 foram 212, enquanto 2020 registrou 564 óbitos.

Com relação aos casos e óbitos pela chikungunya o número de casos aumentou em 2021, diferente do número de óbitos que caiu 64%. Este ano, foram registrados 90.147 casos e 10 óbitos em todo o País. Todas as regiões apresentaram aumento nas notificações em comparação com o ano de 2020, sendo a Região Sudeste a com maior incidência. Os três estados que mais registraram casos da doença foram Pernambuco (29,7 mil), São Paulo (18,1 mil) e Paraíba (9 mil), respectivamente.

 

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Covid-19

“ESTAMOS PREPARADOS”: Marcelo Queiroga afirma que estrutura hospitalar do país pode segurar a terceira onda

Foto: Walterson Rosa/MS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (29) que o Brasil está preparado para uma “eventual terceira onda” da pandemia de Covid-19. O ministro participa de evento que marca a contratação de mais 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer, em Salvador.

Nesse domingo (28), Queiroga afirmou que a Ômicron, identificada na África do Sul, “é uma variante de preocupação, mas não de desespero”. Hoje, o ministro reafirmou e explicou a fala. “Não é uma variante de desespero porque temos autoridades sanitárias comprometidas com a assistência de qualidade para a nossa população”.

“Hoje, temos mais de 42 mil leitos de UTI. Todos esses leitos foram habilitados num valor de diária dobrado, foram equipados com respiradores, com bomba de difusão”, continuou o ministro. “Se houver uma eventual terceira onda, temos uma condição muito melhor de assistir nossa população.”

O titular da pasta assinou, nesta segunda-feira (29), contrato de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. Os imunizantes serão entregues mensalmente pela farmacêutica, a partir de janeiro de 2022. O governo brasileiro tem a opção de adicionar até 50 milhões de doses ao acordo, se necessário.

Metrópoles

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Saúde

COCEIRA MISTERIOSA: Paraíba notificou sete casos suspeitos e analisa se há semelhança com doença de Pernambuco

Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) registrou sete notificações de coceira e analisa se há semelhanças com a doença que ocorre no estado vizinho.

“Alguns casos já foram notificados e estão sendo analisados se se trata da mesma doença de Pernambuco ou não. Tem casos notificados, mas que ainda não foram confirmados”, informou ao ClickPB, o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, que não informou em quais cidades foram notificados os casos.

A orientação é que, caso a população apresente sintomas, procure os profissionais para verificar se há semelhanças com a doença registrada no estado vizinho ou se trata de lesões decorrente de outras dermatites.

As secretarias do Grande Recife têm várias linhas de investigação do que seria as lesões e coceiras na pele. Uma das linhas mais fortes é a de que seja escabiose (sarna humana) resistente à Ivermectina – que é utilizado para o tratamento da doença. A suspeita é de que o abuso desse medicamento, que fez parte de um ‘kit Covid’, pode ter causado esse problema. No entanto, ainda se investiga a relação.

Click PB

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Saúde

‘País está preparado’, diz Marcelo Queiroga sobre nova cepa da Covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil tem condições de oferecer atendimento à população no caso de a nova variante do coronavírus entrar no país. “Nosso país está preparado”, disse o chefe da pasta, em live no Instagram, no fim da manhã deste domingo (28).

Segundo Queiroga, o país conta hoje com 42 mil leitos disponíveis nos hospitais. Ele também falou que as salas de vacina do país têm imunizantes suficientes para “todos os brasileiros aptos a tomarem as vacinas”.

“Gostaria de tranquilizar os brasileiros porque os cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. E a principal arma que nos temos para enfrentar essas situações é a nossa campanha de imunização. Nesse particular, o Brasil, como vocês sabem, vai muito bem”, afirmou.

Queiroga disse que o Ministério da Saúde já distribuiu 372 milhões de doses de vacinas, sendo que 308 milhões já foram aplicadas. “Mais de 178 milhões de habitantes já tomaram uma ou mais doses da vacina.”

A OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou como ‘preocupante’ a variante B.1.1.529 do coronavírus causador da Covid-19 e vai chamá-la de Ômicron, informou o órgão após uma reunião do Grupo Consultivo Técnico sobre o Vírus SARS-CoV-2 nesta sexta-feira (26).

Autoridades sanitárias da África do Sul notificaram na quarta-feira (24) a OMS sobre a nova cepa, que é potencialmente mais contagiosa e com múltiplas mutações.

R7

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Saúde

Anvisa identifica covid em brasileiro vindo da África do Sul; não há confirmação sobre variante

Um brasileiro que retornou da África do Sul foi diagnotiscado com Covid-19 e está em isolamento, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O passageiro desembarcou em Guarulhos no sábado (27), em um voo da Ethiopian Airlines. A agência reforçou que não é possível confirmar se ele está com a variante africana, nomeada ômicron.

O passageiro realizou teste RT-PCR para voltar ao Brasil e apresentou resultado negativo para embarcar, conforme determinam as normas brasileiras para entrada no país.  Após a chegada em São Paulo, ele realizou um novo exame, no próprio aeroporto, que deu positivo para o vírus. O passageiro estava assintomático quando pousou no Brasil, afirmou a Anvisa.

“Diante do resultado, a Agência notificou o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional, estadual e municipal, às 1h07 do dia 28. A Vigilância epidemiológica do Município de Guarulhos também foi acionada para acompanhamento do caso”, disse a Anvisa.

Agora, o passageiro cumpre quarentena em casa e ficará isolado. Fora dos portos e aeroportos, o monitoramento e procedimentos necessários para o caso ficam a cargo dos órgãos de saúde estadual e municipal.

Em nota, a Secretaria de Saúde de São Paulo informou que “mantém o monitoramento do cenário epidemiológico em todo o território estadual. A confirmação de variantes ocorre por meio de sequenciamento genético e, até o momento, não há registros de casos da nova variante B.1.1.529 (Ômicron) no Estado.”

As medidas já conhecidas pela população seguem cruciais para combater a pandemia do coronavírus: uso de máscara, higienização das mãos (com água e sabão ou álcool em gel) e a vacinação contra a Covid-19.

R7

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