Saúde

Paraíba registra apenas uma morte por Covid-19 e 273 novos casos

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (5), 273 casos de covid-19. Entre os confirmados de hoje, 6 (2,2%) são moderados ou graves e 267 (97,8%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 461.912 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.256.619 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foi confirmado 01 novo óbito desde a última atualização.

O óbito confirmado neste boletim ocorreu no dias 05 de dezembro, em hospital público. Com isso, o estado totaliza 9.542 mortes. O boletim registra ainda um total de 356.612 pacientes recuperados da doença.

Óbitos

Até este domingo, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. O óbito confirmado neste boletim aconteceu em um residente do municípiosde João Pessoa (1). A vítima foi uma mulher, 73 anos, Hipertensa.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

COVID-19: Não vacinados são 80% dos mortos e internados no Brasil

Divulgação

Oito em cada dez pessoas que morreram de covid-19 no Brasil não receberam nenhuma dose da vacina, revela levantamento feito a pedido do UOL pela Info Tracker, plataforma de dados da USP (Universidade de São Paulo) e da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Desde março, quando a segunda dose do imunizante passou a ser aplicada entre os brasileiros, as mortes pela doença despencaram 94%.

Entre 1º março e 15 de novembro deste ano, 306.050 pessoas morreram de covid no Brasil. Em 79,7% dos casos (243 mil), as vítimas não haviam tomado nenhuma dose da vacina. O número despenca para 32 mil (10,7%) entre aqueles que morreram após completar o ciclo vacinal e para 29 mil (9,7%) entre os que tomaram apenas uma dose.

O número de óbitos no mês de outubro entre vacinados (3.293) superou o de não vacinados (2.000). Essa diferença pode passar a impressão equivocada de que dá no mesmo se imunizar ou não, diz um dos coordenadores da Info Tracker, o professor da Unesp Wallace Casaca.

As 3.293 pessoas que morreram em outubro faziam parte de um universo de 130 milhões de adultos já totalmente imunizados, ou 25 pessoas para cada 1 milhão de habitantes. Já os 2.000 mortos entre os 27 milhões de adultos não imunizados equivalem a 74 vítimas para cada milhão, ou seja, quase o triplo.

A quantidade de pessoas internadas depois de contrair covid segue proporção parecida: dos 981 mil internados, 802 mil (81,7%) não haviam tomado nenhuma dose da vacina, enquanto foram apenas 93 mil internações (9,6%) entre quem recebeu as duas doses ou a dose única do imunizante. Os internados após uma dose da vacina somaram 85 mil (8,7%).

UOL

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

RÉVEILLON: Após Eduardo Paes anunciar cancelamento, governador do RJ cita reunião com prefeito para ‘decisão final’

Horas depois de o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciar neste sábado (4) o cancelamento das festas de Réveillon na capital carioca, o governador Cláudio Castro (PL) disse que os dois ainda se reunirão na próxima semana para tomar uma decisão final.

“Falei há pouco com o prefeito Eduardo Paes e decidimos, juntos, que faremos uma reunião na próxima semana para uma decisão final sobre as festas de Réveillon. Nesse encontro, participarão técnicos da saúde do Estado e do município”, declarou o chefe do Executivo estadual do Rio.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Maior campanha de vacinação da história do Brasil chega 313,1 milhões de doses aplicadas

Com as doses de vacinas contra covid-19 que chegaram nesta sexta-feira (3) ao Ministério da Saúde, somente os laboratórios Pfizer e AstraZeneca já entregaram, até agora, 292,7 milhões das 372,5 milhões de doses de imunizantes adquiridos pelo governo brasileiro.

Desde o começo de 2021, na maior campanha de vacinação de todos os tempos, o Brasil já aplicou mais de 313,1 milhões de doses contra Covid-19.

Mais de 159,5 milhões de pessoas tomaram a primeira dose, o que representa 90,1% da parcela da população-alvo (177 milhões), de brasileiros acima dos 18 anos.

Até o momento, mais de 140,5 milhões de pessoas completaram o esquema vacinal, o equivalente a 79,3% do público vacinável.

Foi recebidas nesta sexta-feira (3) mais uma remessa da Astrazeneca, fabricadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no total 1.258.250 doses.

Também foram entregues outras 1,3 milhão de doses da Pfizer, que desembarcam, nesta noite, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega é parte do segundo contrato do Ministério da Saúde com a farmacêutica, que prevê 100 milhões de doses. Desde o começo da campanha, em janeiro, 147,2 milhões de doses da Pfizer foram distribuídas aos estados.

Das mais de 372,5 milhões de doses distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados, 145,5 milhões são da Astrazeneca. Dessas, 4,1 milhões foram entregues na semana de 29 de novembro a 3 de dezembro.

As vacinas são distribuídas aos estados e ao Distrito Federal de forma proporcional e igualitária depois de acerto entre representantes da União, estados e municípios

Diário do Poder

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

COVID-19: João Pessoa fará busca ativa de pessoas não vacinadas para que sejam imunizadas

Foto: Secom/JP

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), afirmou nesta sexta-feira (3), que a gestão vai iniciar uma busca ativa por pessoas não vacinadas contra a covid-19 para que elas também sejam imunizadas.

“Queremos cada vez mais ter uma busca ativa nos PSFs e nos locais públicos para que o maior número possível de pessoas seja vacinado”, disse em entrevista ao programa Hora H na Rede Mais Rádio.

Para o gestor, a Capital paraibana tem se destacado na campanha de imunização. Mesmo com o réveillon público cancelado, Cícero garantiu fiscalização para que os protocolos sanitários sejam cumpridos nos locais privados.

“Entendemos que em função da nova cepa seria um momento de muito risco se a gente estimulasse shows grandes na data de réveillon. Esses eventos privados que cobrem acesso terão a vigilância com os protocolos que devam ter como exemplo a apresentação do cartão de vacinação ou do passaporte da vacina”, adiantou.

Hoje Cícero Lucena participou do lançamento do ‘Natal dos Sentimentos’ acontecerão em três pólos da cidade.

“É algo que planejamos desde o começo do ano para o morador de João Pessoa e nossos visitantes. daqui vamos acompanhar a caravana até a praça da independência. Depois vamos assistir uma projeção na fachada do Pio X. Depois vamos para o polo da felicidade, na lagoa onde terá apresentação e um coral infantil e também a nova árvore de natal daquela localidade, totalmente em led, depois um show na lagoa”, destacou.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Covid-19

ÔMICRON: CRM-PB prevê alta de casos e sugere a contratação de mais médicos

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) publicou, nesta sexta-feira (3), recomendações para enfrentamento à Covid-19. Com a previsão de aumento de casos da doença, a entidade sugere a contratação de mais médicos e não realização de eventos em locais em que não há possibilidade de avaliação da situação vacinal individual.

“Preservação dos postos de trabalho e/ou contratação de médicos e demais trabalhadores de saúde, antevendo o aumento da transmissibilidade em decorrência da(s) nova(s) cepa(s) e as comemorações festivas com potencial de aglomeração”, diz trecho da recomendação.

O CRM-PB recomenda ainda que seja feito um redimensionamento dos leitos existentes e abastecimentos de insumos e equipamentos das unidades de saúde, sobretudo para o atendimento a pacientes críticos, prevendo, inclusive, o aumento na taxa de ocupação de leitos de enfermarias e unidades de terapia intensiva.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Advogado com câncer terminal deixa doação de R$ 8 mi para reforma de hospital

Foto: Reprodução

O Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) deve ganhar uma fachada nova neste mês, após a doação milionária do advogado Orlando Di Giacomo, sócio do escritório Demarest. Antes de morrer em 2012, aos 72 anos, vítima de um câncer de pulmão, Di Giacomo deixou uma doação de R$ 8,2 milhões para o hospital, que agora poderá ser utilizada, depois de todos os trâmites legais para a liberação do montante.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Di Giacomo não tinha filhos e a experiência de três anos enfrentando a doença, somada ao convívio com o médico Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp, foram as chaves que abriram as portas para despertar o interesse pela oncologia. A doação foi realizada em 2012: uma foi para o hospital do SUS (Sistema Único de Saúde) e outra para o Hospital Sírio-Libanês, onde recebeu o tratamento. Ambas equivalem a 90% do seu patrimônio.

“Foi uma grande surpresa”, disse o oncologista Hoff, ao jornal. “Ele era um paciente agradável, bom de conversa. Demonstrava curiosidade pelos tratamentos e preocupação social, mas nunca revelou que faria um gesto dessa magnitude.”

A doação só foi concretizada em 2019, anos após o inventário de Di Giacomo ficar pronto. A disposição do dinheiro chegou justamente em um momento em que o hospital, maior centro especializado em oncologia da América Latina, precisava realizar procedimentos de manutenção.

“A realidade brasileira é de apertos orçamentários. É difícil conseguir recurso público para trocar fachada, embora a obra fosse necessária. Como houve essa benesse, pudemos realizá-la sem ter de mexer no orçamento destinado ao tratamento dos pacientes”, disse Hoff. Segundo ele, o revestimento de pastilhas do edifício estava se desprendendo, o que poderia ocasionar infiltrações.

Além de resolver problemas estruturais, o dinheiro também deverá realizar mudanças nos auditórios utilizados para atividades de ensino. Ainda, segundo a publicação, a doação de R$ 8,2 milhões para o Sírio-Libanês foi destinada a projetos de pesquisa sobre o câncer.

Di Giacomo Filho construiu uma trajetória na advocacia trabalhando com grandes empresas. Ele atuou durante 47 anos no Damarest, liderou a criação do Cesa (Centro de Estudos das Sociedades dos Advogados), além de integrar a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em vários cargos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Covid-19

BOA NOTÍCIA: Paraíba tem menor ocupação de leitos para Covid-19 desde o início da pandemia

Foto: Reprodução

As internações por covid-19 na Paraíba apresentam uma queda expressiva no mês de novembro, quando comparadas aos meses anteriores. Ao todo foram regulados 264 pacientes, sendo 182 enfermaria e 82 UTI, o quantitativo mais baixo desde abril de 2020, quando havia 233 pessoas internadas em todo o estado, das quais 100 estavam em leitos de UTIs. Os dados são do Centro Estadual de Regulação Hospitalar, responsável pelas internações do agravo na rede pública de saúde.

Desde o início do último ano, o cenário da pandemia mudou, sobretudo no estado. A Paraíba chegou a ter 2.365 regulações de pacientes acometidos pelo novo coronavírus, em um único mês. Em março deste ano, 1.151 pacientes estavam internados em enfermarias e 854 ocupavam os leitos de UTI. De acordo com o secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, este é um quadro muito diferente da situação atual, na qual os números totais de regulações não representam nem a metade dos casos do período mais crítico.

“Olhando para este panorama, nós temos a certeza de que a vacina, bem como os cuidados preventivos e medidas não farmacológicas surtiram o efeito desejado, com a diminuição dos casos graves do vírus. Este mês de novembro apresenta ainda uma queda de 18% no número de internações em UTI e 11% nas enfermarias, em relação ao mês de outubro, com uma redução geral de 13% nestas internações”, explica o secretário.

Atualmente, a Paraíba possui 80,26% da população com idade a partir de 18 anos vacinada com as duas doses, ou dose única, o que representa 2.423.375 pessoas que já completaram os esquemas vacinais. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça que as medidas reconhecidamente eficazes contra a covid-19 continuam sendo a vacinação em tempo oportuno e as medidas de proteção individual como o uso de máscaras.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Covid-19

Prefeituras paraibanas terão que fazer busca ativa de não vacinados com a segunda dose

Foto: Rodrigo Nunes/MS

O Ministério Público da Paraíba recomendou nesta quarta-feira (1) que as Prefeituras de Gado Bravo e Santa Cecília, na Paraíba, adotem medidas mais eficazes em relação à vacinação contra a Covid-19. De acordo com o MP, as prefeituras devem identificar as pessoas que ainda não fecharam o ciclo vacinal contra a Covid-19 e fazer busca ativa dos atrasados e não vacinados.

A recomendação foi feita pela promotora Sandremary Vieira de Melo Agra Duarte após ser verificado que uma parcela significativa da população desses municípios ainda não se imunizou com as doses necessárias das vacinas contra a Covid-19.

De acordo com a recomendação, as Prefeituras de Gado Bravo e de Santa Cecília deve fazer um cruzamento das listas de vacinados com a primeira dose e identificar as pessoas ainda não vacinadas com a segunda dose.

Os municípios também terão que fazer a busca ativa das pessoas não vacinadas através dos Agentes Comunitários de Saúde e realizar também a vacinação domiciliar para as pessoas com dificuldade de locomoção, a exemplo de idosos e de pessoas com deficiência.

As gestões ainda terão que promover a vacinação itinerante em localidades periféricas ou vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, como forma de facilitar o acesso à vacina e fazer o registro diário das doses aplicadas nos sistemas de informação do Ministério da Saúde com mais eficácia.

Ainda de acordo com a portaria, as prefeituras terão um prazo de cinco dias para se manifestar sobre o atendimento das recomendações.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

COVID-19: STJ rejeita pedido de paraibano para circular pelo país sem passaporte da vacina

Divulgação

O ministro Sérgio Kukina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), rejeitou um pedido impetrado por um paraibano que buscava evitar sanções por não ter se vacinado contra Covid-19.

Na petição, Waldevanyo de Paulo Lemos apresentou um habeas corpus preventivo que impedisse coação ou ameaça de sofrer violência para tomar o que chama de “indesejada injeção contra Covid-19”.

O postulante solicitou que tivesse o direito de transitar em todo território nacional sem a obrigatoriedade de portar o passaporte da vacinação, documento que vem sendo adotado por diversos estados, inclusive na Paraíba, ou a necessidade do teste PCCR, exame usado para diagnosticar o coronavírus.

Para Waldevanyo, há uma suposição que “as atuais drogas debelam o mal, apesar de não haver prova científica”.

O habeas corpus, segundo o impetrante, deveria ter validade de sete anos, “que é tempo médio suficiente para desenvolvimento e aprovação definitiva de alguma vacina verdadeira e não genética contra o vírus da Covid-19, ou outro prazo que o magistrado julgar mais conveniente”.

Por último, o paciente quer um documento que impeça a sua demissão, independente de ser vacinado ou não.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.