Saúde

COVID-19: Brasil tem 1,5 milhão de crianças entre 5 e 11 anos vacinadas

Divulgação

O Brasil atingiu a marca de 1,5 milhão de crianças entre 5 e 11 anos imunizadas contra a Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

Os dados foram analisados pelo Metrópoles, com base em material publicado pelo LocalizaSUS, plataforma de prestação de contas do Ministério da Saúde.

Ao todo, segundo as informações disponibilizadas, 1.543.132 crianças receberam a imunização contra a enfermidade até esta terça-feira (1/02). O público-alvo é composto por 20 milhões de pessoas.

O Ministério da Saúde anunciou a inclusão de crianças na campanha em 5 de janeiro, porém somente em 13 de janeiro as doses infantis começaram a chegar ao país.

Cada cidade define o cronograma de vacinação, que obedece à disponibilidade de doses e à ordem de faixa etária a ser atendida.

De acordo o LocalizaSUS, 23,9 milhões de adolescentes entre 12 e 17 anos já foram imunizados – dentre os quais há 15,1 milhões com a primeira dose e 8,8 milhões referentes à segunda aplicação.

Metrópoles

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Saúde

COVID: Hospitais de JP suspendem visitas de pacientes após aumento de casos

Foto: Secom PB

As visitas presenciais a pacientes estão suspensas no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB) e nos hospitais da Unimed. As decisões foram tomadas devido ao aumento exponencial de casos de covid-19 em João Pessoa.

De acordo com o gerente de Atenção à Saúde do HULW, José Eymard Medeiros, a medida foi tomada ONTEM pelo Comitê Operativo de Emergência/covid-19 e também levou em consideração a elevação de casos da doença entre funcionários do hospital-escola, o que impacta diretamente nas escalas de assistência.

“Essas medidas visam a mitigar os impactos atuais e futuros na assistência bem como garantir a integridade de servidores e pacientes. Em virtude da dinâmica do processo, as mudanças são passíveis de reavaliações imediatas, conforme o desenrolar dos fatos inerentes à própria infecção e determinações com base nos decretos e normas das autoridades sanitárias”, afirmou José Eymard.

Nos hospitais da Unimed, a recomendação de apenas uma pessoa acompanhar o paciente quanto este procurar atendimento na urgência e emergência.

No Hospital Alberto Urquiza Wanderley, os pacientes de apartamento ou enfermaria poderão ter um acompanhante, que deverá permanecer por pelo menos 48 horas, antes que possa trocar com outro familiar ou cuidador do paciente. O boletim médico vai ser passado diariamente pelo médico responsável pelo atendimento.

Já nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), não haverá visitas ou acompanhantes. Dois boletins serão passados diariamente aos familiares. Um pela manhã, pelas equipes de psicologia e serviço social, e um outro à tarde, mais detalhado, que será passado pelo médico.

No Hospital Pediátrico, tanto em apartamento e enfermaria quanto nas UTIs, apenas os pais ou responsáveis legais podem permanecer com as crianças internadas.

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Saúde

EM JOÃO PESSOA: Servidores da Câmara passarão por testagem antes do retorno dos trabalhos

A Câmara Municipal de João Pessoa vai iniciar nesta quarta-feira (2) a testagem dos servidores da Casa para verificar as condições de retorno ao trabalho no Legislativo.

A medida foi definida pela Mesa Diretora, nessa segunda-feira (31), motivada pelo crescimento acentuado dos casos de Covid-19 no Município.

De acordo com o presidente do Legislativo, Dinho Dowsley, são crescentes os relatos de contaminações entre servidores e vereadores da Casa.

“Decidimos fazer a testagem para garantir a segurança de todos no retorno ao trabalho, depois do recesso. Durante toda a pandemia a Câmara Municipal norteou o seu trabalho no caminho de defesa da população e vamos continuar fazendo isso”, disse o presidente da Câmara, deixando claro que o resultado da testagem vai nortear a decisão sobre o formato de retorno ao trabalho, se presencial, híbrido ou remoto.

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Saúde

Ministério da Saúde encomenda doses de Coronavac para imunizar crianças

O Ministério da Saúde solicitou a compra de 10 milhões de doses da vacina Coronavac ao Instituto Butantan para imunizar crianças contra a Covid-19. O laboratório garantiu ter o volume disponível para entrega nos próximos dias e deve responder ao pedido do governo federal na manhã de terça-feira (1º).

A Saúde aguarda resposta oficial para dar andamento ao processo de compra. Em nota técnica publicada na semana passada, a pasta informou já ter enviado 733.720 doses da Coronavac aos estados que estavam sem vacinas disponíveis ou com baixo estoque para o começo da campanha de imunização do público infantil com a Coronavac.

O ministério incluiu no dia 21 de janeiro a Coronavac na campanha de vacinação contra a Covid-19 de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. O governo federal estimava, nesta data, que havia cerca de 9 milhões de doses disponíveis desta vacina prontas para a aplicação.
Do total, 3 milhões estavam nos estoques dos estados, enquanto o ministério guardava outros 6 milhões de unidades, segundo a pasta.

Com informações da Folha

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Saúde

COVIF-19: Secretário afirma que Paraíba terá pico de internados em fevereiro e de morte em março

Divulgação

A Paraíba terá pico de internados com Covid-19 em fevereiro e alto número de mortes e de infecções pela Ômicron em março, segundo alertou o secretário executivo de Saúde, Daniel Beltrammi. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade nesta segunda-feira (31), Beltrammi disse que haverá dias de dificuldade, mas a Paraíba pode reverter essa tendência.

“Tudo o que a gente já incorporou de modelos de projeção de tentar desenhar o cenário, especialmente com a metodologia da Universidade de Oxford, mostra para nós um pico de casos de Ômicron em 13 de março, um pico de vidas perdidas em 22 de março e um pico máximo de pessoas internadas no dia 21 de fevereiro. Isso mostra que nosso percurso para frente é de alguns dias de dificuldade. Mas a gente pode reverter essa tendência”, informou o secretário executivo de Saúde da Paraíba.

Daniel Beltrammi orientou que as pessoas busquem ficar em casa nos fins de semana e que, caso tenham febre, dor de cabeça e outros sintomas gripais, acionem o Alô Saúde pelo número 3211-9844, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para receber orientações.

Click PB

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Saúde

ESTUDO CIENTÍFICO: Consumo de vinho tinto tem ação protetora contra Covid

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Beber cerveja pode ser um fator de risco para contrair Covid-19. Em contrapartida, consumir vinho tinto pode proteger contra a doença. Esta foi a conclusão de um estudo feito por pesquisadores do Hospital Shenzhen Kangning, na China.

A pesquisa analisou 473.957 pessoas, das quais 16.559 testaram positivo para Covid-19. Análises apontaram que o consumo de cerveja e cidra aumentou o risco de Covid-19, independentemente da frequência e quantidade ingerida. A alta frequência de consumo de destilados (ingestão de 5 copos por semana ou mais) também aumentou o risco de contrair a doença.

Já pessoas cujo histórico apontava para o alto consumo de vinho tinto (ingestão de 5 copos por semana ou mais) tiveram menos risco de contrair a doença. O mesmo aconteceu para aqueles com alta frequência de consumo de vinho branco e champanhe.

“O consumo de cerveja e cidra não é recomendado durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de Covid-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja e cidra”, afirmam os autores no estudo.

Os cientistas compararam também o consumo de bebidas alcoólicas no geral com o risco de contrair Covid-19. Eles concluíram que aqueles que bebiam tinham um risco menor de desenvolver a doença em comparação com os que não bebiam, mas o efeito protetor não foi significativo.

No entanto, aqueles que bebiam acima das diretrizes tiveram uma tendência de maior risco de Covid-19, e os consumidores que dobraram a ingestão acima das diretrizes ou consumiram mais que o dobro tiveram um risco 12% maior de pegar Covid-19 em comparação com quem não bebe.

O Globo

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Saúde

Na maior UTI de Covid-19 do Brasil, mais de 90% dos casos graves são em não vacinados

A Ômicron gerou pandemias dentro da pandemia. A primeira é uma onda que pega muita gente, mas, graças às vacinas, a maioria casos sem gravidade. A segunda pandemia é a das pessoas não vacinadas ou apenas com o esquema vacinal incompleto. Para elas, a Ômicron tem potência de tsunami e se mostra tão devastadora quanto as variantes anteriores do vírus.

O Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, no Rio de Janeiro, havia dado alta ao último paciente com coronavírus em novembro de 2021, e sua equipe esperava que o pior tivesse passado. Durou pouco. Em janeiro, os casos graves explodiram

Atualmente, na UTI do hospital Ronaldo Gazolla, a maior destinada a pacientes covid no Brasil, a maioria dos casos que agrava da doença — mais de 90% — é de não vacinados ou indivíduos com vacinação incompleta, mostram dados do hospital, que, por seu tamanho, é um microcosmo da pandemia no Brasil.

— A Ômicron aparentemente tem um menor potencial de levar ao agravamento. Mas observamos que os casos que evoluem para uma maior gravidade são os de não vacinados ou com esquema vacinal incompleto (sem a terceira dose). Muitos deles estão intubados ou à beira de ir para a intubação. Quando a Covid-19 da Ômicron agrava, é como a das demais variantes — afirma o diretor do Gazolla, Roberto Rangel.

Nesses pacientes sem proteção de vacina se vê com nitidez o comprometimento pulmonar severo e o padrão de vidro fosco, com opacidades. Estão lá as alterações fisiopatológicas típicas das demais variantes do coronavírus, como trombos disseminados. Tudo isso se traduz em intenso sofrimento, oculto sob o jargão médico de desconforto respiratório e síndrome respiratória aguda grave.

— Temos uma população muito vacinada e, por isso, se criou uma ilusão que a Ômicron é leve. Mas, para quem não tomou vacina, é tão perigosa quanto as outras variantes. Temos uma pandemia de doença leve para os vacinados e outra grave para quem não quis se vacinar ou está com o esquema incompleto — enfatiza Rangel.

Explosão de internações

Maior UTI de Covid-19 do Brasil, o Gazolla havia dado alta ao último paciente com coronavírus em novembro de 2021, e sua equipe esperava que o pior tivesse passado. O hospital geral voltou a atender pacientes de outras doenças. Durou pouco. Em janeiro, os casos graves não apenas voltaram quanto explodiram.

E desta vez os médicos enfrentam um perfil diferente da doença delineado não pela Ômicron, mas pelas vacinas. Estar ou não completamente vacinado é determinante na gravidade, frisa Roberto Rangel. É a proteção conferida por elas que impede que a maioria das pessoas desenvolva um quadro grave.

Na última quinta-feira, o Gazolla estava com 350 dos seus 420 leitos dedicados a pacientes com Covid- 19. Os 70 leitos não Covid, à medida que forem desocupados, se tornarão Covid. Por ora, os pacientes sem Covid estão isolados num andar exclusivo, para evitar contaminação. Desde o início do mês, o hospital voltou a só admitir pacientes com Covid, transferidos para lá pela Central Estadual de Regulação.

Do total de pacientes internados, 45% não se vacinaram, 39% estão com o esquema vacinal incompleto e os demais são vacinados com esquema completo. Os vacinados apresentam uma peculiaridade: já sofriam de doenças graves e são, em sua maioria, idosos.

Nas salas de UTI do hospital se veem de novo cenas que marcaram 2020. Os leitos, em sua maioria, são ocupados por pessoas acima dos 60 anos, naturalmente mais vulneráveis. Muitos pacientes têm sinais de outras doenças, como problemas circulatórios.

Os óbitos evidenciam ainda mais a violência da Ômicron para quem não tem a proteção da vacina. Desde a reabertura de leitos Covid, 56% dos óbitos foram de pacientes não vacinados, 35% de pacientes com esquema vacinal incompleto e 9% de pacientes vacinados, mas com comorbidades descompensadas e em grau avançado de doenças de base.

Quando infectados, os vacinados quase sempre adoecem com maior severidade não em função da Covid-19, mas das doenças graves que já tinham.

— Se o paciente é vacinado, não vemos os microtrombos, o padrão disseminado de vidro fosco nos pulmões e os distúrbios neurológicos tão característicos da forma grave da Covid-19. A gente trata mais as comorbidades dessas pessoas. A Covid-19 em si agrava pouca coisa. Isso tem nos chamado muito a atenção — destaca Rangel.

Arrependidos e culpados

Chamam a atenção também o arrependimento e o medo dos doentes sem vacina. Muitos já saem da ambulância implorando pela vacina. “Posso me vacinar, vou melhorar?” é a pergunta mais ouvida pelos profissionais de saúde. Ouvem que não, não podem. Já estão doentes demais, e a vacina não pode mais salvá-los desta infecção. Vão ter que esperar passar um mês após a alta para então se vacinarem e não correrem de novo risco desnecessário.

 Infelizmente, essas pessoas descobrem da pior forma a Covid-19 como a Covid-19 é. E não como lhe disseram que seria. Suas crenças e convicções ideológicas são de uma só vez desconstruídas pelo coronavírus. Esses pacientes se desesperam arrependidos ao se defrontarem com a verdade que negaram — diz Rangel.

Ele cita o caso de um dos pacientes que mais impressionaram a equipe do Gazolla. De início, José (o nome é fictício para preservar a identidade do paciente), de 66 anos, se negava a aceitar que tinha Covid-19. “Os exames estão errados. Eu não pego essa doença”, dizia. No quinto dia de internação, seu estado piorou. O ar lhe faltava, José se desesperou. “Estou mesmo com essa doença maldita. Por favor, me perdoem. Sei que a culpa é toda minha, mas me salvem”, por fim, reconheceu.

— Esse caso nos comoveu muito. Mexeu conosco a forma como ele se culpava, chorava sem parar, ele expôs todo o seu medo, todo o desespero e a fragilidade. Isso dói demais em nós que lutamos para salvar vidas. Mas a Covid-19 é uma doença cruel. Ele era obeso, cardíaco e, infelizmente, faleceu — diz o diretor do Gazolla.

Ninguém da família de José era vacinado. Quando ele morreu, todos se vacinaram. Para um primo foi tarde. Só com a primeira dose, ele adoeceu com gravidade, mas sobreviveu, embora com sequelas.

Mortes evitáveis

Pai e filho internados no Gazolla com apenas quatro horas de intervalo no início deste mês também comoveram a equipe. Nenhum dos dois era vacinado e estavam entre os primeiros casos de Ômicron tratados no hospital.

O pai, de 64 anos, e o filho, de 33 anos, foram levados de início para a enfermaria, colocados lado a lado.

O mais velho foi o primeiro a piorar e precisar ir para a UTI. O filho presenciou o pai ser levado e foi a última vez que o viu. Pouco tempo depois, ele também piorou e foi para outra sala de UTI. Não resistiu e logo morreu. Embora jovem, era obeso, uma comorbidade importante para a Covid-19.

Após alguns dias, o pai melhorou, voltou para a enfermaria. Perguntava a toda hora pelo filho. A família pediu que os médicos só lhe contassem quando tivesse alta. Na semana passada, de alta, a primeira coisa que fez foi pedir para ver o filho, nem que fosse pela janela. Soube então que o rapaz havia morrido. Desabou.

— Ele dizia sem parar que a culpa era toda dele. Que ele é que falava que vacina não prestava e que era para a família não se vacinar. É muito duro para um pai carregar o sentimento de culpa pela morte de um filho — lamenta o diretor do Gazolla.

Como a maioria da população do Rio de Janeiro está vacinada, a taxa de letalidade diminuiu muito. Se não fosse por isso, não hesitam em dizer que estaríamos enfrentando um massacre.

— Muitas dessas mortes eram evitáveis. Não era para ninguém estar sem vacina em janeiro — enfatiza Rangel.

O Globo

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Saúde

TERCEIRA DOSE: Total de vacinados com dose de reforço varia de 4,5% a 32% nos estados

O percentual da população vacinada com o reforço varia de 4,6% a 32,9% nos estados. O local com a taxa de imunizados mais baixa é Roraima. Na ponta contrária, está São Paulo.

No total, 19 unidades da Federação estão abaixo da média nacional de aplicação da chamada “terceira dose”. Atualmente, 19,9% da população já recebeu o reforço da proteção contra a Covid-19.

Os dados foram analisados pelo Metrópoles na sexta-feira (28/1), com base em material publicado pelo LocalizaSUS, plataforma de prestação de contas do Ministério da Saúde.

Veja os estados que menos aplicaram a dose de reforço:

  • Roraima: 4,5%
  • Amapá: 4,6%
  • Acre: 6%
  • Pará: 7,3%
  • Paraná: 8,1%
  • Maranhão: 9,2%
  • Tocantins: 9,8%
  • Mato Grosso: 11,4%
  • Rondônia: 11,5%
  • Alagoas: 13%

Menos mortes

Dados da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA, na sigla em inglês) mostram que pessoas com 50 anos ou mais vacinadas com a dose de reforço contra Covid-19 têm 95% de proteção contra morte após infecção pela variante Ômicron.

A recomendação do Ministério da Saúde é para que aqueles que ainda não se imunizaram procurem os postos de vacinação ou retornem para tomar a segunda dose e a dose de reforço.

Veja o ranking dos estados que mais aplicaram a dose de reforço:

  • São Paulo: 32,9%
  • Mato Grosso do Sul: 29,5%
  • Rio Grande do Sul: 23,6%
  • Espírito Santo: 22,5%
  • Distrito Federal: 21,9%
  • Minas Gerais: 21,6%
  • Ceará: 21,5%
  • Rio Grande do Norte: 21%
  • Pernambuco: 18,8%
  • Rio de Janeiro: 17,3%
  • Sergipe: 16,9%
  • Piauí: 16,6%
  • Santa Catarina: 15,7%
  • Amazonas: 15,2%
  • Bahia: 14,6%
  • Goiás: 13,7%
  • Paraíba: 12%

Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda o intervalo de quatro meses entre a segunda dose e a dose de reforço da imunização contra o coronavírus. Cerca de 40 milhões de pessoas já receberam essa aplicação.

A comunidade médico-científica avalia que a dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, principalmente em grupos de risco.

O reforço pode ser aplicado em qualquer pessoa maior de 18 anos que tenha recebido as duas doses, respeitando o prazo mínimo recomendado após a segunda aplicação.

Metrópoles

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Política

COVID: Ministério da Saúde desiste de 4ª dose em idosos e profissionais de saúde

O Ministério da Saúde decidiu que não irá aplicar a 4ª dose da vacina contra a covid-19 em idosos e profissionais de saúde. O governo chegou a avaliar a possibilidade, mas desistiu.

Por enquanto, não será aplicada. Precisamos de mais dados”, afirmou Rosana Leite, secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde. A declaração foi feita nesta 6ª feira (28.jan.2022) ao Poder360.

O ministério teve reunião com a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 sobre o tema. O encontro foi realizado na tarde desta 6ª feira. Participaram integrantes do governo, representantes dos secretários estaduais e municipais de saúde e especialistas em imunização.

No momento, ainda não há indício de necessidade. Apenas a população imunocomprometida é que possui indicação”, afirmou Marcelo Gomes, pesquisador de saúde pública na Fiocruz e integrante da câmara técnica.

Gomes disse que o tema está sendo acompanhado. Afirmou que a indicação pode ser revisada caso os dados apontem necessidade de uma nova dose.

Com a decisão do governo, só imunossuprimidos acima de 18 anos podem receber a 4ª dose. Desde dezembro de 2021, a aplicação é feita no grupo 4 meses depois da 3ª injeção.

A possibilidade de ampliar a 4ª dose para mais grupos foi avaliada durante o recrudescimento da pandemia. Impulsionado pela variante ômicron, o patamar de infectados pelo coronavírus nunca foi tão elevado. Sistemas de saúde voltaram a ficar sobrecarregados. Também há alta de óbitos.

4ª dose

Israel e Chile já aplicam a 4ª dose em suas populações. Reportagem do Poder360 mostrou que o governo de São Paulo deve começar a 4ª aplicação ainda no 1º semestre de 2022.

Um estudo realizado em Israel mostra que a 4ª injeção em pessoas com mais de 60 anos as tornou 3 vezes mais resistentes a doenças graves. A comparação é com idosos vacinados com 3 doses.

O 2º reforço também previne duas vezes a contaminação por covid-19 na comparação. A análise foi feita com dados de 400.000 israelenses já imunizados com a 4ª dose em relação a 600.000 que receberam só um reforço.

Poder 360

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Saúde

Não tomar vacina é direito, mas então “se tranca em casa”, diz Lula

Foto: reprodução/YouTube

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesse sábado (29) ser contra a obrigatoriedade da vacina, mas disse que quem não se vacinar deve ficar em casa.

O pré-candidato do PT ao Planalto participou da cerimônia de posse do novo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O petista também já foi presidente do sindicato.

Eu sou contra a obrigatoriedade da vacina”, disse Lula. “Ninguém vai ser obrigado a tomar a vacina. Mas você também não vai poder ir para os lugares públicos. Se você não quer tomar vacina, é um direito seu. Mas você não pode participar de nada com gente.

O petista disse ainda que as vacinas são a única maneira de erradicar certas doenças –citou o exemplo da varíola, da paralisia infantil e do sarampo. “Por que alguém diz ‘eu não quero tomar vacina porque eu não acredito na vacina’? Então se tranca dentro de casa”, declarou.

Poder 360

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