Saúde

Brasil é o 20º país com maior tamanho médio de pênis

O tamanho médio do pênis humano varia entre 12,9 cm e 13,92 cm, concluiu uma publicação do World Population Review de 2024. A organização fez um ranking com 142 países e o Brasil está em 20º lugar na lista de locais com maior tamanho médio do órgão.

Os três primeiros da lista são Sudão (17,95 cm), República Democrática do Congo (17,93 cm) e Equador (17,59 cm). Os países com menor tamanho médio de pênis são Tailândia (9,43 cm), Coreia do Norte (9,60 cm) e Camboja (9,84 cm), segundo a lista.

A publicação também desmistifica a crença de que há uma correlação entre altura e tamanho do pênis e refuta que tamanho do pênis pode ser detectado examinando o tamanho das mãos ou dos sapatos de alguém.

OS 20 PAÍSES COM MAIOR TAMANHO MÉDIO DE PÊNIS:

  1. Sudão – 17,95 cm
  2. República Democrática do Congo – 17,93 cm
  3. Equador – 17,59 cm
  4. República do Congo – 17,33 cm
  5. Gana – 17,31 cm
  6. Nigéria – 17,00 cm
  7. Venezuela – 16,93 cm
  8. Líbano – 16,82 cm
  9. Colômbia – 16,75 cm
  10. Camarões – 16,65 cm
  11. Jamaica – 16,30 cm
  12. Quênia – 16,28 cm
  13. República Dominicana – 15,99 cm
  14. Senegal – 15,89 cm
  15. Cuba – 15,87 cm
  16. Nova Zelândia – 15,79 cm
  17. Zâmbia – 15,78 cm
  18. Belize – 15,75 cm
  19. Angola – 15,73 cm
  20. Brasil – 15,70 cm

Folha de São Paulo 

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Saúde

Abortos legais no SUS crescem 71% em 5 anos; Brasil tem 7 casos por dia

Foto: Reprodução

Dados do Ministério da Saúde obtidos pela CNN mostram que os casos de abortos legais realizados pelo SUS aumentaram 71% nos últimos 5 anos. Em 2018, foram realizados 1.570 procedimentos. Em 2023, o número saltou para 2.687.

O aborto legal pode ser realizado quando há casos de estupro, risco à vida da mãe ou quando o feto tem anencefalia. O procedimento é complexo, pois necessita de uma ordem judicial.

O Brasil realiza cerca de 7 abortos por dia na rede pública. Isso significa que um procedimento é realizado, em média, a cada três horas e meia.

O debate sobre o tema voltou à tona depois que um projeto que criminaliza abortos em gestações a partir de 22 semanas teve a tramitação acelerada com a aprovação de um regime de urgência na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (12).

Três dias depois, no sábado (15), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, se manifestou sobre o tema. Em sua conta no X, ela disse que o Projeto de Lei 1904 é ‘injustificável e desumano’. “É preciso garantir o acesso ao cuidado adequado à proteção dos direitos de meninas e mulheres”, comentou.

A alta no número de abortos legais segue o crescimento dos casos de estupro. Dados do Ministério de Justiça e Segurança Pública apontam que as vítimas de estupro cresceram de 71,6 mil em 2018 para 81,6 mil em 2023, o que equivale a uma alta de 14%. Entre janeiro e abril deste ano já são 24,4 mil casos registrados.

Desde 2018, o estado de São Paulo é o lugar com mais casos, com 81,8 mil registros no período. Isso equivale a 17% do total nacional. Paraná e Rio de Janeiro aparecem na sequência, mas com números menores, 44,4 mil e 33,6 mil respectivamente.

Isso significa que o Brasil tem 218 estupros por dia, o que equivale a 9 estupros por hora ou um estupro a cada 7 minutos.

CNN

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Saúde

Coqueluche: saiba mais sobre a doença que voltou a preocupar o mundo

Pelo menos 17 países da União Europeia registram aumento de casos de coqueluche – entre janeiro e dezembro do ano passado, foram notificadas 25.130 ocorrências no continente. Já entre janeiro e março deste ano, 32.037 casos foram registrados na região em diversos grupos etários, com maior incidência entre menores de 1 ano, seguidos pelos grupos de 5 a 9 anos e de 1 a 4 anos.

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China informou que, em 2024, foram notificados no país 32.380 casos e 13 óbitos por coqueluche até fevereiro. A Bolívia também registra surto da doença, com 693 casos confirmados de janeiro a agosto de 2023, sendo 435 (62,8%) em menores de 5 anos, além de oito óbitos.

No Brasil, o último pico epidêmico de coqueluche ocorreu em 2014, quando foram confirmados 8.614 casos. De 2015 a 2019, o número de casos confirmados variou entre 3.110 e 1.562. A partir de 2020, houve uma redução importante de casos da doença, associada à pandemia de covid-19 e ao isolamento social.

De 2019 a 2023, todas as 27 unidades federativas notificaram casos de coqueluche. Pernambuco confirmou o maior número de casos (776), seguido por São Paulo (300), Minas Gerais (253), Paraná (158), Rio Grande do Sul (148) e Bahia (122). No mesmo período, foram registradas 12 mortes pela doença, sendo 11 em 2019 e uma em 2020.

Em 2024, os números continuam altos. A Secretaria de Saúde de São Paulo notificou 139 casos de coqueluche de janeiro até o início de junho – um aumento de 768,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 16 registros da doença no estado.

Esquema vacinal

O Ministério da Saúde reforça que a principal forma de prevenção da coqueluche é a vacinação de crianças menores de 1 ano, com a aplicação de doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos, além da imunização de gestantes e puérperas e de profissionais da área da saúde.

O esquema vacinal primário é composto por três doses, aos 2 meses, aos 4 meses e aos 6 meses, da vacina penta, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b, seguida de doses de reforço com a vacina DTP, contra difteria, tétano e coqueluche, conhecida como tríplice bacteriana.

Para gestantes, como estratégia de imunização passiva de recém-nascidos, recomenda-se, desde 2014, uma dose da vacina dTpa tipo adulto por gestação, a partir da vigésima semana. Para quem não foi imunizada durante a gravidez, a orientação é administrar uma dose da dTpa no puerpério, o mais precocemente possível e até 45 dias pós-parto.

Desde 2019, a vacina dTpa passou a ser indicada também a profissionais da saúde, parteiras tradicionais e estagiários da área da saúde atuantes em unidades de terapia intensiva (UTI) e unidades de cuidados intensivos neonatal convencional (UCI) e berçários, como complemento do esquema vacinal para difteria e tétano ou como reforço para aqueles que apresentam o esquema vacinal completo para difteria e tétano.

Imunização ampliada

Em meio a tantos surtos de coqueluche, o ministério publicou neste mês nota técnica em que recomenda ampliar, em caráter excepcional, e intensificar a vacinação contra a doença no Brasil. A pasta pede ainda que estados e municípios fortaleçam ações de vigilância epidemiológica para casos de coqueluche.

O documento amplia a indicação de uso da vacina dTpa (tríplice bacteriana acelular tipo adulto), que combate difteria, tétano e coqueluche, para trabalhadores da saúde que atuam em serviços de saúde públicos e privados, ambulatorial e hospitalar, com atendimento em ginecologia e obstetrícia; parto e pós-parto imediato, incluindo casas de parto; UTIs e UCIs, berçários (baixo, médio e alto risco) e pediatria

Ainda de acordo com a nota técnica, profissionais que atuam como doulas, acompanhando gestantes durante os períodos de gravidez, parto e pós-parto; além de trabalhadores que atuam em berçários e creches onde há atendimento de crianças com até 4 anos, também devem ser imunizados contra a coqueluche.

A administração da dose nesse público deve considerar o histórico vacinal contra difteria e tétano (dT). Pessoas com o esquema vacinal completo devem receber uma dose da dTpa, mesmo que a última imunização tenha ocorrido há menos de dez anos. Já os que têm menos de três doses administradas devem receber uma dose de dTpa e completar o esquema com uma ou duas doses de dT.

A doença

Causada pela bactéria Bordetella Pertussis, a coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma infecção respiratória presente em todo o mundo. A principal característica são crises de tosse seca, mas a doença pode atingir também traqueia e brônquios. Os casos tendem a se alastrar mais em épocas de clima ameno ou frio, como primavera e inverno.

Nas crianças, a imunidade à doença é adquirida apenas quando administradas as três doses da vacina, sendo necessária a realização dos reforços aos 15 meses e aos 4 anos de idade. Bebês menores de 6 meses podem apresentar complicações pela coqueluche e o quadro pode levar à morte.

O ministério alerta que um adulto, mesmo tendo sido vacinado quando bebê, pode se tornar suscetível novamente à coqueluche, já que a vacina pode perder o efeito com o passar do tempo. Por conta do risco de exposição, a imunização de crianças já nos primeiros meses de vida é tão importante.

A transmissão da coqueluche ocorre, principalmente, pelo contato direto do doente com uma pessoa não vacinada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou até mesmo ao falar. Em alguns casos, a transmissão pode ocorrer por objetos recentemente contaminados com secreções de pessoas doentes.

Os sintomas podem se manifestar em três níveis. No primeiro, o mais leve, os sintomas são parecidos com os de um resfriado e incluem mal-estar geral, corrimento nasal, tosse seca e febre baixa. Esses sintomas iniciais podem durar semanas, período em que a pessoa também está mais suscetível a transmitir a doença.

No estágio intermediário da coqueluche, a tosse seca piora e outros sinais aparecem e a tosse passa de leve e seca para severa e descontrolada, podendo comprometer a respiração. As crises de tosse podem provocar ainda vômito ou cansaço extremo. Geralmente, os sinais e sintomas da coqueluche duram entre seis e dez semanas

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Saúde

Beber de duas a três xícaras de café durante o trabalho ajuda a reduzir risco de morte prematura, diz estudo

Foto: Freepik

Cientistas da Universidade Soochow, na China, descobriram que trabalhadores que passam ao menos seis horas por dia sentados em seus escritórios tem 33% menos probabilidade de morrer prematuramente se beberem de duas a três xícaras de café durante o trabalho.

Os pesquisadores acreditam que os efeitos anti-inflamatórios do café podem neutralizar os danos causados por passar horas sentado todos os dias. Outros estudos já mostraram que o tempo sentado prolongado de seis a oito horas por dia está associado à morte prematura por doenças cardíacas, diabetes e câncer.

“O café é rico em substâncias bioactivas e há provas crescentes de que pode reduzir a mortalidade por doenças crónicas devido às suas propriedades poderosas”, escreveram os pesquisadores.

A falta de movimento desencadeia uma inflamação generalizada nos principais órgãos e tecidos do corpo, causando danos que podem ser fatais.

O estilo de vida viciado em televisão e o aumento da utilização de computadores no local de trabalho, mostram que uma grande proporção da população fica muito aquém dos níveis de exercício recomendados. Isso pode retardar o metabolismo e prejudicar a capacidade do corpo de controlar o açúcar no sangue, a pressão arterial e a quebra de gordura.

O estudo analisou dados de estilo de vida recolhidos em mais de 10.000 adultos nos EUA durante um período de dez anos. Os voluntários foram questionados sobre quantas horas por dia passavam sentados, bem como o consumo de café.

Os resultados, publicados na revista BMC Health, mostraram que aqueles que ficavam sentados seis horas ou mais, mas consumiam dois a três cafés por dia, tinham um terço menos probabilidade de morrer de qualquer doença durante a década em que foram acompanhados.

O Globo

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Saúde

Incidência de câncer cresce 79% em pessoas com menos de 50 anos

Foto: USP Imagens/Pedro Bolle

Dados de um estudo publicado na revista científica BMJ Oncology têm preocupado especialistas da saúde. O aumento de 79% do câncer em adultos jovens vai na contramão do desenvolvimento da doença como um todo. Como afirma Jorge Sabbaga, da Oncologia Clínica do Instituto do Câncer, os dados “vêm num contexto em que a incidência mundial de câncer vem de fato baixando”.

Justamente no grupo que não era considerado de risco, pessoas em geral abaixo de 50 anos, crescem os casos da doença. O professor dá alguns indicativos das razões dessa tendência contraintuitiva. Historicamente, o principal grupo de risco eram os tabagistas. Com cada vez menos usuários de tabaco, a diminuição de câncer na terceira idade se explica. Já a aparição de tumores em grupos mais jovens pode ter causas diversas, sendo uma das principais o aumento da obesidade.

Enquanto a taxa de tabagistas cai, sobe a de obesos. O cenário, como afirma Sabbaga, é de “esses dois fatores trabalhando cada um contra o outro” e que “isso provavelmente interfere com o aumento da incidência de câncer em populações mais jovens”.

Além disso, como diz o especialista, “o sedentarismo, mesmo sem obesidade, contribui para o aparecimento de fator de risco para câncer”.

Outras possíveis causas são mais específicas. “Para tumores de cólon, há uma grande influência do uso precoce e difundido de antibióticos já na primeira infância”, diz o médico.

Afirma também que “antibióticos orais acabam levando também a um aumento de risco para tumores de intestino”. A razão disso é que a flora intestinal seria afetada pelos medicamentos, podendo ser desregulada.

Entre a 1ª e a 2ª década deste século, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considerou a carne processada como carcinógeno tipo 1. Para vias de comparação, essa classificação é a mesma para o tabagismo. Comer carne, em especial salsicha, salame e processados, é tão danoso para a saúde quanto fumar cigarro a longo prazo.

Sabbaga explica haver “muita relação com o tempo que esse carcinógeno está dentro do tubo gastrointestinal, então comer em excesso e ter um intestino preso aumenta a sua potência de risco”.

Para evitar o risco alto de câncer, o ideal seria “evitar comer essas coisas que são carcinógenas e comer coisas que estimulem o ritmo intestinal”.

A conclusão é evitar o consumo excessivo de carne, em especial as processadas, e comer alimentos com fibras. Dentre estes, vale ressaltar legumes e verduras, os quais, além de vários outros benefícios para a saúde, também melhoram as chances de evitar o câncer precoce.

Poder 360 com informações de Agência USP

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Saúde

Mulheres vivem mais do que homens, mas com saúde pior, revela estudo

Foto: Satjawat/Adobe Stock

Pesquisa analisou dados sobre as 20 principais doenças causadoras de morte em todo mundo. Resultado mostra influência de fatores biológicos e sociais na expectativa e qualidade de vida. Mulheres tendem a sofrer com mais frequência de dor lombar, depressão e dores de cabeça. Homens, por outro lado, têm vidas mais curtas porque se envolvem em acidentes de trânsito com mais frequência e têm taxas mais altas de doenças cardiovasculares e, nos últimos anos, de Covid –ambas causas potenciais de morte prematura.

Essa é a conclusão de uma análise publicada na revista científica The Lancet Public Health. Os pesquisadores analisaram as diferenças entre os sexos na incidência das 20 principais causas de doença e morte, em todas as idades e regiões do mundo.

“Ao longo de suas vidas, as mulheres passarão mais tempo com a saúde debilitada, enquanto os homens sofrem de doenças que os matarão mais cedo”, disse à DW Luisa Sorio Flor, uma das autoras do estudo.

Deutsche Welle/Folha de S. Paulo

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Saúde

Brasil tem quase 90% dos casos de dengue no mundo em 2024, diz OMS

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O Brasil é o país com maior número de casos e mortes por dengue neste ano, segundo informe da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado nesta quinta-feira (30.mai.2024). São 6,2 milhões de casos suspeitos e 3 milhões confirmados –o que corresponde a 88,2% dos casos no mundo no período.

Até 30 de abril, a soma dos casos notificados mundialmente foi de 7,6 milhões. Desses, 3,4 milhões foram confirmados. Ao todo, foram registradas 3.680 mortes –sendo 77% desse total (2.846) no Brasil.

O aumento mais substancial foi observado nas Américas, onde o número de casos já ultrapassou 7 milhões no final de abril de 2024 –a média anual é de 4,6 milhões– em 2023. Na região, a dengue é o arbovírus mais difundido e tem pandemias cíclicas a cada 3 a 5 anos.

Depois do Brasil, os países com mais casos da doença são a Argentina (420.867 casos suspeitos), Paraguai (257.667 casos suspeitos) e Peru (199.659 casos suspeitos). Todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados na região em 2024 e 6 países (Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá) já relataram a circulação simultânea de todos os sorotipos de dengue.

Poder360

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Saúde

Sexo, drogas e jogos: usuários alegam que Ozempic os tornou impulsivos

Foto: Getty Images

Após uma coleção de efeitos colaterais estranhos do Ozempic ter aparecido, inclusive com a criação do meme “cabeça de Ozempic”, o uso da medicação ganhou mais um possível evento adverso bizarro.

Usuários do remédio na Inglaterra dizem ter se tornado mais impulsivos depois de começar a aplicá-lo. Em alguns casos, eles culpam o Ozempic pelo “desejo intenso” de participar de aventuras sexuais ou de praticar jogos de azar.

O comportamento imprudente supostamente motivado pelo medicamento foi associado até à vontade de pedir divórcio.

Um artigo publicado em 22 de maio no Quarterly Journal of Medicine e escrito pelo professor de medicina molecular Raymond Playford, da Universidade de West London, na Inglaterra, registrou os casos e associou o uso do remédio ao impacto na personalidade.

O professor sugere que o uso de remédios como o Ozempic (que replicam a ação do hormônio GLP-1 no organismo) pode resultar em alterações cognitivas na tomada de decisões dos usuários.

Embora a pesquisa tenha sido apenas observacional, ou seja, feita a partir do relato dos participantes aos médicos, a explicação encontrada por Playford é que o remédio pode levar a um aumento de dopamina no cérebro, o hormônio da felicidade.

“As alterações metabólicas resultantes do déficit calórico e da rápida perda de peso combinadas com os efeitos diretos da droga na função cerebral podem estar gerando impactos na tomada de decisões e aumento do risco de distúrbios do controle dos impulsos”, sugere o texto.

Metrópoles

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Saúde

Com quase 2 mil casos, Síndrome Respiratória Aguda Grave registra aumento de 17% na Paraíba

Imagem meramente ilustrativa – (Foto: Pexel)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nessa terça-feira (28), o Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios com dados atualizados até 27 de maio. A publicação mostra que a Paraíba registrou 1.894 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), havendo um aumento de 17%  nas notificações quando comparado com o mesmo período do ano passado. O órgão reforça a necessidade dos cuidados de rotina, bem como a importância da vacinação, sendo uma maneira eficaz para evitar agravamento dos casos e óbitos.

De acordo com o boletim, foram realizados 832 exames de RT-PCR para os casos de SRAG no Estado, havendo uma maior predominância do vírus Influenza A na faixa etária menor de 5 anos com 29,36%. Para o Vírus Sincicial Respiratório, o registro de maior incidência se deu em menores de 1 ano com 73,90%, e para Rinovírus predominou o grupo menor de 5 anos com 68,21%.

A chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas (NDTA) da SES, Fernanda Vieira, destaca que, historicamente, é comum o acometimento de doenças respiratórias durante o período chuvoso, e que para diminuir a circulação dos vírus é importante estar com a caderneta vacinal atualizada, especialmente os grupos mais vulneráveis.

“Precisamos reforçar os cuidados necessários para evitar a transmissão desses vírus, como manter ambientes bem ventilados, com janelas e portas abertas; Manter as mãos limpas através da lavagem das mãos ou uso de álcool em gel 70%; Higienizar com frequência os brinquedos das crianças e não compartilhar objetos pessoais como os talheres, toalhas, pratos, copos e garrafinhas. As pessoas que estiverem doentes com quadro respiratório devem praticar a etiqueta respiratória, usando máscara.  São medidas simples que aliadas à vacinação em dia podem diminuir a disseminação dos vírus respiratórios e proteger a população de forma geral”, ressaltou.

A SES reforça que a Paraíba está abastecida com os imunizantes que contemplam Influenza tipo A e tipo B e que, atualmente, ocupa a 2ª posição no Ranking Nacional de Cobertura vacinal, com o percentual de 43,75% de cobertura na meta de 90% do público alvo, preconizada pela Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. Dentro do público alvo está a população mais vulnerável aos vírus respiratórios que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhador da saúde; gestantes e puérperas e idosos com 60 anos ou mais de idade.

O Boletim ainda aponta 220 óbitos por SRAG até 27 maio de 2024. Desses, 54 óbitos foram por Covid-19, 40 óbitos por Influenza A, nove por Rinovírus, sete VRS, um bocavírus, um por Parainfluenza 3 . Dos 40 óbitos por Influeza A, a maioria ocorreu em pessoas da faixa etária acima de 60 anos. Outros 19 óbitos seguem em investigação. O Boletim Epidemiológico está disponível no site da Saúde, por meio do link: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/arquivos-1/vigilancia-em-saude/be_virus_respiratorios_05_2024_assinado-1.pdf

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Ex-fumantes que usam ‘vapes’ têm maior risco de câncer de pulmão, diz estudo

Foto: Reprodução

As pessoas que pararam de fumar e passaram a consumir cigarros eletrônicos têm maior probabilidade de desenvolver câncer de pulmão do que aquelas que não usam “vapes”, de acordo com um estudo realizado na Coreia do Sul divulgado nesta semana.

“Este é o primeiro grande estudo de base populacional que demonstra o aumento do risco de câncer de pulmão em usuários de cigarros eletrônicos após a cessação do tabagismo”, disse Yeon Wook Kim, que liderou o estudo no Hospital Bundang da Universidade Nacional de Seul.

Os pesquisadores examinaram na Coreia do Sul 4.329.288 indivíduos que tinham um histórico de tabagismo convencional. Eles fizeram análises em dois momentos: 2012-2014 e 2018, além de um acompanhamento em dezembro de 2021.

No momento da leitura de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que 53.354 indivíduos haviam desenvolvido câncer de pulmão e 6.351 haviam morrido da doença no período intermediário.

Os ex-fumantes de cigarros convencionais que adotaram os cigarros eletrônicos apresentaram maior risco de diagnóstico de câncer de pulmão e morte relacionada à doença do que os ex-fumantes que pararam de fumar e também evitaram os cigarros eletrônicos.

G1

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