Saúde

Incidência de câncer cresce 79% em pessoas com menos de 50 anos

Foto: USP Imagens/Pedro Bolle

Dados de um estudo publicado na revista científica BMJ Oncology têm preocupado especialistas da saúde. O aumento de 79% do câncer em adultos jovens vai na contramão do desenvolvimento da doença como um todo. Como afirma Jorge Sabbaga, da Oncologia Clínica do Instituto do Câncer, os dados “vêm num contexto em que a incidência mundial de câncer vem de fato baixando”.

Justamente no grupo que não era considerado de risco, pessoas em geral abaixo de 50 anos, crescem os casos da doença. O professor dá alguns indicativos das razões dessa tendência contraintuitiva. Historicamente, o principal grupo de risco eram os tabagistas. Com cada vez menos usuários de tabaco, a diminuição de câncer na terceira idade se explica. Já a aparição de tumores em grupos mais jovens pode ter causas diversas, sendo uma das principais o aumento da obesidade.

Enquanto a taxa de tabagistas cai, sobe a de obesos. O cenário, como afirma Sabbaga, é de “esses dois fatores trabalhando cada um contra o outro” e que “isso provavelmente interfere com o aumento da incidência de câncer em populações mais jovens”.

Além disso, como diz o especialista, “o sedentarismo, mesmo sem obesidade, contribui para o aparecimento de fator de risco para câncer”.

Outras possíveis causas são mais específicas. “Para tumores de cólon, há uma grande influência do uso precoce e difundido de antibióticos já na primeira infância”, diz o médico.

Afirma também que “antibióticos orais acabam levando também a um aumento de risco para tumores de intestino”. A razão disso é que a flora intestinal seria afetada pelos medicamentos, podendo ser desregulada.

Entre a 1ª e a 2ª década deste século, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considerou a carne processada como carcinógeno tipo 1. Para vias de comparação, essa classificação é a mesma para o tabagismo. Comer carne, em especial salsicha, salame e processados, é tão danoso para a saúde quanto fumar cigarro a longo prazo.

Sabbaga explica haver “muita relação com o tempo que esse carcinógeno está dentro do tubo gastrointestinal, então comer em excesso e ter um intestino preso aumenta a sua potência de risco”.

Para evitar o risco alto de câncer, o ideal seria “evitar comer essas coisas que são carcinógenas e comer coisas que estimulem o ritmo intestinal”.

A conclusão é evitar o consumo excessivo de carne, em especial as processadas, e comer alimentos com fibras. Dentre estes, vale ressaltar legumes e verduras, os quais, além de vários outros benefícios para a saúde, também melhoram as chances de evitar o câncer precoce.

Poder 360 com informações de Agência USP

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Saúde

Mulheres vivem mais do que homens, mas com saúde pior, revela estudo

Foto: Satjawat/Adobe Stock

Pesquisa analisou dados sobre as 20 principais doenças causadoras de morte em todo mundo. Resultado mostra influência de fatores biológicos e sociais na expectativa e qualidade de vida. Mulheres tendem a sofrer com mais frequência de dor lombar, depressão e dores de cabeça. Homens, por outro lado, têm vidas mais curtas porque se envolvem em acidentes de trânsito com mais frequência e têm taxas mais altas de doenças cardiovasculares e, nos últimos anos, de Covid –ambas causas potenciais de morte prematura.

Essa é a conclusão de uma análise publicada na revista científica The Lancet Public Health. Os pesquisadores analisaram as diferenças entre os sexos na incidência das 20 principais causas de doença e morte, em todas as idades e regiões do mundo.

“Ao longo de suas vidas, as mulheres passarão mais tempo com a saúde debilitada, enquanto os homens sofrem de doenças que os matarão mais cedo”, disse à DW Luisa Sorio Flor, uma das autoras do estudo.

Deutsche Welle/Folha de S. Paulo

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Saúde

Brasil tem quase 90% dos casos de dengue no mundo em 2024, diz OMS

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O Brasil é o país com maior número de casos e mortes por dengue neste ano, segundo informe da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado nesta quinta-feira (30.mai.2024). São 6,2 milhões de casos suspeitos e 3 milhões confirmados –o que corresponde a 88,2% dos casos no mundo no período.

Até 30 de abril, a soma dos casos notificados mundialmente foi de 7,6 milhões. Desses, 3,4 milhões foram confirmados. Ao todo, foram registradas 3.680 mortes –sendo 77% desse total (2.846) no Brasil.

O aumento mais substancial foi observado nas Américas, onde o número de casos já ultrapassou 7 milhões no final de abril de 2024 –a média anual é de 4,6 milhões– em 2023. Na região, a dengue é o arbovírus mais difundido e tem pandemias cíclicas a cada 3 a 5 anos.

Depois do Brasil, os países com mais casos da doença são a Argentina (420.867 casos suspeitos), Paraguai (257.667 casos suspeitos) e Peru (199.659 casos suspeitos). Todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados na região em 2024 e 6 países (Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá) já relataram a circulação simultânea de todos os sorotipos de dengue.

Poder360

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Saúde

Sexo, drogas e jogos: usuários alegam que Ozempic os tornou impulsivos

Foto: Getty Images

Após uma coleção de efeitos colaterais estranhos do Ozempic ter aparecido, inclusive com a criação do meme “cabeça de Ozempic”, o uso da medicação ganhou mais um possível evento adverso bizarro.

Usuários do remédio na Inglaterra dizem ter se tornado mais impulsivos depois de começar a aplicá-lo. Em alguns casos, eles culpam o Ozempic pelo “desejo intenso” de participar de aventuras sexuais ou de praticar jogos de azar.

O comportamento imprudente supostamente motivado pelo medicamento foi associado até à vontade de pedir divórcio.

Um artigo publicado em 22 de maio no Quarterly Journal of Medicine e escrito pelo professor de medicina molecular Raymond Playford, da Universidade de West London, na Inglaterra, registrou os casos e associou o uso do remédio ao impacto na personalidade.

O professor sugere que o uso de remédios como o Ozempic (que replicam a ação do hormônio GLP-1 no organismo) pode resultar em alterações cognitivas na tomada de decisões dos usuários.

Embora a pesquisa tenha sido apenas observacional, ou seja, feita a partir do relato dos participantes aos médicos, a explicação encontrada por Playford é que o remédio pode levar a um aumento de dopamina no cérebro, o hormônio da felicidade.

“As alterações metabólicas resultantes do déficit calórico e da rápida perda de peso combinadas com os efeitos diretos da droga na função cerebral podem estar gerando impactos na tomada de decisões e aumento do risco de distúrbios do controle dos impulsos”, sugere o texto.

Metrópoles

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Saúde

Com quase 2 mil casos, Síndrome Respiratória Aguda Grave registra aumento de 17% na Paraíba

Imagem meramente ilustrativa – (Foto: Pexel)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nessa terça-feira (28), o Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios com dados atualizados até 27 de maio. A publicação mostra que a Paraíba registrou 1.894 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), havendo um aumento de 17%  nas notificações quando comparado com o mesmo período do ano passado. O órgão reforça a necessidade dos cuidados de rotina, bem como a importância da vacinação, sendo uma maneira eficaz para evitar agravamento dos casos e óbitos.

De acordo com o boletim, foram realizados 832 exames de RT-PCR para os casos de SRAG no Estado, havendo uma maior predominância do vírus Influenza A na faixa etária menor de 5 anos com 29,36%. Para o Vírus Sincicial Respiratório, o registro de maior incidência se deu em menores de 1 ano com 73,90%, e para Rinovírus predominou o grupo menor de 5 anos com 68,21%.

A chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas (NDTA) da SES, Fernanda Vieira, destaca que, historicamente, é comum o acometimento de doenças respiratórias durante o período chuvoso, e que para diminuir a circulação dos vírus é importante estar com a caderneta vacinal atualizada, especialmente os grupos mais vulneráveis.

“Precisamos reforçar os cuidados necessários para evitar a transmissão desses vírus, como manter ambientes bem ventilados, com janelas e portas abertas; Manter as mãos limpas através da lavagem das mãos ou uso de álcool em gel 70%; Higienizar com frequência os brinquedos das crianças e não compartilhar objetos pessoais como os talheres, toalhas, pratos, copos e garrafinhas. As pessoas que estiverem doentes com quadro respiratório devem praticar a etiqueta respiratória, usando máscara.  São medidas simples que aliadas à vacinação em dia podem diminuir a disseminação dos vírus respiratórios e proteger a população de forma geral”, ressaltou.

A SES reforça que a Paraíba está abastecida com os imunizantes que contemplam Influenza tipo A e tipo B e que, atualmente, ocupa a 2ª posição no Ranking Nacional de Cobertura vacinal, com o percentual de 43,75% de cobertura na meta de 90% do público alvo, preconizada pela Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. Dentro do público alvo está a população mais vulnerável aos vírus respiratórios que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhador da saúde; gestantes e puérperas e idosos com 60 anos ou mais de idade.

O Boletim ainda aponta 220 óbitos por SRAG até 27 maio de 2024. Desses, 54 óbitos foram por Covid-19, 40 óbitos por Influenza A, nove por Rinovírus, sete VRS, um bocavírus, um por Parainfluenza 3 . Dos 40 óbitos por Influeza A, a maioria ocorreu em pessoas da faixa etária acima de 60 anos. Outros 19 óbitos seguem em investigação. O Boletim Epidemiológico está disponível no site da Saúde, por meio do link: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/arquivos-1/vigilancia-em-saude/be_virus_respiratorios_05_2024_assinado-1.pdf

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Ex-fumantes que usam ‘vapes’ têm maior risco de câncer de pulmão, diz estudo

Foto: Reprodução

As pessoas que pararam de fumar e passaram a consumir cigarros eletrônicos têm maior probabilidade de desenvolver câncer de pulmão do que aquelas que não usam “vapes”, de acordo com um estudo realizado na Coreia do Sul divulgado nesta semana.

“Este é o primeiro grande estudo de base populacional que demonstra o aumento do risco de câncer de pulmão em usuários de cigarros eletrônicos após a cessação do tabagismo”, disse Yeon Wook Kim, que liderou o estudo no Hospital Bundang da Universidade Nacional de Seul.

Os pesquisadores examinaram na Coreia do Sul 4.329.288 indivíduos que tinham um histórico de tabagismo convencional. Eles fizeram análises em dois momentos: 2012-2014 e 2018, além de um acompanhamento em dezembro de 2021.

No momento da leitura de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que 53.354 indivíduos haviam desenvolvido câncer de pulmão e 6.351 haviam morrido da doença no período intermediário.

Os ex-fumantes de cigarros convencionais que adotaram os cigarros eletrônicos apresentaram maior risco de diagnóstico de câncer de pulmão e morte relacionada à doença do que os ex-fumantes que pararam de fumar e também evitaram os cigarros eletrônicos.

G1

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Saúde

Paraíba apresenta tendência de queda nos casos de dengue, diz Ministério da Saúde

Foto: Reprodução

Dados do Ministério da Saúde apresentados nesta terça-feira (14), sinalizam um cenário mais positivo no enfrentamento da dengue no Brasil. Neste momento, 24 estados e o Distrito Federal registram queda na incidência da doença e dois seguem em cenário de estabilidade.

Além da Paraíba, estão em tendência de queda: Acre; Alagoas; Amazonas; Amapá; Bahia; Ceará; Distrito Federal; Espírito Santo; Goiás; Minas Gerais; Mato Grosso do Sul; Pará; Pernambuco; Piauí; Paraná; Rio de Janeiro; Rio Grande do Norte; Rondônia; Roraima; Rio Grande do Sul; Santa Catarina; Sergipe; São Paulo e Tocantins.

Apenas Maranhão e Mato Grosso apresentam estabilidade.

Números

Os dados mostram que o país contabiliza, em 2024, um total de 4.797.362 casos prováveis de dengue – uma média de 2.362,5 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, incluindo 53.660 casos de dengue grave ou dengue com sinal de alarme. Há ainda 2.576 óbitos pela doença confirmados e 2.628 em investigação.

Portal Correio

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Saúde

Paraíba teve mais de 45 notificações de casos de meningite em 2024



					Paraíba teve mais de 45 notificações de casos de meningite em 2024
Neisseria meningitidis, a bactéria que causa a meningite meningocócica. Foto: Wikimedia. 

Um total de 48 casos de meningite já foram notificados em 2024 na Paraíba, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Desses, 18 casos foram confirmados, com dois óbitos. A última atualização do boletim é do último sábado (4).

No mesmo período em 2023, ou seja, até a 18ª semana do ano, foram notificados 44 casos, sendo 25 confirmados e sete óbitos.

As mortes confirmadas esse ano foram de uma mulher de 49 anos em Alhandra e uma mulher de 28 anos em Cabaceiras.

Ainda de acordo com o boletim da SES, considerando o período até o dia 4 de maio, outros quatro casos estão aguardando o laudo de necrópsia do serviço de verificação de óbito, sendo dois de João Pessoa (uma criança do sexo masculino de 4 anos e uma mulher de 52 anos), um de Cruz de Espírito Santo (um homem de 53 anos) e um de Jacaraú (um bebê de três meses).

Na última terça-feira (7), a Secretaria de Saúde de Campina Grande registrou o óbito de uma criança no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA). A morte está sendo investigada por suspeita de meningite. Esse caso não está registrado ainda nos dados do último boletim em que constam as 48 notificações.

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Blog do BG PB com JornalPB

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Saúde

AstraZeneca para de fabricar e distribuir vacina contra a covid

Foto: Reprodução

A AstraZeneca começou a retirar sua vacina contra a covid-19 do mercado mundial e vai parar de fabricá-la. Segundo a farmacêutica, a medida é por razões comerciais, uma vez que há um “excedente de imunizantes” que foram atualizados para novas variantes do Sars-CoV-2.

A companhia já havia enviado, em março, um pedido à UE (União Europeia) para a retirada voluntária da “autorização de introdução no mercado”. A solicitação foi aceita e entrou em vigor na 3ª feira (7.mai.2024). A Vaxzevria, como a vacina é chamada, tem sido alvo de escrutínio por causa de um efeito adverso raro do imunizante.

AstraZeneca reconheceu pela 1ª vez diante da Justiça que a sua vacina contra a covid-19 pode causar um “efeito adverso raro”. A farmacêutica é alvo de uma ação coletiva em que 51 famílias pedem indenização de até £ 100 milhões (cerca de R$ 650 milhões).

A farmacêutica disse, em documentos anexados ao processo, que o imunizante “pode, em casos muito raros, causar síndrome de trombose com trombocitopenia”. Chamada de TTS, a condição é caracterizada pela formação de coágulos de sangue e pode ocasionar o entupimento de veias e artérias.

Em comunicado citado pelo The Telegraph, a AstraZeneca afirmou estar “extremamente orgulhosa” do papel que a sua vacina desempenhou na pandemia.

“De acordo com estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas só no 1º ano de utilização e mais de 3 bilhões de doses foram distribuídas”, lê-se na nota.

“O nosso trabalho foi reconhecido pelos governos de todo o mundo e é amplamente considerado como tendo sido um componente crítico para acabar com a pandemia global”, acrescenta.

“Como, desde então, foram desenvolvidas múltiplas vacinas para variantes da covid-19, há um excedente de imunizantes atualizados disponíveis. Isto levou a um declínio na procura pela Vaxzevria, que já não é fabricada nem fornecida. A AstraZeneca tomou, portanto, a decisão de iniciar a retirada das autorizações de introdução no mercado da Vaxzevria na Europa”, diz o comunicado.

E completa: “Faremos parceria com autoridades reguladoras em todo o mundo para iniciar a retirada da autorização de comercialização da Vaxzevria”.

Poder360

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Saúde

Sobe para quatro o número de mortes por dengue em 2024, na Paraíba

Dengue
Mosquito da dengue (Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou a quarta morte por dengue em 2024. A vítima trata-se de um homem de 69 anos, morador de Cabedelo, no litoral da Paraíba. De acordo com exames médicos, foi atestado a doença no corpo do homem.

Além das mortes por dengue, a Paraíba registrou dois óbitos por chikungunya neste ano.

O primeiro óbito por dengue foi confirmado no dia 14 de fevereiro, na Paraíba. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, a vítima é um jovem de 24 anos, morador da cidade de Camalaú, no cariri do estado.

Já a segunda morte em decorrência da dengue foi registrado no dia 26 de fevereiro. De acordo com a pasta, a paciente, de 42 anos, morava no Conde, Litoral Sul paraibano. Ela tinha comorbidades como diabetes, hipertensão e doença hematológica.

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) confirmou, no dia 29 de fevereiro, a terceira morte por dengue, no estado, desde o começo de 2024. A vítima é um homem de 60 anos e o óbito ocorreu em Campina Grande.

BG com Portal Correio

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