Protestos

Sindicatos insatisfeitos com Lula planejam greve nacional; paralisação deve atingir UFPB, UFCG e IFPB

Universidade Federal da Paraíba – (Foto: Angélica Gouveia/Ascom UFPB)

Sindicatos de professores e servidores técnico-administrativos das universidades e institutos federais de educação estão atualmente em negociações para realizar uma greve nacional em março. Na Paraíba, a paralisação deve atingir instituições como a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e o Instituto Federal de Educação da Paraíba (IFPB), conforme anunciado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (SINTESPB).

Os servidores técnico-administrativos das universidades federais já receberam indicativos para uma greve marcada para o dia 11 de março. Além disso, há uma reunião nacional de membros dos sindicatos de professores das universidades e institutos federais programada para o final deste mês. Durante essa reunião, eles discutirão a possibilidade de deflagrar uma greve.

Clodoaldo Gomes, da coordenação de comunicação e marketing do SINTESPB, revelou que entidades nacionais de ambas as categorias estão em contato para organizar um movimento grevista em todo o país.

Para justificar o ato, Clodoaldo Gomes argumentou que o governo tem negligenciado a apresentação de propostas para os servidores da educação, além de cortes de recursos nas universidades e institutos federais.

Os professores planejam se reunir no final do mês para debater a situação.

O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG), Antônio Lisboa, informou que a discussão sobre a possibilidade de greve será realizada em um congresso nacional do sindicato no final de fevereiro e início de março.

A pauta de lutas da categoria para o semestre será definida após o congresso. Assim, ainda não é possível afirmar se há um indicativo de greve neste momento, conforme destacou Antônio Lisboa.

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PROTESTO: Servidores revoltados com João Azevêdo vão à Granja Santana contra percentual de reajuste

Servidores cobram diálogo com o governador João Azevêdo (Foto: Aspol-PB)

Servidores estaduais realizam um protesto, na manhã desta quarta-feira (24), na frente da Granja Santana, residência oficial do governador João Azevêdo. Por conta da manifestação, o trânsito flui lentamente na avenida Beira Rio.

Os manifestantes consideram irrisório o reajuste de 5%, anunciado pelo gestor.

“Por que o governador reajustou em 32% o próprio salário (aumento em torno de 8 mil reais), porém só concedeu 5% para os servidores públicos em geral! Esse aumento não chegou a 100,00 reais. Nossas perdas inflacionárias foram de 22%”, argumento Suana Melo, umas das dirigentes da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB).

Uma equipe da Semob-JP foi direcionado ao local para controlar o tráfego.

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PROTESTO: Servidores insatisfeitos com João Azevêdo fazem manifestação no CAM após reajuste de 5%

Um ato público foi realizado na manhã desta quarta-feira (17) na avenida Aderbal Piragibe, uma das principais do bairro de Jaguaribe,  em João Pessoa, contra o reajuste linear de 5% anunciado esta semana pelo governador da Paraíba João Azevêdo (PSB).

Vestidos de preto, empunhando faixas e com apoio de um carro de som, eles reclamaram do percentual que, de acordo com o Fórum de Servidores Estaduais, é rejeitado pelo funcionalismo público estadual que esperava a recomposição de perdas dos últimos anos, estimada por eles em 21%.

“Há uma pauta reprimida com a categoria docente e o índice do MEC não atende as necessidades dos professores porque não põe em ação o novo PCCR. O que está em vigor não nos serve mais”, disse Fernando Lira, representante da Associação dos Professores de Licenciatura Plena (APLP)

Dessa maneira, a ASPOL manifesta a insatisfação coletiva dos policiais paraibanos diante da triste decisão do Governo, de não dialogar e já anunciar, sem ouvir as categorias, um percentual que não cobre as perdas dos anos anteriores. Ressaltamos: em 2023 não houve recomposição!

Já o presidente da Associação dos Policiais Civis da Paraíba (Aspol-PB), Beethoven Silva pontuou a queixa de sua categoria: “O governador fala como se fosse um ‘sacrifício’ conceder 5% de recomposição, quando as contas estão equilibradas e há superávit! Esse percentual anunciado só demonstra falta de compromisso e o interesse em manter o sucateamento das forças de segurança e não valorizar os policiais que estão na última posição recebendo o pior salário do país!”, disse o presidente.

A manifestação deu início ao lado do Centro Administrativo Estadual, em Jaguaribe, percorreu um trecho da Avenida Vasco da Gama e da Avenida 1º de Maio, de onde retornou no sentido Centro Administrativo, provocando lentidão no trânsito.

Equipes do Trânsito e Transporte da Semob-JP acompanharam os manifestantes, que gritavam palavras de ordem como “governador, receba o servidor”.

Além do aumento salarial para o funcionalismo público, o governador também anunciou o pagamento do piso nacional dos professores, a incorporação de mais 20% da bolsa desempenho para as Forças de Segurança e do Magistério, além do reajuste do salário mínimo. As medidas econômicas irão gerar um impacto superior a R$ 450 milhões na folha de pessoal em 2024.

Com PBTodoDia

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PROTESTO: Servidores da Paraíba cobram de João Azevêdo reposição salarial

Foto: Albemar Santos/Redemais

Servidores públicos do Governo da Paraíba fizeram um ato no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (10). Os funcionários cobram o pagamento da data-base de 2024 e o retroativo do ano passado, além de uma reunião com o governador João Azevêdo (PSB).

O grupo, composto pela Associação dos Professores (APLP), SINDIFISCO, UEPB, sindicatos da área de Saúde, Polícia Civil e Associação de Aposentados, se concentrou dentro do Centro Administrativo Estadual.

Segundo o presidente da APLP, Fernando Lira, o salário dos servidores, de acordo com cálculo feito pela própria associação, está defasado em 21%. A categoria argumenta que, além da inflação, sofreu com perdas históricas.

“Temos como prioridade número um no caso da educação a vigência de um novo PCCR. O que tem aí perdeu até sua finalidade. Os professores pedem que o governador João Azevêdo tenha sensibilidade e que coloque em vigência o PCCR. As demais categorias têm uma defasagem salarial de 21%. Não interessa apenas repor a inflação, mas perdas históricas”, afirmou.

Wagner Lira, presidente do SINDIFISCO, cobrou o cumprimento da data-base e se baseou no reajuste dos demais servidores de outras instâncias do governo, a exemplo do legislativo e judiciário.

“A recomposição salarial é devida a todos os servidores. Os demais poderes, judiciário, legislativo, Ministério Público, Assembleia, TCE, todos cumprem a database no mês específico. Essa é uma lei de 2013. Essa é a nossa reivindicação”, disse o presidente.

MaisPB

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Protestos

Presidente dos Correios diz que situação está resolvida e que não haverá greve durante Black Friday

O presidente da empresa, Fabiano Silva, garante que a situação já foi resolvida (Foto: Reprodução)

 

Após ameaça dos funcionários dos Correios de entrar em greve nesta sexta-feira (24), durante a Black Friday, o presidente da empresa, Fabiano Silva, garante que a situação já foi resolvida.

“O acordo coletivo já havia sido fechado há dois meses. Ajustamos alguns itens pontuais de redação para agradar a todos. Assim, tudo funcionará normalmente, não há qualquer perspectiva de paralisação nesta sexta”, afirmou.

Ainda de acordo com os Correios, há uma expectativa de aumento de 8,18% no volume de postagens na Black Friday, em comparação com 2022.

Para isso, a empresa promete desconto no envio das encomendas e entrega até as 23h em 28 cidades espalhadas pelo Brasil.

CNN

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Protestos

PROTESTO: Músicos, artistas de rua e donos de quiosques realizam manifestação contra restrições de Cícero Lucena na orla de JP

Nesta terça-feira está programado um protesto de músicos, funcionários e donos de quiosques da orla de Cabo Branco e Tambaú em repúdio ao Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a Prefeitura de João Pessoa e o Ministério Público da Paraíba.

Segundo a organização, as restrições de horário de funcionamento e número de trabalhadores informais, impostas pelo Prefeito Cícero Lucena estão desencadeando uma onda de desemprego na categoria.

Os sanfoneiros, tecladistas e percussionistas estão sofrendo isso diretamente.Além disso, o horário estabelecido não suprir as necessidades comerciais dos quiosques prejudicando muito todos na região.

O protesto começa às 19h no busto de Tamandaré.

Blog do BG PB

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(VÍDEO) Garis protestam por falta de pagamento em Campina Grande

 

Os trabalhadores da coleta de lixo em Campina Grande paralisaram o serviço, na manhã desta segunda-feira (09).

Eles são funcionários de uma empresa contratada pela Prefeitura Municipal para realizar o serviço e cobram pagamentos, falta de Equipamento de Proteção Individual e o benefício do vale transporte.

Até o momento o secretário de Serviços Urbanos da Prefeitura de Campina Grande (Sesuma), Geraldo Nobre, não se pronunciou sobre o caso.

Após a manifestação, eles retomaram as atividades.

Com MaurílioJr

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(VÍDEO) CASO SOPHIA: Parentes protestam neste sábado cobrando justiça após desaparecimento de quase 3 meses

Parentes e amigos de Ana Sophia, menina de 8 anos que está desaparecida desde 4 de julho em Bananeiras, farão uma caminhada neste sábado (30) pedindo justiça sobre o caso.

Prestes a completar 3 meses do desaparecimento da menina de apenas 8 anos, o principal suspeito está foragido desde o dia 11 de setembro. Tiago Fontes da Silva Rocha era vizinho e marido da professora de Ana Sophia.

A Polícia Civil concluiu que a casa do suspeito foi o último destino da garotinha Ana Sophia, que foi vista entrando no local por câmeras de segurança.

No vídeo, Ana Maria, prima de Ana Sophia, faz um convite para a participação de toda a população local para cobrar justiça sobre o caso.

Blog do BG PB com NotíciaCertaPB

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Entregadores por aplicativo preparam greve neste fim de semana na Paraíba

Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução/Prefeitura de Fortaleza)

 

Entregadores de todo o Brasil estão organizando, nesta sexta-feira (29), um movimento de paralisação nacional dos serviços neste sábado (30) e domingo (1º). A manifestação, noticiada pelo O Antagonista, servirá para pressionar o Governo Federal a regulamentar o trabalho em serviços por aplicativo.

Existem paralisações convocadas para a Paraíba, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Entre as propostas discutidas entre o Governo Federal e as plataformas por aplicativo estão: pagamento de R$ 17 por hora trabalhada, sem contar o tempo de pausa entre as entregas. A categoria pede que sejam pagos R$ 35,76 por hora logada no aplicativo, contando com a pausa entre uma entrega e outra. As empresas querem pagar R$ 12 por hora.

O Antagonista

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(VÍDEO) 200 prefeitos paraibanos protestam na ALPB contra queda no repasse de recursos do governo Lula

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de agosto fechará com redução de quase 8%. A terceira e última transferência do mês entrará nas contas das prefeituras na quarta-feira (30). Como forma de chamar a atenção do Governo Federal para as dificuldades, prefeitos e prefeitas de mais de 200 municípios paraibanos participam de um ato municipalista em defesa dos municípios e pela reposição de perdas nos repasses.

A mobilização, encabeçada pela Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) e que conta com apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), acontece nesta quarta na Praça João Pessoa, em frente à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em João Pessoa, a partir da 9h.

A ação, intitulada “Sem FPM não dá. Dia 30 vamos parar!” terá duas frentes: a mobilização na Praça dos Três Poderes, no Centro de João Pessoa; e o fechamento da parte administrativa das prefeituras. A Famup orienta que os gestores devem manter em funcionamento serviços essenciais à população, a exemplo de saúde, educação, assistência social, monitoramento de trânsito, segurança e limpeza urbana.

Dados da CNM apontam que 51% dos municípios enfrentam dificuldades financeiras, especialmente pela queda de FPM e atrasos em outros repasses, como os royalties de minerais e petróleo. Ainda segundo o levantamento, a cada R$ 100 que são arrecadados por pequenos municípios, R$ 91 são utilizados para o pagamento de pessoal e o custeio da máquina pública.

A Famup destaca que a crise vem se agravado porque houve quedas recentes de receitas relevantes, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além dos atrasos em emendas parlamentares federais e do aumento das despesas de pessoal, custeio e investimentos.

Reivindicações- Para amenizar a crise dos entes municipais, a Famup junto com a CNM trabalha pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que institui o adicional de 1,5% do FPM no mês de março. Se a matéria for aprovada este semestre, os gestores locais poderão contar com recursos adicionais em março de 2024.

As prefeituras também reivindicam uma compensação de R$ 6,8 bilhões pelas perdas dos municípios com a redução do ICMS sobre combustíveis, aprovada no ano passado, ainda sob o governo Jair Bolsonaro (PL).

Fonte de receita – Segundo o presidente da Famup, George Coelho, para as cidades pequenas, o FPM é a principal fonte de receita do município e ajuda a custear despesas obrigatórias, como o pagamento de servidores públicos e da Previdência.

As quedas nos repasses dificultam a organização das contas e execução dos projetos e ações em benefício da população. A situação se agrava com a falta de repasses de recursos de emendas parlamentares para os municípios oriundos do Governo Federal.

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