Protestos

Greve da Caixa na PB começa apresentar transtornos; BB volta a funcionar amanhã

A greve dos servidores da Caixa Econômica Federal já começa a apresentar problemas para os usuários da instituição na Paraíba, principalmente no interior onde os caixas eletrônicos são abastecidos pelos próprios funcionários dos bancos.

E a situação tende a complicar pois ainda não há uma perspectiva do fim da greve já que os servidores rejeitaram na última sexta-feira (11) propostas apresentada pela Caixa e o banco ameaça judicializar a situação.

O banco é o responsável pelo pagamentos de benefícios sociais  como, por exemplo, o Bolsa Família, aposentadorias e programas de financiamento habitacional.

A greve dos servidores da Caixa na Paraíba foi iniciada na última quinta-feira (10) juntamente com os servidores do Banco do Brasil.

Por outro lado, o servidores do Banco do Brasil aprovaram no final de semana as propostas da instituição e as agência a funcionar normalmente a partir desta segunda-feira  (14).

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Protestos

Sem posição da empresa, mais de mil servidores dos Correios continuam de braços cruzados na PB

A greve dos servidores dos Correios continua por tempo indeterminado na Paraíba. Com isso, todos os serviços operacionais da estatal entram a semana prejudicados.

Ao Portal MaisPB, o presidente do sindicato da categoria, Tony Sérgio, informou que é aguardada uma audiência no próximo dia 21 no Tribunal Superior do Trabalho (TST) onde deve ser julgado fatos relacionados ao dissídio dos trabalhadores.

Enquanto isso, os servidores dos Correios estarão de braços cruzados no Estado com realização de piquetes nas cerca de 180 agências espalhadas por toda a Paraíba.

Entre as principais reivindicações da categoria estão a recomposição salarial frente às perdas inflacionárias, a manutenção de benefícios e melhorias na assistência à saúde, com críticas ao atual modelo de gestão da Postal Saúde.

Os trabalhadores argumentam que a valorização da categoria é fundamental para garantir a qualidade do serviço prestado à população em todos os municípios do estado.

A estatal conta com cerca 1080 servidores no Estado.

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Protestos

Bancários da PB anunciam greve; Banco do Brasil e Caixa suspendem atividades

Os bancários da Paraíba vão suspender as atividades a partir da próxima quinta-feira (10). A categoria decretou greve por tempo indeterminado. No estado estarão suspensos os atendimentos no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal.

A medida, de acordo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba (Sintrafi-PB), foi tomada após uma Assembleia Geral Extraordinária para debater melhorias salariais.

“A medida foi tomada devido à rejeição das propostas insuficientes apresentadas pelos respectivos bancos, destoando totalmente das propostas apresentadas para os funcionários das demais instituições financeiras participantes da Campanha Nacional dos Bancários Unificada 2026”, cita o sindicato.

A Campanha Nacional dos Bancários Unificada cobra aos banqueiros um reajuste integral da inflação somado ao percentual de aumento real em 2026 e 2027, abrangência do ganho real para benefícios e a definição dos índices finais.

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Protestos

3 mil trabalhadores entram em greve e serviços da Prefeitura de Campina Grande são afetados

Cerca de 3 mil servidores da Prefeitura de Campina Grande iniciaram greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (1º). A categoria cobra reajuste salarial.

A paralisação foi aprovada em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e Borborema (Sintab) e deve atingir setores da administração municipal.

Segundo o sindicato, participam da greve garis, merendeiras, secretárias, servidores de serviços gerais e profissionais de apoio.

O presidente do Sintab, Franklyn Ikaz, afirmou que a categoria segue aberta ao diálogo com a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima.

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Protestos

Construtores protestam em frente ao TJ e citam risco de 120 mil demissões

Foto: Albemar Santos/ Rede Mais

Trabalhadores da construção civil de João Pessoa realizam um protesto nesta quarta-feira (14) pela revisão da decisão que julgou inconstitucional a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), impondo a suspensão retroativa de seus efeitos. O ato foi realizado em frente ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon), o ato público acontece em defesa dos empregos na construção civil. No movimento, trabalhadores ergueram faixas com frases como: “Não é sobre números. É sobre trabalho, renda e dignidade. 120 mil empregos em risco.”

Alexandre Jubert, empresário da construção civil, disse que a anulação da LOUS afeta toda uma cadeia produtiva. “Para se ter uma noção, são 14 mil corretores de imóveis que vivem da venda. E não pode vender porque é um imóvel que é ilegal. Um comércio dependendo disso, um caçambeiro, um pintor, um gesseiro. É um problema social muito grave e nós esperamos ter solução disso na semana que vem”.

Segundo os construtores, em reunião com o Tribunal do Justiça nessa terça (13) ficou acordado que a situação da construção civil será colocada em pauta dia 21, após um parecer da Câmara Municipal, que deve ser encaminhado ainda nessa semana.

“Uma lei aprovada pela Câmara de Vereadores, sancionada pelo prefeito e que durante uma ano e oito meses não teve julgamento sobre ela, a gente entende que ela precisa ser respeitada. A gente defende não só os empregos atuais como os empregos futuros”, disse o presidente do Sinduscon, Ozaes Mangueira.

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Protestos

Construção civil paralisa obras em João Pessoa nesta quarta em protesto contra anulação da LUOS

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O setor da construção civil em João Pessoa anunciou a paralisação das atividades nesta quarta-feira (14). A mobilização é organizada pelo Sinduscon-JP e ocorre em protesto contra os efeitos da anulação da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça da Paraíba em dezembro de 2025.

Segundo o presidente do Sinduscon-PB, Ozaes Mangueira, a decisão judicial traz impactos diretos para empresas, comércio e setor financeiro, com risco de demissões. “A consequência para isso são as demissões, por consequência você tem que demitir”, afirmou.

A LUOS foi anulada após julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo Ministério Público da Paraíba, que apontou falhas no processo legislativo e flexibilização indevida de regras ambientais. Um relatório técnico da UFPB também indicou riscos como sombreamento excessivo, prejuízos à ventilação costeira e possibilidade de erosão.

O relator do processo, desembargador Carlos Beltrão, considerou a lei inconstitucional de forma formal e material, com efeitos retroativos. Representantes do setor, como Richard Lacerda, convocaram empresários e trabalhadores para participar das mobilizações previstas para os próximos dias.

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Protestos

Caminhoneiros de combustíveis da PB descartam greve nacional

O presidente do Sindconpetro-PB, Emerson Galdino, afirmou nesta quarta-feira (2) que os caminhoneiros de combustíveis da Paraíba não irão aderir à greve nacional convocada para quinta-feira (4). Ele disse que a mobilização “surgiu rápido demais” e não seguiu nenhum dos ritos obrigatórios, como assembleia, pauta definida ou deliberação com a federação.

Emerson afirmou que a categoria tem alto poder de paralisação — capaz de “parar o estado em 72 horas”, como ocorreu em 2018 — mas destacou que não aceita ser usada politicamente. Segundo ele, a convocação “tem mais cunho político do que reivindicação real” e não partiu de lideranças representativas.

O sindicalista também descreveu o desgaste da rotina dos caminhoneiros e o impacto sobre as famílias. “As esposas de caminhoneiro são viúvas de marido vivo”, declarou, citando jornadas exaustivas e dificuldades acumuladas pela categoria.

Apesar de rejeitar a greve agora, Emerson admitiu que uma paralisação organizada poderá acontecer no futuro, caso as condições não melhorem. “A base discute, mas esse ainda não é o momento”, afirmou.

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Protestos

PROTESTO: Moradores do Bairro São José em JP voltam a fechar BR-230

Moradores do Bairro São José, em João Pessoa, voltaram a interditar, na tarde desta sexta-feira (21), o trecho da BR-230 próximo ao acesso ao Manaíra Shopping, na Capital.

Ontem, o grupo já tinha realizado um ato semelhante. Os manifestantes reclamam sobre a falta de água na localidade.

Por conta do manifesto, o trânsito ficou congestionado no sentido João Pessoa-Cabedelo.

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Justiça barra greve da saúde em Campina Grande

A greve dos profissionais da saúde municipal de Campina Grande, aprovada na manhã desta quinta-feira (13) pelo SINTAB, foi suspensa poucas horas depois por decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O desembargador Joás de Brito Pereira Filho atendeu a um pedido da Prefeitura e determinou o retorno imediato de enfermeiros, fisioterapeutas e médicos aos postos de trabalho.

O sindicato havia aprovado a paralisação por causa dos atrasos recorrentes nos salários pagos pelo município. Apesar disso, o magistrado considerou a greve ilegal por atingir um serviço essencial e por não haver um plano de contingência para manter o atendimento em UPAs, SAMU e UTIs.

Na decisão, Joás de Brito afirmou:

“Na ponderação entre o direito de greve, por mais legítimas que sejam as reivindicações, e o direito à saúde e à vida de toda uma coletividade, este último deve preponderar de forma absoluta.”

O descumprimento da ordem resultará em multa diária de R$ 50 mil ao sindicato.

A Justiça determinou ainda a intimação imediata do SINTAB e o acompanhamento do caso pelo Ministério Público. A Prefeitura deverá se pronunciar sobre os atrasos salariais que motivaram o movimento.

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CRISE SEM FIM: Servidores da saúde de CG vão cruzar os braços; veja data


Os servidores da Saúde de Campina Grande decidiram realizar uma paralisação nesta quinta-feira (13). A decisão foi tomada durante assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (10), na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Campina Grande e do Agreste da Borborema (Sintab).

Segundo o sindicato, estiveram na assembleia desta segunda 17 representantes de categorias da Saúde, que foram favoráveis à paralisação. Além disso, os funcionários farão um ato público na público na Praça Clementino Procópio, no Centro, às 9h, seguido de uma caminhada pelas principais ruas da cidade.

Os servidores da Saúde reivindicam a criação de um calendário fixo de pagamento dentro do mês trabalhado, tendo em vista os recorrentes atrasos salariais por parte da Prefeitura de Campina Grande. De acordo com o Sintab, o município é o único que não possui previsão regulamentada de pagamento.

Os servidores também denunciam a falta de insumos básicos, como equipamentos de proteção individual (EPIs) nas unidades de saúde. O Sintab esclareceu que um indicativo de greve havia sido aprovado há três meses, mas o governo municipal não apresentou resposta às demandas da categoria. A expectativa é que a gestão municipal se manifeste acerca das reivindicações até a quinta-feira.

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