Protestos

Vereadores farão ‘Ato por Justiça’ na ALPB por morte e ataque a políticos

 Vereadores farão 'Ato por Justiça' na Assembleia Legislativa por morte e ataque a parlamentares

Vereadores paraibanos irão fazer um ‘Ato por Justiça’ na próxima quarta-feira (01), em frente à Assembleia Legislativa do Estado, na Capital. Eles cobram solução para as investigações em torno do assassinato do vereador de Jacaraú, Peron Filho, e também da tentativa de homicídio que teve como alvo o vereador Guga Moov Jampa.

Peron Filho foi morto no dia 15 deste mês.

A mobilização está sendo articulada pela Federação das Câmaras Municipais do Estado da Paraíba (FECAMPB).

Semana passada, o presidente da entidade, vereador Félix Júnior, que preside a Câmara de Santa Luzia, entregou um convite do Ato ao presidente Adriano Galdino (Rep).

“Esse ato é um grito da sociedade paraibana contra a impunidade. Não podemos aceitar que crimes tão graves fiquem sem resposta”, assinalou ao Blog o presidente da FECAMPB, Félix Júnior.

A expetactiva é de que centenas de parlamentares, de vários municípios paraibanos, participem do movimento.

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Manifestação em João Pessoa reúne esquerda contra PEC da blindagem e PL da anistia



					Manifestação em João Pessoa reúne esquerda contra PEC da blindagem e PL da anistia
Yanca Oliveira

Movimentos sociais, grupos e partidos políticos de esquerda participaram, na manhã deste domingo (21), em João Pessoa, de uma manifestação contra a chamada “PEC da blindagem”, aprovada pela Câmara dos Deputados. Os manifestantes também protestam contra o PL da anistia.

Convocada pelas redes sociais, a manifestação foi capitaneada na Paraíba pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e também conta com a participação de artistas locais. É o primeiro ato com a deputada estadual Cid Ramos no comando da legenda em âmbito estadual. Ela participa do ato.

Os manifestantes se concentraram no Busto de Tamandaré, a partir das 09h, e carregaram cartazes com críticas à PEC da blindagem, aprovada com o apoio da maior parte da bancada paraibana, e que dificulta os caminhos para a punição de um congressista.

Entre os manifestantes, também havia bandeiras do PT, do PC do B, do movimento LGBTQ+ e da campanha do presidente Lula. Também havia algumas bandeiras do Brasil.

A maioria dos manifestantes usava roupas vermelhas, em referência às causas da esquerda.



					Manifestação em João Pessoa reúne esquerda contra PEC da blindagem e PL da anistia
Yanca Oliveira


					Manifestação em João Pessoa reúne esquerda contra PEC da blindagem e PL da anistia
Manifestação de esquerda no Busto de Tamandaré, em João Pessoa. Yanca Oliveira


					Manifestação em João Pessoa reúne esquerda contra PEC da blindagem e PL da anistia
Yanca Oliveira

Os participantes da manifestação também carregaram faixas contra a anistia aos envolvidos nos atos de 08 de janeiro de 2023, condenados pelo STF por tentativa de golpe de Estado. A anistia também foi aprovada pela Câmara. O texto, agora, trata da “dosimetria” das penas.

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PROTESTO DO FEDOR: Moradores despejam lixo em frente à Prefeitura de Lucena

Moradores de Lucena, na Grande João Pessoa, despejaram lixo na frente do prédio a Prefeitura Municipal em protesto à falta de coleta.  ​

Desde a quarta-feira passada, os resíduos estavam se acumulando, contrariando o calendário oficial da prefeitura, que prevê a coleta às segundas, quartas e sextas-feiras, segundo a moradora Sayonara Lopes.

A situação se agravou, com sacos de lixo sendo rasgados por animais e catadores, espalhando os detritos pelas ruas. ​Adriana Melo, uma das moradoras, desabafou: “Ontem [quarta-feira, dia 17] fez uma semana da falta de coleta de lixo, e os moradores ficam sem saber o que fazer. Na sexta colocamos o lixo fora, mas não passou nas datas previstas. Na rua principal de Camaçari teve recolhimento, mas não entrou no bairro. Estou com lixo na lixeira da rua desde sexta passada e já tem mais dentro de casa agora.”

A mesma reclamação partiu de Ioná Mariano, também moradora. Ela notou que a situação em Camaçari é a pior da cidade. “Parece até de propósito,” disse.

​Os moradores, que levaram recadinhos com o lixo, afirmaram que o ato é apenas o primeiro de uma série de ações para pressionar o prefeito Léo Bandeira. Eles exigem não apenas a regularização da coleta de lixo, mas também a resolução de problemas como o saneamento básico, a iluminação pública e a retirada de animais das ruas.

MaisPB

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Professores da UEPB criticam João Azevêdo e decretam greve a partir de segunda-feira

Os professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram, em assembleia nesta quinta-feira (18), deflagrar greve a partir da próxima segunda-feira (22).

A categoria aponta como principais motivos a crise orçamentária da instituição, o não pagamento do retroativo das progressões e o descumprimento da Lei de Autonomia por parte do Governo da Paraíba.

Na semana passada, os docentes já haviam realizado paralisações e mobilizações para pressionar o Estado a abrir diálogo. Segundo a ADUEPB, ainda não houve resposta aos pedidos de audiência com o governador João Azevêdo e secretários do governo.

A paralisação das atividades acadêmicas começa na segunda-feira e segue sem prazo para terminar.

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[VÍDEO] Tarcísio de Freitas: “Só existe um candidato para nós que é Jair Messias Bolsonaro”

 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cotado para ser candidato a presidente no ano que vem, reafirmou, neste domingo (7), o apoio a candidatura de Jair Bolsonaro (PL).

“Só tem um candidato para nós, que é Jair Messias Bolsonaro”, disse, em ato na Avenida Paulista. Bolsonaro, no entanto, está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Eu tenho certeza que ele indo para urna, ele vai vencer às eleições”, afirmou.

Tarcísio defendeu uma anistia ampla, para incluir Bolsonaro, aos condenados por tentativa de golpe de Estado. “Essa festa não está completa porque Jair Messias Bolsonaro não está conosco”, disse. Em outro momento, ele mandou um recado para o presidente da Câmara, Hugo Motta: “Paute a anistia.”

O governador também citou que a defesa dos réus do núcleo crucial do golpe apontaram cerceamento de defesa. Segundo ele, isso mostra que o julgamento não está sendo imparcial. O núcleo crucial, que inclui Bolsonaro, começou a ser julgado na semana passada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). “Ninguém aguenta a tirania de um ministro”, disse, em alusão ao ministro Alexandre de Moraes. “Nós não vamos aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”, disse em outro momento.

“É tudo muito frágil, como vamos admitir uma condenação? Só há uma forma de resolver isso: anistia”, defendeu. O governador esteve em Brasília na semana passada para tentar pressionar que anistia seja pautada no Câmara dos Deputados.

Com informações de R7

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Motoristas organizam protesto para abastecer apenas 0,50 centavos contra alta da gasolina em JP

Motoristas de João Pessoa se mobilizam nesta sexta-feira (22) contra os recentes aumentos nos preços dos combustíveis na capital. A ação de protesto consiste em abastecer os veículos com apenas R$ 0,50, parcelando o pagamento no cartão de crédito e exigindo a emissão da nota fiscal.

Nos últimos dias, a população foi surpreendida com reajustes de até R$ 0,40 por litro, mesmo sem anúncio de aumento por parte da Petrobras. O caso levantou suspeitas de prática abusiva e chamou a atenção do Legislativo Municipal.

Ainda nesta sexta, a Câmara de João Pessoa realiza uma audiência pública para discutir o tema com órgãos de fiscalização, consumidores e representantes do setor. Também tramita na Casa um pedido de abertura de CPI dos Combustíveis, apresentado pelo vereador Guguinha Moov Jampa (PSD), que busca investigar a possível existência de cartel entre os postos da capital.

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Feirantes interditam ruas e protestam sobre mudanças na Feira de Oitizeiro em JP

Os comerciantes da Feira de Oitizeiro, localizada no bairro Funcionários I, em João Pessoa, realizam uma manifestação, no início da tarde desta segunda-feira (28), em protesto contra a interdição de seus estabelecimentos por conta do início das obras de requalificação do espaço.

O protesto bloqueou as duas vias da região, com feirantes queimando pedaços de madeira e outros materiais, impedindo a passagem de veículos nos dois sentidos. Os comerciantes alegam que não foram devidamente ouvidos pela Prefeitura Municipal de João Pessoa antes da execução do projeto, que prevê mudanças internas na estrutura da feira.

Um dos principais pontos de insatisfação é a possível transferência dos comerciantes para as margens da BR-230, durante o andamento das obras. Os feirantes pedem uma audiência com o prefeito Cícero Lucena para discutir alternativas e garantir que suas atividades não sejam prejudicadas.

“A gente não é contra o prefeito, não. A gente só quer que ele escute a gente. A gente quer o mercado organizado, limpo, direitinho, para ficar bem para todo mundo. A gente quer que eles nos escute”, disse uma das feirantes durante o protesto.

Até o momento, a Prefeitura de João Pessoa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

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Auditores fiscais da Paraíba iniciam paralisação

 

Os auditores fiscais da Paraíba iniciam paralisação das atividades a partir desta quarta-feira, 16 de julho, com um dia por semana, aumentando para dois dias semanais a partir de agosto. A decisão foi aprovada por cerca de 300 filiados do Sindicato dos Auditores Fiscais da Paraíba (Sindifisco-PB) em Assembleia Geral Extraordinária realizada no último dia 1° de julho.

A mobilização ocorre após o governo estadual não abrir mesa de negociação com a categoria, apesar de inúmeras tentativas por meio de ofícios enviados ao governador e ao secretário da Fazenda nos últimos dois anos.

“A paralisação visa sensibilizar o governo estadual para a importância do diálogo sobre temas como condições dignas de trabalho, valorização profissional e participação da categoria na discussão sobre questões relevantes, incluindo a Reforma Tributária”, afirma Helena Medeiros, presidente do Sindifisco-PB.

Principais reivindicações da categoria

Entre as demandas que motivam a paralisação estão:

Reajuste salarial: A atual remuneração está bem abaixo da média dos pares no Nordeste. Os auditores fiscais paraibanos têm uma defasagem salarial acumulada desde 2011, que atualmente varia de 11,3% a 30%, dependendo do índice adotado (IPCA, IGP-M, salário mínimo ou UFR).

Somado a isso, houve grande aumento da demanda de trabalho dos auditores fiscais, por três motivos principais: forte redução do quadro de servidores (falta de renovação), economia crescente da Paraíba (maior número de empresas) e maior complexidade e exigências técnicas do trabalho, devido ao volume de dados e do aumento populacional do estado.

Além disso, a Reforma Tributária também impacta o trabalho da classe: os novos tributos vão aumentar significativamente a base de contribuintes. Até 2037, serão dois sistemas de tributação em vigor, o que significa um nível de complexidade ainda maior.

Melhoria das condições de trabalho: A estrutura física e tecnológica disponível aos servidores está defasada, prejudicando a eficiência dos serviços de fiscalização prestados.

Diálogo institucional: O governo estadual nega abertura de mesa de negociação específica para discussão das questões do Fisco Estadual, ao contrário do tratamento dispensado, de forma acertada, a outras categorias de servidores públicos.

Protagonismo da categoria: As ações do governo e do secretário de estado afetam diretamente a atuação dos servidores e diminuem a participação dos demais gestores da Sefaz/PB.

“Mesmo com as dificuldades enfrentadas, o Fisco Estadual tem garantido índices positivos de arrecadação que permitem ao estado desenvolver políticas públicas muito elogiadas por gestores e especialistas, porém os resultados poderiam ser muito melhores se as condições de trabalho fossem adequadas”, reflete a presidente do Sindifisco-PB.

Impacto na arrecadação e serviços

Os auditores fiscais destacam que as melhorias reivindicadas são essenciais para manter a eficiência do serviço público de fiscalização, que impacta diretamente na arrecadação tributária do estado.

A categoria enfatiza a defesa da justiça fiscal e a necessidade de reconhecimento profissional. “Os auditores reafirmam seu compromisso com a sociedade paraibana. A paralisação é uma tentativa de iniciar diálogo construtivo com o governo estadual, buscando soluções que beneficiem tanto os servidores quanto a qualidade dos serviços prestados à população”, reforça a presidente do Sindifisco-PB.

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Motoristas da Guanabara iniciam greve na PB; categoria reivindica reajustes de salários

Foto: Sindicato dos Motoristas

Os motoristas da empresa Expresso Guanabara estão em greve, a partir desta segunda-feira (30), na Paraíba. A paralisação foi decidida em assembleia geral da categoria, que reivindica avanços nas negociações por melhorias salariais.

De acordo com Ronne Nunes, presidente Sindicato dos Trabalhadores, não houve acordo pois “a empresa está se recusando a negociar”.

Na manhã desta segunda (30), a categoria se reúne na frente da empresa Guanabara na cidade de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, pedindo reajuste de salários.

Durante a greve, está garantida a circulação de uma frota emergencial de 30%, conforme determina a legislação.

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GREVE: Trabalhadores da construção civil em João Pessoa paralisam atividades nesta segunda-feira

Os trabalhadores da construção civil em João Pessoa aprovaram o início de uma greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (16). A decisão foi tomada após assembleia realizada neste domingo (15), conduzida pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, Pesada e do Mobiliário (Sintricom-JP).

A paralisação acontece devido ao descumprimento do acordo coletivo firmado em abril com o setor patronal. Segundo o sindicato, os pontos acordados incluíam reajuste salarial de 7,51%, melhorias no café da manhã servido nos canteiros de obras, além da inclusão de fubá e uma lata de sardinha na cesta básica — que, em 2026, também deveria contar com uma rapadura.

Durante a assembleia, as propostas apresentadas pelo Sindicato da Indústria da Construção e do Mobiliário do Estado da Paraíba (Sinduscon-PB) foram avaliadas pelos trabalhadores, mas nenhuma foi aceita.

“Infelizmente, após várias tentativas, saímos com a greve mantida para amanhã nos canteiros. Não chegamos a um acordo e vamos continuar mantendo a greve”, afirmou o presidente do Sintricom-JP, Francisco Demontier.

Além do reajuste salarial e dos itens da cesta básica, os trabalhadores também protestam contra tentativas de mudanças na jornada semanal de trabalho, atualmente estabelecida de segunda a sexta-feira.

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