Protestos

R$ 50 MILHÕES – Lideranças de caminhoneiros vão à Justiça contra União, Bolsonaro e militantes governistas

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O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas e mais dois sindicatos que representam a categoria entraram na Justiça Federal com um pedido de indenização de R$ 50 milhões “por danos patrimoniais e extrapatrimoniais ou morais que aconteçam nas manifestações deste 7 de setembro”.

A ação civil pública foi movida na 20ª Vara Federal Cível do Distrito Federal contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contra a União e contra militantes governistas “em razão da prática de atos inconstitucionais, ilícitos e imorais”.

A petição questiona, entre outros atos, “o chamamento para mobilização em todo o território nacional, em especial concentração em Brasília e em São Paulo, mediante promessa de incentivo econômico de participação de civis e militares para prática de atos antidemocráticos”.

No documento, as entidades que representam os caminhoneiros questionam os riscos de contaminação pela Covid-19 com as aglomerações e destacam os riscos das declarações públicas e manifestações nas redes sociais com “promessa inidônea de financiamento, custeio e pagamento de todos os custos e despesas a participar de uma suposta manifestação e greve de ‘caminhoneiros’ sem pauta jurídica”.

A petição destaca ainda “atos de intolerância insuflando conscienciosamente a participação mediante exploração da dependência econômica de caminhoneiros empregados e hipossuficiência econômica de transportadores autônomos com propósito de exigir afastamento imediato de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) mediante uso das forças armadas”.

Para os líderes dos caminhoneiros, o presidente Jair Bolsonaro também tem responsabilidade em qualquer dano decorrente de manifestações, mobilizações e ações públicas devido a pronunciamento oficial e por meio de redes sociais.

“A responsabilidade da União, por sua vez, decorre diretamente da indicada conduta do Presidente da República dada a sua condição de representante máximo do Poder Executivo, que incorrendo assim, em evidente abuso de direito, ocasiona a responsabilização da União pelos danos materiais, econômicos, sociais e morais coletivos por ele causados, e da omissão dos demais órgãos competentes integrantes da hierarquia administrativa”, diz a Ação Civil Pública.

G1

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DESAFIOU – Bolsonaro afirma que só sai do poder preso, morto ou com vitória

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Em discurso feito neste neste 7 de setembro na Avenida Paulista, o presidente Jair Bolsonaro disse que não será preso, além de afirmar que “só Deus” o tira de Brasília.

Em cima de um carro de som, o presidente voltou a criticar a urna eletrônica e as medidas de restrição de circulação adotadas por governadores para frear a pandemia do coronavírus, principalmente no ano passado. Em uma fala direcionada a apoiadores, Bolsonaro disse que não presta conta a partidos políticos, só a seus seguidores. “Enquanto eu estiverem ao meu lado, eu irei representar vocês. Só Deus me tira de Brasília!”, afirmou Bolsonaro, em relação ao seu futuro político.

No discurso, ele disse que o que incomoda as pessoas de Brasília é o fato de terem começado uma mudança real no Brasil. “O que incomoda alguns lá de Brasília é que nós realmente começamos a mudar o Brasil. Temos que acreditar que nós colocaremos o Brasil no lugar de destaque que ele merece”, diz Bolsonaro. E declara que não vai admitir que “pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar a Constituição”, embora não tenha explicado a que atitudes do ministro estava se referindo.

Bolsonaro também ressaltou que só existem três finais possíveis para ele em 2022. “Só saio, preso, morto ou com vitória. Direi aos canalhas que eu nunca serei preso”. “Não vamos admitir que pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar nossa democracia e açoitar nossa Constituição. Temos oportunidade de agir com respeito a todos nós, como continua não agindo”, observou Bolsonaro.

O presidente também falou sobre a pandemia: “Vocês passaram momentos difíceis com a pandemia. Pior que o vírus foram ações de alguns governadores e prefeitos que ignoraram a Constituição, onde tolheram a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, proibiram vocês de trabalhar e frequentar templos e igrejas para oração”.

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VANDALISMO – manifestantes atiram objetos contra o Itamaraty

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Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) jogaram objetos contra o Ministério das Relações Exteriores (Palácio do Itamaraty) e tentaram arrancar as grades usadas pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) para isolar o prédio.

Ao tentar impedir o grupo que atentava contra o patrimônio público, dois policiais militares foram agredidos com chutes. “Estão bem (os policiais). Foi leve”, relatou uma fonte policial ao Correio Braziliense. Perguntado se os agressores foram detidos ou se a situação foi apaziguada no local, o policial respondeu que ninguém foi detido e tudo foi resolvido “ali mesmo”.

Invasão

Os apoiadores de Bolsonaro invadiram a Esplanada do Ministérios na noite de segunda-feira (6/9) e divulgaram vídeos nas redes sociais garantindo ter havido um acordo entre os manifestantes e a Polícia Militar do Distrito Federal. Ainda ontem, a PM negou a existência de tal acerto.

Correio Braziliense

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Protestos

VÍDEO: Líderes do MLB negociam com secretários no gabinete de Cícero; Integrantes continuam movimento nos corredores do CAM

Foto: Reprodução

No Gabinete de Cícero Lucena, os secretários Diego Tavares, da articulação política, e Socorro Gadelha, da habitação, negociam com líderes do Movimento de Luta nos Bairros, na manhã desta sexta-feira (27).

Enquanto isso, o prefeito Cícero Lucena assina ordem de serviço de pavimentação, no bairro do Seixas e faz entrega de certificados.

Nos corredores do Centro Administrativo Municipal, em Água Fria, o clima continua tenso.
Integrantes gritam palavras de ordem enquanto o grupo negocia suas reivindicações no gabinete do prefeito.

Veja o vídeo:

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Protestos

Comunidade acadêmica denuncia “ilegalidades” na UFPB e pede destituição de reitor

Foto: Reprodução Redes Sociais

O Comitê de Mobilização pela Autonomia e contra a Intervenção na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), composto por entidades e coletivos de todas as categorias da comunidade acadêmica, apresentaram na manhã desta quarta-feira (25) um dossiê onde denunciam “ilegalidades” e fatos “gravíssimos” que acontecem na instituição de ensino.

No dossiê, entregue ao Consuni e Consepe, eles pedem a destituição de Valdiney, prerrogativa que está no estatuto da UFPB. O dossiê será entregue, à tarde, ao Ministério Público. Pede também que o Consuni e o Consepe pautem a discussão do dossiê e do processo de intervenção que ocorre na UFPB.

O dossiê, de 35 páginas, é dividido em cinco eixos, que englobam a censura, ataques a entidades representativas, precarização do trabalho e condições da comunidade universitária, estudantes, professores, técnicos e esvaziamento das funções, prerrogativas dos conselhos superiores da universidade.

O dossiê foi apresentado durante ato público realizado em frente ao prédio da Reitoria, na manhã desta quarta-feira (25).

 

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Protestos

Servidores públicos da PB paralisam atividades contra reforma administrativa

Foto: Câmera Semob JP

Servidores públicos participam nesta quarta-feira (18) de uma greve nacional da categoria em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 32/2020, chamada de “reforma administrativa”. Além de parar as atividades por 24 horas, os servidores na Paraíba fazem atos públicos pela manhã. Em João Pessoa, um grupo se concentra em frente ao prédio da Receita Federal.

De acordo com Fernando Cunha, presidente da Associação dos Docentes Da UFPB (ADUFPB), uma das entidades que integram a organização do movimento na Paraíba, o dia de greve nacional foi definido durante o Encontro Nacional dos Servidores e Servidoras, que aconteceu em 29 e 30 de julho, com a presença de mais de 5 mil trabalhadores e trabalhadoras de todo o funcionalismo público das três esferas – municipal, estadual e federal.

A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB) também integra a organização da greve nacional. Segundo o presidente da entidade, Tião Santos, a reforma administrativa está a todo vapor no congresso e é preciso protestar para barrá-la.

Tião Santos ressaltou que a PEC 32 não é a única ameaça aos direitos dos trabalhadores brasileiros. Na última quinta-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória nº 1.045/2021, que precariza as relações de trabalho no país, retirando o direito a férias e até ao FGTS.

Também participam da organização do movimento as seguintes entidades: ADUEPB, FentECT, CSP-Conlutas, Fonasefe, Intersindical, CTB, ANDES-SN, Sintect-PB, Sinasefe, Sintef-PB, ADUFCG, Sintab, Sintespb e Sintep.

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Brasil

Lula divulga lista completa dos atos contra Bolsonaro previstos para este sábado (24)

Foto: Reuters

O ex-presidente Lula usou as redes sociais nesta sexta-feira (23) para divulgar a lista completa dos atos previstos para o sábado (24) contra o presidente Jair Bolsonaro na jornada do 24J. A nova grande mobilização pelo Fora Bolsonaro acontece três semanas após a os atos do 3J.

Mais de 400 cidades do Brasil e do exterior devem ver o povo na rua contra o presidente no sábado. A jornada é convocada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que reúne as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, a Coalizão Negra por Direitos, centrais sindicais e diversos partidos.

O ex-presidente Lula ajudou a divulgar no Twitter a mobilização do 24J, que já conta com 426 atos em 405 cidades. A expectativa é que a mobilização seja maior que a de 3 de julho.

Confira as cidades paraibanas que participarão dos atos, segundo os dados sistematizados pela Central de Mídia das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo (última atualização – 22/07 21 horas)

  • Campina Grande – Praça da Bandeira | 8h30
  • Cajazeiras – Ato Público – Praça das Oiticicas | 9h
  • João Pessoa – Carreata e Caminhada Mercado Publico de Mangabeira, Rumo a Praça da Paz – Bancários | 9h
  • Patos – Praça João Pessoa (CEPA) | 8h
  • Sousa – Praça ao lado da Estação Ferroviária | 7h

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