Política

Presidente do PL tenta encontro com Moraes para retomar diálogo com Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, quer se reunir em agosto com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O dirigente partidário busca uma solução para reverter a decisão do ministro que proibiu o dirigente partidário de ter qualquer diálogo com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os dois não podem se falar desde fevereiro, quando Valdemar foi preso em uma operação da Polícia Federal (PF).

O objetivo de Valdemar é convencer Moraes a rever a decisão às vésperas das eleições municipais, já que Bolsonaro é a principal aposta da legenda como cabo eleitoral.

Na busca pelo encontro, Valdemar tem recorrido ao ex-presidente Michel Temer, responsável pela indicação de Moraes para a Suprema Corte.

Valdemar e Temer tem mantido uma relação cordial devido às eleições em São Paulo, já que ambos apoiam a reeleição do prefeito Ricardo Nunes.

Desde o início do ano, Valdemar e Bolsonaro montaram um esquema logístico para despachar na sede nacional do PL, em Brasília.

O dirigente partidário mudou o seu gabinete para outro andar e recorre à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e ao senador Flávio Bolsonaro quando quer fazer uma informação chegar ao ex-presidente.

CNN

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Política

Partidos gastaram mais de R$50 milhões em campanhas de prefeitos na Paraíba em 2020; veja ranking

Os gastos dos partidos durante as eleições municipais de 2020, para as campanhas de prefeitos alcançaram um total de R$ 54.495.299,29. Deste montante, 78,41% (R$ 42.730.278,15) foram provenientes de recursos públicos, especificamente do Fundo Eleitoral. Os recursos privados contribuíram com 18,99% (R$ 10.347.360,95) do total das despesas.

Os números são do portal DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foram consultados nesta quarta-feira (10).

Principais Despesas

Os maiores gastos registrados foram com publicidade e produção de programas de rádio e televisão:

  • Publicidade por material impresso: R$ 9.154.891,06
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo: R$ 8.508.727,19
  • Publicidade por adesivos: R$ 6.295.982,47

Despesas Totais por Partido

A tabela a seguir detalha as despesas totais de cada partido para a campanha de prefeito durante as eleições de 2020:

Partido Despesa
PP R$ 6.525.616,62
PSDB R$ 4.917.666,46
DEM R$ 4.882.422,63
CIDADANIA R$ 3.967.285,48
PSD R$ 3.799.698,22
PSB R$ 3.491.864,62
MDB R$ 3.440.820,75
PL R$ 2.987.683,12
PODE R$ 2.912.386,91
SOLIDARIEDADE R$ 2.826.825,06
REPUBLICANOS R$ 2.640.104,83
PDT R$ 2.357.937,27
PSL R$ 1.581.101,85
PV R$ 1.401.690,46
PC do B R$ 1.357.325,41
PT R$ 1.244.172,12
PATRIOTA R$ 1.024.589,38
PSC R$ 932.742,27
PTB R$ 719.033,93
AVANTE R$ 588.442,17
PROS R$ 573.736,60
REDE R$ 125.911,83
PSOL R$ 104.743,05
DC R$ 39.500,50
PRTB R$ 17.547,40
UP R$ 12.190,45
PMN R$ 10.700,00
PSTU R$ 7.178,45
PTC R$ 4.381,45

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Política

Projeto que regulamenta reforma tributária começa a ser votado na Câmara nesta quarta

A Câmara dos Deputados deve começar a votar nesta quarta-feira (10) a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo. A proposta, apresentada pelo primeiro grupo de trabalho na semana passada, detalha como o IVA (Imposto Sobre Valor Agregado) será cobrado sobre produtos e serviços, além da forma como o imposto vai incidir sobre os alimentos, educação, saúde e segurança. Trechos sensíveis na matéria ainda são negociados pelos deputados, como a sobretaxação de armas e alimentos ultraprocessados, além da inclusão de carne bovina e de frango na cesta básica isenta de impostos.

Na terça (9), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu as atividades em comissões desta semana para focar na análise da regulamentação da reforma tributária. Em seguida, o requerimento de tramitação em regime de urgência para a matéria foi aprovado no plenário. Havia o compromisso de Lira de colocar o texto em votação antes do recesso parlamentar, que está marcado para começar em 17 de julho.
O projeto que vai ser votado pelos deputados é a primeira parte da regulamentação da Emenda Constitucional da reforma tributária, aprovada pelo Congresso Nacional no fim do ano passado, que permite a criação de dois novos impostos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), juntos, eles formam o IVA.

Esses novos impostos substituirão cinco tributos existentes: ICMS (estadual), ISS (municipal), IPI, PIS e Cofins (federais). A transição dos impostos antigos para o IVA começará em 2026, com a implementação gradual do CBS e do IBS.

R7

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Política

Governo Lula cogita pedir ao STF mais prazo para compensar desoneração


Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cogita pedir ao STF (Supremo Tribunal Federal) para atrasar o prazo em 1 ou 2 meses para tentar encontrar uma fórmula com o Congresso para compensar a perda de receita com a desoneração da folha de pagamentos dos 17 setores da economia e dos municípios.

Para conseguir os recursos necessários, o Planalto estuda aumentar a alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) só para os bancos em 1 p.p. (ponto percentual), o que resultaria em cerca de R$ 17 bilhões. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), resiste à medida.

“A proposta de aumentar em 1 p.p. a CSLL foi o que a Fazenda e a Receita conseguiram encontrar. É uma exigência do Supremo. Caso não seja possível ter um acordo nesta semana, uma possibilidade é pedir uma prorrogação do prazo. Ou seja, ir ao Supremo e pedir mais 1 ou 2 meses para que se encontre uma solução sobre onde encontrar o dinheiro para compensar o custo da desoneração”, afirmou o líder do Governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), ao Poder360 na terça-feira (9.jul.2024) à noite, durante festa do PSD.

Poder360

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Política

PT defende aumento de IPTU e ISS para cadeias de lojas, redes e bancos

O PT está distribuindo uma cartilha com propostas para orientar os programas de governo de seus candidatos a prefeito e vereador. O documento foi elaborado pelo Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas da Fundação Perseu Abramo, que pertence ao partido. O manual tem mais de 140 páginas e apresenta sugestões em áreas como segurança pública, saúde, educação e finanças — muitas delas controversas, como a recomendação para que os futuros administradores se empenhem em aumentar as alíquotas de ISS e IPTU para determinados setores. Eis os principais pontos:

 

  •     Aumento do ISS e do IPTU para as grandes cadeias, redes e bancos, utilizando o excedente na redução das respectivas alíquotas das pequenas e microempresas. A cartilha não fala em percentuais.
  •     Facilitar o acesso à terra de qualidade, utilizando instrumentos como o IPTU progressivo, ou seja, aumentando a alíquota conforme o tamanho da propriedade, da área construída e da destinação da construção. O partido também defende combater a ociosidade de terras urbanas, aplicando maior taxação para quem não constrói.
  •     Obrigar o uso de câmeras no fardamento da Guarda Civil Metropolitana.
  •     Implantar medidas de acolhimento institucional de pessoas vulneráveis, como usuários de drogas e pessoas que vivem nas ruas.
  •     Conceder benefícios para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social temporária, como ex-presidiários.
  •     Ampliação de oferta de alimentação vegetariana e vegana nas escolas municipais, hospitais, creches, órgãos de assistência social dos municípios.
  •     Incentivar a aprovação de leis que garantam a eleição de diretores de escola
  •     Criar um banco nos municípios com mais de 50 mil habitantes.
  •     Instituir um fundo de fomento a políticas públicas para financiar iniciativas e programas que promovam os direitos e a inclusão da comunidade LGBTQIAPN+.
  •     A cartilha ainda sugere que os prefeitos incluam em seus programas de governo incentivos para que o poder municipal apoie os sindicatos e organizações trabalhistas na mobilização contra as desigualdades do mercado de trabalho.

Veja

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Política

Governo Lula já torrou quase R$700 milhões em viagens

ImagemFoto: Reprodução/Rede Social

Os gastos com viagens de servidores, funcionários comissionados, terceirizados e “convidados eventuais” do governo Lula (PT) atingiram R$697 milhões até junho, aponta o Portal da Transparência.

A maior parte dessa fortuna (R$427 milhões) representa apenas as diárias pagas aos funcionários. As passagens emitidas pelo governo até o momento em 2024 custaram aos pagadores de impostos outros R$266,5 milhões.

Em todo o ano de 2021, o governo federal gastou R$211,5 milhões com passagens aéreas e R$430 milhões com diárias para servidores.

No fim de maio, a administração petista havia torrado mais de R$423 milhões com viagens, desde então foram R$274 milhões a mais.

Gastos de viagens de autoridades como Lula, Janja e ministros em jatinhos da Força Aérea são protegidos por sigilo e não entram na conta.

Em 2023, primeiro ano do Lula 3, as despesas do governo federal com viagens bateram recorde histórico: mais de R$2,3 bilhões.

Cláudio Humberto – Diário do Poder

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Política

Com Bolsonaro e Milei, conferência conservadora começa neste sábado (6) em SC

Foto: reprodução/@carmelonetobr ‘X’

A ACU (American Conservative Union) e a YAF (Young Americans for Freedom), em parceria com o Instituto Legal Conservador, realizam neste sábado (6), a partir das 8h, o 1º dia da Conferência Anual de Ação Política Conservadora, conhecida como CPAC. O evento vai até domingo (7). Será realizado no Expocentro, em Balneário Camboriú (SC) e o ingresso do 1º lote custa R$ 249.

O destaque de participação deste ano é o presidente da Argentina, Javier Milei (La libertad Avanza, de direita). A presença foi anunciada na segunda-feira (1º) pelo deputado e endossador do evento Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e confirmada pela Casa Rosada. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também participará.

Leia a lista de alguns participantes:

  • Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente da República;
  • Javier Milei, presidente da Argentina;
  • Jorginho Mello (PL), governador de Santa Catarina;
  • Magno Malta (PL-ES), senador;
  • Ricardo Salles (PL-SP), deputado e ex-ministro do Meio Ambiente (2019-2021);
  • Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado;
  • Caroline de Toni (PL-SC), deputada;
  • Coronel Zucco (PL-RS), deputado;
  • Gustavo Gayer (PL-GO), deputado;
  • Mário Frias (PL-SP), deputado;
  • Filipe Barros (PL-PR), deputado;
  • Nikolas Ferreira (PL-MG), deputado;
  • Julia Zanatta (PL-SC), deputada;
  • Luiz Philippe de Orleans Bragança (PL-SP), deputado;
  • Lucas Bove (PL-SP), deputado estadual;
  • Ana Campagnolo (PL-SC), deputada estadual;
  • Bruno Engler (PL-MG), deputado estadual e pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte;
  • Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo;
  • Fabrício Oliveira (PL-SC), prefeito de Balneário Camboriú;
  • José Antonio Kast, líder do Partido Republicano do Chile e candidato à Presidência em 2021;
  • Eduardo Verástegui, ator e modelo mexicano.

MILEI NÃO IRÁ À REUNIÃO DO MERCOSUL

O presidente argentino, Javier Milei, não irá para a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, que será realizada em 8 de julho, no Paraguai.

Segundo o porta-voz da Casa Rosada, Manuel Ardoni, a ausência de Milei não está relacionada aos recentes atritos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas, sim, à “agenda cheia” do líder argentino. O libertário será substituído pela ministra das Relações Exteriores da Argentina, Diana Mondino.

O Itamaraty declarou que a ausência de Milei não deve esvaziar a cúpula de líderes do Mercosul. Segundo a secretária para a América Latina e o Caribe, Gisela Maria Figueiredo Padovan, a falta é “lamentável”, mas o encontro seguirá como previsto com a assinatura de acordos e demais agendas.

Eduardo Bolsonaro afirmou que Javier Milei chegará ao Brasil na noite de sábado (6) e deve se reunir com Jair Bolsonaro e com o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), no início da tarde de domingo (7). O presidente da Argentina também deve discursar na Cpac no domingo.

Poder 360

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Política

MST prevê ter até 700 representantes nas eleições e fará encontro para organizar candidaturas

Foto: Debora Lerrer/Coletivo de Acervo e Memória MS

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vai realizar na próxima semana um encontro de pré-candidatos nas eleições municipais que fazem parte do movimento ou são apoiados por ele. A ideia é organizar assentados, acampados e aliados com pretensões eleitorais de 24 estados e do Distrito Federal e alinhá-los às bandeiras dos sem-terra.

O encontro acontecerá entre 9 e 11 de julho na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP), e contará com a participação de Gleisi Hoffmann, presidente do PT, Paula Coradi, presidente do PSOL, e Walter Sorrentino, vice-presidente do PCdoB.

Também participarão o ex-ministro José Dirceu (PT), o deputado Orlando Silva (PCdoB) e os marqueteiros Sidônio Palmeira e Otávio Antunes, além de lideranças do MST como João Pedro Stedile e João Paulo Rodrigues.

Segundo ele, trata-se da primeira vez que o MST faz um encontro para organização e alinhamento de suas candidaturas nesses moldes e com essa dimensão.

Painel – Folha de S. Paulo

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Política

Dirigentes do PT na Paraíba criticam partido por escolher Cartaxo na disputa pela prefeitura de JP

Dirigentes petistas da Paraíba, a exemplo dos presidentes do partido no Estado, Jackson Macêdo, e de João Pessoa, Marcus Túlio, criticaram, na manhã desta terça-feira (02), a decisão da Executiva Nacional em homologar a pré-candidatura do deputado Luciano Cartaxo a prefeito de João Pessoa nas eleições deste ano.

Em carta, os filiados apontam que a legenda cometeu um “erro político”. Os integrantes tratam da escolha por Cartaxo como uma “imposição”. Além do parlamentar, a deputada Cida Ramos também buscava ser a cabeça de chapa da sigla, mas não conseguiu. Já Jackson Macêdo pregava composição com o prefeito Cícero Lucena (PP).

“A imposição de uma candidatura que não respeita as regras e as instancias locais do PT, sem diálogo com a esquerda e os setores progressistas, não será capaz de unificar o PT em João Pessoa, muito menos empolgar a militância e aqueles que têm a esquerda e o Governo Lula como referências”, diz o texto.

Para ser alçado candidato, Luciano contou com o apoio de outras lideranças petistas, a exemplo do deputado federal Luiz Couto, do ex-governador Ricardo Coutinho e da ex-deputada Estela Bezerra.

Na nota divulgada hoje, Macêdo, Túlio e outros filiados do PT dizem que o nome de Cartaxo não lhes representam.

“No momento em que a candidatura a prefeito de João Pessoa é definida sem considerar a estratégia política nacional, a participação democrática das instâncias (estadual e municipal) a opinião dos filiados, além de nossas regras estatutárias, fica evidente que tal candidatura não representa o projeto petista e não cumprirá o papel de enfrentar fortemente a extrema-direita”, assinala o grupo.

“Ao tempo em que acatamos a deliberação nacional, reafirmamos nosso compromisso com as transformações que Lula busca promover no Brasil. Mas é importante alertar que candidaturas impostas e que não representam os filiados do PT se configuram num erro tático que enfraquece o projeto nacional, podendo acarretar em consequências graves para o nosso partido”, conclui a nota.

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Política

PT lançou Cartaxo porque não conseguiu indicar vice de Cícero

 

Foto: Reprodução

O Jornal O Globo destacou, nesta terça-feira (2) que o PT terá candidatura própria em João Pessoa porque não conseguiu emplacar a vice do prefeito Cícero Lucena (Progressista), que disputa a reeleição, com o vice-prefeito é Léo Bezerra (PSB), selando a aliança com o PSB. 

Cartaxo já foi prefeito da Capital por duas vezes e atualmente é deputado estadual. Ele teve o nome homologado para a disputa eleitoral pelo comando nacional do partido, desagradando uma grande ala do PT local, mas atendendo os interesses de outros nomes como do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).

O Globo

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