Política

Maitê Proença define governo Bolsonaro como ‘lástima’: ‘Descaso criminoso’

Foto: Globo/João Cotta

A atriz Maitê Proença, de 63 anos, criticou a gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a pandemia de covid-19 no Brasil, e classificou a atuação do governo federal como uma “lástima e algo genocídico”.

Em uma live para a revista IstoÉ, a artista disse que é um “absurdo” a forma como o Brasil tem sido governado desde o primeiro caso confirmado de coronavírus no país em março do ano passado, e apontou que há um projeto de desinformação.

“É um absurdo, né, o descaso como foi tratado no Brasil, é muito criminoso, porque as pessoas são desinformadas, é de uma maldade… se você está de posse da informação, que certamente os governantes têm, e ainda assim age com esse descaso criminoso. É um negócio muito sério”, declarou a atriz.

Maitê Proença disse considerar a gestão de Jair Bolsonaro “uma lástima”, e apontou que o Brasil tem problemas sérios e antigos na área da educação. A famosa chegou a comparar o avanço educacional do país em relação ao alcançado pelas nações dos Tigres Asiáticos nas últimas décadas, e como isso é importante para a autonomia de pensamento da população.

“Eu acho uma lástima. O Brasil tem problemas sério na área da saúde e da educação”, pontuou. “A gente tem um país deseducado, nenhum governo investiu na educação da forma como deveria. Então essa falta de investimentos criou toda uma geração de pessoas desinformadas, que não gostam de pensar, têm preguiça de pensar”, continuou, para chegar ao ponto em que o governo investiu “em superstições, em remédios que não têm nenhum fundamento”, e completa ressaltando tratar-se de um “genocídio”.

Ainda, a artista disse não saber “como é que as pessoas dormem fazendo todas essas coisas que a gente vê no noticiário”, e falou que, além da covid-19, o mundo também enfrenta outra doença, que é a falta de empatia, “gente que não se sensibiliza com o outro, tem projetos próprios, egoístas, pessoas que não se identificam com o país, os vizinhos”.

“E quando a gente tem na cabeça do país um homem assim, as pessoas que estão começando esse tipo de comportamento, elas se sentem um pouco autorizadas pra essa insensibilidade, pensar em si e dane-se todo o resto. Mas essas pessoas serão muito infelizes porque não é da natureza humana” pensar de forma individual, sem se preocupar com o bem coletivo, finalizou.

UOL

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Paraíba

Presidente do PSB na Paraíba, Gervásio Maia elogia João Azevêdo e não dá aval para candidatura de Ricardo Coutinho

Foto: Walla Santos

O presidente do PSB na Paraíba, deputado federal Gervásio Maia, disse que o ex-governador Ricardo Coutinho não irá tomar uma decisão isolada, caso queria candidatar-se a senador no ano que vem. O socialista também elogiou o governador João Azevêdo, sinalizando uma aproximação. As declarações foram feitas ao jornalista Luís Torres, durante o programa Rede Verdade, da TV Arapuan, nesta terça-feira (20), conforme apurou o ClickPB.

“Nas eleições municipais eu apresentei meu posicionamento, mas o ex-governador tomou uma decisão isolada de se candidatar a prefeito. O resultado todos nós sabemos, foi terrível, principalmente pelo o que ele representou como governador”, ressaltou o parlamentar.

Gervásio destacou também que neste próximo pleito não haverá decisões isoladas e que o presidente do partido, Carlos Siqueira, já deliberou que o partido precisa se unir em Brasília e nos estados com boas propostas em busca do sentimento de esperança. “Nas eleições de 2022, o presidente nacional já me chamou atenção que toda candidatura do PSB ou composição entre partidos deverá passar pelo crivo do diretório nacional e eu respeito isso”, resumiu.

Questionado se as pretensões de Ricardo podem atrapalhar as eleições para o PSB, Gervásio disse que tudo tem que ser dialogado e construído com o partido. “Ou a gente cumpre as deliberações do diretório nacional ou tem que buscar uma outra casa. Estou feliz aqui”, frisou o deputado.

Sobre João Azevêdo, Gervásio elogiou a postura do governador durante a pandemia e disse que mantém um diálogo aberto, como as emendas que possibilitaram a abertura de 10 leitos de UTI na cidade de Cajazeiras.

ClickPB

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Brasil

Bolsonaro indica Augusto Aras para novo mandato na PGR

Foto: Isac Nóbrega/PR/Flickr

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (20) que propôs a recondução de Augusto Aras para novo mandato na chefia da PGR (Procuradoria-Geral da República).

“Encaminhei ao Senado Federal mensagem na qual proponho a recondução ao cargo de Procurador-Geral da República o Sr. Antônio Augusto Aras”, escreveu.

Na primeira vez que foi indicado, em 2019, Aras teve seu nome aprovado pelo Senado por 68 votos a favor, 10 contra, duas faltas e uma abstenção. A votação ocorreu após o PGR ter passado por sabatina de cinco horas pela CCJ, onde obteve 23 votos favoráveis, três contrários e um voto em branco.

Agora, Aras precisará passar novamente por sabatina da CCJ e a indicação precisa ser aprovada em votação no plenário da Casa. Não há, ainda, data para as sessões. O mandato do atual PGR vence em setembro.

Blog do BG com R7

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Brasil

Lira criou “sistema de castas” para distribuir orçamento paralelo, diz O Globo

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), teria criado um esquema para distribuir os R$ 11 bilhões do chamado “orçamento paralelo” a parlamentares alinhados com ele e com o governo Jair Bolsonaro.

Reportagem da jornalista Mariana Carneiro, na coluna da Malu Gaspar, em O Globo, revela que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) garantiu a Lira o domínio sobre um montante de R$ 11 bilhões às emendas de relator (RP9).

Essas emendas ficaram conhecidas conhecido como “orçamento secreto” por não serem de destinação pública. As emendas regulares ficam com o nome do parlamentar registrado.

A destinação das RP9 passa diretamente por Lira, que teria criado um “sistema de castas” para a distribuição. A base governista possui mais privilégios, seguida pelos partidos grandes que forem próximos de Lira, como PL e PSL. Líderes partidários também recebem recursos, mas há uma diferença na divisão de acordo com a relação que tem com o presidente da Câmara.

Blog do BG com Fórum

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Política

Bolsonaro diz que apresentará ‘provas de fraude’ na eleição na ‘semana que vem’

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou em entrevista à rádio Itatiaia nesta terça-feira (20) que apresentará “provas de fraudes” nas eleições “na semana que vem”. Segundo ele, se trata de fraude cometida nas eleições de 2014.

“Eu espero na semana que vem apresentar as provas de fraudes. Vamos apresentar uma fraude de 2014”, disse o presidente. “Eu só consegui ser eleito porque tive muito voto. Eu vou comprovar semana que vem que teve fraude nas eleições de 2014. Vão vir hackers para mostrar”, completou.

A eleição presidencial de 2014 teve dois turnos. O segundo turno foi disputado pelos candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) – Dilma foi reeleita. À época, o PSDB chegou a pedir uma auditoria dos votos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não foi encontrada nenhuma evidência de que houve adulteração de programas, de votos ou mesmo qualquer indício de violação ao sigilo do voto no pleito.

CNN

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Política

Base de Bolsonaro tenta redução no fundo para R$ 4 bilhões como saída para evitar briga com centrão

Foto: Adriano Machado/Crusoé

A base do governo no Congresso busca uma saída para Jair Bolsonaro vetar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões sem comprar uma briga com o centrão, principal grupo de apoio ao presidente no Legislativo.

Uma solução levada ao Palácio do Planalto e que contou com a simpatia de integrantes do governo envolve o envio de uma mensagem modificativa ao parlamento para alterar a Lei Orçamentária Anual e reduzir o valor destinado a campanhas eleitorais para um patamar próximo de R$ 4 bilhões.

Assim, Bolsonaro não desagrada aliados, e criaria o argumento de que conseguiu diminuir o total em quase R$ 2 bilhões. O fato é que, se isso ocorrer, estará dobrando o valor em relação a 2020.

Em conversas reservadas, líderes do centrão dizem que a solução pode ser um bom caminho. Eles lembram que, em 2019, a proposta inicial era para aumentar o fundo de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,8 bilhões.

Ao final, o valor ficou em R$ 2 bilhões: inicialmente pareceu uma derrota, mas eles conseguiram um acréscimo de R$ 300 milhões aos recursos dos partidos.

Painel – Folhapress

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Política

Pedido para analisar impeachment não será julgado no plantão, decide Fux

Foto: Nelson Jr./STF

O ministro Luiz Fux, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu que não é urgente a ação do PDT que busca obrigar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a analisar os pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro. Com isso, a solicitação do partido não será julgada durante o recesso da Corte, que vai até 31 de julho.

“Em sede de plantão judiciário, verifica-se ausente a urgência necessária para fins de atuação da Presidência desta Corte”, diz o despacho, publicado nesta 2ª feira (19).

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Política

Bolsonaro afirma que vai vetar o novo Fundo Eleitoral de R$ 5,7 bilhões: “Em respeito ao trabalhador, ao contribuinte brasileiro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou em entrevista à TV Brasil que vai vetar o Fundo Eleitoral da R$ 5,7 Bilhões.

Segundo o presidente, o novo Fundo Eleitoral será vetado em respeito ao trabalhador brasileiro e porque é necessário “conviver em harmonia com o Legislativo”.

“Posso adiantar para você que ela não será sancionada, porque, afinal de contas, eu tenho que sempre conviver em harmonia com o Legislativo. Nem tudo que eu apresento ao Legislativo é aprovado e nem tudo que o Legislativo aprova, vindo deles, eu tenho obrigação de aceitar do lado de cá. Mas a tendência nossa é não sancionar isso daí em respeito ao trabalhador, ao contribuinte brasileiro”, disse o chefe do Executivo.

Bolsonaro avaliou ainda que o valor é “astronômico” para “fazer campanha eleitoral” e ressaltou que o dinheiro seria melhor aproveitado se fosse remanejado para o Ministério do Desenvolvimento Regional ou para o Ministério da Infraestrutura.

“Imagina na mão do ministro [da Infraestrutura] Tarcísio [Gomes de Freitas] o que poderia ser feito com esse dinheiro. Poderia, por exemplo, ter concluído Porto Velho-Manaus que é um anseio da população do Amazonas. Então, a bancada do Amazonas, a bancada de Rondônia, poderia ter sugerido isso daí”, disse.

“Se esse recurso vai para a mão do ministro [do Desenvolvimento Regional] Rogério Marinho, você pode concluir as obras de água no Nordeste”, concluiu.

CNN Brasil

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Política

Luis Miranda diz que irmão tem provas de pressão no caso Covaxin

Foto: Agência Senado

O deputado Luis Miranda (DEM-DF) disse nesta segunda-feira (19) que seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, tem as provas de que sofreu pressão de superiores para autorizar a compra de doses da Covaxin.

“A informação de que as provas não existem é falsa. Ele só disse que não teria o backup, mas teria todos os prints e cópias dos documentos. Inclusive mandou tudo para mim. A imprensa precisa tomar cuidado com esse vazamento seletivo. Muito estranho.”

A afirmação de Miranda é uma resposta à notícia de O Globo. O jornal noticiou que Luis Ricardo Miranda disse à Polícia Federal que não teria as conversas com os superiores hierárquicos que supostamente o pressionaram para autorizar a compra da vacina indiana.

Segundo a reportagem, Luis Ricardo afirmou aos policiais que trocou de celular, sem salvar os arquivos originais do antigo aparelho.

O Antagonista

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Brasil

Vice-presidente da Câmara se declara oposição a Bolsonaro

Foto: Adriano Machado/Reuters

A aprovação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) na última quinta-feira (15), que turbina os recursos do fundo eleitoral para R$ 5,7 bilhões em 2022, colocou de lados opostos o presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM). A troca de farpas fez o número dois da Câmara deixar a base de apoio a Bolsonaro e adotar uma postura de oposição, como fica claro em sua última declaração nas redes sociais.

Ao R7 Planalto, Ramos confirmou que suas últimas declarações não são apenas uma postura crítica: ele disse que está se declarando oficialmente oposição ao governo Bolsonaro. “Temos um presidente que não se dá respeito. Não respeita grandeza do cargo. O Brasil precisa de uma mensagem de esperança, de combate à roubo em vacina, de retomada da economia e do emprego, de ajuda para os que têm fome. Mas ele prefere o ódio e a baixaria. É uma vergonha”, disse Ramos em sua conta do Twitter.

Antes de terminar a sessão da votação da LDO, Ramos já se mostrava contrariado com o que julgou ser uma tentativa de deputados bolsonaristas de colocarem nele a culpa pela aprovação do aumento do fundo: “Quero dizer ao deputado Eduardo Bolsonaro que ele deve ter coragem de assumir seus votos, as suas atitudes e as suas posturas, porque tenho que assumir as minhas. Não exponho os colegas, não tergiverso sobre minhas posições mesmo quando são impopulares”, disse no comando do plenário.

Blog do BG com R7

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