O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar, mais uma vez, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, durante a live semanal ao lado de ministros de Estado e aliados.
Assim como já tinha feito em outras oportunidades, Bolsonaro acusou Barroso de arquitetar contra a aprovação da PEC do Voto Impresso, bandeira do bolsonarismo na Câmara Federal.
“Ele quer manter a suspeição das eleições? Quem ele é? Não quero acusá-lo de nada, mas algo muito esquisito acontece”, disse o presidente.
O presidente Jair Bolsonaro utilizou mais de 30 minutos para fazer críticas a opositores, ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e para defender a adoção do voto impresso durante a live transmitida em sua página oficial nas redes sociais nesta 5ª feira (29.jul.2021).
O chefe do Executivo mudou o tom e não falou em “provas” que prometeu para indicar fraudes nas eleições anteriores. Disse que há “indícios fortíssimos ainda em fase de aprofundamento que nos levam a crer que temos que mudar esse processo eleitoral”. Ele havia prometido apresentar o que chama de “prova bomba” que houve fraudes em eleições anteriores.
Nos primeiros 40 minutos de transmissão, Bolsonaro não apresentou nenhum elemento relacionado a supostas irregularidades nos processos eleitorais. “Não tem como se comprovar se as eleições não foram ou foram fraudadas”, disse. Ele está acompanhado de uma pessoa identificada apenas como “Eduardo, analista de inteligência”, que deverá apresentar supostas provas de fraudes nas eleições.
A transmissão está sendo acompanhada por jornalistas de veículos de imprensa, que não foram autorizados a fazer perguntas. A fala inicial de Bolsonaro serviu para que o mandatário repetisse temas que tradicionalmente aborda em suas declarações, como a defesa do voto impresso, chamado por ele de “voto democrático”.
“Nós queremos transparência, queremos a verdade, queremos eleições democráticas, o voto democrático. Quem pode ser contra isso? Quem quer a desestabilização de uma nação poderosa como a nossa? Outros países estão de olho aqui. O nosso fracasso é a vitória deles”, afirmou. Disse também que ganhe quem ganhar a eleição de 2022, “vamos respeitar a vontade popular”. Confira a matéria completa clicando aqui.
A aplicação dos recursos federais no combate à covid-19 na Paraíba é questionada pelo Tribunal de Contas do Estado no relatório de acompanhamento da gestão. A auditoria, realizada no primeiro semestre desse ano, apontou que 69% dos recursos utilizados até 30/06/2021, têm por origem valores recebidos por transferência do Governo Federal, sendo que R$ 90 milhões ou cerca de 50% do total empenhado, são decorrentes de recursos recebidos em 2020 por conta do inciso I do art. 5° da LC 173/20 – fonte 119.
Em entrevista ao Blog do BG, o deputado estadual Cabo Gilberto (PSL), comentou sobre o medo que a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tem em abrir a CPI da Covid-19 no estado. “Só temos 9 assinaturas, na casa de Epitácio Pessoa. Precisamos, como determina o regimento, de 12 assinaturas. Hoje os parlamentares da base do governo eles não mandam no seu mandato, quem manda é João Azevedo. Eles falam de uma forma, quando o governador faz uma determinação eles mudam de opinião na casa do povo. A maioria dos parlamentares da base governista infelizmente se comporta dessa forma. Não tem interesse coletivo, o interesse é apenas do governo”, afirmou.
O ex-senador Cássio Cunha Lima não negou a possibilidade de disputar uma vaga para o Senado Federal em 2022. O ex-parlamentar afirmou que fica feliz e lisongeado com as manifestações de apoio e as lembranças pelo seu nome.
De acordo com Cássio, o pré-candidato a governador Romero Rodrigues coordenará a decisão sobre qual o nome que irá ocupar a chapa da majoritária para o senado federal.
“Romero coordenará esse assunto com as forças políticas e o povo paraibano”, afirmou o ex-senador.
Cássio ainda afirmou que “estará pronto para colaborar da forma que for necessária”. Ele ponderou ainda que os compromissos de trabalho que ele assumiu serão pesados e ponderados, para se chegar a uma melhor decisão.
Em coletiva na tarde desta quinta-feira (29), o PSDB anunciou que de maneira consensual e unida irá apoiar o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), para a disputa do governo do estado em 2022.
Durante a cerimônia, Pedro Cunha Lima não poupou críticas aos gastos públicos do governador João Azevêdo.
Estiveram presentes na coletiva o presidente do PSDB na Paraíba, Deputado Federal Pedro Cunha Lima, Deputada estadual Camila Toscano, Deputado Estadual Tovar Correia Lima e outras lideranças do partido.
O deputado estadual paraibano, Cabo Gilberto (PSL), informou através de um post no Instagram, nesta quinta-feira (29), que não pode ser mencionado por seus seguidores da rede social, o parlamentar se mostrou indignado com a situação e afirmou que esta sendo censurado.
“Estamos sendo censurados, só temos esse meio de comunicação com a população” publicou o deputado.
A medida tem sito bastante utilizada pelo Instagram nos últimos meses, contra perfis que tem espalhado fake news na rede social. Em abril deste ano o presidente Jair Bolsonaro teve conteúdo bloqueado, pelo Instagram, por veicular informações falsas pela rede social. O presidente havia compartilhado um vídeo gravado em que uma pessoa distorcia informações divulgadas pelo jornal El País na Espanha e no Brasil, além de comparar publicações distintas.
Fontes exclusivas do Blog do BG ligadas ao ex-senador confirmaram: Cássio Cunha Lima não será candidato em 2022. De acordo com informações, o evento será para confirmar o apoio do PSDB a candidatura de Romero Rodrigues (PSD) ao Governo no estado.
O Blog procurou o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), para saber se ele estaria presente na coletiva que acontece logo mais, mas ele não respondeu nossos contatos.
A decisão sobre a rejeição do recurso para derrubar o sequestro de bens do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) foi homologada e publicada no Diário da Justiça, desta quinta-feira (29). Na semana passada, os desembargadores do TJPB rejeitaram por unanimidade o recurso apresentado pela defesa do socialista que é investigado na Operação Calvário.
O documento destaca que é uma “decisão monocrática que deferiu o sequestro especial (bloqueio) de todos os bens pertencentes aos denunciados no procedimento investigatório criminal”, que está em trâmite no TJPB. O ex-governador da paraíba é investigado pela participação em organização criminosa.
“Objetivo de garantir, minimamente, sob regime de solidariedade, em caso de eventual condenação, a reparação dos danos morais coletivos ocasionados pelo delito objeto da denúncia, bem assim assegurar o pagamento da multa penal, porventura imposta”, consta no documento.
Ricardo Coutinho argumentou, em sua defesa, que o bloqueio estaria causando prejuízos e que os valores são necessários para seu sustento e de sua família. Além disso, a defesa elencou que não há provas de que o ex-governador estivesse se desfazendo de seu patrimônio, que o valor de R$ 134 milhões é astronômico e que o STF já destacou a impossibilidade de sequestro de bens para eventuais danos morais à fazenda pública.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estuda editar uma portaria para acabar com a diferença de fusos horários em locais de votação nas diversas regiões do País. A proposta ainda deve ser pacificada entre os 7 integrantes da Corte Eleitoral e visa implantar a medida já nas eleições de 2022.
Hoje, as eleições são realizadas das 8h às 17h seguindo os horários locais de cada região. Por isso, o Acre termina de votar 2 horas depois de São Paulo, em razão do fuso horário do Estado.
A ideia agora é unificar todas as regiões no mesmo fuso, de acordo com o Horário de Brasília.
Para isso, algumas regiões deverão começar a votar um pouco mais tarde, enquanto outras começarão mais cedo. O objetivo é que todos os Estados concluam as eleições no mesmo horário. O objetivo é evitar teorias conspiratórias deflagradas por grupos políticos.
Proposta semelhante foi apresentada pelo Ministro Gilmar Mendes antes de deixar a presidência do TSE, no início de 2018. Na ocasião, o magistrado disse que a medida evitaria a “celeuma” causada pela demora na conclusão da apuração em razão do fuso horário do Acre.
A mudança, porém, foi rejeitada por 6 votos a 1. Na ocasião, a ministra Rosa Weber, que viria a assumir a presidência do tribunal durante o pleito de 2018, afirmou que a mudança poderia trazer dificuldades e eventuais prejuízos à organização das eleições. Um dos empecilhos seria o fato do Acre ter que abrir as seções eleitorais às 6h.
Foto: Divulgação/Assembleia Legislativa da Paraíba
A Paraíba é um dos estados que adquiriu respiradores mecânicos através do Consórcio Nordeste. Compras que estão sob investigação, visto que 300 equipamentos fornecidos pela empresa Hempcare nunca chegaram aos seus destinos, causando um prejuízo de R$ 48 milhões nos cofres públicos.
De acordo com reportagem da revista Veja, o inquérito, inicialmente conduzido pela polícia baiana, apresentou a Hempcare como ponta de uma rede criminosa. No Rio Grande do Norte, houve reação imediata. A CPI da Covid no estado potiguar, vai convocar a dona da empresa Hempcare, a empresária paulista Cristiana Prestes Taddeo, e o secretário executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas. Eles estarão entre os primeiros convocados pela Comissão Parlamentar de Inquérito. Convites que serão oficializadas na semana que vem, na abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa, que irá apurar a aquisição dos respiradores pelo Consórcio Nordeste e a edição dos decretos publicados pelo estado com as medidas sanitárias de combate à pandemia.
Enquanto isso, o que fez a Assembleia Legislativa da Paraíba? Nenhuma mobilização, nem questionamento a respeito dessas compras pelo Estado. O retorno das atividades parlamentares deve ocorrer no início de agosto, mas esse assunto não está na pauta. Os deputados têm feito vista grossa para essas incidências de corrupção na Paraíba.
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