Política

COINCIDÊNCIAS: Sócio de agência alvo da PF, além de ter contratos, fazia doações para campanhas de Galdino

Foto: Divulgação Top Mídia

A Agência e Produtora Top Mídia, alvo de uma operação da Polícia Federal, nesta terça-feira (24), é contratada pela prefeitura do município de Pocinhos para criação e divulgação de campanhas institucionais. Entre os clientes “TOP”, além da prefeitura de Pocinhos, constam Adriano Galdino (PSB), presidente da Assembleia Legislativa da PB (ALPB)e sua esposa, atual prefeita do município de Pocinhos, Eliane Galdino (Avante), Soraya Galdino, diretora do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, Murilo Galdino (Cidadania), secretário de articulação política do governo da Paraíba e outros políticos.

A nova descoberta, dessa vez, é que além de contratos publicitários entre a produtora investigada pela PF e o presidente da ALPB, Adriano Galdino, existem também doações de um dos sócios da Top Mídia Comunicação para Galdino. Bruno Mouzinho Régis, Sócio da “TOP” e também diretor-geral da Assembleia, tem feito doações para as campanhas eleitorais do presidente da ALPB.

No ano de 2016, Quando Adriano Galdino foi candidato à prefeitura de Campina Grande, Bruno Mouzinho fez uma doação no valor de R$10.000,00 para a campanha de Galdino. Já em 2018, quando o presidente da ALPB buscou sua reeleição como deputado, ele também pode contar com uma outra generosa ajuda de Mouzinho, desta vez no valor de R$8.000,00. Essas doações foram declaradas à Justiça Eleitoral e os dados estão disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Imagem: Reprodução
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Confira a matéria que fizemos sobre o caso, envolvendo a Agência Top Mídia, clicando aqui.

Opinião dos leitores

  1. Esses políticos do PSB tem um professor forte RICARDO COUTINHO que é uma VERGONHA.

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Política

2ª Turma do STF marca julgamento de Flávio Bolsonaro sobre rachadinhas

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo

O julgamento do recurso do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que discute o foro privilegiado do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), foi marcado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para terça-feira (31). O tema se refere às investigações das rachadinhas no antigo gabinete do filho do presidente na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A denúncia do MP-RJ diz respeito à prática das chamadas rachadinhas, esquema pelo qual assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, devolviam parte do salário que recebiam. A definição da data do julgamento foi feita pelo novo presidente da Segunda Turma da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro em setembro de 2020. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes.

A Segunda Turma, além de Nunes Marques e Gilmar Mendes, conta com Ricardo Lewandowski e Edson Fachin. A composição atual apresenta um integrante a menos, desde a saída da ministra Cármen Lúcia para a Primeira Turma. A vaga deverá ser indicada pelo novo ministro indicado por Bolsonaro.

Blog do BG com Fórum

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Política

OPERAÇÃO XEQUE-MATE: Justiça condena ex-prefeito de Cabedelo e mais oito réus

Imagem: Reprodução

O juiz Henrique Jorge Jácome de Figueiredo proferiu sentença nesta sexta-feira (27) no processo nº 0000264-03.2019.815.0731, do caso da Operação Xeque-Mate, em tramitação na 1ª Vara de Cabedelo. Neste processo, foi condenado o ex-prefeito Wellington Viana Franca (Leto Viana) a uma pena de seis anos de reclusão.

Além do ex-prefeito, foram condenados: Jacqueline Monteiro França (cinco anos e quatro meses de reclusão), Lúcio José do Nascimento Araújo (seis anos e sete meses e seis dias de reclusão), Marcos Antônio Silva dos Santos (cinco anos e quatro meses de reclusão), Inaldo Figueiredo da Silva (cinco anos e quatro meses de reclusão), Tércio de Figueiredo Dornelas Filho (cinco anos e quatro meses de reclusão), Antônio Bezerra do Valle Filho (cinco anos e quatro meses de reclusão), Adeildo Bezerra Duarte (cinco anos e quatro meses de reclusão) e Leila Maria Viana do Amaral (cinco anos e quatro meses de reclusão).

A denúncia oferecida pelo Ministério Público estadual trata da existência da organização criminosa (sua composição e dinâmica de atuação, permeados por dois núcleos maiores de atuação) que se instalou em Cabedelo, desde o ano de 2013, quando da renúncia do ex-prefeito Luceninha, mas com atuação que se protraiu no tempo.

Foram mencionados e relacionados também os ilícitos que teriam sido praticados pela organização criminosa, destacando-os em tópicos intitulados da seguinte forma: a compra do mandato do ex-prefeito José Maria de Lucena Filho (Luceninha); os cargos fantasmas; a Operação Tapa-Buraco; as negociações envolvendo vereadores; doação de terreno, caso Projecta, Shopping Pátio Intermares; laranjas (interpostas pessoas) usados na ocultação patrimonial de Leto; tentativa de homicídio do vereador Eudes; irregularidades na Câmara Municipal de Cabedelo, com o detalhamento de cada um destes eventos

Todos os réus negaram por meio de suas defesas técnicas e também quando ouvidos por ocasião de seus interrogatórios as imputações que foram feitas na denúncia. Confira, aqui, a sentença.

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Política

“Quem posa usando armas e ameaçando as pessoas não está usando a liberdade de expressão”: Dispara, Gilmar Mendes

Foto: Divulgação

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira que “há limites para a liberdade de expressão” dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Ele citou o caso do ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, preso por ordem do STF no chamado inquérito da milícia digital, que é uma continuidade do inquérito dos atos antidemocráticos.

Mendes foi indagado em entrevista na GloboNews sobre a reclamação de Bolsonaro de que a Corte está tentando calar seus apoiadores, reclamando que há uma censura prévia. O ministro defendeu a liberdade de expressão, afirmando que a prisão do presidente do PTB, aliado de Bolsonaro, não se enquadra nesta situação.

“Há limites para a liberdade de expressão. Eu já disse inclusive a próximos do presidente da República, que me trouxeram essa preocupação, ‘olha é um exagero o caso da prisão do Roberto Jefferson’, aqui não se trata de liberdade de expressão. Quem posa usando armas, ameaçando as pessoas, dizendo que vai atirar neste ou naquele, ou que vai receber um oficial de Justiça a bala (…) não está usando a liberdade de expressão”, afirmou Gilmar.

Blog do BG com O Globo

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Política

“Eu acho que a oposição merece gastar um pouco do seu tempo em outras áreas”, disse líder da situação na ALPPB sobre CPI da Covid na PB

Foto: Reprodução

Após saber que o deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) deve atravessar a divisa do estado para levar “dossiê” com informações sobre o Estado da PB para a CPI da Covid, no Rio Grande do Norte, o líder da situação na Assembleia Legislativa da PB, deputado Wilson Filho, disse que não há o que temer.

“Nunca teve o que temer e continuará sem ter o que temer. Porque quem faz o investimento, trabalho que o governo do estado tem feito, principalmente no assunto da pandemia, na verdade tem recebido elogios de todos os lugares”, disse Wilson.

Cabo Gilberto Silva, que é líder da bancada de oposição ao Governo do Estado na Assembleia, deve ser convidado para participar da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada no Rio Grande do Norte para investigar o destino de recursos repassados pelo Governo Federal para combate ao avanço da pandemia provocada pelo vírus da Covid-19.

Em entrevista, Wilson Filho destacou os feitos da administração estadual no combate a pandemia e ressaltou que nenhuma vida foi perdida por falta de leitos ou má gestão na Saúde e disparou. “Ninguém na Paraíba chegou a falecer por falta de vaga, por falta de leito, por falta de assistência médica relacionada à Covid,” disse o deputado.

Sobre a possível CPI da Covid na Paraíba, o líder da situação rebate: “Eu acho que a oposição merece gastar um pouco do seu tempo em outras áreas”.

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Política

MEDO DE JOÃO? Assembleia faz vista grossa para CPI na Paraíba e deputado resolve levar denúncias para CPI da Covid no RN

Foto: Reprodução

Já que a Assembleia Legislativa da Paraíba se “curva” a João Azevêdo, o deputado estadual Cabo Gilberto  (PSL) atravessa a divisa do estado para levar “dossiê” com informações sobre o Estado da PB para a CPI da Covid no Rio Grande do Norte.

Cabo Gilberto Silva, que é líder da bancada de oposição ao Governo do Estado na Assembleia, deve ser convidado para participar da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada no Rio Grande do Norte para investigar o destino de recursos repassados pelo Governo Federal para combate ao avanço da pandemia provocada pelo vírus da Covid-19.

A informação foi confirmada nesta sexta-feira (27) pelo deputado Coronel Azevedo (PSC/RN).

De acordo com o Coronel Azevedo, o deputado paraibano vai ter como missão principal informar aos integrantes da CPI o que o Governo da Paraíba, enquanto integrante do Consórcio Nordeste fez com os recursos federais enviados para combate da Covid-19.

Anteriormente, o deputado estadual Walber Virgulino já tinha levantado a bandeira aqui na Paraíba. Walber, que também faz oposição ao Governo do Estado, na ALPB, já protocolou junto a Assembleia um pedido para instaurar CPI para que haja transparência nos gastos de combate a Covid-19. “São mais de 21 bilhões destinados pelo Governo Federal ao Governo da Paraíba, e o que a gente ver é fechamento dos hospitais de campanha, fechamento de de leitos, não criaram leitos, não adquiriram respiradores”, declarou o parlamentar.

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Política

Código Eleitoral afrouxa Ficha Limpa e reduz causas que tornam políticos inelegíveis

Foto: Cleia Viana/Arquivo/Câmara dos Deputados

O projeto de novo Código Eleitoral, com votação marcada para a próxima quinta-feira na Câmara dos Deputados, prevê a derrubada de um dos principais trechos da Lei da Ficha Limpa: o que torna inelegível o político que renuncia ao mandato para evitar a cassação. Pela regra atual, um parlamentar fica impedido de se candidatar a cargos eletivos por oito anos a partir do momento em que o Conselho de Ética recomenda a sua cassação, ou seja, antes mesmo de o caso chegar ao plenário da Casa Legislativa em que tramita. A informação é do jornal “O Globo”.

No texto que será apreciado pelos deputados, esse tópico foi suprimido, abrindo a possibilidade de que parlamentares possam renunciar para concorrer nas eleições seguinte sem qualquer impedimento legal. Antes de a Lei da Ficha Limpa entrar em vigor, o artifício da renúncia para evitar inelegibilidade foi usado por políticos como Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), Jader Barbalho (MDB-PA), Valdemar Costa Neto (PL-SP), Severino Cavalcanti (PP-PE), Joaquim Roriz (PMDB-DF) e Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB).

A relatora do novo Código Eleitoral, Margarete Coelho (PP-PI), defendeu a mudança. Ela afirmou que, atualmente, políticos sofrem punições dobradas. “A renúncia é um ato que obedece ao juízo de conveniência política, de foro íntimo, e não pode servir de critério objetivo para declaração de inelegibilidade. Quem tem contra si uma representação está longe de ser considerado culpado pela Justiça, mas deve prestar contas aos seus eleitores, hipótese em que a renúncia é uma opção”, disse a deputada.

Margarete afirmou ainda que há casos em que o investigado renuncia a seu mandato e depois é inocentado pela Justiça:

Para evitar situações como essa, é que não se pode tomar um ato lícito, fruto de uma conveniência política, com uma condenação que enseja inelegibilidade. Já tivemos casos, salvo engano do Paraná, em que um parlamentar renunciou para evitar a perda do mandato, porque ele era acusado de um crime, e depois foi absolvido, negado o fato. É preciso reconhecer essa peculiaridade, porque os fatos da vida são muito mais ricos que a letra fria da lei.

Com informações do O Globo

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Política

VÊ SE PODE: Deputado paraibano admite que não tomou vacina porque tem o “corpo saudável”

Foto: Reprodução

Durante sessão, nesta semana, o deputado estadual Jutay Meneses cobrou a vacina contra a Covid-19 para os parlamentares que vão participar das sessões de forma presencial que estão previstas para retornar  na Assembleia Legislativa da Paraíba a partir de setembro.

“Quando a Assembleia voltar de forma presencial ou híbrida, o deputado que não tomou sequer a primeira dose da vacina vai poder participar da sessão presencial? Nós temos deputado que já teve a idade para se vacinar, mas até o momento não tomou a vacina”, questionou Jutay.

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Política

ELEIÇÕES 2022: João Azevêdo desautoriza movimentações políticas para formação da chapa majoritária

Foto: reprodução

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), tem achado algumas movimentações políticas, visando as eleições de 2022, precipitadas. Isso se deu após o encontro entre o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, e o deputado federal Efraim Filho, para articulação da chapa majoritária que disputará o Governo do Estado no próximo ano. Além disso, João desautorizou nessa quinta-feira (26) qualquer movimentação em nome do seu grupo político visando as eleições de 2022.

“A chapa majoritária não está sendo discutida agora. Estamos vendo muitos movimentos, mas nenhum tem aval do governador ou do governo. Não trato disso. Eu tenho uma questão de prioridade dentro do estado, manter o nível de investimento, vencer pandemia. Isso é que é o foco. Você definir a chapa a um ano da eleição é uma loucura. Mas, na Paraíba o processo começou muito cedo e as pessoas querem definir uma chapa majoritária. Esse é um ano onde só há uma vaga para senador e as pessoas querem que seja definida agora. Alguns outros sabem que isso só ocorre mais para frente”, disse o governador.

Durante entrevista à TV Arapuan, Azevedo comentou sobre a pretensão de Efraim e Aguinaldo Ribeiro configurarem na chapa, mas destacou que momento é de trabalhar pelo Estado.

“Nós temos caminhado pela Paraíba e quem quiser pode acompanhar. Efraim também tem acompanhado. Aguinaldo Ribeiro, Wilson Santiago. O meu papel, enquanto gestor, é fazer o acompanhamento e entregar obras em todo estado. Ter a capacidade de investir. Nem a pandemia fez esse governo parar. Estamos investindo muito por todas as regiões”, disse.

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Paraíba

ATENÇÃO POLÍTICOS DA PB: Repórter Secreto do Fantástico por aqui

Imagem: Reprodução Globo

O BG averiguou que o produtor e jornalista do Fantástico, Eduardo Faustini, está pela Paraíba. Faustini foi visto por João Pessoa e ao que tudo indica ele veio a trabalho para apurar mais uma denúncia de corrupção que vai prender um político grande em mais uma operação policial no Estado.

Depois do “Jampa Digital”, e “Escândalo da Merenda”, mais uma matéria sobre a Paraíba deverá ir ao ar nos próximos domingos durante a exibição do programa Fantástico, da Rede Globo.

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