Política

ELEIÇÃO 2022: Ex-vereador garante que vai disputar vaga na ALPB

Divulgação

O ex-vereador de Campina Grande Nelson Gomes Filho reafirmou que pretende voltar às disputas eleitorais em 2022.

Nelson, que não disputou uma cadeira na Câmara Campinense em 2020 já deixou claro que seu objetivo é ser eleito deputado estadual.

“Já estou dialogando com vários companheiros e também visitando várias regiões: Agreste, Cariri e já estou fomentando a minha ida para o Sertão, acertando tudo com alguns companheiros de lá”, garantiu.

Paraíba Online

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Polêmica

PROVOCOU: Bolsonaro desafia ministros do STF a participarem de manifestações no dia 7

Isac Nóbrega/PR

O Presidente Jair Bolsonaro desafiou os ministros do Supremo a, no 7 de Setembro, comparecerem às manifestações e subirem ao carro de som para discursarem com ele. “Convido qualquer um dos 11 ministros do STF a ocupar o carro de som e falar com o povo brasileiro”, provocou, apesar de, atualmente, o Supremo ter apenas 10 ministros, pois a cadeira deixada por Marco Aurélio Mello não foi preenchida.

Em mais um ataque ao Supremo Tribunal Federal e ao Tribunal Superior Eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ainda, que, na Praça dos Três Poderes, “não somos três, somos dois. Executivo e Legislativo trabalham em harmonia”. Em nova demonstração de que não digeriu o arquivamento do pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF, pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que “ninguém está acima da Constituição” e quem não se enquadrar nela “deve sofrer processo mais complexo”.

Em mais um gesto contra o STF, Bolsonaro voltou a dizer que, caso haja mudança no marco temporal de demarcação de terras indígenas — que deve ir a julgamento na Corte na próxima quarta-feira —, a agricultura pode sair prejudicada. E ameaçou não reconhecer a decisão do Supremo. “Tenho duas opções. Não vou dizer agora, mas já está decidido qual é essa opção. É a que interessa ao povo e está do lado da nossa Constituição”, disse.

Diário de Pernambuco

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Política

Investigação: CPMI das Fake News volta para botar pressão na eleição de 2022

Com a finalização da CPI da Covid, com seu voto e relatório final, as ações do governo federal ainda continuarão na mira do Senado.  Isso porque a CPMI das fake news voltará a se reunir por mais seis meses.

Considerando que a CPMI ainda vai parar para o recesso de final do ano, a investigação deverá se esticar até abril de 2022, quando começa oficialmente a campanha eleitoral.

O senador Ângelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPMI (o M vem de mista, por reunir deputados e senadores) já combinou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que fará uma reunião com os membros da CPI depois do feriado de 7 de setembro para definir a data de reinício dos trabalhos. A CPI estava hibernando desde março de 2020, quando os trabalhos presenciais do Congresso foram suspensos em razão da pandemia.

Uma das prioridades será dar andamento ao pedido já aprovado e encaminhado ao Supremo Tribunal Federal de compartilhamento de informações do inquérito das fake news, que tem entre os alvos o presidente Jair Bolsonaro, por propagar desinformação sobre as urnas eletrônicas, e seu filho Carlos.

Quando a CPMI aprovou esse requerimento, em setembro de 2019, o ministro Alexandre de Moraes informou que a investigação ainda era preliminar. Agora, dois anos depois, os membros da comissão esperam obter informações que permitam descobrir não só quem fez e quem pagou pelos disparos em massa ilegais realizados na eleição de 2018.  Como o inquérito ainda está em curso, a CPMI alimenta a expectativa de identificar quem segue cometendo crimes na internet.

Outra providência em análise é solicitar informações ainda sigilosas obtidas em outro inquérito, o dos atos antidemocráticos, que também mirava aliados do presidente, como as deputadas Bia Kicis (PSL-DF) e Carla Zambelli (PSL-SP).

No início de agosto, a equipe técnica que trabalhava para a comissão das fake news chegou a ser cedida para a CPI da Covid, mas como os trabalhos do relator Renan Calheiros já estão próximos do final, eles já voltaram a dar expediente na CPMI das fake news.

Jornal O Globo

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Política

CPI DA PANDEMIA: Mais cinco pessoas tornam-se investigadas; confira nomes

EDILSON RODRIGUES/AGENCIA SENADO

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), vai incrementar, nesta segunda-feira (30), a lista de investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito

São eles:

– A diretora técnica da Precisa Medicamentos Emanuella Medrades;
– O representante comercial da Davati Medical Supply Luiz Dominghetti;
– O CEO da Davati Medical Cristiano Carvalho;
– O coronel Helcio Bruno de Almeida, presidente da ONG Instituto Força Brasil;
– O coronel Marcelo Bento Pires, ex-coordenador do Plano Nacional de Operacionalização das Vacinas contra a Covid-19 do Ministério da Saúde.

Todos os nomes têm relação com as suspeitas de irregularidades nas tratativas das vacinas.

Com a atualização, a lista de investigados pela CPI passa a ter 23 nomes.

Nesta terça-feira (31), a CPI da Pandemia vai ouvir o motoboy Ivanildo Gonçalves da Silva. Ele foi convocado para depor sobre o caso VTC Log, empresa que atua na logística do Ministério da Saúde.

Ivanildo foi o responsável por saques milionários da empresa, investigada por irregularidades em contratos com o governo. O depoimento de Ivanildo estava marcado para quinta-feira (2), mas foi antecipado. Ele é responsável por 5% das movimentações atípicas da empresa, chegando a sacar o montante de R$ 4.743.693, a maioria em espécie.

CNN

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Polêmica

TIÃO AO ATAQUE: “Veneziano trabalha para si, sonhando com o apoio de Cássio”

Divulgação

O deputado estadual Tião Gomes (Avante) tem feito graves acusações aos pré candidatos a disputa ao Governo da Paraíba.

Ele foi particularmente duro com o senador Veneziano Vital do Rêgo, presidente estadual do MDB, a quem ele afirmou em entrevista a uma rádio da Paraíba que “está forçando a barra (…) Isso não é bom para a Paraíba (…).

“Veneziano toda semana chega (de Brasília) com uma novidade. Ele quer trabalhar em prol de si, e não da Paraíba. O que está se fazendo na Paraíba é a pré-candidatura de Veneziano (a governador), sonhando com o apoio de Cássio (Cunha Lima). Veneziano está construindo a sua candidatura. Se não der certo, ele quer a vice-governadoria para a sua mulher (Ana Cláudia). Esse pessoal não pensa na Paraíba, pensa neles”, afirmou o parlamentar.

Tião Gomes complementa ainda que “Não têm (Veneziano e Efraim) coragem de entregar os empregos e secretarias que têm no Estado. Esse povo é cheio de empregos. Para onde o governador João Azevedo vai esses homens vão atrás, mas não respeitam ele como líder. Querem o bônus, mas o ônus (do governo) não querem (…) Com divisão, não se vence”.

Ainda Tião Gomes: “Todo momento Veneziano cria um problema. Se estrutura uma candidatura a governador do MDB com o apoio do Democratas de Efraim Filho. Isso está certo? Não está! Isso é grupo? Não é! E todo mundo dentro do governo, mamando do governo; todo mundo levando obras do governo”.

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Política

Pacheco diz que não vai admitir “qualquer retrocesso” no estado democrático

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), diz que não vai admitir qualquer retrocesso no sistema democrático.

Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo,29, o senador afirma que tem mantido contato com as Forças Armadas.

Segundo Pacheco, a “manutenção de críticas muito ostensivas à Suprema Corte” é algo que “dificulta o processo de pacificação institucional” buscado pelo Legislativo. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou por diversas vezes o STF (Supremo Tribunal Federal) e seus membros, aumentando o nível de tensão entre o Judiciário e o Executivo.

Em 20 de agosto, Bolsonaro apresentou pedido de impeachment do ministro da Corte Alexandre de Moraes –rejeitado e arquivado por Pacheco.

O presidente do Senado diz que Bolsonaro tem “falado e agido” para afirmar suas convicções, mas que é importante ter “um freio naquilo que não interessa” ao Brasil.

“Espero que ele [Bolsonaro] possa contribuir para esse processo de pacificação, porque há inimigos batendo à nossa porta, que não somos nós mesmos, mas a inflação, o aumento do dólar, o desemprego, o aumento da taxa de juros e a crise hídrica e energética, que pode ser avassaladora.”

Pacheco quer organizar uma reunião entre os Poderes. O encontro estava sendo planejado em julho, mas foi cancelado no começo de agosto por decisão de Luiz Fux, presidente do STF, depois dos sucessivos ataques de Bolsonaro à Corte.

Questionado se se vê isolado na tentativa de organizar o encontro entre os Poderes, o presidente do Senado responde que não.

“Tenho absoluta certeza de que o pensamento do deputado Arthur Lira [presidente da Câmara dos Deputados] é o mesmo, de apaziguar. Sei também da disposição do ministro Luiz Fux de fazer o mesmo. Há uma comunhão de vontades nesse sentido”, afirma.

O senador explica que não se reúne com Bolsonaro para tratar dos problemas do Brasil há algum tempo. “Acho até que isso precisa acontecer mais rapidamente”, fala Pacheco.

Perigo de Ruptura Institucional

Pacheco diz que tem mantido contato com as Forças Armadas, que descreve como “instituições maduras, com um patriotismo muito forte e com obediência absoluta ao estado democrático de direito”.

Segundo ele, as Forças são conscientes do papel que exercem e estão sendo comandadas por pessoas que “não se aventurarão em disputas ideológica e política” e mantêm o compromisso com o Brasil. “Tenho mantido esse contato constante com essas instituições e vejo nelas uma obrigação de defesa do Brasil. Nós não admitiremos qualquer retrocesso e tenho certeza que também esse será o papel das Forças Armadas”, afirma.

Sobre o temor de que atos marcados para 7 de setembro saiam do controle, o senador fala que é preciso respeitar manifestações, mas que as que “tenham como objetivo retroceder a democracia, pretender intervenção militar ou a ruptura institucional ferindo a Constituição devem ser repelidas no campo das ideias”.

Eleições

O presidente do Senado garante que as eleições marcadas para 2022 vão ser realizadas.

“Os ataques [de Bolsonaro] ao sistema eleitoral, sem fundamentos, são muito ruins, porque jogam em descrédito um sistema que, até pouco tempo atrás, era dado por nós como um orgulho nacional”, fala. “Mas não considero que isso seja capaz de deslegitimar o resultado eleitoral.”

Pacheco diz que a volta das coligações partidárias é um “retrocesso”. A Câmara dos Deputados aprovou em 17 de agosto o texto-base da PEC (proposta de emenda à Constituição) que restitui as coligações em eleições proporcionais. Esse tipo de aliança favorece a fragmentação partidária.

“Sou a favor do sistema proporcional sem coligações partidárias e com imposição da cláusula de desempenho. Vamos submeter ao Senado para que a maioria decida, mas a volta ao modelo anterior é um retrocesso”, declara Pacheco.

O senador diz que o cenário eleitoral será definido apenas em 2022 e que “neste momento, o Brasil não precisa de candidatos à Presidência”. Segundo ele, “o Brasil precisa do presidente buscando unificar o país para os problemas imediatos que nós temos”.

Poder 360

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Política

ELEIÇÕES: Deputado Tucano admite aproximação com o MDB do senador Veneziano

O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) disse durante entrevista na TV Itararé (canal 18.1) que não existe possibilidade de o PSDB na Paraíba aceitar os acenos do ex-presidente Lula (PT) para dialogar sobre a sucessão presidencial do próximo ano.

“Nós defendemos histórias e políticas antagônicas”, justificou.

O ´tucano´ declarou que pensa de maneira diferente sobre uma eventual aglutinação de forças, no plano nacional, entre PSDB, PSD e MDB, para disputar a sucessão presidencial, no tocante à reprodução estadual dessa possível composição.

“Eu diria que a forma como isso for conduzido, de maneira transparente… (essa aproximação) já está sendo maturada por Campina Grande. Nós temos uma realidade local que muitas vezes se sobrepõe a esse distanciamento partidário”, interpretou o deputado.

Ainda de acordo com Tovar, “hoje as pessoas já começam a entender e a vislumbrar o futuro. O eleitorado assimilaria (a aliança do MDB com o PSDB e o PSD), acredito que sim, desde que fosse de maneira transparente e com um diálogo muito franco com o povo de uma forma geral e também com a classe política”.

O ´tucano´ pontuou que esse entendimento passaria pela candidatura de Romero, “que é a bola da vez, é o que a cidade pede para ser candidato a governador”.

Paraibaonline com informações da coluna APART

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Política

LULA só engana quem quer ser enganado

Nessa busca por apoios nas recentes viagens que tem feito, o ex-presidente insiste em reafirmar que caso seja eleito, mesmo ainda não decidindo se será candidato, uma das primeiras medidas a tomar será a da regulação da mídia no Brasil, porém sem detalhar em momento algum como pretende fazer isso.

Foi assim na passagem pelo Rio Grande do Norte em evento com apoiadores e depois em uma entrevista a uma rádio de Salvador-BA.

Como não poderia deixar de ser, o discurso do petista é recheado de contradições. Ao mesmo tempo que afirma não saber se será candidato, já fala o que pretende fazer se for eleito, às vezes dizendo até ‘quando eu for eleito’. Também diz defender a liberdade de imprensa enquanto expõe o desejo de regular a mídia.

Com ou sem os detalhes de como isso seria feito, precisamos nos questionar principalmente sobre qual a intenção por trás de tal medida. Como também é impossível não relacionar a ideia ao modo que os regimes cubano e venezuelano, defendidos intransigentemente por Lula, tratam a imprensa.

Lula e o staff do PT nos estados também escolhem a quem o ex-presidente vai dar entrevistas, cortando qualquer pergunta sobre os desvios do PT quando esteve no Governo.

BG

Opinião dos leitores

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Política

NINHO TUCANO: Tasso Jereissati fala em aliança em oposição a Doria nas prévias do PSDB

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse considerar a possibilidade de uma aliança com o governador do RS, Eduardo Leite (PSDB), e com Arthur Virgílio (PSDB-AM), ex-prefeito de Manaus, para disputar as prévias do PSDB.

O partido decide em 21 de novembro quem será o candidato à Presidência da República em 2022. O governador de São Paulo, João Doria, afirmou que vai disputar o pleito.

“Tenho uma afinidade muito grande com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e com o Arthur Virgílio, do Amazonas. Estamos fazendo um esforço muito grande para termos uma candidatura só nas prévias que possa competir com o Doria”, declarou o senador em entrevista a jornal O Estado de S. Paulo, publicada neste domingo,29.

Segundo Tasso, Doria tem vantagem na disputa por governar São Paulo, “onde o partido é maior”. No entanto, declarou o senador, o tucano “polariza” mesmo na legenda.

“Para haver uma competição justa no PSDB, fazer alianças é importante”, falou. “A probabilidade de uma aliança com Eduardo Leite e Arthur é grande. Estamos avaliando qual será a melhor alternativa, sem nenhum tipo de projeto pessoal, qual dessas candidaturas pode agregar mais os outros partidos de centro.”.

Tasso declarou que o diálogo é algo essencial e, por isso, se encontrou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 23 de agosto, quando o petista passou por Fortaleza (CE).

“Se não tivermos a capacidade de dialogar com todas as correntes de pensamento, da esquerda à direita, da região Sul ao Norte, vamos ficar parados vendo essa decadência”, afirmou o senado, completando que “dialogar não significa ser cooptado ou cooptar”.

Questionado se o candidato da chamada 3ª via disputaria um lugar no 2º turno das eleições com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou com Lula, respondeu que, “pelo cenário de hoje”, a disputa é com o chefe do Executivo. Mas ressaltou que as coisas podem mudar.

“O Lula está muito preservado. Todos os canhões estão virados para o Bolsonaro. Na campanha os canhões vão se voltar para o favorito”, disse.

Tasso avaliou que Bolsonaro “está alienado dos problema” dos Brasil, como inflação e desemprego.

“[Bolsonaro] Entrou em atrito com o Supremo, que é uma instituição vigorosa, e agora com o Senado. Essa crise institucional que vem da Presidência da República é a gota d’água que está causando um pessimismo gigantesco na economia”, disse. “Ele foi de confronto em confronto. Vira uma coisa meio paranoica.”.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. A desculpa é sempre a mesma. Corruptos conhecidos do Brasil , basta verificar o patrimônio de cada um , querem pegar o poder de volta para continuarem com os esquemas ilícitos que os enriqueceram. Canalhas que devem ser repelidos da vida pública .

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Política

Lula: Bolsonaro é “presidente tresloucado” que governa na “base do absurdo”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste sábado (28.ago.2021) que “ninguém aguenta mais um presidente tresloucado”. Também falou que o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido), é “desprovido de qualquer resquício de humanidade”.

Lula criticou Bolsonaro dizendo que o presidente “chamou de idiota quem diz que a prioridade do governo devia ser comida na mesa do povo ao invés de fuzil”.

Ao conversar com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada na 6ª feira (27.ago.2021), Bolsonaro disse: ​​“Tem que todo mundo comprar fuzil, pô. Povo armado jamais será escravizado. Eu sei que custa caro. Aí tem um idiota: Ah, tem que comprar é feijão”.

Poder 360

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