Política

ELEIÇÕES 2022: Pela primeira vez, Veneziano admite sair candidato ao governo


O senador Veneziano Vital do Rego (MDB) admitiu nesta segunda-feira (28) que pode sair candidato ao governo nas eleições do próximo ano, durante uma entrevista a Rádio Band News FM Manaíra.

A afirmação acontece durante uma possível reaproximação com o governador João Azevedo, que deve disputar a reeleição. O distanciamento começou em outubro deste ano durante uma visita do governador a Campina Grande, onde a secretária de Articulação Municipal do Estado, Ana Cláudia Vital do Rêgo, não foi chamada para compor a mesa da solenidade e deixou o local.

De lá pra cá, João e Veneziano não tem conversado e nem se encontrado. O abismo entre eles se agravou após o surgimento da possibilidade de Romero Rodrigues, ex-prefeito de Campina Grande e inimigo político de Veneziano, se aliar a João nas eleições do próximo ano.

Um dos defensores da candidatura de Veneziano ao governo é presidente do MDB em João Pessoa, vereador Mikika Leitão, que chamou até a executiva nacional do partido para discutir o assunto.

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Política

“FUI LÍDER DO GOVERNO”: Hervázio não descarta voto pela aprovação das contas de Ricardo Coutinho

Foto: Reprodução

O deputado estadual Hervazio Bezerra (PSB) afirmou nesta segunda-feira (27) que pode votar pela aprovação das contas do ex-governador Ricardo Coutinho. Em entrevista a Arapuan FM, Hervázio revelou que, mesmo com o parecer do Tribunal de Contas do Estado, pedindo a reprovação das contas, a Assembleia tem seus interesses.

“Nós temos que inicialmente analisar tudo, porque o Tribunal de Contas toma uma decisão técnica, a Assembleia se posiciona de forma técnica e política também, essa que é a grande realidade, todos sabem disso. A Paraíba sabe que eu fui líder do Governo Ricardo, a princípio, e não escondo isso de ninguém. Eu teria ou tenho dificuldades [votar a favor], mas a política é pragmatismo e eu pertenço a um agrupamento político. Não há ninguém querendo me induzir, mas isso é coisa para a gente conversar com a bancada e agir, mas sem perder de vista a parte técnica, o relatório técnico do Tribunal de Contas”, afirmou o deputado.

Ele também criticou o projeto do deputado Cabo Gilberto (PSL), que institui o “voto aberto” na análise de contas de ex-governadores.

“Tenho que ser verdadeiro e não vou fazer jogo de cena; não pode ser o que eu quero ou o que outro deputado queira. Mas a nossa Lei, que é o regimento interno, prevê e disciplina que a votação é secreta. Então quem defender agora a votação aberta está com outras intenções, com terceiras intenções”, disse.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) emitiu parecer no qual aponta que as contas do ex-governador, no exercício de 2016, havia divergências sobre a aplicação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) na educação estadual. O ofício assinado pelo presidente da Corte, Fernando Rodrigues Catão, foi enviado a ALPB no dia 10 deste mês.

Caso as contas sejam reprovadas, Ricardo ficará inelegível para a eleição de 2022, na qual ele é pré-candidato ao Senado Federal.

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Política

“OU SAI UM OU SAI O OUTRO”: Pedro Cunha Lima descarta federação entre o PSDB e o Cidadania, na Paraíba

Divulgação

O deputado federal e pré-candidato ao governo do estado Pedro Cunha Lima (PSDB) foi entrevistado nesta segunda-feira (27) no programa Arapuan Verdade.

Na entrevista, o deputado foi perguntado sobre as discussões sobre uma possível federação entre o PSDB com o Cidadania, que na Paraíba é o partido do governador João Azevêdo.

Pedro disse que se houver a federação entre o seu partido e o partido do governador, um dos dois haverá de sair do partido: “ou sai um ou sai o outro”.

O pré-candidato ao governo do estado disse que ainda não avançou em conversas com outros partidos para se preparar caso a federação fique com Azevêdo, mas adiantou que não vai faltar partido político para ele.

“Se acontecer, haverá uma solução”, declarou.

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Política

“LOGO VÃO BRINDAR COM UM CACHIMBO DA PAZ”: Roberto Paulino quer apagar o fogo da crise entre João e Veneziano

 

O secretário-chefe de Estado, Roberto Paulino (MDB), tratou de apagar as chamas entre o governador João Azevêdo e o senador Veneziano Vital do Rêgo, presidente do MDB na Paraíba.

O parlamentar tinha dado declarações recentemente demonstrando insatisfação no tratamento que vinha recebendo do Palácio da Redenção. Segundo Vital, Azevêdo não o procura há pelo menos sete meses

“Já temos um certo avanço [na relação de João e Veneziano]. O governador tentou manter um contato com Veneziano, até Raniery Paulino conversou com os dois. Creio que vai dar certo. Essa é minha posição e meu desejo. Uma boa convivência entre o MDB e o governador”, disse Roberto.

O secretário garantiu que a conversa entre as duas lideranças deve acontecer “o mais rápido possível”.

“Eles [João e Veneziano] sempre tiveram respeito um pelo outro. Se não comeram o peru [de Natal] até agora, logo logo vão brindar com um cachimbo da paz. Tem que ter respeito. E existe respeite entre os dois. João é uma pessoa que respeita as pessoas e mantém diálogo”, previu o secretário.

Roberto Paulino, no entanto, não escondeu o desejo para que o seu partido, o MDB, possa ficar com a vaga de vice de João em 2022. “Seria uma boa, é o que nós torcemos”, afirmou.

Mais PB

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Política

AGORA VAI: Aliança entre João e Romero avança após conversas do governador com Kassab

Foto: Reprodução

O governador João Azevêdo (Cidadania) revelou, nesta segunda-feira (27), que tem conversado com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para formação de aliança nas eleições de 2022.

Na Paraíba, o partido é presidido por Romero Rodrigues, que já sinalizou para uma possível aliança com João Azevêdo.

“Eu tenho interesse porque é a lógica da política. Se eu puder agregar mais partidos dentro desse propósito, nós vamos crescer as condições de participação. Estamos conversando com o presidente do PSD, Kassab. Nesse momento são conversas importantes e eu espero que chegue a uma conclusão o mais rápido possível”, disse o governador.

Segundo ele, nas conversas não chegou a ser discutido o espaço do PSD na chapa majoritária. “Conversamos sobre possibilidade de estarmos juntos no apoio a uma candidatura. Essa é discussão”, esclareceu.

Azevêdo acrescentou que terá outo partidos em sua base de apoio. “Os oito partidos estão apoiando a chapa majoritária. Os oitos não terão lugar na chapa, que só tem três lugares. A discussão não começa pela posição nessa chapa. Começa primeiro pela intenção ou não de estar junto dando apoio, a partir daí começa-se a discutir a forma dessa participação”, disse em entrevista à rádio Correio.

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Política

DATAFOLHA: 44% dos brasileiros temem que o país vire comunista em 2022

Divulgação

A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) revelou que 44% dos entrevistados temem que o Brasil vire um país comunista nas próximas eleições, em 2022. Já os que são contra essa afirmação, representam 50%.

As entrevistas foram feitas com 3.666 com pessoas de 16 anos ou mais em 191 municípios de todo o país, entre os dias 13 e 16 de dezembro de 2021. A margem de erro foi de dois pontos percentuais para mais ou para menos

A opinião de que um futuro comunista preocupa a cabeça, principalmente, daqueles que planejam votar no presidente Jair Bolsonaro (PL) no ano que vem, que são 61% dos ouvidos. O temor, se dá graças ao principal nome para a disputa com o atual mandatário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Metrópoles

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Política

Bolsonaro admite que Lula tem voto, mas diz não ser esse ‘montante todo’

O presidente Jair Bolsonaro (PL) reconheceu que seu principal rival na corrida pela reeleição, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conta com apoio popular e que tem votos. No entanto, disse acreditar que a força do petista não é “esse montante todo que está aí”.

“Tem gente que é apaixonada pelo Lula. Tem voto? Tem voto. Mas não acredito nesse montante todo que está aí. Outra coisa, tem que enfrentar. A decisão do voto, com todo respeito, é mais de vocês do que de mim”, disse o presidente nessa sexta-feira (24), a jornalistas no Palácio do Alvorada.

Pesquisa Datafolha divulgada no dia 16 mostrou que Lula lidera a corrida presidencial no primeiro turno. Conta com 48% das intenções de voto, contra 22% de Bolsonaro.

O chefe do Executivo, no entanto, vinha minimizando a popularidade do petista.

Questionou em diversos momentos as pesquisas de intenção de voto e repetia que sua popularidade era melhor medida quando estava nas ruas, em meio à população.

Ainda nesta sexta-feira, o mandatário disse que não vai contratar nenhum marqueteiro para a sua campanha pela reeleição. Afirmou apenas que terá profissionais para editar e divulgar as imagens de suas viagens para algumas regiões do país.

“Não vou contratar marqueteiro, não é essa a intenção. Devo ter produtores de imagens. Nós temos imagens para mostrar, armazenadas, das minhas viagens do Brasil todo. É botar ali, já que vamos ter tempo de televisão do PL, talvez [se] algum outro partido vier conosco… É mostrar o que foi feito”, disse o presidente.

Com informações FolhaPress

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Política

Bolsonaro assina indulto de Natal com benefício a policiais e militares

O presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou nessa sexta-feira (24) o indulto de Natal, ato de ofício editado pelo chefe do Executivo federal todos os anos. Entre os contemplados estão policiais, militares das Forças Armadas e agentes de segurança que cometeram crimes culposos (sem intenção), mesmo fora de serviço.
O pó
O indulto natalino consiste em perdão de penas aplicadas pela Justiça e abrange o período até 25 de dezembro de 2021. O ato assinado por Bolsonaro foi publicado na tarde de hoje em edição extra do DOU (Diário Oficial da União).

Esse é o terceiro ano consecutivo em que o presidente concede perdão no Natal a policiais (federais, civis e militares) e membros das Forças Armadas condenados por crimes culposos. A medida se estende a bombeiros militares. As categorias fazem parte da base de apoio político do presidente, que fez carreira na política, em especial no Congresso Nacional, em diálogo direto com elas.

“(…) serão beneficiários os agentes públicos que compõem o sistema nacional de segurança pública, que, até 25 de dezembro de 2021, no exercício da sua função ou em decorrência dela, tenham sido condenados: (i) por crime, na hipótese de excesso culposo prevista no parágrafo único do art. 23 do Código Penal; e (ii) por crimes culposos, desde que tenham cumprido pelo menos um sexto da pena”, diz trecho de comunicado enviado pelo governo.

‘Excesso punível’

O artigo 23 do Código Penal diz respeito ao conceito de “excludente de ilicitude”. Ele define que não há crime quando o agente age “em estado de necessidade”, “em legítima defesa” ou “em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito”.

O mesmo artigo estabelece, no entanto, o “excesso punível”, isto é, trata de forma diferenciada o criminoso que comete “excesso doloso [com intenção] ou culposo [sem intenção]”. Os agentes enquadrados na condição de “excesso doloso” não serão beneficiados pelo indulto.

No caso dos militares, o perdão vale para crimes cometidos em operações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), com sentenças aplicadas até 25 de dezembro. A única exceção é se o delito for enquadrado na hipótese de excesso culposo (prevista no artigo 45 do Código Penal Militar).

De acordo com a chefia do Executivo federal, a medida se faz necessária “seguindo orientação já adotada em anos anteriores e, em especial, por razões de caráter humanitário”.

Desde a campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro tem defendido a revisão do “excludente de ilicitude”, com o objetivo de ampliar as situações em que policiais e militares cometem crimes e não são responsabilizados por eles.

Indulto a presos doentes

Também foram agraciados com o indulto condenados que tenham sofrido, até 25 de dezembro: “doença grave, permanente, que, simultaneamente, imponha severa limitação de atividade e que exija cuidados contínuos que não possam ser prestados no estabelecimento penal, pela respectiva equipe de saúde”; “doença grave, como neoplasia maligna ou síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids), desde que em estágio terminal”; e/ou “paraplegia, tetraplegia ou cegueira adquirida posteriormente à prática do delito ou dele consequente”.

No caso de sequelas impostas por doenças graves, há previsão de que o benefício seja válido para detentos que tiveram dificuldades na recuperação pós-contaminação pela covid-19.

UOL

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VÍDEO: Presidente Jair Bolsonaro faz pronunciamento em rede nacional de rádio e TV com mensagem de fim de ano aos brasileiros

O presidente Jair Bolsonaro divulgou na noite dessa sexta-feira, (24), mensagem de fim de ano a todos os brasileiros. Durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, ele afirmou que 2021 foi um “ano de muitas dificuldades”, mas disse esperar que 2022 “seja um ano de esperança, conquistas e realizações”.

Ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente afirmou que a jornada durante o segundo ano da pandemia de covid-19 no país foi de “seriedade, dedicação e espírito fraterno no planejamento e na construção de políticas públicas em prol de todas as famílias.”

“Não economizamos esforços para apoiar a todos, em especial os mais vulneráveis”, completou a primeira-dama, que ressaltou que o governo não se afastou do que acredita e defende: Deus, pátria, família e liberdade.

Assista:

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Política

Pedro Cunha Lima: “Boa parte dos partidos políticos são mercadorias, estão à venda”

Com um discurso de combate aos modelos atuais de articulações políticas, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), pré-candidato a governador do Estado, disse que sua campanha não vai depender de estruturas e sim de um sentimento.

Em entrevista à Rádio Panorâmica FM, o parlamentar fez críticas à maneira como são realizadas as composições partidárias.

“É uma campanha que acredita no sentimento e não na estrutura. Se eu for depender de partido, to fora do jogo, porque boa parte dos partidos políticos são mercadorias, estão a venda. Se borá um preço, de quem dá mais, e eu não estou a fim”, disse.

No entanto, ele disse que as conversações irão acontecer naturalmente, mas que não está preocupado com a quantidade de partidos em torno de sua postulação.

“Não estamos preocupados com a quantidade de partidos que teremos. É importante ter alianças políticas sim, mas não vamos entrar nesse jogo, de entrar em leilão de partido político”, frisou.

Ao ser questionado sobre a proximidade do discurso com o bolsonarismo, Pedro disse que, no seu caso, a prática é diferente.

 Blog do Max Silva

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