Política

LUTO: Corpo do ex-deputado Simão Almeida está sendo velado na sede da ALPB

Foto: ALPB

O velório do ex-deputado estadual Simão Almeida, morto em decorrência de complicações da Covid-19, segue até às 10h desta quinta-feira (30) na sede da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), no centro de João Pessoa.

A família do ex-deputado estadual e ex-presidente estadual do PCdoB informou que ele sofreu morte encefálica, em um hospital da capital, onde estava internado desde o início do mês devido após ter o quadro de saúde agravado pela doença.

Simão de Almeida Neto é natural de Boa Vista, na Região do Cariri paraibano, onde nasceu em 9 de janeiro de 1944. Engenheiro elétrico de formação, já disputou nove eleições pelo PCdoB da Paraíba. Sua primeira disputa foi em 1988, quando foi candidato a vice-prefeito na chapa de Antônio Arroxelas (PDT), que ficou na 4ª posição entre sete candidatos. O ex-deputado foi eleito em 1990, com 4.538 votos.

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Política

“Se Bolsonaro descobrir a cura do câncer será criticado”, diz Marinho

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, afirmou nesta 4ª feira (29.dez.2021) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seria criticado mesmo se descobrisse a “cura do câncer”. O ministro falou sobre as críticas direcionadas ao chefe do Executivo ao comentar a situação de áreas atingidas por fortes chuvas no sul da Bahia.

Marinho declarou que Bolsonaro foi criticado tanto por sobrevoar áreas afetadas pela chuva em 12 de dezembro, quanto por não ter ido visitar áreas atingidas pelos temporais nos últimos dias. Devido às chuvas, ao menos 21 pessoas morreram e 77 mil estão desabrigadas.

“O presidente foi a Bahia e, quando ele foi, foi criticado porque foi a Bahia. O presidente mandou os ministros e foi criticado porque mandou os ministros. Eu acho que se o presidente descobrir a cura do câncer ele vai ser criticado porque descobriu a cura do câncer”, declarou.

Poder360

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Política

Moro diz que ninguém sabia quem era Youssef quando ele doou à campanha de aliado

Pré-candidato à Presidência, o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos) procurou minimizar nesta quarta-feira (29) a doação feita pelo doleiro Alberto Youssef, pivô da Lava Jato, a um de seus principais aliados, o senador Álvaro Dias (Podemos-PR). Moro deu entrevista à Rádio Capital FM, de Mato Grosso.

Reportagem da Folha mostrou que duas empresas de Youssef em 1998 pagaram R$ 21 mil (o equivalente a R$ 88 mil em valores atualizados) à campanha de Dias, à época no PSDB.

A campanha ocorreu antes da eclosão do caso Banestado, deflagrado nos anos 2000 – o doleiro tinha sido contrabandista e já havia sido preso anteriormente nos anos 1980.

As informações estão na prestação de contas de Dias entregue naquele ano à Justiça Eleitoral no Paraná. As doações se referem a horas de voo em jatinhos que Youssef cedeu ao então candidato.

Youssef, 54, foi condenado por Moro na Lava Jato em penas que somam mais de 120 anos de prisão e chamado em uma das sentenças de “criminoso profissional”. Porém deixou o regime fechado em 2016, graças a um acordo de delação.

Moro disse nesta quarta-feira que, na época da doação a Dias, “ninguém sabia quem era Alberto Youssef”:

“Eu nem conhecia o senador [Álvaro Dias]. Ninguém sabia quem era Alberto Youssef na época. Ele começou a ser processado em 2003, no caso Banestado. Depois foi condenado, preso na Lava Jato.”

“Eu decretei a prisão do Alberto Youssef duas vezes: em 2003 e depois em 2014. (…) Qual criminoso de colarinho branco fica quatro anos preso no Brasil? Ninguém protegeu ninguém ali [na Lava Jato]”.

A reportagem revelou que a empresa San Marino Táxi Aéreo pagou R$ 9.800. Já a Youssef Câmbio e Turismo colaborou com R$ 11.200. Os valores declarados à Justiça Eleitoral se referiam a horas de voo de jatinho que o doleiro cedeu a Álvaro Dias, então candidato ao Senado pelo PSDB.

À Folha o senador afirmou que teve todas as suas contas aprovadas pela Justiça Eleitoral. Já Moro, na entrevista à Rádio Capital, reforçou que foi responsável pela prisão de Youssef.

“A minha relação com o Alberto Youssef eu posso resumir: eu prendi ele duas vezes. E se eu não tivesse feito isso ele nunca teria respondido pelos seus crimes.”

Nos anos 2000, o então juiz mandou prender o operador no âmbito do caso Banestado, um mega esquema de evasão de divisas por meio do extinto banco do estado do Paraná, hoje tido como um laboratório da Lava Jato. Deltan também atuou nos processos.

Youssef firmou naquela época um primeiro acordo de colaboração, feito com aval de Moro em 2003, quando esse tipo de compromisso ainda era novidade no Brasil.

Anos mais tarde, antes da Lava Jato, o magistrado chegou a se declarar suspeito “por razões de foro íntimo” para atuar em um caso do doleiro que visava rediscutir essa delação.

FolhaPress

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Política

REVIRAVOLTA: Pré-candidatura de Romero ao governo pode ser anunciada após reunião com Bolsonaro

Foto: Reprodução

Na semana passada o presidente Jair Bolsonaro manifestou o desejo de que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, dispute o Senado pela Paraíba em uma chapa com o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) como candidato ao governo do estado.

Um novo encontro com Bolsonaro está pré-agendado e pode causar uma reviravolta nos rumos de Romero para as eleições de 2022.

Romero havia anunciado vai disputar a Câmara Federal em 2022, após uma reunião com Gilberto Kassab, presidente do PSD.

O ex-prefeito que acompanha um parente em um tratamento de saúde na cidade de Porto Velho-RO, precisou suspender a agenda política por tempo indeterminado, um dia antes do lançamento da pré-candidatura de Pedro Cunha Lima ao governo do estado.

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Política

“FACILITA O PROCESSO”: João Azevedo espera decisão do MDB até janeiro

Imagem: SECOM Paraíba

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) disse que aguarda os próximos passos do MDB, após o senador Veneziano Vital anunciar alianças com alguns partidos em janeiro, visando a disputa das eleições de 2022.

Para João, a decisão – caso se concretize – vai facilitar o processo de articulações. “Tenho a compreensão de que em um país em que teremos eleições em outubro, talvez no final de março, tenhamos a leitura de quais os partidos se fundirão e que simplesmente sumirão da política brasileira. As nossas decisões elas vão ficar, logicamente, atreladas a decisão do partido que eu pertenço, que é o Cidadania. O MDB tem autonomia, que é natural de qualquer partido, e se vai anunciar em janeiro o posicionamento facilita porque já tem algumas definições sendo adiantadas. Eu estou no aguardo”, destacou João.

Veneziano tem garantido que a legenda participará majoritariamente da chapa que vai disputar o governo da Paraíba nas eleições de 2022.

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Política

COVID-19: Ex-deputado Simão Almeida tem piora no quadro de saúde e familia é acionada pelos médicos

Foto: ALPB

Se agravou nos últimos dias o estado de saúde do ex-deputado Simão Almeida, de 77 anos, que está internado e intubado na UTI do Hospital da Unimed, em João Pessoa, devido a complicações da Covid-19. Por causa da realização de hemodiálise, a esposa e os filhos do político, alguns residentes em outros estados, foram chamados para uma reunião hoje de manhã.

Simão elegeu-se deputado estadual em 1990 com 4.538 votos. Durante a ditadura militar, por causa de sua filiação e militância no PCdoB, viveu durante 11 anos na clandestinidade na região do Araguaia, de onde saiu com a anistia política. “Tive muita sorte de não ter sido preso”, disse ele em depoimento à Comissão da Verdade. Bem humorado, acrescentou que nunca pegou em armas, a não ser um estilingue para matar passarinhos em Boa Vista, interior da Paraíba.

Atual presidente da Junta Comercial do Estado, Simão havia tomado duas doses da vacina contra a Covid-19, mas mesmo assim desenvolveu sintomas da doença. Ele tem problemas respiratórios decorrentes de um histórico de fumante.

Parlamento PB

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Política

ESTRIBUCHANDO: Moro pega ar com TCU que determinou a divulgação de sua rescisão contratual

Divulgação

O pré-candidato à Presidência Sergio Moro (Podemos) repudiou a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que a consultoria Alvarez & Marsal divulgue o valor recebido por ele na rescisão de contrato.

O ex-juiz da Lava-Jato deixou a empresa em 31 de outubro deste ano para poder iniciar a carreira política e disputar o pleito 2022.

“Trabalhei 23 anos na carreira pública. Lutei contra a corrupção neste país como ninguém jamais havia feito. Deixei o serviço público e trabalhei honestamente no setor privado para sustentar minha família. Nunca paguei ou recebi propina, fiz rachadinha ou comprei mansões”, publicou em suas redes.

No post, Moro também disse que não enriqueceu no setor público e nem no privado, não atuando em casos de conflito de interesses. “Repudio as insinuações levianas do Procurador do TCU a meu respeito e lamento que o órgão seja utilizado dessa forma”, afirmou.

Correio Braziliense

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Política

FAROFA DO JULIAN LEMOS: Festa do deputado vai durar três dias e contará com Luciano Bivar, Renata Abreu e Sergio Moro

Divulgação

O deputado federal Julian Lemos comemora aniversario no dia cinco de janeiro e a festa promete ser grande e prestigiada.

A “farofa” irá durar três dias e se estenderá até o dia 7, em evento privado para 200 convidados, entre lideranças políticas estaduais e nacionais.

Três delas estão com passagens compradas em datas diferentes para João Pessoa:

  • a presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, chega dia cinco.
  • O presidente nacional da União Brasil, Luciano Bivar, desembarca dia 7.
  • Antes, no dia 6, o presidenciável Sergio Moro (Podemos) prestigia o aliado na Paraíba

Blog do BGPB

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Política

OS GASTADORES: Wellington Roberto e Hugo Motta estão entre os deputados federais da PB que mais gastaram recursos em 2021

 

Foto: Reprodução

Em um ano em que a maioria das sessões na Câmara Federal foram virtuais, os 12 deputados federais paraibanos já gastaram mais de R$ 4.559.174, um número que ainda pode aumentar, já que os deputados ainda tem 90 dias para comprovar as despesas.

Além de Wilson Santiago, na sequência estão Wellington Roberto (PL) e Hugo Motta (Republicanos). Cada um gastou R$ 500.722,68 da sua cota. A divulgação da atividade é o gasto preferido dos deputados, onde Wellington gastou R$ 375.000,00 e Hugo, R$ 256.130,00.

Até o momento, os deputados federais de todo o país, juntos, gastaram R$ 140,2 milhões da cota parlamentar neste ano.

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Política

COTÃO: Pedro Cunha Lima é o menos “gastão” entre os deputados federais paraibanos em 2021

 

Foto: Agência Câmara

Entre os deputados que menos utilizam a Cota de Exercício para Atividade Parlamentar está Pedro Cunha Lima do PSDB. Segundo o Portal da Transparência da Câmara, o tucano gastou R$ 105.449,84, cerca de 37% do total disponível. O levantamento foi realizado pelo BLOG DO BG PB.

Desse total, R$ 63 mil foram gastos com divulgação de atividade parlamentar, a “queridinha” dos deputados. Em compensação, Pedro recebe um auxílio moradia de R$ 34 mil, pago anualmente.

Integram a lista os deputados Ruy Carneiro (PSDB), que gastou até agora R$ 288.568,10 e Gervásio Maia (PSB), com R$ 295.271,73 em despesas.

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