Política

ELEIÇÃO 2022: Sergio Moro se encontra com ex-ministro Joaquim Barbosa

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Presidenciável do Podemos, o ex-juiz Sergio Moro se encontrou na manhã desta segunda-feira (10), no Rio, com o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (PSB). A reunião aconteceu no apartamento de Barbosa no bairro Leblon.

O encontro foi solicitado por Moro, que procurou o ex-ministro do STF antes mesmo de se filiar ao Podemos para ser pré-candidato da sigla ao Palácio do Planalto.

Segundo aliados de Barbosa, ele e Moro conversaram a sós sobre o cenário eleitoral deste ano, mas não houve qualquer debate sobre formação de uma possível chapa presidencial entre os dois.

Metrópoles

Como a coluna revelou na semana passada, o ex-ministro do STF já havia dito a pessoas próximas que jamais toparia ser candidato a vice do ex-juiz. Barbosa é crítico da estratégia de Moro para as eleições do próximo ano.

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Política

JUSTIFICATIVA: “Vocês votaram num cara do Centrão”, diz Bolsonaro a eleitores

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O presidente Jair Bolsonaro voltou a justificar sua filiação ao Partido Liberal (PL), sigla do Centrão presidida por Valdemar Costa Neto, político condenado no Mensalão.

“Eu, para conseguir disputar eleições, tenho que ter um partido. Se fosse para o PP, ia ser criticado, para o PTB seria, para qualquer partido seria criticado. É a mesma coisa o cara falar: ‘Ah, o Centrão’. Vocês votaram num cara que foi do Centrão. Eu fui do PP por muito tempo, fui do PTB, fui do então PFL. Não quer dizer de todo mundo que está lá sejam pessoas que merecem ser rejeitadas pela sociedade”, defendeu em entrevista à Jovem Pan gravada na semana passada e exibida nesta segunda-feira (10).

O chefe do Executivo admitiu, sem citar nomes, que “alguns lá realmente não servem”.

Na sequência, Bolsonaro ainda justificou que a aliança é necessária para aprovar matérias dentro do Congresso. “Para eu aprovar qualquer coisa dentro do Congresso, tem que ter 308 votos para aprovar uma emenda à Constituição. Tira pessoal do centro, porque Centrão é um nome pejorativo, e procura outro lado quem? O PSol, o PCdoB, o PT, a Rede, o Novo? Eu não vou ter voto”, alegou.

Metrópoles

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Política

BYE BYE: Adriano Galdino deixa o PSB e garante filiação ao Avante

Divulgação

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), confirmou nesta segunda-feira (10) que vai se filiar ao Avante na próxima janela partidária, que tem início em 3 de março e vai até 1º de abril.

Em entrevista para o programa Arapuan Verdade, Galdino também garantiu que a mudança de legenda não vai afetar seus planos para as eleições deste ano e que seguirá apoiando a reeleição do governador João Azevêdo (Cidadania).

“Estou trabalhando nesse sentido para que a gente possa ter uma chapa estadual e federal no Avante. O partido vai apoiar a reeleição do governador João Azevêdo e vamos juntos contribuir para uma Paraíba cada vez melhor e mais justa para todos”, disse o parlamentar.

Filiado ao PSB desde 2010, Galdino vem demonstrando insatisfação com o partido desde o rompimento do ex-governador Ricardo Coutinho com João no final de 2019.

Click PB

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Política

João prevê fim do impasse com a PM e receita “chá de maracugina” para adversários

Foto: Reprodução

O governador João Azevêdo (Cidadania) afirmou na manhã desta segunda-feira (10) que até o fim da semana o Estado conseguirá resolver o impasse com as forças de segurança. Na última quinta-feira (6), o governo acatou a contraproposta das entidades e anunciou a incorporação da 100% da bolsa desempenho em até 48 meses.

O governador ressaltou que é necessário separar o que é verdade do que é mentira nesse processo de reivindicação dos policiais.

“Você tem um grupo de pessoas que tenta se aproveitar disso. É importante que tenhamos essa leitura de separar o que é verdade e o que é mentira. O que está sendo colocado como fake news, para eles, chá de maracugina”, receitou indiretamente aos deputados estaduais Cabo Gilberto (PSL) e Wallber Virgolino (Patriota).

A quebra de braço entre as forças de segurança e o governo estão muito longe de serem resolvidas, como pensa o governador. Desde o fim de semana, policiais se recusam a sair às ruas pela falta de equipamentos necessários para a sua própria segurança.

Nesses dias quem vai tomar maracugina é a população, que não tem mais paciência para a onda de crimes que vem crescendo no estado.

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Política

“Passou a achar que era dono do Ministério”, diz Bolsonaro ao criticar a postura de Moro no governo

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro criticou, nesta segunda-feira, (10) a postura de Sergio Moro à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em entrevista exclusiva ao Morning Show, da Jovem Pan, o chefe do Executivo federal afirmou que o ex-juiz da Operação Lava Jato “passou a achar que era dono” da pasta.

Pré-candidato do Podemos à Presidência da República, Moro deixou o governo federal em abril de 2020 e acusou Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal . Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o inquérito que apura as denúncias foi prorrogado por mais 90 dias.

 

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Política

PEGA FOGO: Charliton afirma que o PT está sendo comandado por Ricardo Coutinho e ataca Lula e Gleisi

O ex-presidente do PT da Paraíba, Charliton Machado, não escondeu o desgosto com a recém filiação do ex-governador Ricardo Coutinho e o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.

Durante entrevista a Band News FM Manaíra, Machado afirmou que nunca foi procurado pela direção nacional do partido para debater a chegada dos dois, e que ele e outros filiados históricos, nunca foram ouvidos por Lula e Gleisi. ” Tenho 42 anos de partido e sou voz isolada.”

Na semana passada, ele desistiu da pré-candidatura, após denunciar o autoritarismo dentro do partido por parte de Ricardo Coutinho, algo que não é novidade para nenhum paraibano.

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Política

Paraibano Marcelo Queiroga integra lista de reforma ministerial e pode deixar cargo para disputar eleições deste ano

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, integra uma lista de nomes do Governo Federal que podem deixar seus cargos no fim de março deste ano.

A confirmação veio do próprio presidente Jair Bolsonaro que pretende fazer uma reforma ministerial com a perspectiva de mudança de 12 ministros para que esses possam estar aptos a concorrerem a cargos nas eleições de outubro.

No caso de Queiroga, umas das possibilidades é disputar o Governo da Paraíba como candidato do presidente no estado. O rumor ganhou força com a desistência de Romero Rodrigues, que decidiu se candidatar para o legislativo federal. Outra possibilidade é de Queiroga disputar um cargo de senador pelo Rio de Janeiro.

De acordo com a legislação eleitoral, membros do Poder Executivo precisam deixar seus cargos pelo menos seis meses antes das eleições e, portanto, quase metade do primeiro escalão do governo poderá ser substituído de uma só vez.

Além de Queiroga, também devem deixar os cargos para concorrer nas eleições Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Fábio Faria (Comunicações), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Gilson Machado (Turismo), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

ClickPB

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Política

Deputado paraibano ironiza permanência de Zé Dirceu na Paraíba: “Vai aproveitar para fazer uma visita aos amigos do PB1”

O deputado estadual Delegado Wallber Virgolino (Patriota) usou seu perfil numa rede social para ironizar a estadia do ex-ministro José Dirceu na Paraíba. Dirceu visita a capital paraibana com a família, mas ao mesmo tempo tem realizado encontros com lideranças políticas do estado.

No Instagram, o parlamentar postou foto do ex-ministro ao lado do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, o irmão do gestor, Lucélio Cartaxo e o presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, Jackson Macêdo.

Na publicação, Wallber ironizou: “Zé Dirceu deve aproveitar o domingo para fazer uma visita aos amigos do PB1”, referindo ao Presídio de Segurança Máxima na Paraíba.

Confira postagem:

PBAgora

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Política

Nenhuma categoria de servidores tem reajuste garantido, diz Bolsonaro; Em entrevista, presidente também falou sobre reforma ministerial

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesse sábado (8) que não há decisão tomada sobre reajuste de servidores públicos. Ele destacou que não existe reajuste garantido para nenhuma categoria.

“Primeiramente, não está garantido o reajuste pra ninguém. Tem uma reserva de R$ 2 bilhões, que você pode usar. Poderia ser usado para PF [Polícia Federal], PRF [Polícia Rodoviária Federal] e também o pessoal do sistema prisional, mas não está nada garantido”, disse a jornalistas após participar de um almoço de aniversário do advogado-geral da União, Bruno Bianco. A comemoração ocorreu em uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

No final do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento de 2022 com reserva de R$ 1,7 bilhão para reajuste das forças federais de segurança e cerca de R$ 800 milhões para agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. No entanto, o aumento reservado apenas para servidores da área de segurança pública desagradou outras categorias do Executivo federal, que ameaçam deflagrar uma greve nacional no serviço público.

Bolsonaro lembrou que os servidores estão sem reajuste há três anos e que reconhece que eles “perderam bastante poder aquisitivo”. No entanto, segundo ele, encontrar espaço fiscal para aumento de salário é muito difícil.

“Não tem espaço no orçamento no momento. Você vê a dificuldade que foi de negociar a questão dos precatórios para poder dar o auxílio emergencial de R$ 400 para quem ganhava, em média, R$ 190”, disse.

Reforma ministerial

Na conversa com jornalistas, Bolsonaro também confirmou uma grande reforma ministerial para o fim de março, quando 12 ministros deverão deixar seus postos para concorrerem a cargos nas eleições deste ano. A lei eleitoral exige que integrantes do Poder Executivo deixem seus cargos pelo menos seis meses antes do pleito eleitoral. Se isso se confirmar, quase metade do primeiro escalão do governo federal, atualmente com 23 ministros, será substituído de uma só vez.

“Já começamos a pensar em nomes pra gente substituir”, disse o presidente, sem citar possíveis substitutos. Os ministros que devem deixar os cargos para concorrer nas eleições são: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Fábio Faria (Comunicações), Marcelo Queiroga (Saúde), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Gilson Machado (Turismo), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Tragédia em Capitólio

No início da entrevista, Bolsonaro foi perguntado sobre o desabamento de uma rocha do cânion de Capitólio, em Minias Gerais, que deixou, pelo menos, cinco mortos e várias pessoas feridas.

O presidente ainda não havia visto as imagens do acidente e um dos seus assessores mostrou o vídeo. Em seguida, Bolsonaro classificou o incidente como uma tragédia e disse que mobilizaria a Marinha para prestar auxílio no caso. Em nota, a Marinha do Brasil informou que abriu investigação sobre o acidente.

Agência Brasil

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Política

Barra Torres rebate Bolsonaro sobre vacinação de crianças

O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, rebateu as críticas do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao parecer que autorizou a vacinação de crianças contra a covid-19. Ele disse que Bolsonaro deveria abrir uma investigação imediatamente se tiver provas de corrupção na agência ou se retratar.

A vacinação de crianças contra a covid-19 foi liberada pela Anvisa e aprovada em consulta pública. Bolsonaro, no entanto, questionou na 5ª feira (6.jan.2022) “qual é o interesse da Anvisa por trás disso”.

“O que que está por trás disso? Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí? Qual o interesse das pessoas taradas por vacina? É pela sua vida? É pela sua saúde? Se fosse, estariam preocupados com outras doenças no Brasil, que não estão”, afirmou Bolsonaro, em entrevista à TV Nova Nordeste.

Neste sábado (8), o diretor-presidente da Anvisa rebateu a declaração de Bolsonaro em nota enviada à imprensa.

Na nota, Antonio Barra Torres diz que preza pelos “valores morais” e que vai “morrer digno”. Ele afirma também que Bolsonaro deve acionar a polícia caso tenha provas do contrário.

“Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa, aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar”, afirmou Barra Torres.

O diretor-presidente da Anvisa diz que, caso não haja indícios de corrupção, Bolsonaro deveria exercer a “grandeza” de se “retratar”. Segundo ele, rever um ato errado não diminuirá o presidente da República.

“Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate. Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente. Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário”, escreveu o diretor-presidente da Anvisa.

Poder 360

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