Política

6,2 mil pessoas com contas rejeitadas no TCU podem ficar inelegíveis

Uma lista com dados compilados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), e analisados pelo R7, aponta que 6.202 pessoas com contas rejeitadas por irregularidade insanável correm o risco de ficar inelegíveis neste ano. A lista envolve gestores e ex-gestores públicos, incluindo prefeitos (2.336), vice-prefeitos (2) e até um ex-ministro de estado e assessores de ministros.

A declaração de ilegibilidade cabe ao TSE após análise concreta, caso a caso. A rejeição de contas, por si só, não gera a inelegibilidade, como frisou o tribunal. “É preciso que essa rejeição tenha ocorrido por uma irregularidade considerada insanável e apta a configurar ato doloso de improbidade administrativa, como prevê a alínea ‘g’ da Lei das Inelegibilidades, com a redação dada pela Lei da Ficha Limpa”, explicou.

A relação é entregue pelo TCU e por tribunais de contas estaduais ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em anos eleitorais. O TCU abastece um sistema aberto diariamente com as informações das contas rejeitadas com implicação eleitoral. A lista total de contas julgadas irregulares é muito maior, se considerar os tribunais de contas regionais.

Quando um gestor tem uma conta rejeitada, ele consta na lista do TCU pelo período de oito anos, prazo dentro do qual, em tese, a pessoa pode estar inelegível.

A lista envolve casos já transitados. Não constam na lista “nomes dos responsáveis cujas contas julgadas irregulares sejam objeto de recurso com efeito suspensivo ainda não apreciado pelo tribunal, bem como aqueles cujos julgamentos foram tornados insubsistentes ou tiveram seus efeitos suspensos por decisão do próprio TCU ou do Poder Judiciário”, como explica o tribunal.

O TSE ressalta que “a lista divulgada pelo TCU somente indica os gestores que tiveram contas públicas rejeitadas em processos administrativos sob competência dos tribunais de contas”, mas que “a divulgação desse documento não dá origem a um processo de declaração de inelegibilidade a cargo da Justiça Eleitoral”.

Neste caso, a inelegibilidade só é examinada se for requerido seu registro de candidatura, a cada eleição. “Assim, o objetivo da divulgação é ajudar os partidos a escolherem candidatos com menos riscos de impugnação do registro de candidatura. A listagem também serve para que as partes legitimadas (Ministério Público, demais partidos políticos e candidatos adversários) possam ajuizar ações de impugnação de registro de candidatura”, explicou.

R7

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Política

COVID: Ministério da Saúde desiste de 4ª dose em idosos e profissionais de saúde

O Ministério da Saúde decidiu que não irá aplicar a 4ª dose da vacina contra a covid-19 em idosos e profissionais de saúde. O governo chegou a avaliar a possibilidade, mas desistiu.

Por enquanto, não será aplicada. Precisamos de mais dados”, afirmou Rosana Leite, secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde. A declaração foi feita nesta 6ª feira (28.jan.2022) ao Poder360.

O ministério teve reunião com a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 sobre o tema. O encontro foi realizado na tarde desta 6ª feira. Participaram integrantes do governo, representantes dos secretários estaduais e municipais de saúde e especialistas em imunização.

No momento, ainda não há indício de necessidade. Apenas a população imunocomprometida é que possui indicação”, afirmou Marcelo Gomes, pesquisador de saúde pública na Fiocruz e integrante da câmara técnica.

Gomes disse que o tema está sendo acompanhado. Afirmou que a indicação pode ser revisada caso os dados apontem necessidade de uma nova dose.

Com a decisão do governo, só imunossuprimidos acima de 18 anos podem receber a 4ª dose. Desde dezembro de 2021, a aplicação é feita no grupo 4 meses depois da 3ª injeção.

A possibilidade de ampliar a 4ª dose para mais grupos foi avaliada durante o recrudescimento da pandemia. Impulsionado pela variante ômicron, o patamar de infectados pelo coronavírus nunca foi tão elevado. Sistemas de saúde voltaram a ficar sobrecarregados. Também há alta de óbitos.

4ª dose

Israel e Chile já aplicam a 4ª dose em suas populações. Reportagem do Poder360 mostrou que o governo de São Paulo deve começar a 4ª aplicação ainda no 1º semestre de 2022.

Um estudo realizado em Israel mostra que a 4ª injeção em pessoas com mais de 60 anos as tornou 3 vezes mais resistentes a doenças graves. A comparação é com idosos vacinados com 3 doses.

O 2º reforço também previne duas vezes a contaminação por covid-19 na comparação. A análise foi feita com dados de 400.000 israelenses já imunizados com a 4ª dose em relação a 600.000 que receberam só um reforço.

Poder 360

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Política

Presidente estadual do PCdoB é nomeada para cargo no Governo João Azevêdo

O governador João Azevêdo nomeou a presidente estadual do PCdoB, Gregória Benário, para fazer parte da sua equipe de auxiliares.

O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado,  na edição da última sexta-feira (28).

Gregória foi nomeada presidente da Junta Comercial da Paraíba.

O cargo era ocupado pelo ex-deputado Simão Almeida, por indicação do PCdoB, e estava vazio desde sua morte.

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Política

Em ‘declaração’ à PF, Bolsonaro diz que exerceu ‘direito de ausência’ ao não comparecer a depoimento

O presidente Jair Bolsonaro afirmou em “declaração” enviada por escrito à Polícia Federal que exerceu o “direito de ausência” ao não comparecer nesta sexta-feira (28) para prestar depoimento no inquérito que apura se ele vazou informações sigilosas durante uma transmissão ao vivo por rede social.

A Advocacia-Geral da União (AGU) havia impetrado um recurso no Supremo Tribunal Federal para que Bolsonaro não precisasse comparecer ao depoimento. Mas o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido. Na hora marcada para o depoimento, 14h, Bolsonaro estava no Palácio do Planalto.

No recurso, a AGU pediu a reconsideração da decisão de Moraes ou, se não fosse atendida, que o recurso fosse submetido ao plenário do STF, a fim de que fosse reformada a decisão do ministro, “explicitando-se que ao agente político é garantida a escolha constitucional e convencional de não comparecimento em depoimento em seara investigativa”.

Na carta enviada à PF, Bolsonaro reiterou essa tese.

“Eu, Jair Messias Bolsonaro, Presidente da República, domiciliado no Palácio do Planalto, Brasília/DF, neste ato representado pela Advocacia-Geral da União, nos termos do artigo 22 da Lei nº 9.028/1995, venho, respeitosamente, informar à Autoridade de Polícia Federal responsável pela condução das investigações do IPL nº. 2021.0061542 que exercerei o direito de ausência quanto ao comparecimento à solenidade designada na Sede da Superintendência da PF para o corrente dia, às 14:00, tudo com suporte no quanto decidido pelo STF, no bojo das ADPF’s nº 395 e 444”, diz o presidente no documento enviado à PF (leia a íntegra ao final desta reportagem).

No texto, Bolsonaro citou duas ações (arguições de descumprimento de preceito fundamento, ADPFs) julgadas pelo STF. No julgamento, o tribunal proibiu a condução coercitiva, ato no qual um juiz manda a polícia levar um investigado ou réu para depor num interrogatório.

Em 2018, a Corte analisou as duas ações — propostas pelo PT e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) —, cujo objetivo era proibir as conduções, usadas com frequência na Operação Lava Jato. O instrumento foi usado, por exemplo, para levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor em 2016.

O argumento era que a condução ofendia a Constituição, por supostamente ferir o direito da pessoa de não se autoincriminar. Prevaleceu no julgamento a posição do ministro Gilmar Mendes. Para ele, a condução coercitiva implica exposição e coação arbitrárias, que interfere no direito de locomoção, na liberdade, dignidade da pessoa humana, defesa e de garantia de não-autoincriminação.

‘Tudo em paz’

Na manhã deste sábado, Bolsonaro saiu da residência oficial do Palácio do Alvorada para ir ao Colégio Militar, onde estuda a filha, e para visitar a Catedral de Brasília.

Na saída, foi questionado por duas vezes se desejava fazer algum comentário a respeito da decisão de Moraes.

Na primeira, mudou de assunto ao responder: “Você [repórter] quer falar sobre o quê, o Auxílio Brasil? É isso?”, desconversou.

Ao final da entrevista, foi questionado novamente sobre o tema. “Não, não, não. Está tudo em paz, tudo tranquilo, aí, tá ok?”, afirmou.

A decisão de Moraes

Na decisão que rejeitou o pedido de Bolsonaro para não comparecer, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o recurso foi apresentado fora do prazo pela Advocacia-Geral da União (AGU). O prazo para recorrer da tomada do depoimento, apontou o ministro, havia se encerrado em 6 de dezembro.

Além disso, Moraes afirmou que, diferentemente do que diz o recurso, Bolsonaro “concordou expressamente com seu depoimento pessoal”. E concluiu que a mudança de posição configura “preclusão lógica”, que ocorre uma parte em um processo ou investigação adota comportamentos que se contradizem. “Comportamentos processuais contraditórios são inadmissíveis e se sujeitam à preclusão lógica”, afirmou Moraes na decisão.

Em decisão de 2021, o ministro do STF já havia estabelecido que a PF tinha até sexta-feira (28) para ouvir Bolsonaro no inquérito.

A investigação

O inquérito foi aberto para investigar a divulgação feita pelo presidente, em redes sociais, de dados e documentos sigilosos de um inquérito não concluído sobre ataques ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As informações da apuração foram distorcidas na “live” e tratadas como definitivas, mesmo sem a conclusão do inquérito. A Polícia Federal vê indícios de crime.

A divulgação do inquérito sigiloso ocorreu em meio a uma série de ataques de Bolsonaro para colocar em dúvida a segurança das urnas eletrônicas.

O presidente chegou a publicar um link com a íntegra do inquérito sigiloso, que a PF não tinha sequer concluído. O inquérito vazado diz que um hacker teve acesso ao código-fonte das urnas eletrônicas em 2018 – o que não gerou qualquer consequência, porque não possibilitou alterar a votação.

Íntegra da carta à PF

Leia abaixo a íntegra da carta enviada nesta sexta por Bolsonaro à Polícia Federal.

Declaração

Eu, Jair Messias Bolsonaro, Presidente da República, domiciliado no Palácio do Planalto, Brasília/DF, neste ato representado pela Advocacia-Geral da União, nos termos do artigo 22 da Lei nº 9.028/1995, venho, respeitosamente, informar à Autoridade de Polícia Federal responsável pela condução das investigações do IPL nº. 2021.0061542 que exercerei o direito de ausência quanto ao comparecimento à solenidade designada na Sede da Superintendência da PF para o corrente dia, às 14:00, tudo com suporte no quanto decidido pelo STF, no bojo das ADPF’s nº 395 e 444.

Colho o ensejo de informar, em acréscimo, que colacionei, através de representação processual, em manifestação datada e protocolada em 26/01/2022, os esclarecimentos que reputava pertinentes levar ao conhecimento dessa Polícia Federal, para além do pleito de remessa dos autos ao PGR, por entender presentes elementos que permitem, desde logo, a adoção das providências contidas na parte final do art. 1º da Lei nº 8.038/90, ante a manifesta atipicidade do fato investigado.

Sem mais, renovo protestos de estima e consideração.

Brasília, 28 de janeiro de 2022

Jair Messias Bolsonaro

Presidente da República

g1

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Política

Leo Gadelha convida Romero Rodrigues para ingressar no PSC

O deputado federal, Leo Gadelha (PSC) disse que após o anúncio do ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) de declarar apoio a pré-candidatura de Pedro Cunha Lima (PSDB) ao governo do estado, o ex-prefeito da Rainha da Borborema foi convidado pelo próprio para se filiar ao PSC.

Além disso, o deputado também revelou que o PSC e o Patriota estão avançando para uma federação partidária, onde já houve conversas com Fred Costa, vice-presidente nacional do Patriota e com Marcondes Gadelha, que é o presidente interino do PSC.

De acordo com Leo, os partidos ainda podem convidar uma outra agremiação ainda não definida para compor a federação.

Sobre os caminhos do PSC na Paraíba, o deputado reafirmou que o partido é oposição ao governador João Azevêdo (Cidadania) e que a tendência natural é de apoiar a candidatura de Pedro Cunha Lima, mas também há um bom relacionamento com Veneziano (MDB).

Polêmica Paraíba

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Política

PEGOU PESADO: Eva Gouveia tacha Bruno de tirano e coronel: “A porta da rua é a serventia da casa”

“A tirania e o coronelismo de Bruno envergonha o PSD”. A forte declaração é da Secretária de Estado, vereadora campinense Eva Gouveia (PSD), dirigente nacional do PSD.

No início da madrugada de hoje, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), exonerou da gestão o tesoureiro do PSD, João Paulo Freire, pessoa próxima a Eva.

A exoneração do dirigente partidário vem após a decisão do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) de declarar apoio ao deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) ao governo depois de levar aliados para base do governador João Azevêdo (Cidadania) e acabar desistindo.

A definição de Romero pegou de surpresa os aliados mais próximos do ex-prefeito, inclusive Eva Gouveia, e o seu irmão, o deputado estadual Moacir Rodrigues.

“Bruno exonerou o tesoureiro do partido, o administrador da legenda. Ele rompeu com o próprio partido e se ele rompe com o PSD, naturalmente rompe comigo. A vida é feita de escolhas e ele fez a dele. Estou rompida politicamente com Bruno, mas observem, porque ele rompeu com o PSD e então comigo. O que tenho para dizer a ele é que a porta da rua é a serventia da casa. A tirania e o coronelismo dele envergonha o PSD”, afirmou Eva.

Blog Maurílio Júnior

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Política

ELEIÇÕES 2022: Aliado de Romero, Pimentel Filho mantém posição e diz que votará em João Azevedo

O anúncio do apoio de Romero Rodrigues (PSD) à candidatura do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado deve promover uma separação interna dentro PSD.

Em entrevista ao Programa Hora H, da Rede Mais Rádio, nessa sexta-feira (28), o vereador Pimentel Filho (PSD) disse que percorrerá um caminho diferente de Romero e seguirá junto ao governador João Azevêdo (Cidadania).

“Fui pego de surpresa, eu, Eva, o irmão dele, o deputado Moacir Rodrigues. Na verdade, ele estava perplexo com isso. Até porque, eu sempre disse que estava seguindo o líder Romero Rodrigues. Há pouco tempo atrás a gente conversava com Romero para tomar as decisões junto com Eva e do deputado Moacir”, revelou Pimentel.

De acordo com o parlamentar – aliado antigo de Romero – a decisão do presidente do PSD na Paraíba não foi discutida previamente junto ao partido, o que impede que aliados sigam o mesmo posicionamento.

Com informações MaisPB

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Política

ELEIÇÕES 2022: Em busca de aliança, Frei Anastácio e Anísio Maia se encontram com João Azevêdo

O deputado federal Frei Anastácio e o estadual Anísio Maia, ambos do PT, tiveram um encontro nesta quinta-feira (27) com o governador João Azevêdo (Cidadania) para discutir uma possível aliança do partido com o gestor na Paraíba.

Para os petistas, João é visto como uma figura de destaque por não esconder sua preferência pelo ex-presidente Lula para voltar ao comando do Executivo Federal. A declaração foi dada por Anísio ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM.

“Eu acho que pode, não. Eu acho que vai ter. O governador João Azevêdo tem reiterado que vai apoiar Lula. Aliás, ele é um dos governadores mais enfáticos na hora que ele diz e expressa ao público quem é seu candidato à presidente”, disse o parlamentar.

Entrentanto, essa aliança não é tida como unânime no PT da Paraíba. O presidente estadual da legenda, Jackson Macedo, tem afirmado em entrevistas que avalia uma aliança com o senador Veneziano Vital (MDB), caso se confirme a candidatura do parlamentar ao Governo do Estado.

Só neste mês, Veneziano já esteve reunido com o Lula e ex-ministro José Dirceu em João Pessoa.

ClickPB

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Política

“REFERÊNCIA DE GESTOR PÚBLICO”: Após apoio, Pedro rasga elogios a Romero

Divulgação

Após o anúncio do apoio de Romero Rodrigues (PSD) a Pedro Cunha Lima (PSDB) nas disputas ao governo do estado, o pré-candidato da oposição tratou de valorizar a aliança com o ex-prefeito de Campina Grande. O tucano se mostrou empolgado com a união e não mediu palavras para elogiar Romero.

“É uma referência para todos nós de gestor público competente e inovador, de pessoa honrada e comprometida com as grandes questões dos homens e mulheres que sabem fazer a Paraíba crescer”, disse.

Romero anunciou nesta sexta-feira (28) o apoio à candidatura de Pedro Cunha Lima. A aliança com o ex-prefeito de Campina Grande, aliás, era um desejo do atual governador e pré-candidato da situação à reeleição, João Azevêdo.

Agora apoiado pelo ex-prefeito da segunda maior cidade do estado, Pedro deve intensificar sua campanha política visando às eleições. A expectativa é que com a união, o deputado federal conquiste boa parte do eleitorado da Rainha da Borborema, uma vez que Romero saiu da prefeitura bem avalizado e conseguiu eleger seu sucessor, Bruno Cunha Lima (PSD).

“Bora transformar, bora agir, bora moer, bora fazer diferente, bora mudar porque a Paraíba espera e merece bem mais”, completou.

Mais PB

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Política

REVIRAVOLTA: Romero Rodrigues anuncia apoio a pré-candidatura de Pedro Cunha Lima


O ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) anunciou nesta sexta-feira (28) apoio à pré-candidatura do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) na Paraíba.

O anúncio tão esperado pela classe política paraibana foi feito nas redes sociais:

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Romero Rodrigues (@romerorodriguespb)

A declaração de Romero diverge do posicionamento de diversos aliados que, nas últimas semanas, declararam apoio a reeleição do govenador João Azevedo.

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