O pré-candidato à Presidência da República Sergio Moro (Podemos) estruturou um núcleo dentro da sua campanha focado apenas no eleitorado evangélico. As informações são da analista de política da CNN Renata Agostini.
O coordenador desse grupo é Ezequiel Santana, presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Além disso, Moro deve receber um treinamento intensivo para conseguir dominar diversos assuntos, incluindo o conservadorismo e temas religiosos.
O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) fez um suposto recuo, nesta quarta-feira (09), após ter dito que não descarta o apoio de qualquer outro nome da oposição ao governador João Azevêdo (PSB) em um eventual segundo turno das eleições de outubro até mesmo se o apoio for do ex- governador Ricardo Coutinho.
“Sobre a suposta composição com RC, vou deixar aqui bem claro: de João Azevedo, de RC e da Calvário quero é distância e Justiça. Dito isso, n nego o voto de ngm. Tbm estou muito focado em sair desse rame-rame da política para buscar soluções aos desafios da PB. Há mto a ser feito”, disse o deputado por meio do Twitter.
Sobre a suposta composição com RC, vou deixar aqui bem claro: de João Azevedo, de RC e da Calvário quero é distância e Justiça. Dito isso, n nego o voto de ngm. Tbm estou muito focado em sair desse rame-rame da política para buscar soluções aos desafios da PB. Há mto a ser feito.
Um preso conseguiu fugir de uma viatura da Polícia Militar, na madrugada desta quarta-feira (9), após ser detido na Rua Professor Luiz Gil, bairro Presidente Médici, em Campina Grande. O caso aconteceu por volta das 2h.
Segundo a Polícia, a equipe foi acionada após receber uma denúncia de que um homem estava com uma barra de ferro ameaçando uma mulher. Na ocorrência de violência doméstica o acusado acabou sendo preso.
O homem foi detido, algemado e colocado na viatura, mas enquanto os PM’s conversavam com a vítima para pegar mais informações sobre o caso, o criminoso escapou da viatura e fugiu.
A PM fez buscas na região, mas até o momento não foi preso.
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino afirmou nesta quarta-feira que vai se reunir com a Secretaria estadual de Saúde para discutir o fim do uso de máscaras no estado.
“Eu acho que o Covid-19 já diminuiu bastante, algumas medidas de afrouxamento já podem ser tomadas, inclusive essa questão do uso de mascaras em ambiente aberto, eu acho que não tem mais sentido. Vou levar sim a preocupação da casa para os órgãos estaduais de saúde publica pra que a gente possa avançar nesse sentido.”
Desde ontem o uso do equipamento de proteção não é mais obrigatório em cidades como o Rio de Janeiro. A cidade de Natal e o estado de São Paulo também já desobrigaram o uso de máscaras.
O radialista e presidente estadual do PTB, Nilvan Ferreira, negou, nesta terça-feira (8), durante entrevista a Rádio Arapuan FM, qualquer tipo de acerto para ser vice do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) na disputa pelo Palácio da Redenção nas eleições deste ano.
De acordo com o comunicador, essa história é uma manobra para tentar prejudicar a oposição ao governo estadual. Ele garantiu que sua pré-candidatura segue firme até o fim. “Essa história de retirar pré-candidatura não existe, está mantida e vamos vencer”, disse.
Questionado sobre um possível acerto nesse sentido num eventual 2º turno, Nilvan considerou importante as forças oposicionistas estarem juntas para tentar derrotar o governador João Azevêdo.
A disputa pela candidatura ao Senado na chapa de João Azevedo entre os deputados federais Efraim Filho (União Brasil) e Aguinaldo Ribeiro (PP) ganhou novos contornos após declarações do governador João Azevedo, indicando que só aceita candidatos que apoiem o ex-presidente Lula.
Para Efraim, não há como optar por um candidato diferente do que irá determinar a direção de seu partido. “Eu vou votar com o candidato do meu partido, o União Brasil, minha posição é a posição do União Brasil”.
O caminho fica mais fácil para Aguinaldo, que já foi ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff e tem ligações mais fortes com os petistas. Ele chegou a se reunir no mês passado com a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffman. No entanto, o paraibano foi líder do presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados, que assumiu o posto logo após o impeachment de Dilma e foi tachado de “traidor” pelo próprio Lula.
Uma coisa é certa. Se João for levar ao pé da letra essa única condição de apoio a Lula para ser aceito na chapa, melhor pensar duas vezes.
O ex-presidente Lula afirmou a aliados do PT que a partir deste mês vai intensificar as agendas políticas “de rua” para evitar que o presidente Jair Bolsonaro cresca ainda mais nas pesquisas de intenção de voto.
Segundo um aliado de primeira hora do ex-presidente, há cerca de três semanas Lula previu que sua vantagem em relação a Bolsonaro cairia “um pouco”.
Na avaliação de Lula e de dirigentes do PT, essa melhora do atual chefe do Palácio do Planalto nas pesquisas é reflexo de quatro fatores principais como o fim da pandemia que está próximo, o pagamento do Aauxílio emergencial em R$ 400 maior que o Bolsa Família, a liberação de emendas parlamentares pelo Palácio do Planalto para integrantes do Centrão e o aumento da propagação de fake news contra Lula e contra o PT entre evangélicos.
Como ainda não pode fazer campanha, a estratégia de Lula será participar de uma série de atos isolados com militantes do PT e de partidos de esquerda nos estados.
Na última pesquisa divulgada pelo PoderData, Lula tem 40% contra 32% de Bolsonaro na corrida para o Palácio do Planalto no 1º Turno.
O partido Avante, na Paraíba, chegará ao fim da janela partidária sem nenhum deputado estadual na Assembleia Legislativa da Paraíba. A sigla chegou a ter quatro deputados filiados e ainda a apalavrada a filiação do presidente da Casa, Adriano Galdino, agora é um dos que mais foi penalizado com a janela partidária.
O deputado estadual, Tião Gomes, por exemplo, trocou o Avante pelo Progressistas (PP). Já o deputado Tarciano Diniz, que também era filiado ao Avante, decidiu migrar para o União Brasil (PUB).
Outro que também admitiu que sairá da sigla é o deputado Júnior Araújo, que articula sua filiação ao PSB, mesma sigla do governador João Azevêdo (PSB).
Até mesmo o deputado estadual Felipe Leitão, que era um dos principais entusiastas da agremiação, confirmou que também procura uma nova casa partidária e até o final do mês deve definir seu destino.
“Estou analisando para poder fazer o melhor juízo de valor. A gente tem até 02 de abril para fazer a melhor escolha partidária, tenho conversado com aliados, vou conversar com João, para que tomemos a decisão partidária mais acertada possível, afinal, quem tem tempo não tem pressa”, pontuou Leitão.
A lista de deputados que representaram contra Arthur do Val mistura representantes de partidos adversários, de esquerda e direita. Foram doze pedidos de cassação até agora, assinados individual ou coletivamente por 26 deputados – três pedidos coletivos e nove individuais.
O Conselho de Ética confirmou que enviou, nesta segunda-feira, cópia dos pedidos ao gabinete dos dez membros do conselho e ao próprio Arthur do Val, que terá cinco sessões para apresentar defesa. Somente após esse retorno, a presidente indicará um relator para as manifestações. Na próxima quarta, o conselho deverá se reunir presencialmente pela primeira vez.
Após apresentação da defesa, a presidente indicará o relator, que pode decidir pelo arquivamento ou aplicação de penalidades, advertência, censura verbal ou escrita, perda temporária do mandato ou perda de mandato. Caso a penalidade seja suspensão ou perda de mandato, o plenário da Alesp precisa avalizar a decisão. O prazo para andamento do processo no conselho de ética é de um mês.
Fontes próximas a Arthur do Val dizem que o deputado está recluso. Ele enviou nota à reportagem, em que admite como lamentável posicionamento sobre as mulheres ucranianas e pede desculpas novamente. Ao final, Arthur do Val sinaliza que não desistirá do mandato. “Ladrões ficam impunes, gente honesta perde o mandato. Lutarei até o fim”, disse.
A poucos meses do prazo para desincompatibilização, a possível saída de auxiliares da gestão municipal entrou na agenda do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD). Nesta segunda-feira, 07, ao ser questionado pela imprensa sobre o tema, ele citou alguns dos secretários que podem ir para a disputa.
Na lista estão o secretário de Agricultura, Renato Gadelha; o de Esportes, Dinho Papaléguas; a secretária de Ciência e Tecnologia, Laryssa Almeida; e o secretário de Educação, Asfora Neto.
Nos bastidores, o nome de Asfora aparece como o mais cotado para a disputa.
Tem uma relação próxima com o prefeito, ocupa uma das principais secretarias da gestão, tem o nome bem avaliado externamente e trânsito livre com setores da Direita à Esquerda.
Na gestão do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) atuou como uma espécie de ‘multiauxiliar’.
Advogado por formação, Asfora tem sobrenome de tradição política e lá atrás, na disputa doméstica entre Bruno e Tovar pela indicação de Romero, teve atuação decisiva em prol da candidatura de Bruno Cunha Lima.
O prefeito tem mantido uma postura cautelosa ao falar sobre os nomes colocados na ‘praça’ – o que é compreensível.
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