A senadora e presidente estadual do PSD na Paraíba, Daniella Ribeiro, disse, nesta segunda-feira (4), que não vê uma dependência para o lançamento do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) ao Senado na chapa do governador João Azevêdo (PSB). A declaração aconteceu durante entrevista ao programa Frente a Frente, da TV Arapuan.
De acordo com Daniella, o nome de Aguinaldo representa a construção de alguns partidos, a exemplo do Solidariedade, Avante, PSD e Progressistas. Ela defendeu, inclusive, o lançamento da candidatura do parlamentar de forma avulsa. “Defendo a candidatura de Aguinaldo até avulsa. Ele é um excelente nome, tem trabalho prestado e muitos recursos destinados à Paraíba durante sua trajetória como deputado federal”, disse.
Durante a entrevista, Daniella também foi questionada sobre a possibilidade de se lançar na disputa ao governo do Estado. Ela disse que algumas pessoas já a abordaram a respeito do assunto, mas disse que tudo acontece no seu tempo. “É preciso tranquilidade para que as coisas aconteçam no seu tempo”, arrematou.
O PDT mandou retirar as inserções com Lígia Feliciano na TV paraibana, segundo revelou o apresentador Clilson Júnior, no programa Arapuan Verdade, nesta segunda-feira (4).
A mudança despertou rumores sobre o destino da vice-governadora e da sua pré-candidatura ao Governo da Paraíba.
O ClickPB fez contato com o deputado federal Damião Feliciano, marido de Lígia. O assessor informou que ele estava em reunião e que a vice-governadora não saiu do PDT e permanece no partido.
Damião Feliciano se filiou ao União Brasil no último sábado (2), segundo já havia informado o deputado Julian Lemos, dirigente estadual do União Brasil na Paraíba.
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), afirmou na tarde desta segunda-feira (04) que o “governo não está refém” e “não tem um só candidato” ao Senado, numa referência de que apenas o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) poderia compor chapa com o governador João Azevedo (PSB).
“Tem outros grandes nomes. Tem o ex-senador Raimundo Lira, tem Wilson Santiago. Só no Republicanos temos esses grandes nomes. Mas o PSB tem nomes, outros partidos também. A preocupação com o senador é uma preocupação menor. Porque o governo tem muitas opções. Quem quer ser candidato, coloque nome na rua e busque viabilidade eleitoral”, disse Galdino em entrevista à TV Diário do Sertão.
O parlamentar não descartou, inclusive, disputar o cargo de vice governador. “Meu projeto é continuar deputado estadual. Mas, sou um político de grupo. Se houver convite e se o grupo achar que vou somar, aceitarei sim compor a chapa na condição de vice”, frisou.
Galdino disse que apensar de não ser sua disposição disputar o Senador, o presidente afirmou que “é atrevido” e pode ir sim para disputa. Ele lembrou, no entanto, que há um entrave, caso fosse para disputa. “Temos um complicador que é o apoio a Efraim Filho. Mas, se não fosse isso eu iria arregaçar as mangas e compor a chapa com João”, pontuou.
Adriano reagiu, ainda, às críticas da senadora Daniella Ribeiro (PSD), que apesar de ser irmã de Aguinaldo Ribeiro, garante ser oposição ao governo. “É uma contradição de quem quer ser candidato a senador e quer apoio do governo. Fica pregando união, mas não faz o dever de casa. Se dentro de casa não tem união, ele pode cobrar união? Claro que não”, destacou.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (4) que seja aprovada uma lei para que os trabalhadores e as assembleias das entidades decidam conjuntamente qual é a contribuição que cada filiado deve pagar a um sindicato. Ele disse ainda que este é o “momento mais grave” para o movimento sindical e que será preciso reconstruí-lo em um eventual novo governo seu.
“A coisa mais grave, não para o trabalhador, mas para nós foi eles terem acabado com as finanças dos sindicatos”, disse Lula. “Eu não quero mais imposto sindical. Mas o que a gente quer é que seja determinado, por lei, que os trabalhadores e a assembleia livre e soberana decidam qual é a contribuição dos filiados de um sindicato. E as centrais sindicais e as assembleias livre e soberana decidam qual é a contribuição do sindicato para a entidade”, disse.
Pré-candidato à Presidência da República, Lula participou da reunião da Direção Nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), em São Paulo. Ele recebeu dos sindicalistas a Plataforma CUT para as Eleições 2022, um conjunto de sugestões e propostas para a campanha petista. Dentre os principais pontos estão a defesa das reformas agrária e trabalhista e da revisão da reforma previdenciária.
O ex-presidente, no entanto, não deu maiores explicações sobre como funcionaria o pagamento da contribuição aos sindicatos e nem se sua ideia é que ela seja obrigatória. Em 2017, a reforma trabalhista tornou o imposto sindical facultativo, mediante autorização prévia do trabalhador. A reforma, porém, não estipulou a hipótese de cobrança definida em acordo.
Antes, o valor correspondente a um dia de trabalho era descontado anualmente. O montante era repassado aos sindicatos. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal confirmou a legalidade da alteração na regra de cobrança.
A possibilidade de uma cobrança mediante acordo com trabalhadores é defendida por sindicalistas, como o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Ele é presidente de honra da Força Sindical.
Durante a fala, Lula lembrou que, quando era presidente, houve uma tentativa de obrigar o Tribunal de Contas da União a fiscalizar os sindicatos. A iniciativa, no entanto, foi barrada pelo ex-presidente.
“Se alguém tentar fazer mutreta, nós mesmos temos que fiscalizar. Sabemos que muito sindicato tem muita coisa errada e sabemos que uma entidade como a CUT não pode permitir isso. Temos que brigar para que as coisas sejam da maior seriedade possível”, disse.
No evento, Lula usou uma jaqueta que ganhou do ex-presidente da Bolívia Evo Morales. No ano passado, o boliviano chegou a elogiar Lula quando ele usou a peça em outra ocasião. “Como te cai bem, irmão, a jaqueta que te presenteei. Definitivamente, é do seu estilo”, escreveu Morales em seu Twitter.
Em seu discurso, o ex-presidente afirmou que o movimento sindical só sofreu derrotas depois do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e viu suas estruturas serem desmontadas.
A prefeita Magna Risucci, liderança histórica do MDB da cidade de Fagundes, hoje filiada ao PP, anunciou apoio à pré-candidatura de Pedro Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado.
É mais uma força do Agreste paraibano que chega para somar ao projeto de uma Paraíba mais eficiente e com mais oportunidades para todos.
“Fico muito feliz com o apoio da prefeita Magna, essa importante liderança da cidade de Fagundes que se junta ao nosso time para trabalhar por uma Paraíba que cuide melhor dos paraibanos. Vivemos hoje um Governo do Estado distante, lento, que não investe nos municípios, que não tem trabalho a mostrar, nem nas grandes nem nas pequenas cidades. É chegada a hora de encerrar esse ciclo do atraso. Vamos juntos colocar a Paraíba no topo, que é onde ela merece estar”, disse Pedro.
Foto: ReproduçãoA empresária Lilia Saldanha, dona do Cabaré Sol e Lua, em Caicó (RN) lançou sua pré-candidatura como deputada estadual pelo Solidariedade, no Rio Grande do Norte.
Antes conhecida apenas em Caicó e região, Lilia Saldanha ganhou projeção em todo o Rio Grande do Norte e até nacional, sendo destaque inclusive na Folha de S. Paulo, após promover lives durante a pandemia para arrecadar doações e ajudar as meninas do Sol e Lua, que ficou fechado por causa da Covid-19.
As doações foram tantas, superando todas as expectativas, que também foi possível ajudar algumas instituições em Caicó, como um lar de idosos, uma igreja e até mesmo a causa animal.
Lilia também foi vereadora por 20 anos e presidiu por mais de 10 anos a Câmara de São José do Brejo do Cruz. No Instagram, ela possui quase 39 mil seguidores no perfil e milhares de visualizações em alguns vídeos no Youtube, onde realizou as lives.
Mesmo após os esforços do ex-prefeito de Guarabira, Roberto Paulino, de tentar reaproximar Veneziano (MDB) de João Azevedo, o emedebista afirma que o divórcio já está assinado, sem chances para reconciliação.
Algo que soa meio óbvio, já que no atual grupo de Veneziano há inimigos políticos de João, como o ex-governador Ricardo Coutinho e outros deputados que trocaram o PSB pelo PT, como é o caso de Cida, estela e Jeová.
Apesar da torcida de uma ala emedebista mais pacífica, durante uma entrevista nesta segunda (4), o ex-prefeito de Campina Grande chamou a base do governo de incoerente e reforçou a separação. “Não tem cabimento. A decisão foi tomada em 2021. Nós não temos formação para ficar indo e vindo. Deixemos para o outro lado as dúvidas, as incoerências”, comentou Veneziano.
Com o fim da janela partidárias, deputados estaduais e federais migraram para uma nova legenda sem perderem seus mandatos. Muitos partidos cresceram na Paraíba, e o maior salto visto foi o do Republicanos, saindo de apenas um representante na Assembleia Legislativa para seis. Adriano Galdino, Branco Mendes, Bosco Carneiro, Raniery Paulino e Wilson Filho se juntaram a Jutay Menezes.
Mesmo com a perda de quatro parlamentares, o PSB, que já era a maior agremiação na Assembleia Legislativa, conseguiu crescer em número e hoje tem nove deputados.
Além de Adriano Galdino, saíram Cida Ramos, Estela Bezerra e Jeová Campos (que foram para o PT) e entraram Anísio Maia, Edmilson Soares, João Gonçalves, Júnior Araújo e Tião Gomes. Buba Germano, Hervázio Bezerra, Pollyanna Dutra e Ricardo Barbosa se mantiveram no partido do governador João Azevêdo.
O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, também aumentou sua representação no Parlamento estadual e foi de um para cinco deputados. Cabo Gilberto, Manoel Ludgério, Moacir Rodrigues e Walber Virgolino se somaram à Caio Roberto.
Já o Avante desapareceu da Assembleia Legislativa. O partido que iniciou a atual legislatura com quatro deputados e com grande expectativa de crescimento, perdeu o protagonismo com a morte de Genival Matias em 2020, principal liderança da legenda na Paraíba.
A ex-ministra do Meio Ambiente, ex-senadora e ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva (Rede) classificou de “empobrecimento da política” o atual momento do país, que se aproxima da corrida eleitoral: “Não adianta fazer uma despolitização já no primeiro turno, com uma guerra entre o bem e o mal”.
A poucos meses das eleições, Marina afirmou ao Metrópoles que o país vive um cenário político em que não se deve subestimar o bolsonarismo.
“PT e PSDB ficaram tanto tempo no poder e não ampliaram e aprofundaram nossa democracia, e o que aparece [como resultado disso] é Bolsonaro. Não fomos capazes de institucionalizar políticas públicas para que elas não ficassem ao bel-prazer de quem está de ‘plantão’ no Palácio do Planalto”, frisou.
Neste ano, a sigla de Marina, a Rede Sustentabilidade, aprovou a formação de uma federação partidária com o PSol. Na prática, a união irá permitir que as siglas juntem os resultados obtidos na eleição para superar a cláusula de barreira, que permite acesso ao Fundo Partidário eleitoral e tempo de televisão e rádio.
“A Rede e o PSol são partidos programáticos que têm pontos muito diferentes em termos de percepção. Trabalhamos com a ideia de que somos necessários na democracia para alcançar determinados objetivos em benefícios do país”, analisou.
Apesar da movimentação de algumas lideranças para apoiar a candidatura da ex-ministra, Marina ainda não tem uma resposta sobre se vai concorrer no próximo pleito. “Estou fazendo uma reflexão que não é fácil. Eu não tinha no meu horizonte retornar ao Congresso Nacional, mas estou refletindo com muito senso de responsabilidade.”
Três secretários foram exonerados dos cargos que ocupavam na Prefeitura Municipal Campina Grande. As exonerações assinadas pelo prefeito Bruno Cunha Lima foram publicadas em edição do Semanário Oficial.
Raymundo Asfora Neto foi exonerado do comando da Secretaria de Educação, já Cledson Rodrigues deixa a Secretaria de Esporte, Juventude e Lazer, enquanto Gilbran Asfora foi exonerado da Chefia de Gabinete.
A expectativa é de que os três disputem cargos eletivos no pleito de outubro e para estarem aptos, cumprem prazo de desincompatibilização fixado pela Justiça Eleitoral.
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