Em entrevista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende empréstimo do BNDES para construção de metrô em Caracas. “É a coisa mais normal do planeta Terra”.
Em entrevista, @LulaOficial defende empréstimo do BNDES para construção de metrô em Caracas. “É a coisa mais normal do planeta Terra”.
Para a execução da obra, governo brasileiro liberou mais de R$ 2 bilhões em empréstimos. Serviço foi executado pela Odebrecht. pic.twitter.com/PvdY2qoglJ
No último fim de semana, o agora ex-prefeito do Congo, Dr. Romualdo (MDB), renunciou ao cargo para disputar uma das cadeiras da Assembleia Lesgislativa da Paraíba. Com isso, a vice-prefeita da cidade, a própria esposa, Flavinha Sousa, assumiu o cargo.
Durante a cerimônia de posse, Flavinha chegou a comparar o marido com ninguém, ninguém menos que Jesus Cristo. Veja:
O ex-presidente Lula participou nesta terça-feira, (5) de um debate promovido pela Fundação Perseu Abramo e a Fundação Friedrich Ebert, entidade alemã que promove iniciativas na área de desenvolvimento ambiental. No evento, ele criticou a classe média, a elite brasileira e ainda defendeu o aborto.
“Nós temos uma classe média que ela é muito, ela ostenta um padrão de vida que nenhum lugar do mundo a classe média ostenta. Nós temos uma classe média que ostenta um padrão de vida que não tem na Europa, que não tem em muitos lugares, as pessoas são mais humildes. Aqui na América Latina, a chamada classe média ostenta muito um padrão de vida acima do necessário”, disse Lula.
O ex-presidente defendeu limites para o consumo da classe média. “É uma pena que a gente não nasce e a gente não tem uma aula: o que que é necessário para sobreviver? Tem um limite que pode me contentar como um ser humano. Eu quero uma casa, eu quero casar, eu quero ter um carro, eu quero ter uma televisão, não precisa ter uma em cada sala. Uma televisão já tá boa”, enfatizou o presidente. E prosseguiu: “Eu quero um computador, eu quero um celular, ou seja, na medida que você não impõe limite, você faz com que as pessoas comprem um barco de 400 milhões de dólares e comprem um outro para pousar o seu helicóptero”, disse o ex-presidente.
Em seguida, o ex-presidente comentou a a chamada pauta da família e dos costumes. Primeiro, defendeu o aborto: “Aqui no Brasil, as mulheres pobres morrem tentando fazer um aborto, porque é proibido, o aborto é ilegal”, disse . “Aqui ela (mulher) não faz porque é proibido, quando na verdade deveria ser transformado numa questão de saúde pública e todo mundo ter direito e não ter vergonha. Eu não quero ter um filho, eu vou cuidar de não ter meu filho”, ressaltou o ex-presidente.
Por fim, fez ressalvas a um dos temas que deve ser alvo de acaloradas discussões durante a campanha: “Essa pauta da família, a pauta dos valores é uma coisa muito atrasada — e ela é utilizada por um homem que não tem moral para fazer isso”, afirmou o petista, se referindo ao presidente Bolsonaro.
O presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Carlos Siqueira, confirmou à CNN que a legenda fará a indicação oficial ao Partido dos Trabalhadores (PT) da pré-candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência da República, durante um evento na manhã desta sexta-feira (8), em um hotel de São Paulo. A informação havia sido antecipada pela âncora da CNN Daniela Lima.
Do lado do PSB estarão presentes os ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin e Márcio França, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito de Recife João Campos.
Do lado do PT, é esperada a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann.
Lula, inclusive, deu declarações à rádio Lagoa Dourada nesta terça-feira (5) sobre a chapa com ex-governador paulista. “Então eu e o Alckmin podemos estar juntos na chapa. Eu vou ter uma reunião na sexta-feira em que o PSB vai propor o Alckmin de vice e isso nós vamos levar para discutir no PT. E você pode ficar certo que, se nós estivermos juntos, vamos reconstruir o Brasil, porque somos dois democratas, gostamos da democracia, exercemos a democracia e temos como prova o exercício dos nossos mandatos”, disse o ex- presidente.
Depois de seis mandatos consecutivos no Congresso e de presidir a Câmara duas vezes, o deputado federal licenciado Rodrigo Maia (PSDB), 51, desistiu de concorrer novamente ao Legislativo e abriu caminho para sua irmã gêmea, Daniela Maia (PSDB), que deixou a presidência da RioTur.
Maia chegou a se licenciar do governo paulista na semana passada para cumprir o prazo a Justiça Eleitoral, mas na segunda feira, 4, reassumiu o cargo de secretário de Projetos e Ações Estratégicas.
Em entrevista ao Estadão no seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, o ex-presidente da Câmara, que vai assumir a presidência da federação formada por PSDB e Cidadania no Rio de Janeiro, contou que segue como coordenador do plano de governo de João Doria e vai se dedicar a política fluminense nos finais de semana.
O ex-presidente da Câmara prega que o PSDB se assuma como um partido de centro-direita e rejeita o rótulo de terceira via. “O eleitor de centro pode decidir a eleição, mas não é majoritário. O PSDB é o principal partido de contraponto ao PT, para não usar o termo centro-direita, que alguns tucanos não gostam. Reclamam comigo quando eu uso”, afirmou.
Maia disse, ainda, que se Lula e Bolsonaro forem para o segundo turno, votaria no petista.
O deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PL) chamou o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) de “ladrão” e “bandido” durante discurso na manhã desta terça-feira (5) na Assembleia Legislativa.
“Bandido tem que ser chamado de bandido mesmo, ache ruim quem achar”, afirmou o parlamentar.
Ele atribuiu ao ex-governador a responsabilidade pelos problemas enfrentados pela PM da Paraíba.
O discurso do líder da oposição causou a reação do deputado Jeová Campos, líder do PT na ALPB, que saiu em defesa do companheiro de partido. Ele pediu para retirar as “expressões ofensivas” utilizadas pelo oposicionista ao se referir a Ricardo.
“A língua dele é solta para ofender a honra dos outros. Ricardo não foi julgado em nenhum instância. Ricardo responde a processos, mas o princípio da inocência, que a ele é assegurado esse direito de não ser tratado com ofensa tão grave como fez aqui o cabo Gilberto”, disse Jeová.
O PSD vai judicializar as desfiliações de quatro vereadores de Campina Grande. Ivonete Ludgério, Janduy Ferreira, Sargento Neto e Alexandre do Sindicato saíram do partido, após a destituição do então presidente estadual, Romero Rodrigues.
A sigla questiona os motivos alegados pelos parlamentares para a debandada, logo após o ingresso da senadora Daniella Ribeiro no comando da sigla.
O assunto está sendo debatido na direção estadual e nacional do PSD e pode ter um desfecho muito em breve.
Nilvan Ferreira recebeu nesta segunda-feira (4) o apoio do vice-prefeito da cidade de Barra de Santana, Carlinhos de Genésio.
Segundo Nilvan, a adesão de Carlinhos veio em um momento muito importante da campanha, já que um dos focos é unir setores amplos dos municípios para que dessa forma, uma gestão voltada para as cidades seja promovida.
“Independente da cor partidária dos gestores, nossa intenção é desenvolver um grande projeto de recuperação econômica desse estado em parceria com os municípios e o apoio de Carlinhos veio para somar e fortalecer o nosso projeto ”, frisou.
Nilvan pontou ainda que o projeto de mudar a Paraíba será possível através da união de forças, como a adesão do vice-prefeito e demais apoios que serão anunciados nos próximos dias.
“Nós vamos conseguir libertar o povo desse estado. E isso será possível através da discussão e elaboração do cumprimento de metas nos mais diversos segmentos da saúde, educação, segurança pública entre outros”, finalizou.
A vereadora de Campina Grande, Valéria Aragão (PTB,) é a nova secretária de Articulação Política do Estado. Ela substitui Murilo Galdino (Republicanos), que deixou o cargo para concorrer nas eleições deste ano a deputado federal.
A nomeação foi feita pelo governador João Azevêdo (PSB) e publicada na edição do Diário Oficial do Estado , nesta terça-feira (5). “Vou dar continuidade ao trabalho desenvolvido por Murilo Galdino na Articulação Política do governo exitoso de João Azevêdo”, adiantou Valéria, que faz parte do grupo político do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos).
Com a ida de Valéria Aragão ao governo do Estado, Bruno Faustino (PTB) será convocado para assumir uma cadeira na Câmara Municipal.
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