Política

Marília Lima confirma filiação ao PSD e se prepara para anunciar pré-candidatura a deputada estadual

Foto: Reprodução/Instagram

A apresentadora paraibana de TV Marília Lima, confirmou em conversa com o Blog do BGPB, que foi convidada pela senadora Daniella Ribeiro, atual presidente do PSD na Paraíba, para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições deste ano.

“Eu recebi sim, o convite para ser candidata e fiquei muito surpresa pois, não esperava esse convite”, disse Marília.

Marília afirmou ainda, que o convite da senadora não foi o único que recebeu, outros partidos também a convidaram para a disputa eleitoral que se aproxima.

Ela afirmou que o momento é de fazer uma avaliação para nos próximos dias, se encontrar pessoalmente com a organização do partido e, assim, tomar uma decisão.

“A gente precisa pensar antes de agir para tomar a decisão correta, por isso, ainda não me manifestei, nem falei no Instagram, para não criar expectativa”, afirmou.

Por fim, a apresentadora disse que se decidir ser candidata seguirá ao lado da senadora Daniella Ribeiro. Marília integra os quadros do PSD.

Marília Lima é apresentadora de TV há 18 anos e atualmente comanda o programa, Manhã da Gente, na TV Arapuan, filiada da Rede TV.

Blog do BGPB

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Política

Cícero Lucena exonera Helena Holanda, Corujinha e João Almeida

Foto: reprodução

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), exonerou neste sábado, 02, três auxiliares que devem disputar cargos nas eleições deste ano.

Deixaram a gestão na capital: João Corujinha (secretário Direitos Humanos e Cidadania), Helena Holanda (Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência) e João Almeida (secretário de Segurança Pública).

Wallison Bezerra

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Política

TROCA-TROCA: Com a janela partidária, pelo menos 21 deputados mudaram de legenda na ALPB

Foto: reprodução

Sem coligações para a disputa proporcional, os deputados estaduais promoveram uma verdadeira dança das cadeiras nessa janela partidária. Dos 36 parlamentares, pelo menos 21 trocaram de legenda.

Nessa conta, entram Manoel Ludgério e Moacir Rodrigues que deixaram os partidos de origem – PSD e PSL, respectivamente -, mas até o fechamento dessa matéria ainda não se sabia onde foram se abrigar.

Também falta confirmar se Doda de Tião (PTB) e Edmilson Soares (Podemos) também trocaram de partido ou ficam onde estão. Eles não divulgaram informação. É certo que não vão disputar mandato este ano.

Nessa conta acima, não estão incluídos os suplentes no exercício do mandato.

O partido que mais abocanhou parlamentares foi o Republicanos, comandado pelo deputado federal Hugo Motta: filiou cinco. Já tinha um parlamentar na Casa – Jutay Menezes – e, agora, soma seis.

Mas, a maior bancada fica com o PSB, partido do governador João Azevêdo. O partido tinha sete deputados. Perdeu três para o PT – Cida Ramos, Estela Bezerra e Jeová Campos. Mas, filiou quatro. Agora, soma oito assentos.

A janela partidária também provocou o “desaparecimento” de quatro partidos na Assembleia Legislativa da Paraíba: o Avante – sensação das eleições de 2018 -, Patriota, PSC e PRTB. Também marca a chegada de dois: União Brasil – Taciano Diniz – e PSD – Felipe Leitão.

O Podemos, caso o deputado Edmilson Lucena tenha permanecido, a legenda ainda “respira. Ele é um dos quatro parlamentares que desistiu da disputa. Vai apoiar o filho Tanílson Soares.

Outros três deputados não vão disputar: Doda de Tião, Érico Djan e Jeová Campos.

Já Raniery Paulino, Ricardo Barbosa e Estela Bezerra lançaram pré-candidatura a deputado federal. Com isso, as eleições deste ano, se confirmadas as candidaturas e as desistências nas convenções, a ALPB terá, no mínimo, uma renovação de 22% nas cadeiras.

TROCARAM DE LEGENDA:

  • Cida Ramos – PT
  • Estela Bezerra – PT
  • Adriano Galdino – Republicanos – atual presidente da ALPB
  • Manoel Ludgério – ?
  • João Gonçalves – PSB
  • Branco Mendes – Republicanos
  • Wilson Filho – Republicanos – Líder do Governo
  • Jeová Campos – PT
  • Anderson Monteiro – MDB
  • Tião Gomes – PSB
  • Taciano Diniz – União Brasil
  • Felipe Leitão – PSD
  • Anísio Maia – PSB
  • Júnior Araújo – PSB
  • Raniery Paulino – Republicanos
  • Cabo Gilberto Silva – PL
  • Bosco Carneiro – Republicanos
  • Érico Djan – MDB
  • Moacir Rodrigues – ?
  • Eduardo Carneiro – Solidariedade
  • Walber Virgulino – PL

PERMANECEM NO MESMO PARTIDO:

  • Ricardo Barbosa – PSB
  • Jane Panta – Progressistas
  • Jutay Menezes – Republicanos
  • Hervázio Bezerra – PSB
  • Inácio Falcão – PCdoB
  • Camila Toscano – PSDB
  • Tovar Correia Lima – PSDB
  • Buba Germano – PSB
  • Pollyanna Dutra – PSB
  • Caio Roberto – PL
  • Galego de Souza – Progressistas
  • Chió – Rede
  • Dra Paula – Progressistas
  • Edmilson Soares – Podemos (ainda em aberto)
  • Doda de Tião – PTB (ainda em aberto)

DESISTIRAM DE DISPUTAR UMA VAGA NAS ELEIÇÕES DESTE ANO:

  • Jeová Campos – PT
  • Doda de Tião
  • Edmilson Soares
  • Érico Djan – MDB

DEPUTADOS QUE LANÇARAM PRÉ-CANDIDATURA A DEPUTADO FEDERAL:

  • Estela Bezerra – PT
  • Ricardo Barbosa – PSB
  • Raniery Paulino – Republicanos
  • Cabo Gilberto Silva – PL

Sony Lacerda

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Política

União Brasil SP diz que convite a Moro foi para deputado ou senador

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O deputado federal Alexandre Leite, tesoureiro do União Brasil São Paulo, divulgou comunicado na noite de hoje onde afirma que o convite feito ao ex-ministro Sergio Moro foi para concorrer à vaga na Câmara dos Deputados ou, eventualmente, ao Senado. Na nota, Leite diz ainda que, caso Moro insista em se candidatar à Presidência da República, o partido irá impugnar a sua filiação.

O União Brasil São Paulo reafirma que a filiação do ex-juiz Sérgio Moro se deu com a concordância de um projeto pelo estado de São Paulo, isto é, deputado estadual, deputado federal ou, eventualmente, Senado. Em caso de insistência em um projeto Nacional, o partido vai impugnar a ficha de filiação de Moro.

Mais cedo, Moro convocou a imprensa para realizar um pronunciamento e, na ocasião, disse que não desistiu de nada, mas que também não será candidato a deputado federal.

Preciso esclarecer a todos que eu não desisti de nada, muito menos do meu sonho de mudar o Brasil. Pelo contrário, sigo firme na construção de um projeto para o País. O Brasil está em um ano eleitoral decisivo, no qual iremos escolher que tipo de país queremos ser.Sergio Moro

Moro havia reconhecido ontem que desistiu, pelo menos naquele momento, de disputar a Presidência da República. Hoje, porém, ele afirmou que não abandonou o sonho de livrar “o Brasil dos extremos”, referindo-se diretamente a dois possíveis rivais nas eleições que serão realizadas em outubro: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

“Para livrar o Brasil desses extremos coloquei o meu nome à disposição do país. Não tenho ambição por cargos. Se tivesse, teria permanecido como juiz federal ou ministro da Justiça. Também não tenho a necessidade de foro privilegiado ou outros privilégios que sempre repudiei. Aliás, não serei candidato a deputado federal”, completou, na sequência.

Moro fez a troca de legenda no penúltimo dia da janela partidária, que se encerra nesta sexta-feira (1). Até então, o ex-ministro da Justiça estava filiado ao Podemos e vinha oscilando entre a 3ª e a 4ª colocação nas pesquisas para Presidente, sem chegar a alcançar dois dígitos de intenção de voto. Um dos motivos para a troca de legenda teria sido financeiro.

Membros do partido ligado à ACM Neto reagiram muito mal à declaração pública de Moro, e trataram a aposta de Moro como “amadora”. “O ex-juiz não soube sair do Podemos com dignidade, ao não avisar o partido antes e chega ao União Brasil da mesma forma”, afirmam.

Como Moro é filiado em São Paulo, a nota é assinada pelo diretório estadual como uma resposta dele à coletiva em que disse não ser candidato à Câmara, descumprindo o acordado.

Membros da executiva nacional do partido já contabilizam ter ao menos oito votos (o que já soma quase metade dos 17 membros com direito a voto) pela impugnação da filiação caso Moro insista no discurso de que é candidato à Presidência.

UOL

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Política

Pesquisa Modalmais: Bolsonaro lidera intenções de votos e fica à frente de Lula; presidente tem 33% e petista aparece com 32% no primeiro turno

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) apareceu  liderando pesquisa eleitoral para o primeiro turno das Eleições deste ano.

Segundo a pesquisa Modalmais, divulgada na última quarta-feira (30), o atual mandatário possui 33,4% das intenções de votos, enquanto que o ex-presidente Lula (PT) tem 32,9%. O cenário representa um empate técnico entre os dois pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

Em um eventual segundo turno, entretanto, Bolsonaro fica atrás do petista e tem com 41,6% das intenções. Já Lula aparece com 48,6%. Com esse resultado, o presidente mostra um crescimento de quase 2 pontos percentuais em relação à última pesquisa realizada em fevereiro.

A pesquisa da Modalmais entrevistou 2.000 pessoas entre os dias 21 e 25 de março em 862 cidades do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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Política

PL se torna maior bancada da Câmara ao final da janela partidária; 26% dos deputados federais trocaram de partido

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A chamada janela partidária deste ano permitiu o maior número de migrações entre partidos da história do Congresso Nacional em uma mesma legislatura. Ao menos 135 congressistas aproveitaram o período de troca-troca. O número representa 26,3% dos 513 deputados.

A regra, criada em 2015 pelos políticos em benefício próprio, permite que deputados federais, estaduais e distritais mudem de partido sem sofrerem consequências legais. A manobra foi criada para driblar a proibição de mudança sem justificativa. O prazo foi aberto em 3 de março e se encerrou na 6ª feira (1º.abr.2022).

Caso um congressista saia do seu partido fora desta janela, ele perde o mandato, que pertence à legenda. A permissão para a troca durante a janela, no entanto, burla o desejo dos eleitores, já que eles votaram em um candidato considerando seu partido no momento das eleições.

No total, 83 deputados oficializaram as mudanças junto à Câmara dos Deputados. Os demais ainda poderão avisar a Casa e a Justiça Eleitoral nos próximos dias. Não há prazo para isso. O Poder360 considerou no levantamento informações oficiais da Câmara, dos partidos e de divulgação em canais oficiais dos congressistas.

Os partidos do Centrão foram os maiores beneficiados com a janela. Já o União Brasil, fruto da fusão entre o PSL e o DEM, minguou. Na prática, perdeu mais do que o equivalente ao tamanho que o DEM tinha antes da junção. O PDT e o PSB foram os partidos de esquerda que mais tiveram perdas.

PL

A ida de Jair Bolsonaro para o PL ajudou a atrair 41 deputados para a legenda, sendo que perdeu só 10. O saldo foi de 32 novos integrantes. O partido dobrou sua bancada em relação ao que elegeu em 2018.

Grande parte dos novos integrantes são bolsonaristas que estavam no PSL. Antes da janela, a bancada tinha 43 congressistas. E no início da legislatura, em 2019, o PL tinha 33 deputados e estava na 6ª colocação.

União Brasil

Como consequência, o União Brasil foi o partido que sofreu a maior debandada: 45 deputados deixaram a sigla. A saída em massa já era esperada, mas a recém-criada legenda esperava atrair mais quadros. Conseguiu filiar 9 novos deputados. A bancada ficará, portanto, com 45 integrantes. Com a fusão de 2 partidos, é hoje o que detém os maiores fundos partidário e eleitoral, ativo usado no convencimento de políticos.

PP

O PP, partido do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, foi a 2ª legenda que mais cresceu. Filiou novos 20 congressistas e perdeu 3. Fica, então, com 59 deputados. O Republicanos, que, assim como o PL e o PP, está na zona de influência de Bolsonaro, também teve um crescimento relevante: 19 deputados. Outros 4 deixaram a legenda. O Republicanos passa a ter agora uma bancada de 46 deputados.

Podemos

O ex-juiz Sérgio Moro entrou no Podemos em novembro do ano passado com a expectativa de que seria um atrativo para aumentar a bancada na Câmara. O resultado, no entanto, foi contrário. O partido filiou 3 novos integrantes, mas perdeu 5. Assim, passou de 11 deputados para 9. Ao final, Moro também deixou a legenda e migrou para o União Brasil.

PSDB e o MDB, 2 dos maiores partidos da Casa em legislaturas anteriores, não conseguiram expandir suas bancadas. Ambos tiveram um saldo negativo. Os tucanos perderam 9 integrantes e filiaram 3 novos nomes. Já os emedebistas, atraíram 4 deputados e perderam 5.

Na oposição, o PSB e o PDT sofreram as maiores baixas. O PSB perdeu 9 integrantes e não conseguiu filiar nenhum novo. Já o partido de Ciro Gomes, viu 7 de seus quadros saírem e filiou apenas 1 deputado.

PT

Antes da janela partidária e da criação do União Brasil, o  PT era o maior partido da Câmara, com 53 deputados. O partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve poucas alterações. Perdeu 1 deputado e ganhou 3, totalizando 55 deputados.

De acordo com dados da Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, em 2018, 85 deputados trocaram de legenda para disputar as eleições daquele ano. Desde que tomaram posse, em 2019, 39 deputados haviam mudado de sigla antes mesmo da abertura do prazo legal. Eles obtiveram decisão judicial que permitiu a troca ou seus partidos de origem os liberaram.

O Poder360 acompanhou as mudanças dos congressistas ao longo das últimas semanas. A maior parte delas foi decidida nos últimos dias. Muitos deputados deixam para decidir em cima da hora. Acabam fazendo uma espécie de leilão, onde negociam para ver onde irão ganhar mais recursos do fundo eleitoral para suas campanhas e com quem terão maior potencial de serem eleitos.

Leia a seguir quem migrou de partido e, no fim deste texto, as regras da janela partidária.

 

REGRAS

A janela partidária se dá em todo ano eleitoral. É sempre um prazo de 30 dias, a 6 meses das eleições, para que congressistas possam mudar de partido sem perder o mandato. A regra foi criada em 2015 como uma saída para o troca-troca de partidos depois que o Tribunal Superior Eleitoral definiu que o mandato pertence à legenda e não ao candidato eleito. A decisão estabeleceu a fidelidade partidária para os cargos obtidos nas eleições proporcionais, ou seja, de deputados e vereadores.

Em 2018, porém, o TSE alterou a regra e decidiu que só quem está no término do mandato pode utilizar a janela. Ou seja, os vereadores só podem mudar de partido em ano de eleições municipais e de deputados federais, estaduais e distritais, nas eleições gerais.

Um deputado só pode mudar de legenda sem risco o de perder o mandato quando há acordo com a sigla da qual está saindo ou em outras duas situações:

  • quando há mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário;
  • quando há discriminação ou perseguição na legenda.

Esses casos são julgados na Justiça Eleitoral –são os pedidos de migração por “justa causa”.

Quem ocupa cargos majoritários (prefeitos, governadores, senadores e o presidente da República) pode mudar de sigla a qualquer momento ou ficar sem partido –mas precisa estar em uma legenda para disputar as eleições.

Poder 360

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Política

ELEIÇÕES 2022: Olenka Maranhão deixa o MDB e se filia ao Republicanos

Foto: Reprodução

A deputada Olenka Maranhão deixou o MDB e se filiou ao Republicanos nessa sexta-feira (1). A informação foi divulgada pelo deputado Raniery Paulino nas redes sociais.

Em publicação no Instagram, o deputado Raniery Paulino comemorou a filiação e compartilhou diversas fotos com Olenka e outros correligionários.

“Esta foto é muito significativa para mim, um grande reencontro de antigos companheiros de lutas. “Naquela mesa está faltando ele e saudade deles está doendo em mim”. Minha homenagem meu velho Lider.”, disse o parlamentar.

ClickPB

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Política

Podemos estima prejuízo em R$ 3 milhões com desistência da pré-candidatura de Moro

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O Podemos estima ter desembolsado cerca de R$ 3 milhões com a pré-candidatura do ex-ministro Sergio Moro, que decidiu na quinta-feira migrar para o União Brasil. Integrantes da legenda alegam ter sofrido um “prejuízo milionário”, além da perda de correligionários que saíram durante a janela partidária contrariados com a presença de Moro.

Desde dezembro do ano passado, Moro recebeu um salário no valor mensal bruto de R$ 22 mil. No total, considerando o período em que ele ficou no Podemos, o ex-ministro da Justiça ganhou cerca de R$ 80 mil.

Além disso, está no cálculo feito pela sigla gastos como os R$ 210 mil usados no evento filiação de Moro, R$ 248 mil em segurança privada para o ex-ministro, R$ 110 mil em passagens e hospedagens para ele se deslocar pelo país, R$ 600 mil em pesquisas de intenção de voto, R$ 60 mil na equipe jurídica e R$ 70 mil com fotografia.

O Globo

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Política

Dez ministros e seis governadores deixam os postos para concorrer nas eleições deste ano

Foto: Reprodução

Termina neste sábado (2) o prazo para que ministros, governadores, prefeitos e secretários de governo que desejam disputar novos cargos nas eleições de 2022 deixem as atuais funções. Pela legislação, eles precisam se afastar das funções a seis meses da eleição.

O afastamento dos ocupantes de cargos públicos é uma forma de evitar abuso de poder econômico ou político nas eleições. Mas políticos que ocupam cadeiras no Legislativo, como deputados federais e estaduais, não precisam abrir mão do mandato para concorrer a um novo mandato.

Ministros

Até esta quinta-feira (31), dez ministros tinham deixado os postos:

  • Walter Braga Netto (Defesa), cotado para candidato a vice-presidente pelo PL na chapa de Jair Bolsonaro;
  • Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), filiada ao Republicanos e que ainda não anunciou qual mandato disputará;
  • Flávia Arruda (Secretaria de Governo), pré-candidata a senadora pelo PL no Distrito Federal;
  • Gilson Machado (Turismo), pré-candidato a senador pelo PL em Pernambuco;
  • João Roma (Cidadania), pré-candidato a governador da Bahia pelo PL;
  • Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), pré-candidato a deputado federal pelo PL por São Paulo;
  • Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), pré-candidato a governador do Rio Grande do Sul pelo PL;
  • Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), pré-candidato a senador pelo PL no Rio Grande do Norte;
  • Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), pré-candidato a governador de São Paulo pelo PL;
  • Tereza Cristina (Agricultura), pré-candidata a senadora pelo PP no Mato Grosso do Sul.

Governadores

Entre os governadores, quatro renunciaram ao mandato nesta quinta-feira (31) para disputar a eleição:

  • João Doria (PSDB-SP), pré-candidato a presidente;
  • Flávio Dino (PSB-MA), pré-candidato a senador;
  • Wellington Dias (PT-PI), pré-candidato a senador;
  • Eduardo Leite (PSDB-RS), que ainda não anunciou qual mandato disputará.

Dois governadores têm previsão de renunciar neste sábado (2):

  • Camilo Santana (PT-CE), pré-candidato a senador;
  • Renan Filho (MDB-AL), pré-candidato a senador.

g1

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Política

23% dos deputados federais já trocaram de partido na janela que termina nesta sexta; veja lista

Foto: Adriano Machado/Reuters

Levantamento do g1 indica que, até as 18h45 desta sexta-feira (1º), 23% dos deputados federais (119 dos 513 da Câmara) trocaram de partido desde que se iniciou, no último dia 3, o período da chamada “janela partidária” (veja na tabela, mais abaixo, a lista de quem já trocou).

Programada para terminar às 23h59 desta sexta, a janela partidária é o intervalo de 30 dias que, seis meses antes da eleição, a legislação concede a deputados federais, estaduais e vereadores para que troquem de partido — se desejarem — sem o risco de perder o mandato.

O número de trocas de partido vem crescendo progressivamente. Até esta quinta (31), eram 102 — o equivalente a 20%. Desde a manhã desta sexta, último dia do prazo, outros 17 deputados mudaram elevando o total para 119 (23%).

As trocas de partido na janela partidária deste ano vêm sendo confirmadas pelo g1 diariamente, desde 3 de março, por meio de consultas aos registros oficiais da Câmara, da Justiça Eleitoral e em contato com partidos e gabinetes dos deputados. O levantamento considera os deputados atualmente em exercício, o que inclui suplentes de deputados licenciados.

Com o fim do prazo neste sábado (2) para desincompatibilização de ministros, governadores, secretários estaduais e prefeitos, o número de trocas de partido pode sofrer alterações com o retorno de deputados federais que estavam licenciados para exercer outros cargos. O número também pode aumentar em razão do prazo que partidos e parlamentares têm para comunicar as mudanças à Câmara e à Justiça Eleitoral.

BANCADAS QUE MAIS CRESCERAM NA JANELA PARTIDÁRIA

As bancadas que mais perderam parlamentares foram União Brasil (20), PL, (8), PSB (8), PDT (7), PTB (7) e PSD (6).

Neste ano, o maior beneficiário das mudanças é o PL, sigla pela qual o presidente Jair Bolsonaro disputará a reeleição. Desde o primeiro dia da janela partidária, a bancada do partido cresceu 83% (de 42 para 76 deputados — perdeu nove e ganhou outros 43).

A maior parte das migrações vêm de parlamentares eleitos pelo PSL, que neste ano se fundiu com o DEM e formou o União Brasil. O PSL foi o partido pelo qual Bolsonaro disputou a eleição presidencial de 2018. Dos 43 novos integrantes do PL, 26 estavam vinculados ao União Brasil.

Ao se fundir com o PSL, em fevereiro, o União Brasil chegou a somar 81 deputados na bancada. Com a janela partidária perdeu deputados progressivamente e chegou a esta sexta-feira com 46 — foram 42 baixas e nove ingressos.

Depois do PL, Republicanos e PP são os partidos que mais conquistaram deputados.

O Republicanos conseguiu atrair 15 e perdeu cinco. Ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, a legenda será a casa de dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro (Tarcísio Gomes de Freitas e Damares Alves) e do vice-presidente Hamilton Mourão. Os três devem concorrer na eleição deste ano. No PP, foram 15 novos integrantes e duas baixas.

A janela partidária também evidenciou o “racha” interno no PTB, partido cuja bancada na Câmara sofreu no último mês a maior redução proporcional.

As disputas internas pelo comando do partido levaram à saída de sete deputados. No início do período de migrações, o partido tinha dez integrantes na Câmara. Neste último dia de janela partidária, está reduzido a cinco.

QUEM TROCOU DE PARTIDO NA JANELA PARTIDÁRIA

DEPUTADO SAIU DE ENTROU EM
Abílio Santana (BA) PL PSC
Aelton Freitas (MG) PL PP
Alex Santana (BA) PDT Republicanos
Aliel Machado (PR) PSB PV
Aline Sleutjes (PR) União Brasil Pros
Augusto Coutinho (PE) Solidariedade Republicanos
Bacelar (BA) Podemos PV
Bia Kicis (DF) União Brasil PL
Capitão Alberto Neto (AM) Republicanos PL
Capitão Derrite (SP) PP PL
Capitão Fabio Abreu (PI) PL PSD
Capitão Wagner (CE) Pros União Brasil
Carla Dickson (RN) Pros União Brasil
Carla Zambelli (SP) União Brasil PL
Carlos Henrique Gaguim (TO) Republicanos União Brasil
Carlos Jordy (RJ) União Brasil PL
Caroline de Toni (SC) União Brasil PL
Célio Studart (CE) PV PSD
Charlles Evangelista (MG) União Brasil PP
Chris Tonietto (RJ) União Brasil PL
Cristiane Yared (PR) PL PP
Clarissa Garotinho (RJ) Pros União Brasil
Coronel Armando (SC) União Brasil PL
Coronel Chrisóstomo (RO) União Brasil PL
Coronel Tadeu (SP) União Brasil PL
Da Vitória (ES) Cidadania PP
Damião Feliciano (PB) PDT União Brasil
Daniel Freitas (SC) União Brasil PL
Daniel Silveira (RJ) União Brasil PTB
Danilo Forte (CE) PSDB União Brasil
David Miranda (RJ) PSOL PDT
Delegado Eder Mauro (PA) PSD PL
Diego Garcia (PR) Podemos Republicanos
Domingos Sávio (MG) PSDB PL
Doutor Leonardo (MT) Solidariedade Republicanos
Doutor Luiz Ovando (MS) União Brasil PP
Doutora Soraya Manato (ES) União Brasil PTB
Doutora Vanda Milani (AC) Solidariedade Pros
Eduardo Bolsonaro (SP) União Brasil PL
Eduardo Costa (PA) PTB PSD
Emidinho Madeira (MG) PSB PL
Eros Biondini (MG) Pros PL
Fábio Reis (SE) MDB PSD
Felício Laterça (RJ) União Brasil PP
Filipe Barros (PR) União Brasil PL
Flávio Nogueira (PI) PDT PT
Gastão Vieira (MA) Pros PT
General Girão (RN) União Brasil PL
Gustinho Ribeiro (SE) Solidariedade Republicanos
Hélio Costa (SC) Republicanos PSD
Hélio Lopes (RJ) União Brasil PL
Herculano Passos (RJ) MDB Republicanos
Jefferson Campos (SP) PSB PL
João Roma (BA) Republicanos PL
Joaquim Passarinho (PA) PSD PL
Joice Hasselmann (SP) União Brasil PSDB
José Mario Schreiner (GO) União Brasil MDB
José Medeiros (MT) Podemos PL
Julio Delgado (MG) PSB PV
Junio Amaral (MG) União Brasil PL
Leandre (PR) PV PSD
Léo Motta (MG) União Brasil PL
Liziane Bayer (RS) PSB Republicanos
Loester Trutis (MS) União Brasil PL
Lourival Gomes (RJ) União Brasil PP
Luis Miranda (DF) União Brasil Republicanos
Luisa Canziani (PR) PTB PSD
Luiz Antonio Correa (RJ) PL PP
Luiz Lima (RJ) União Brasil PL
Luiz Nishimori (PR) PL PSD
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP) União Brasil PL
Luizão Goulart (PR) Republicanos Solidariedade
Major Fabiana (RJ) União Brasil PL
Major Vitor Hugo (GO) União Brasil PL
Mara Rocha (AC) PSDB MDB
Marcelo Alvaro Antonio (MG) União Brasil PL
Marcelo Calero (RJ) Cidadania PSD
Marcelo Moraes (RS) PTB PL
Marcelo Nilo (BA) PSB Republicanos
Marcio Labre (RJ) União Brasil PL
Marcos Aurélio Sampaio (PI) MDB PSD
Marília Arraes (PE) PT Solidariedade
Marina Santos (PI) PL Republicanos
Marlon Santos (RS) PDT PL
Maurício Dziedricki (RS) PTB Podemos
Moses Rodrigues (CE) MDB União Brasil
Nelson Barbudo (MT) União Brasil PL
Nereu Crispim (RS) União Brasil PSD
Neucimar Fraga (ES) PSD PP
Nivaldo Albuquerque (AL) PTB Republicanos
Norma Ayub (ES) União Brasil PP
Olival Marques (PA) União Brasil MDB
Onyx Lorenzoni (RS) União Brasil PL
Otoni de Paula (RJ) PSC MDB
Pastor Eurico (PE) Patriota PL
Patrick Dorneles (PB) PSD PSC
Paulo Eduardo Martins (PR) PSC PL
Pedro Augusto Palareti (RJ) PSD PP
Pedro Lucas Fernandes (MA) PTB União Brasil
Pedro Lupion (PR) União Brasil PP
Pedro Paulo (RJ) União Brasil PSD
Ricardo Izar (SP) PP Republicanos
Ricardo Silva (SP) PSB PV
Roberto de Lucena (SP) Podemos Republicanos
Roman (PR) Patriota PP
Rosana Valle (SP) PSB PL
Rose Modesto (MS) PSDB União Brasil
Rubens Júnior (MA) PCdoB PT
Ruy Carneiro (PB) PSDB PSC
Sanderson (RS) União Brasil PL
Silvia Cristina (RO) PDT PL
Sóstenes Cavalcante (RJ) União Brasil PL
Subtenente Gonzaga (MG) PDT PSD
Tereza Cristina (MS) União Brasil PP
Tiago Dimas (TO) Solidariedade Podemos
Túlio Gadêlha (PE) PDT Rede
Vermelho (PR) PSD PL
Vicentinho Júnior (TO) PL PP
Wilson Santiago (PB) PTB Republicanos

g1

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