Faleceu na madrugada desta quarta (20) o empresário Ivandro Cunha Lima Filho, tio do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima. Ele estava internado desde o mês passado em São Paulo lutando contra as sequelas da Covid-19.
Na última segunda-feira, o ex-diretor do Treze teve uma piora no quadro de saúde e Bruno teve que viajar de última hora para São Paulo, a pedido da família, no mesmo dia em que eram aunciadas as atrações do maior São João do Mundo.
Os horários do velório e sepultamento devem acontecer em Campina Grande, mas ainda não foram divulgados.
Livre de medidas cautelares desde o mês passadao após uma decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes, o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, preso na Operação Calvário, que investiga desvios na saúde e educação do estado, embarca nesta semana para a Espanha, para participar da inauguração de comitês populares para a campanha do ex-presidente Lula.
Na ocasião, entre 21 e 23 de abril, ele também ministrará palestras sobre o Brasil e as eleições de 2022 na Universidade de Salamanca.
Em março, Gilmar Mendes atendeu pedido do ex-governador para estender os benefícios concedidos ao seu ex-advogado Francisco das Chagas Ferreira, mais conhecido como ‘Chico’ Ferreira, de poder se ausentar de João Pessoa sem a necessidade de autorização judicial.
Defensor da pré-candidatura da vice governadora Lígia Feliciano ao governo do Estado, presidente nacional do PSD, Carlos Lupi, garantiu em entrevista, que não “guarda mágoas de ninguém” ao justificar os motivos que levaram a direção nacional a fazer a intervenção do PDT na Paraíba.
A saída do deputado federal Damião Feliciano foi o estopim para a intervenção. O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, chegou a declarar que estava decepcionado com o deputado federal paraibano, Damião Feliciano, que aproveitou a janela partidária para se filiar ao União Brasil.
Com a intervenção, a família Feliciano perdeu o comando da legenda no Estado. O partido agora é comandado na Paraíba pelo advogado Marcos Ribeiro.
A intervenção na Executiva Estadual foi aprovada pelo pelo Diretório Nacional com aval de Carlos Lupi.
“Durante mais de 10 anos nós confiamos à família Feliciano todos os espaços, todas as considerações, o comando do partido, tudo eles puderam fazer. E às vésperas dos prazos para a filiação partidária, eles comunicam que estavam saindo porque não estavam conseguindo formar a nominata. Nós não somos um partido sucursal de ninguém”, disse Lupi.
Lupi, que sempre defendeu a pré-candidatura de Lígia, mesmo com o isolamento político da vice governadora, fez um desabafo, e disse que não tinha “mágoa de ninguém”
“Não tenho mágoas de ninguém, pois quem carrega mágoas fica doente. Resta decepção pela falta de correspondência, de companhia e de lealdade com quem sempre foi correto, cordial e leal”.
A pré-candidatura de Lígia Feliciano ao Governo do Estado está descartada pela nova direção do PDT na Paraíba. O diretório do partido foi destituído nessa segunda-feira (18) após a decisão do deputado federal Damião Feliciano deixar a legenda e migrar para o União Brasil, sigla que tentará à reeleição na Câmara Federal.
“A princípio, não há mais a pré-candidatura [de Lígia Feliciano]. Mas também não há nenhum ato de pré-conceito. Vamos ter que reiniciar o diálogo e conversar isso com as bases”, disse o novo presidente do PDT no estado, advogado Marcos Ribeiro.
Ribeiro justificou a decisão da executiva nacional do partido de Ciro Gomes de mudar o comando no estado, retirando a liderança das mãos de Renato Feliciano. “Conheço o partido muito bem. A nossa missão é tentar entender e regularizar a situação que se tornou diante da decisão do colegiado do diretório nacional”, pontuou.
Segundo o novo dirigente, a presença do clã Feliciano à frente do PDT ficou impossibilitada. “É algo que se tornou incongruente, uma vez que o deputado Damião tenha saído e ao mesmo tempo tenha ficado filhos e esposa no partido”, frisou.
Os diretórios nacionais do PT, PV e PCdoB oficializaram nesta segunda-feira (18) o estatuto e o programa de sua federação partidária, intitulada “Brasil da Esperança”. A união das siglas poderá trazer impactos nas articulações na Paraíba.
A ala dissidente do PT, liderada pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PT), anunciou apoio à pré-candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ao Governo do Estado. Por outro lado, petistas declaram apoio à reeleição do governador João Azevêdo (PSB), assim como o PCdoB e o PV.
O PT aprovou a federação na última quarta (13), quando também aprovou a indicação de Geraldo Alckmin para ser candidato a vice na chapa de Lula.
Segundo o partido, a Assembleia Geral da Federação, órgão máximo de deliberação, será composta por 60 membros, sendo 9 vagas distribuídas igualmente e 51 distribuídas na proporção dos votos obtidos por cada partido nas eleições para a Câmara dos Deputados de 2018.
“Os partidos da FE Brasil atuarão em conjunto no Congresso e na sociedade para promover a reconstrução do país, a defesa da soberania nacional, da democracia e dos direitos do povo, para fortalecer a candidatura do presidente Lula e sua base parlamentar.”
A executiva nacional do Partido Democrático Trabalhista promoveu mudança no diretório da legenda na Paraíba nesta segunda-feira (18). Renato Feliciano, filho de Lígia Feliciano, ex-governadora e pré-candidata ao Governo da Paraíba, foi retirado do comando da sigla estadual.
Com a saída de Renato Feliciano, quem assume interinamente a sigla na Paraíba é o advogado Marcos Ribeiro, um dos fundadores do diretório estadual do PDT.
A intervenção foi confirmada por Everton Gomes, que integra a executiva nacional do PDT. Através das redes sociais, o dirigente partidário anunciou a mudança no diretório da Paraíba e mais dois estados e também a chegada de Duda Salabert, vereadora de Belo Horizonte, Minas Gerais, para ocupar o cargo de vice de combate à intolerância.
A decisão do PDT ocorre após a saída do deputado federal Damião Feliciano do partido após 15 anos. Ele disputará a reeleição em outubro pelo União Brasil.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que o governo deve marcar uma reunião com o WhatsApp para discutir o acordo do aplicativo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que só permite que novas funcionalidades, como as comunidades que possibilitarão grupos de milhares de pessoas, entrem em vigor no país apenas depois das eleições presidenciais de outubro.
“Já conversei com o Fábio Faria [ministro das Comunicações], vai conversar com representante do WhatsApp aqui no Brasil para explicar” o acordo.
“Se ele [WhatsApp] pode fazer um acordo com o TSE, pode fazer comigo também, por que não?”, afirmou o presidente em entrevista exclusiva à CNN neste sábado (16). Bolsonaro está passando o feriado de Páscoa no Guarujá, litoral de São Paulo.
“Vou buscar o CEO do WhatsApp essa semana e quero ver que acordo é esse. Se é para o mundo todo, não posso fazer nada, agora, só para o Brasil, e volta a ser pro mundo todo depois das eleições, quer prova mais clara de interferência como essa na liberdade de expressão?”, declarou.
Ontem, em motociata com apoiadores, Bolsonaro já havia criticado o acordo do WhatsApp com o TSE. Neste sábado, o presidente voltou a dizer à CNN que o acordo é “inaceitável” e “inadmissível”.
“Essa última informação agora que o WhatsApp pode ter uma política mundial, ninguém vai reclamar. Agora, [por que] apenas para o Brasil o disparo em grupo poderá ser realizado depois das eleições? ‘Ah, depois das eleições não vai ter mais fake news?’”, disse Bolsonaro.
Segundo o presidente, o acordo fere a liberdade de expressão. “Não vai ser um acordo com o TSE que o WhatsApp vai fazer e vai impor a toda a população brasileira. Para Bolsonaro, “no Brasil, ou o produto está aberto para todo mundo ou tem restrição para todo mundo”, referindo-se ao WhatsApp.
O ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) está de volta ao Cariri. Nessa sexta-feira (15/04), o também ex-senador participou de uma agenda de pré-campanha do seu filho Pedro Cunha Lima (PSDB), pré-candidato ao governo, e do deputado Efraim Filho (União Brasil), pré-candidato ao Senado, em Serra Branca e Sumé.
A última vez que Cássio pisou no Cariri havia sido durante a campanha de 2018.
A Tenente Rebeca, atualmente licenciada da Polícia Militar da Paraíba (PMPB), anuncia na próxima segunda-feira, às 9h, a pré-candidatura à Assembleia Legislativa do Estado, nas eleições de outubro. Ainda não se sabe o partido ou federação que a militar irá se filiar.
“O meu propósito é entrar na política paraibana para trazer uma nova perspectiva às principais pautas que envolvem a população do nosso estado. Quero que o público entenda que sou uma alternativa positiva e que irei colocar em prática muitas ideias e sugestões desenvolvidas a partir do contato com o próprio povo, no dia a dia do meu trabalho como policial”, pontuou Rebeca.
Eduardo Leite (foto) disse à Crusoé acreditar que os partidos da chamada Terceira Via encontrarão um nome de consenso para a disputa à Presidência, em outubro.
Em entrevista à revista, o ex-governador do Rio Grande do Sul afirmou ainda estar “pronto para liderar esse projeto”, mas admitiu abrir mão caso outro candidato se mostre mais viável.
Ele também foi questionado se acha possível tirar Jair Bolsonaro do segundo turno. Eis a resposta:
“A estratégia política não é tirar um ou outro. É o que a gente quer colocar e o que queremos posicionar na campanha eleitoral, qual projeto e agenda. Isso tem que estar acima da preocupação se vai sair Lula ou Bolsonaro. Tenho convicção e as pesquisas demonstram que há um sentimento de destruição, um eleitor votando num candidato para tirar o outro. A candidatura da terceira via, que prefiro chamar de primeira via, temos que construir antes de destruir.”
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